Para quem busca uma arquitetura notável na Europa, Luxemburgo se destaca como um destino especial imperdível. Situado entre a Bélgica, a França e a Alemanha, este pequeno país surpreende por sua rica história, paisagens deslumbrantes e arquitetura vibrante. Embora diminuto, o país é culturalmente efervescente e oferece uma gama fascinante de obras arquitetônicas a serem exploradas. De castelos antigos a marcos modernos, a paisagem arquitetônica diversa de Luxemburgo promete uma jornada pelo tempo e pelos estilos.
Munique — capital da Baviera desde 1506 — é uma cidade com ricas camadas de história. Seus muitos anos como um crescente epicentro arquitetônico deixaram uma mistura interessante e única de edifícios. De igrejas e catedrais medievais a sinagogas contemporâneas. De arranha-céus a pequenos pavilhões. Do brutalismo ao Art Nouveau. A arquitetura de Munique é verdadeiramente vasta e maravilhosa.
Embora fosse um erro não reconhecer as maravilhas cervejeiras de Munique, a única menção a essa bebida aqui se dará por meio dos impressionantes edifícios que as abrigam (como a nova sede da Paulaner, projetada pelo escritório Hierl Architekten). De fato, outros aspectos da cidade são grandiosos, mas vamos nos concentrar na principal atração de Munique: sua arquitetura.
https://www.archdaily.com.br/pt/1134873/guia-de-arquitetura-de-munique-dos-arranha-ceus-aos-pequenos-pavilhoes-do-brutalismo-ao-art-nouveauVirginia Duran
Liubliana é o pequeno segredo da Europa. Esta pequena capital (com menos de 300.000 habitantes) é surpreendentemente grandiosa em termos de arquitetura, e a variedade de sua história construída a torna uma parada obrigatória em qualquer jornada arquitetônica. De igrejas ricamente pintadas ao brutalismo sóbrio. Do barroco clássico e da arquitetura de inspiração habsburga a encantadoras fachadas e interiores em Art Nouveau. E, claro, áreas verdes abundantes (Liubliana é a capital verde da Eslovênia – e agora da Europa) e boa gastronomia.
Liubliana é uma cidade repleta de camadas. Seus primórdios como cidade romana ainda são visíveis (uma muralha, a roda de madeira mais antiga do mundo e as vias de entrada e saída da cidade, para citar apenas alguns exemplos). Seus vestígios contemporâneos podem ter envelhecido, mas seu significado permanece intacto – basta pensar na Praça da República ou nos postos de combustíveis brutalistas. É ao visitá-la pessoalmente que conseguimos realmente sentir esses lugares e compreender essas camadas.
Em 1782, Bangkok tornou-se a capital do Sião – como a Tailândia era anteriormente conhecida. Sua posição estratégica, protegida pela curva do rio Chao Phraya a oeste e pelo vasto delta pantanoso do "Mar de Lama" que assegurava a defesa da cidade a leste, foi fundamental. O Rei Rama I modelou a nova cidade com base naquela que vinha sendo a referência urbana da Tailândia desde o século XIV: Ayutthaya, que por volta de 1700 já havia se tornado a maior cidade do mundo, com um total de 1 milhão de habitantes.
Bangkok viu progressivamente a construção de templos (wats), escolas, bibliotecas e hospitais. No entanto, poucas outras tipologias foram erguidas e a cidade carecia de ruas pavimentadas significativas. Em vez disso, o rio e uma rede de canais interconectados serviam como a infraestrutura de transporte local. Com o tempo, as casas flutuantes ancoradas ao longo da orla do rio diminuíram e a pavimentação se espalhou.
Em 12 de agosto de 1833, a vila de Chicago tinha cerca de 200 habitantes. Quatro anos depois, em 1837, foi elevada à categoria de cidade (The City of Chicago) – um fato interessante, considerando que ainda existem 19 vilas incorporadas em Illinois. O Grande Incêndio de Chicago em 1871 matou 300 pessoas, destruiu cerca de 9 km², e deixou mais de 100 mil desabrigados/as. No entanto, naquela época, Chicago já havia se tornado a cidade com o crescimento mais rápido do mundo, e sua população ultrapassava os 300 mil habitantes. O desastre exigiu que essa população ambiciosa recomeçasse do zero.
Com uma força admirável, a cidade renasceu das cinzas, e algumas das melhores obras de arquitetura de Chicago foram erguidas logo em seguida. Estruturas como o Rookery Building (1888, Frank Lloyd Wright), o Auditorium Building (1889, Louis Sullivan) e o Monadnock Building (1893, Burnham & Root, Holabird & Roche) são apenas alguns exemplos dos altos padrões que a cidade buscava alcançar.
A histórica cidade de origem romana vem passando por uma intensa transformação, com novos e instigantes edifícios, praças e parques públicos florescendo por toda parte. Desde minha primeira viagem a Zurique em 2014, muita coisa mudou na antiga Turicum.
Graças a uma viagem fascinante organizada pela Visit Zürich e por meu amigo Philipp Heer, pudemos visitar alguns dos pontos mais novos, interessantes e inspiradores da cidade. Deslocando-nos de um lado para o outro, Roc Isern, David Basulto e eu tivemos o privilégio de seguir um itinerário sob medida, com acesso a verdadeiras joias de Zurique e, o que foi talvez ainda mais inspirador de tudo, contato com os/as arquitetos/as por trás dessas estruturas admiráveis.
Paris, a cidade que nasceu às margens do Sena, cresceu a partir de uma pequena ilha – a Île de la Cité – para se tornar a vasta metrópole que hoje se estende além de Ménilmontant, o vingtième arrondissement.
A capital francesa tem muito a oferecer. Séculos de história deixaram um legado de estruturas significativas que também serviram de cenário para histórias de amor, guerras e revoluções. Seja para admirar recantos escondidos, marcos icônicos e joias prestes a serem inauguradas, ou para enriquecer sua própria história de vida, você encontrará tudo o que procura nesta cidade.
Esta lista, sem ordem de preferência, busca servir de guia e inspiração para sua próxima viagem a Paris. Se você ama arquitetura, caro/a leitor/a, não precisa procurar mais.
Amsterdã é uma das cidades mais belas da Europa. Suas origens estão no século XII, quando pescadores que moravam às margens do rio Amstel construíram uma ponte sobre a hidrovia perto do IJ criando uma grande enseada de água salgada. A maior parte do território da cidade está abaixo do nível do mar e, portanto, em uma porção de terra onde antes era água.
A capital holandesa tem uma forte relação com planejamento urbano, infra-estrutura de ciclismo e pontes, que cruzam os canais junto às antigas casas comerciais que se inclinam em ângulos impossíveis. Conheça, a seguir, 25 lugares em Amsterdã que merecem uma vista.
https://www.archdaily.com.br/pt/933364/guia-de-arquitetura-de-amsterda-25-lugares-para-conhecer-na-capital-holandesaVirginia Duran
Em 12 de agosto de 1833, a vila de Chicago foi fundada, com cerca de 200 habitantes. Em 1837, quando o estado de Illinois ainda contava com apenas 19 municípios, Chicago foi oficialmente incorporada como cidade. Em 1871, o Grande Incêndio de Chicago ceifou 300 vidas e destruiu nove quilômetros quadrados de terras, deixando mais de 100 mil desabrigados. Na época, Chicago já era a cidade de crescimento mais rápido do mundo, com uma população superior a 300 mil habitantes. Felizmente, a tragédia não desanimou a cidade: com determinação, seus cidadãos iniciaram rapidamente a reconstrução, devolvendo a Chicago a sua prosperidade.
Movida por uma determinação inabalável, Chicago ressurgiu das cinzas, período no qual nasceram diversas obras arquitetônicas clássicas. Exemplos disso são o Rookery Building (1888, Frank Lloyd Wright), o Auditorium Building (1889, Louis Sullivan) e o Monadnock Building (1893, Burnham & Root, Holabird & Roche) — marcos da primeira geração de arranha-céus de Chicago que testemunharam a reconstrução e o desenvolvimento da metrópole.
Arquitetos/as e urbanistas continuam a enriquecer o desenvolvimento urbano de Chicago, com novos edifícios que redefinem constantemente o panorama de seu horizonte. Este ano, a cidade sedia a Bienal de Arquitetura de Chicago de 2019-2020, proporcionando ainda mais oportunidades de visibilidade para a cidade. No entanto, para os visitantes que ainda não conhecem Chicago, por onde começar?
Se você é amante da arquitetura, a seleção de edifícios históricos e contemporâneos de Chicago apresentada neste artigo serve como um excelente ponto de partida. Ao explorar a cidade sob a perspectiva de sua evolução arquitetônica, é bem provável que você se apaixone por esta metrópole que funciona como um verdadeiro museu a céu aberto.
Pronto/a para iniciar esta jornada de descoberta?
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