A camada externa das superfícies e dos edifícios é a interface com o mundo, expressando grande parte de sua aparência, características e condições. Em alguns momentos, seja por restrições orçamentárias, complexidades técnicas ou falta de tempo, torna-se necessário buscar soluções rápidas e de fácil instalação. Os revestimentos 3M™ DI-NOC™ Architectural Finishes são películas decorativas adesivas que oferecem uma opção sustentável e econômica para a renovação de superfícies, reduzindo o descarte em aterros sanitários e minimizando o tempo de inatividade, o ruído e a poeira. São ideais para aplicação em marcenaria, portas, colunas e paredes internas. Há também uma versão para soluções externas, a linha de produtos 3M™ DI-NOC™ Architectural Finishes Exterior EX Series. Os acabamentos podem ser aplicados diretamente sobre o material existente da fachada, proporcionando um design sofisticado aliado a outros benefícios técnicos. A seguir, apresentamos dois exemplos que demonstram as possibilidades dos revestimentos de superfície da 3M.
"Dos seus olhos para os meus olhos" é um projeto que nasceu da ideia de envolver as pessoas que me acompanham em revistas e redes sociais nos meus ensaios fotográficos; convidando-as a me enviar seus lugares arquitetônicos favoritos, aqueles que guardam consigo, em seus olhos.
Você já se perguntou qual é a diferença entre espaço aberto e espaço livre? Neste vídeo, o/a arquiteto/a e professor/a Stewart Hicks analisa o que torna o projeto de espaço aberto uma vertente singular do “conceito aberto”. O conteúdo integra uma série de vídeos que explora termos do mercado imobiliário a partir de exemplos contemporâneos, históricos e da teoria da arquitetura. Desta vez, o foco recai sobre as estratégias espaciais de Mies van der Rohe, desde seus primeiros projetos não construídos, passando pelo Pavilhão de Barcelona, até a Casa Farnsworth. Cada obra apresenta uma abordagem específica e em constante evolução — definindo o posicionamento de paredes, pilares e o planejamento da cobertura —, elementos que, em conjunto, constituem o que chamamos de “planta livre”. Outros vídeos da série dedicam-se ao espaço “livre” ou “orgânico”, ajudando a aprofundar a compreensão sobre os conceitos fundamentais da arquitetura.
Hoje, o worldbuilding é parte fundamental do pensamento criativo em uma ampla gama de atividades. De franquias cinematográficas de sucesso a videogames e histórias em quadrinhos, o worldbuilding é o que atrai o público e permite que produções em várias partes se articulem em torno de um cenário compartilhado. Naturalmente, a arquitetura também entra nessa equação — afinal, trata-se da disciplina criativa e técnica responsável pela construção do próprio mundo. Este vídeo analisa como o worldbuilding se aplica à arquitetura e foca nas histórias em quadrinhos como um estudo de caso para explorar as oportunidades dessa abordagem. Por fim, o vídeo apresenta uma entrevista com a pessoa responsável pelo design da exposição ‘Chicago Comics’, atualmente em cartaz no Museu de Arte Contemporânea. Thomas Kelley discute como o worldbuilding influenciou a relação entre arquitetura e quadrinhos no projeto da mostra em relação à escala, sequências de entrada e cores.
"A construção com terra crua é uma técnica ancestral, uma alternativa sustentável, quase sempre um trabalho comunitário e, em grande parte, realizado por mulheres", assim começa o vídeo de “Paula Pacha Patrimonio”, projeto de Nidia Bellene que apresentamos por ocasião do Dia Mundial da Fotografia (19 de agosto).
A obra é o resultado de um trabalho de intercâmbio entre a artista e mulheres construtoras com terra de diferentes regiões da Argentina, que compartilharam seus registros cotidianos de trabalho e de experiências. Realizado por meio de uma convocatória aberta nas redes sociais, o projeto reuniu mais de 100 imagens que hoje estão expostas em uma videoinstalação no Museu Casa Natal de Sarmiento.
Pode parecer que o conceito de “hortas urbanas” surgiu com a gentrificação da Cidade do México — um modelo de autonomia alimentar que não apenas nos provê de produtos orgânicos, frescos e ready to eat, mas que também embeleza a paisagem urbana e nos reconecta com a natureza. No entanto, não há nada mais equivocado do que conceber a agricultura urbana como uma mera questão de moda.
Cortesia de Estudio Lamela, Rogers Stirk Harbour + Partners
Os aeroportos modernos vêm ganhando escalas cada vez maiores. Com pátios de aeronaves cada vez mais amplos, programas múltiplos e milhões de viajantes por ano, a prevalência desta tipologia cresceu exponencialmente. Conhecida por proporcionar uma variedade de experiências espaciais únicas — desde imensas salas de espera e lounges de luxo até pontes de embarque estreitas —, a arquitetura aeroportuária consolidou-se, de fato, apenas no último século. Hoje, arquitetos/as e designers começam a dissolver criativamente a escala monumental dos aeroportos para explorar o seu papel na vida urbana contemporânea.
A arquitetura de Chicago fica vazia sem o jornalismo de arquitetura local. Desde o lançamento, na década de 1880, da publicação em preto e branco Inland Architect, que cobriu a reconstrução após o Grande Incêndio de Chicago, até uma crítica de 1985 do James R. Thompson Center escrita por Paul Gapp no Chicago Tribune, intitulada “Masterpiece or Ego Trip?” (Obra-prima ou viagem de ego?), que definiu os rumos da recepção pública do edifício, a cobertura e a crítica de arquitetura nos jornais locais e publicações especializadas têm proporcionado um elo fundamental para que Chicago mantenha sua reputação como uma cidade de arquitetura extraordinária. A crítica e o jornalismo de arquitetura ajudaram — e continuam ajudando — Chicago a compreender como chegamos a este ambiente construído e o que o futuro reserva.
https://www.archdaily.com.br/pt/1131337/o-que-chicago-perde-ao-perder-um-a-critico-a-de-arquiteturaElizabeth A. Blasius
Na reprodução desta semana do The Architect's Newspaper, o autor Patrick Sisson aborda as implicações e a participação das comunidades de Nova York na configuração de seu ambiente construído, especialmente de sua orla. Ele também questiona o papel da representatividade e se "os conselhos comunitários da cidade e o Procedimento Uniforme de Revisão de Uso do Solo (ULURP) atuam mais como guardiões do que como catalisadores para o desenvolvimento equitativo?", sobretudo porque muitos novos empreendimentos são rotulados como projetos habitacionais.
A arquitetura no México tem uma vasta história que se compões de diversos aspectos que abordam temas astrológicos, políticos, espirituais e econômicos. Embora hoje restem apenas ruínas de alguns dos complexos pré-hispânicos mais importantes, graças a profundas pesquisas que foram realizadas, podemos ter algumas representações de como eram aqueles edifícios que lançaram os alicerces do que hoje nos define. Nessas representações, é possível notar a presença de materiais naturais que respondiam ao seu entorno, tais como a pedra basáltica, o estuque e algumas tintas vegetais cujos vestígios resistiram até os nossos dias.
PERI, uma das líderes globais em fabricação de fôrmas e andaimes, e a fabricante de materiais de construção HeidelbergCement uniram seus conhecimentos em arquitetura e concreto para a execução desta obra. Nesse processo, os limites das soluções de construção em concreto da PERI foram superados. Os destaques arquitetônicos do projeto foram viabilizados com sucesso por meio de sistemas especiais de fôrmas da PERI.
Rua Principal do Centro Cívico. Imagem de CLWphoto. Imagem via Shutterstock
Como o primeiro parque temático recreativo da América Latina, a 'República de los Niños' localiza-se na localidade de Manuel B. Gonnet, na cidade de La Plata, Argentina. Múltiplos edifícios compõem uma cidade de fantasia construída em escala que, desde a sua inauguração em 1951, busca representar as instituições sociais básicas e reconhecer os direitos humanos e os direitos das crianças.
Simples na forma, mas complexa na substância, “O que é Arquitetura?” continua sendo uma questão existencial para quem estuda arquitetura e para jovens profissionais da área. Na tentativa de definir esse questionamento em constante evolução e expor as diferentes visões existentes, a série de entrevistas : WIA – What is architecture? propõe quatro perguntas diretas a importantes nomes do projeto e do pensamento arquitetônico mundial. Buscando revelar suas opiniões sobre o que é a arquitetura e o que ela pode realizar, estes vídeos curtos trazem respostas para as seguintes perguntas: “O que é arquitetura? O que a arquitetura pode fazer? Qual é o seu posicionamento arquitetônico? e Qual é o seu método de projeto?”.
O ArchDaily fez uma parceria com o WIA para publicar, semanalmente, quatro dessas conversas, além de convidar você a aceitar o desafio e responder a essas perguntas. O terceiro artigo da série apresenta as ideias e visões de Yona Friedman, Oana Bogdan e Leo Van Broeck, do escritório Bogdan & Van Broeck, Ma Yansong, do MAD Architects, e Alessandra Cianchetta, do escritório AWP Architecture.
A Casa U é amplamente considerada uma das obras-primas do arquiteto Toyo Ito, vencedor do Prêmio Pritzker. Ela foi projetada especificamente para acolher a irmã do arquiteto e as duas filhas dela após a perda do pai para o câncer. Décadas mais tarde, a residência ficou vazia depois que a família finalmente superou o período de luto. Em 1997, a casa foi demolida para liberar o terreno para venda e, hoje, a edificação vive apenas na memória, em desenhos e imagens. Neste episódio de Architecture with Stewart, a Casa U é reconstruída digitalmente para simular como seria visitá-la na vida real. A partir de uma investigação minuciosa e de uma análise detalhada de seu programa e geometria, Stewart desenvolveu um modelo 3D e navegou por ele no motor de renderização em tempo real Enscape, disponibilizando também um link para que você possa explorá-lo. Que tesouros ocultos se escondem no interior desta importante edificação perdida para a demolição?
O tecido urbano de Milão há muito tempo é definido pela mudança. Em uma cidade conhecida por seus monumentos históricos, da Piazza Duomo e da Catedral de Milão a obras como a Torre Velasca, a arquitetura contemporânea deve equilibrar diversos contextos preexistentes. Consolidando-se como um centro global de design e cultura, Milão tornou-se o lar de novos edifícios e estruturas que respondem a essa condição por meio de marcos icônicos e formas expressivas. Construindo ativamente sobre seu legado, a cidade voltou sua atenção para o céu.
Em abril de 2021, o Centro de Design A8 de Luxelakes, em Chengdu, apresentou a exposição "2 Quilômetros de Margem: Exposição Coletiva Transdisciplinar de Arquitetos Independentes do Sudoeste de 2021". O evento convidou 31 arquitetos/as independentes a criar, ao longo das margens de Luxelakes, com um orçamento de 30.000 RMB, intervenções espaciais baseadas em suas próprias reflexões e compreensões sobre o espaço público. Eles construíram microespaços experimentais, interativos e experienciais, apresentando 31 perspectivas diferentes de ver o mundo. Através do intercâmbio entre profissionais e do diálogo com o público, a exposição buscou estimular a participação ativa da comunidade no design.
Por meio de 31 jovens arquitetos/as locais com visão global, observamos os valores diversos e as reflexões multidimensionais sobre a arquitetura desta nova geração. O Limu Architecture Studio desconstruiu a arquitetura em elementos como colunas, bases, coberturas e fechamentos, dissolvendo sua forma original; o escritório Uyang Architects utilizou ousadamente paredes cor-de-rosa para estabelecer relações de "ver e ser visto" e "ouvir e ser ouvido" com o entorno; Bai Yang usou 70 toras de pinho-canadense para sustentar um "chapéu de ferro"; o Tiantong Architects empregou 150 varas de bambu para erguer um espaço de descanso acessível; o Fanzhu Design utilizou ferro para criar três arcos contínuos que oferecem abrigo e passagem; o 00Group concebeu um espaço espelhado e envolvente; e o MUDA-Architects construiu um "periscópio" à beira do lago, cuja superfície revestida de plástico-bolha convida à interação tátil do público.
https://www.archdaily.com.br/pt/1131362/um-encontro-em-torno-do-hotpot-com-arquitetos-as-independentes-de-chengdu-parte-1韩爽 - HAN Shuang
Em um mundo cada vez mais conectado, o Architects, not Architecture apoia o intercâmbio cultural na comunidade de arquitetura e conecta arquitetos e arquitetas em um nível pessoal para além das fronteiras. Se você perdeu as apresentações mais recentes, assista aqui à palestra de Dong Gong, fundador e diretor de projeto do Vector Architects, escritório sediado em Xangai, na China.
https://www.archdaily.com.br/pt/1131370/architects-not-architecture-dong-gong-da-vector-architectsAbhinav Thakar / Architects, not Architecture
Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge como "Joan K. Davidson and the Fight for New York".
Com o aumento da desigualdade de renda nos últimos anos, o papel da filantropia tem sido questionado. As doações beneficentes de indivíduos ricos e corporações poderosas seriam sempre uma força positiva, ou essa ligação com a riqueza e o poder é uma concessão inevitável? A quem interessa, de fato, o investimento filantrópico: aos beneficiários ou aos doadores? Estas são questões complexas. No entanto, a filantropia genuinamente esclarecida é uma força transformadora. Ela pode não apenas financiar causas nobres, mas, se realizada no momento certo, semear as sementes da mudança social.
Passarela de Pedestres da Northeastern University (PedX). Imagem cortesia de Payette
A Payette é um estúdio que repensa o que significa exercer a profissão hoje. Ainda que seja essencialmente um escritório de arquitetura, a empresa se apoia em uma abordagem interdisciplinar que abrange paisagismo, design de interiores, ciência da edificação, estratégias espaciais, visualização de projeto, fabricação, computação e pesquisa. Para o sócio-diretor Leon W. Drachman, a Payette é um escritório que transita por uma ampla variedade de escalas para reinventar o design, desde o plano diretor de um campus até detalhes de fachada.
Casa-PABLO ÁNGEL. Image Cortesía de Elaboración propia Casa Urbana de Montaña 1950-1970
O artigo a seguir é uma contribuição de estudantes de Arquitetura da Universidad Nacional de Colombia, sede Manizales. Juliana García Valencia, Alejandro Jaramillo Alzate e Manuel Felipe Rincón Medina compartilham conosco sua experiência no desenvolvimento de 'Casa Urbana de Montaña 1950 - 1970', os dois volumes vencedores do primeiro lugar na categoria de pesquisa, teoria e crítica da IV Bienal Colombiana de Estudantes de Arquitetura.
https://www.archdaily.com.br/pt/1131333/casa-urbana-de-montanha-1950-1970-a-experiencia-de-estudantes-registrando-a-arquitetura-moderna-em-manizalesJuliana García Valencia, Alejandro Jaramillo Alzate y Manuel Felipe Rincón Medina
O público geral que não atua na área da arquitetura — e até mesmo alguns arquitetos e arquitetas — costuma acreditar que as coberturas inclinadas são inerentemente superiores às planas. Essa perspectiva baseia-se na ideia de que os telhados inclinados demonstram uma sensibilidade do tipo “a forma segue a função”, valendo-se da geometria e da gravidade para escoar facilmente a água da chuva e a neve. Em contrapartida, supõe-se que as coberturas planas sejam mais propensas a infiltrações. Embora esse argumento pareça convincente, este vídeo desconstrói o debate ao analisar detalhadamente alguns aspectos que podem mudar essa percepção. Entre eles, o motivo original que levou Louis Sullivan a cunhar a famosa frase “a forma sempre segue a função”, a capacidade das coberturas planas de proporcionar espaços públicos ao ar livre, a viabilidade de tetos verdes, a simplicidade estrutural e a resistência às forças do vento. Além disso, há um forte argumento funcional e formal que explica por que uma cobertura plana pode ser uma escolha mais prudente e racional do que uma inclinação acentuada, mesmo em regiões com forte incidência de neve, como Chicago.
O escritório ODA lançou recentemente sua mais nova iniciativa, que propõe uma visão urbana para o futuro das ruas de Nova York. Intitulado “Beyond the street: Reimagining the flower” (Para além da rua: Reimaginando o Flower District), o projeto busca transformar as quadras urbanas de fora para dentro, revitalizando a experiência dos pedestres na rua por meio do design. A proposta também sugere novas diretrizes de zoneamento de uso do solo, concedendo direitos aéreos ou incentivos fiscais aos titulares dos lotes que, em contrapartida, liberem os pátios internos de cada lote, transformando-os em espaços públicos ou de uso semiprivado a serviço da cidade.
O ArchDaily teve o privilégio de conversar com Eran Chen, à frente da fundação e da direção executiva da ODA, sobre como o escritório busca transformar nosso ambiente urbano por meio de propostas de projeto inovadoras. Confira a entrevista completa a seguir, acompanhada de um vídeo explicativo sobre o projeto.
A mais recente adição ao edifício de pesquisa NEST da Empa e Eawag em Duebendorf, na Suíça, foi inaugurada oficialmente. A inovadora unidade HiLo materializa quase uma década de pesquisa formativa da ETH Zurich em arquitetura e tecnologias sustentáveis, trazendo como destaques uma complexa cobertura de concreto com dupla curvatura, lajes funiculares leves e tecnologia predial de autoaprendizado.
Nesta semana, destacamos vagas em dois escritórios de design e arquitetura sediados em Xangai: ARIZON Design e atelier tao+c. Com atuações em diferentes escalas e temáticas, ambos os escritórios estão ativos em diversos campos da arquitetura e buscam profissionais alinhados/as com suas visões para integrar suas equipes.