Nas montanhas de Da Nang, no Vietnã, encontra-se uma ponte de desenho singular. Serpenteando por entre canteiros de flores, esta estrutura de 150 metros de extensão brilha como uma fita dourada contra o cenário das montanhas Ba Na, sustentada por um par de mãos gigantes.
A Ponte Dourada foi inaugurada no início de junho no complexo turístico do Jardim Thien Thai. Localizada a 1.400 metros de altitude, a estrutura parece uma fita de seda flutuando entre as nuvens de Da Nang.
https://www.archdaily.com.br/pt/1116764/maos-gigantes-surgem-em-meio-as-montanhas-de-da-nang-no-vietna-sustentando-uma-ponte-de-fita-dourada-de-150-metrosNiall Patrick Walsh
Segundo informações da CNN, representantes da universidade falaram publicamente sobre os planos de deixar Budapeste, sendo que o conselho administrativo da instituição aprovou recentemente a abertura de um campus satélite em Viena em 2019. A decisão coloca em dúvida a segunda fase de construção do projeto do escritório O’Donnell + Tuomey.
https://www.archdaily.com.br/pt/1116751/destino-de-projeto-da-odonnell-plus-tuomey-concorrente-ao-premio-internacional-do-riba-e-incerto-apos-repressao-politicaNiall Patrick Walsh
20 Ambleside Avenue, Londres / Pace Jefford Moore Architects. Imagem via Building Design
Dizem que qualquer publicidade é boa publicidade. Mesmo assim, o fim de agosto é um período de grande expectativa para os/as arquitetos/as do Reino Unido, momento em que os leitores da Building Design definem a lista de indicados para o edifício mais "feio" da Grã-Bretanha. A beleza certamente está nos olhos de quem vê, e as críticas a esses projetos impopulares não devem, necessariamente, ser generalizadas. Contudo, a competição abre debates importantes sobre a estética arquitetônica e a recepção pública de novos projetos.
https://www.archdaily.com.br/pt/1116820/carbuncle-cup-2018-os-finalistas-para-o-novo-edificio-mais-esteticamente-desafiador-do-reino-unidoNiall Patrick Walsh
O projeto Leeza SOHO, projetado pelo escritório Zaha Hadid Architects, é um edifício corporativo de uso misto localizado no Distrito Financeiro de Lize, em Pequim. A torre conta com o átrio mais alto do mundo, cuja estrutura sinuosa divide o edifício em duas partes de forte impacto visual.
As novas imagens revelam o átrio de 190 metros de altura situado no centro da estrutura, que funciona "como um volume ascendente que divide o edifício em duas metades". Com uma área construída de 172.800 metros quadrados, o projeto está localizado sobre um novo nó de transporte que cruza um túnel de metrô atualmente em construção.
https://www.archdaily.com.br/pt/1116887/novas-fotos-da-obra-do-leeza-soho-de-zaha-hadid-architects-contemplando-o-atrio-mais-alto-do-mundo-com-198-metrosNiall Patrick Walsh
Kohn Pedersen Fox Associates (KPF) revelou detalhes do Huamu Lot 10 em Xangai. O complexo de três torres, que soma 279.000 metros quadrados, é voltado para escritórios comerciais e um futuro museu, organizados em torno de uma grande praça central.
Descrito como uma “nova forma de urbanismo participativo”, o projeto foi concebido para abrigar obras de arte em grande escala em um ambiente público, ativando, assim, a praça central como um polo cultural.
Um dos acontecimentos mais trágicos de 2018 na Europa foi o desabamento da Ponte Morandi em Gênova, na Itália, em 14 de agosto , que resultou na morte de 43 pessoas. Após o desastre, o arquiteto Renzo Piano, nascido em Gênova, ofereceu-se para projetar gratuitamente uma nova ponte para sua cidade natal, em substituição à estrutura que colapsou.
Segundo o jornal The Washington Post, a obra levará 12 meses e tem previsão de conclusão para o final de 2019. A ponte deixará de se chamar "Morandi", em referência à fatídica estrutura de concreto armado construída pelo arquiteto homônimo, que protagonizou um dos piores desastres europeus de 2018.
https://www.archdaily.com.br/pt/1116776/renzo-piano-revela-projeto-para-a-ponte-de-genova-com-43-luminarias-em-homenagem-as-vitimasNiall Patrick Walsh
Situada na região do Loire, na França, Nantes pode ser vista, sob vários ângulos, como uma "história de duas cidades". Antigo polo movimentado da navegação europeia, seus outrora imensos galpões industriais transformaram-se em um celeiro de expressão artística e cultural. Paralelamente, dividida pelo rio Loire em direção ao Atlântico, a cidade exibe um contraste entre um labirinto de edifícios residenciais em estilo haussmaniano, catedrais adornadas e museus monumentais de um lado, e uma ilha repleta de engenhocas mecânicas excêntricas e inovação jovem, moderna e descompromissada de outro.
A própria variedade de maravilhas artísticas e arquitetônicas já faz de Nantes um destino indispensável para arquitetos/as e designers. Se a isso somarmos a excelência gastronômica, hotéis extremamente instagramáveis e o empenho do setor público e privado em manter e expandir a vibrante e lúdica cena de design local, Nantes se consolida como uma joia arquitetônica oculta e imperdível.
Foi confirmado que partes do edifício Mackintosh, da Glasgow School of Art, serão desmontadas. Um comunicado do Conselho Municipal de Glasgow, noticiado pela BBC, revelou que vistorias realizadas após o incêndio de 15 de junho detectaram uma movimentação significativa nas paredes do edifício, indicando que um colapso parcial repentino da estrutura é provável.
Quarenta por cento da população mundial vive próxima à áreas litorâneas, em uma faixa de no máximo cem quilômetros de distância à partir da costa, sendo que dez por centro delas ocupam áreas apenas dez metros acima do nível do mar. Este é um dado importantíssimo a se considerar quando pensamos em como as mudanças climáticas podem afetar a vida nas cidades. Hoje em dia, estima-se que até 2050 o aumento dos níveis das marés e as recorrentes inundações possam custar anualmente mais de um trilhão de dólares às cidades litorâneas do mundo todo. Não podemos negar que a humanidade está chegando a um impasse, um momento onde nunca estivemos tão vulneráveis às consequências das mudanças climáticas.
https://www.archdaily.com.br/pt/931856/como-as-cidades-estao-usando-a-arquitetura-para-combater-inundacoesNiall Patrick Walsh
Espalhadas pelos quatro cantos do planeta, grandes cidades são consideradas um dos principais fortins da desigualdade e da insustentabilidade. As duas maiores cidades dos Estados Unidos, Nova Iorque e Los Angeles, são também as duas cidades mais desiguais do país enquanto que um terço das pessoas mais pobres do Reino Unido vive em Londres. Somando-se a isso, segundo dados publicados pela C40 Cities, dois terços da energia consumida no mundo e 70% das emissões globais de carbono são atribuídos às cidades. Como arquitetos e urbanistas, estes dados nos fazem refletir sobre como políticas públicas e estratégias de planejamento urbano poderiam ser utilizadas para melhor combater esses dois graves problemas. Como resposta, dezenas de cidades ao redor do mundo têm investido em sistemas de mobilidade urbana mais eficientes, abrangentes e sustentáveis. Neste contexto, levantamos a seguinte questão: e se o transporte público fosse gratuito?
https://www.archdaily.com.br/pt/932326/as-cidades-deveriam-tornar-seus-sistemas-de-transporte-publico-gratuitosNiall Patrick Walsh
Por milhares de anos, o concreto tem sido o elemento base da construção civil: o material mais amplamente utilizado ao longo da história da humanidade. No entanto, à medida que os arquitetos e o público em geral tornam-se cada dia mais conscientes à respeito das causas e efeitos das mudanças climáticas, o impacto ambiental causado pela indústria do cimento torna-se uma das principais questões a ser debatida.
Como bem colocado por Lucy Rodgers em um recente artigo para a BBC News, a produção de cimento é responsável por cerca de 8% das emissões globais de CO2. A alarmante notícia, que muitos já sabiam de antemão, foi publicada paralelamente à realização da conferência das mudanças climáticas COP24 da ONU na Polônia. Isso significa que para cumprir os requisitos do Acordo Climático de Paris de 2015, as emissões anuais resultantes da produção de cimento deverão ser reduzidas em 16% até 2030.
https://www.archdaily.com.br/pt/909303/qual-o-custo-ambiental-da-producao-de-cimento-e-o-que-podemos-fazer-sobre-issoNiall Patrick Walsh
As grandes cidades do mundo estão enfrentando uma crise. As Nações Unidas estimam que até 2050, quase um bilhão de pessoas com deficiências viverão nas cidades, representando 15% do total de seus habitantes. Com paisagens urbanas repletas de metrôs, lojas e banheiros inacessíveis, a ONU declarou que o problema da acessibilidade representa um grande desafio para as cidades. Ao mesmo tempo, a maioria das cidades ao redor do mundo está perdendo a batalha para oferecer moradia segura, digna e acessível aos seus cidadãos, com aluguéis representando mais de 50% de algumas rendas familiares. O Fórum Econômico Mundial recentemente alertou que “um mundo onde que poucos podem pagar por moradia não é sustentável”.
https://www.archdaily.com.br/pt/923729/10-tecnologias-para-cidades-acessiveisNiall Patrick Walsh
O concreto é o segundo material mais utilizado na construção civil em números absolutos. Ele também ocupa a segunda posição como um dos principais responsáveis pelas emissões de CO2 na atmosfera, contribuindo com mais ou menos seis por certo das emissões anuais de dióxido de carbono. Embora não sejam dados para orgulhar-se, a popularidade do concreto permanece imaculada, sendo ainda hoje um dos mais queridos materiais de construção para arquitetos do mundo todo. Entretanto, à medida que nós profissionais e também o público em geral nos tornamos cada dia mais conscientes à respeito das suas causas e efeitos não agravamento das mudanças climáticas, o impacto ambiental causado pela indústria do cimento torna-se uma das principais questões a ser debatida. Como resultado disso, designers, arquitetos e pesquisadores do mundo todo estão debatendo e nos ajudando a construir um debate mais amplo sobre qual o futuro do concreto na arquitetura e na industria da construção civil.
https://www.archdaily.com.br/pt/927190/qual-e-o-futuro-do-concreto-na-arquiteturaNiall Patrick Walsh
O modernismo pode ser descrito como um dos momentos mais otimistas da história da arquitetura, um estilo inovador inspirado por pensamento e idéias utópicas que finalmente reinventou nossos espaços de vida e trabalho, assim como a maneira como as pessoas se relacionavam entre si e com o ambiente construído. Conforme expusemos em nosso artigo AD Essentials Guide to Modernism, a filosofia moderna ainda permanece vigente no discurso arquitetônico contemporâneo, mesmo que as condições específicas que deram origem ao movimento moderno na arquitetura no início do século passado, já não tenham mais nada que ver com o mundo em que vivemos hoje.
Ao nos despedirmos do ano que marcou o centenário da Bauhaus, compilamos uma lista dos principais estilos arquitetônicos que definiram o modernismo na arquitetura. Como uma ferramenta para entender o desenvolvimento da arquitetura ao longo do século 20, esta lista tem como principal objetivo apresentar um panorama completo sobre os desdobramentos do modernismo para além de seu contexto teórico.
Liam Young já foi citado pela BBC como "o homem que está projetando o nosso futuro". O arquiteto e diretor australiano vem trilhando um interessante caminho na prática arquitetônica, transitando simultaneamente pelos campos do design, tecnologia e mídia. Young é co-fundador do thinktankTomorrow's Thoughts Today, um estúdio que explora o imaginário fílmico para fomentar discussões sobre o futuro do ambiente construído e a relação entre humanos e máquinas, bits e átomos, artificial e natural. Também dirige o Unknown Fields Division, um estúdio nômade de pesquisa que percorre o mundo em busca de paisagens que reflitam os fluxos globais de materiais, tecnologias e ideias.
https://www.archdaily.com.br/pt/938075/liam-young-fala-sobre-o-futuro-da-inteligencia-artificial-na-arquiteturaNiall Patrick Walsh
Hoje é celebrado o Dia da Terra. Difícil pensar em algum outro momento em que nossa relação com ela tenha sido tão diferente do normal. Ao passo que lidamos com a maior crise de saúde dos últimos cem anos, as atenções se voltam para como viveremos juntos em sociedade, como os sistemas globais vão operar e, em última instância, quão positiva pode ser para o mundo natural a redução de nossas demandas por petróleo, transporte e energia.
Em seu livro “Life 3.0”, o professor do Massachussets Institute of Technology, Max Tegmark, diz que “à medida que formos avançando na era da inteligência artificial, cada um de nós será um pouco mais responsável pelo futuro da vida no planeta.” Ainda hoje, a inteligência artificial muitas vezes é vista como uma espécie de caixa de pandora. Enquanto por um lado ela é encarada como uma ferramenta capaz de promover a segurança, a eficiência e a sustentabilidade nas cidades, por outro lado, ela é também representa uma ameaça aos seres humanos, algo que desencadeará um amplo processo de substituição da força humana de trabalho por máquinas gerando desemprego e isolamento social em massa. Neste contexto, a questão sobre como a Inteligência Artificial afetará as nossas cidades do futuro também tem chamado à atenção de arquitetos e designers do mundo todo, além de ter sido a questão central da Bi-City Bienal de Urbanismo\Arquitetura de Shenzhen 2019, atualmente o evento de arquitetura mais visitado do mundo.
https://www.archdaily.com.br/pt/936668/6-reflexoes-sobre-o-papel-da-inteligencia-artificial-no-futuro-das-cidadesNiall Patrick Walsh
Em resposta à disseminação generalizada do surto de coronavírus no planeta, acredita-se que cerca de 900 milhões de pessoas estejam em quarentena domiciliar atualmente. De um dia pra o outro, profissionais do mundo todo foram impelidos à ficar em casa, provocando uma mudança repentina e inesperada para um modo de trabalho remoto, o que por si só, representa um grande desafio para a grande maioria deles. Embora a rotina da maioria dos arquitetos e arquitetas tenha mudado muito pouco ou quase nada, o home office é ainda hoje uma prática pouco comum para muitos de nossos colegas. Para a equipe do ArchDaily, por outro lado, isso já é realidade há muito tempo. A partir da nossa experiência, podemos garantir que não apenas é viável trabalhar em casa, mas que este modo de trabalho nos permitirá ter mais tempo para aprimorar as nossas habilidades e conhecimentos.
https://www.archdaily.com.br/pt/936128/conselhos-para-trabalhar-em-casa-durante-a-pandemia-de-covid-19Niall Patrick Walsh