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Construindo para o calor: como os sistemas da Terraco podem reduzir o consumo de energia em regiões quentes

A Terraco, líder global em Sistemas de Acabamento e Isolamento Térmico pelo Exterior (EIFS), demonstrou por meio de estudos independentes que, ao planejar a reforma de edifícios, é essencial adotar uma estratégia de retrofit profundo que inclua medidas de eficiência energética, tais como o isolamento térmico de paredes externas e coberturas.

Os estudos mostram que o consumo de energia para resfriamento de edifícios pode ser reduzido em até 47% ao ano em climas do Oriente Médio e do Sul da Ásia, como resultado direto da aplicação combinada dos sistemas EIFS e de Isolamento de Coberturas da Terraco, em comparação com estruturas cujas paredes externas e coberturas não possuem isolamento.

Repensando o morar urbano: 8 projetos conceituais de habitação coletiva da comunidade ArchDaily

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O futuro da vida urbana é cada vez mais concebido como algo coletivo, em camadas e adaptável. À medida que as cidades se tornam mais densas e as fronteiras entre trabalho, casa e lazer se dissipam, profissionais de arquitetura repensam a noção tradicional de habitação, migrando de unidades isoladas para ambientes integrados e voltados para a comunidade. Esta seleção de projetos não construídos, enviados pela comunidade do ArchDaily, reflete essa transição: uma exploração global de como o design pode moldar formas de viver mais resilientes, inclusivas e conectadas.

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Ciclos Vivos na Arquitetura Regenerativa: Lições do Goetheanum

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À medida que a incerteza climática e as transformações nos ecossistemas reformulam as prioridades do projeto, a arquitetura passa a desempenhar um papel cada vez mais ativo nessas discussões, em vez de se limitar a uma postura de mera observação. Sob essa perspectiva, a ideia de propor um "re" estimula um recuo consciente para repensar, reconectar e realinhar a relação entre os edifícios e seus entornos. Essa abordagem, central para a arquitetura regenerativa, vai além de tecnologias ou escalas específicas, abrangendo desde planos diretores voltados à renaturalização de cidades até pavilhões nacionais que combinam arte e ciência.

Qual é o caminho a seguir? Se, por um lado, muitos debates atuais enfatizam a tecnologia; por outro, há abordagens que, longe de serem opostas, complementam-se e ampliam o espectro de possibilidades ao resgatar tradições, saberes ancestrais e uma compreensão profunda do meio ambiente. Entre essas perspectivas, a obra de Rudolf Steiner e o movimento antroposófico, desenvolvidos no início do século XX, oferecem uma visão e insights que conectam a arquitetura aos ritmos ecológicos, aos materiais e à vida comunitária.

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Uma alma escandinava em uma metrópole mexicana: a visão da BoConcept para o Riga Bosques

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Quando as sementes que floresceriam na BoConcept foram plantadas pelos marceneiros Tage Mølholm e Jens Ærthøj na pequena cidade dinamarquesa de Herning, em 1947, seus fundadores dificilmente poderiam prever que a recém-criada empresa de mobiliário se tornaria, com o tempo, uma líder global em design escandinavo contemporâneo.

E, de fato, foi o que aconteceu. Atualmente, a BoConcept opera 300 lojas exclusivas em mais de 65 países, e muitas de suas peças – da minimalista, orgânica e ergonômica cadeira Adelaide, desenhada por Henrik Pedersen, à mesa de jantar Santiago com tampo de cerâmica e traços clássicos, de Morten Georgsen – tornaram-se referências tanto para profissionais de design de interiores quanto para consumidores atentos à estética. Seu alcance global é respaldado por franqueados dedicados, como Carlos Salamonovitz, que recentemente trouxe a visão da BoConcept para um novo projeto residencial na Cidade do México.

Metal no topo: qual estilo de cobertura está liderando a mudança?

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As coberturas metálicas têm uma longa história que remonta às civilizações antigas, com exemplos remotos encontrados na arquitetura romana e bizantina, onde chapas de cobre e chumbo eram utilizadas por sua durabilidade e resistência às intempéries. Durante o século XIX, os avanços na fabricação industrial levaram à ampla adoção de coberturas de ferro e aço ondulados, que se tornaram populares por sua resistência, custo-benefício e facilidade de instalação. Hoje, os sistemas modernos de cobertura metálica utilizam materiais como alumínio, aço galvanizado e zinco, oferecendo desempenho superior contra condições climáticas extremas, resistência ao fogo e eficiência energética. Essas superfícies podem ser projetadas em vários perfis, incluindo junta alçada (standing seam), ondulado e telhas metálicas, permitindo flexibilidade estética e integridade estrutural. Além disso, revestimentos refletivos e opções de isolamento contribuem para a economia de energia, tornando as coberturas metálicas uma escolha preferencial para soluções construtivas sustentáveis e duradouras.

Co-projetando com a natureza: como as comunidades estão se tornando guardiãs da biodiversidade urbana

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O desfiladeiro de concreto da Degraves Street, em Melbourne, já foi um corredor de serviço árido e funcionalmente obscuro. Hoje, a ruela estreita pulsa com vida que vai muito além de seus famosos cafés. Gramíneas nativas caem em cascata de floreiras cuidadosamente posicionadas, enquanto pequenos arbustos criam microclimas refrescantes. Desafiando os modelos tradicionais de design ecológico, as abordagens à biodiversidade lideradas pela comunidade convidam a uma reimaginação de como arquitetos/as, urbanistas e comunidades colaboram para desenvolver futuros urbanos biodiversos.

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Inovação com impacto global: o poder transformador do A’ Design Award

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Disciplinas como arquitetura, design de interiores, design de produto e moda recorrem a premiações para celebrar a inovação, estabelecer referências para o setor e inspirar a excelência. Para além do simples reconhecimento, essas distinções validam conquistas criativas, fortalecem reputações e ampliam a visibilidade de ideias que desafiam convenções. Elas também fomentam a colaboração interdisciplinar, estimulam o crescimento profissional e destacam o impacto transformador do design no cotidiano. 

Entre as competições de design mais prestigiadas do mundo, o A' Design Awards & Competition está com inscrições abertas — uma oportunidade para profissionais de design, arquitetura e do campo criativo apresentarem seus trabalhos em um palco global. A conquista deste prêmio traz benefícios incomparáveis, incluindo exposições internacionais, visibilidade na mídia e uma posição de destaque no World Design Rankings. Profissionais premiados em edições anteriores tiveram suas obras exibidas globalmente, publicadas em veículos renomados e apresentadas em eventos do setor, conectando-os a lideranças influentes e ampliando seu alcance no competitivo mercado de design.

Absorver, filtrar, armazenar: 9 projetos que mostram como as cidades-esponja se adaptam aos desafios climáticos

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O conceito de "cidades-esponja" ganhou destaque desde que foi introduzido pelo/a arquiteto/a paisagista chinês/a Kongjian Yu, fundador/a da Turenscape, e foi adotado oficialmente como diretriz nacional na China em 2013 para combater as inundações urbanas. Essa abordagem prioriza a infraestrutura baseada na natureza, como áreas úmidas, jardins de chuva e pavimentos permeáveis, criando paisagens de solo poroso onde a vegetação nativa pode prosperar com manutenção mínima. Durante as chuvas, esses sistemas absorvem e retardam o fluxo da água, reduzindo os riscos de inundação. Em contrapartida, as soluções tradicionais de drenagem baseadas em tubulações e concreto — embora amplamente utilizadas — são caras, rígidas e exigem manutenção frequente, por vezes tornando as cidades ainda mais vulneráveis a enchentes devido a entupimentos e transbordamentos.

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Lançando as bases: seis estratégias criativas para reutilizar fundações arquitetônicas

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O reúso adaptativo permite que profissionais de arquitetura possam conservar recursos, reduzir o desperdício e prolongar a vida útil de estruturas existentes. Ao trabalhar com o que já existe, quem projeta diminui a necessidade de novos materiais, reduz o consumo de energia e limita o volume de resíduos de demolição. Essa abordagem protege habitats naturais e áreas verdes ao reduzir a demanda pela ocupação de novos terrenos. Por meio do reúso, as cidades tornam-se mais sustentáveis e menos intensivas em carbono, ao mesmo tempo que preservam o valor material e cultural do ambiente construído.

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Desdobrando a privacidade: centralizando a casa em torno do pátio

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As casas-pátio representam uma das tipologias arquitetônicas mais perenes, sintetizando a dualidade entre abertura e reclusão ao mesmo tempo em que promovem uma profunda conexão com a natureza. Embora o termo também seja utilizado no mercado imobiliário norte-americano contemporâneo para descrever residências térreas de baixa manutenção em lotes pequenos, seu significado arquitetônico clássico refere-se a um projeto introvertido, organizado em torno de um pátio central privado. É essa forma tradicional, tema deste artigo, que remonta a milhares de anos. As casas-pátio surgiram de forma independente em várias regiões do mundo, respondendo universalmente a necessidades humanas fundamentais: privacidade, adaptabilidade climática e coerência espacial. Apesar das diversas expressões geográficas e culturais, os princípios fundamentais de introversão, abertura controlada e sensibilidade ambiental permanecem notavelmente consistentes ao longo da evolução dessa tipologia.

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Refrações em movimento conforme as piscinas se tornam formas luminosas

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A trajetória do vidro na arquitetura reflete a evolução tecnológica da humanidade. Durante séculos, foi um material frágil e opaco, restrito a pequenas aberturas em igrejas ou residências aristocráticas, com dimensões limitadas, transparência irregular e um papel majoritariamente secundário. Com a Revolução Industrial e os avanços nos processos de fabricação, essa condição mudou drasticamente. Dos vitrais artesanais e imperfeitos, passamos a contar com uma ampla gama de aplicações arquitetônicas, desde fachadas de arranha-céus totalmente envidraçadas até passarelas de pedestres translúcidas, coberturas leves, divisórias inteligentes e elementos móveis. Um dos usos mais surpreendentes — outrora considerado inviável — é a interação direta do vidro com grandes volumes de água. Hoje, vemos piscinas com paredes ou fundos transparentes que se projetam para fora dos edifícios, flutuam sobre as ruas ou se fundem visualmente com o entorno, criando experiências sensoriais marcantes. Um feito notável, especialmente considerando que, por muito tempo, o vidro foi tido como frágil demais para ambientes submersos.

O Safari Lodge: Uma tipologia negligenciada com potencial social e ambiental

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No leste e no sul da África, os lodges de safári atraem turistas de todo o mundo que desejam contemplar as paisagens e a fauna do mundo natural. Geralmente situados em parques nacionais e reservas de caça, suas localizações remotas tornam a viagem dispendiosa e, portanto, propícia para estadias de luxo. Muitas vezes negligenciados como tipologia arquitetônica, muitos lodges correm o risco de cair na armadilha de serem insensíveis ao contexto ou de imitarem de forma grosseira métodos construtivos vernáculos, resultando em pastiche. Por outro lado, o lodge de safári situa-se na interseção entre o mundo construído e o natural, aproximando populações rurais e urbanas, riqueza e pobreza, fauna silvestre e seres humanos. Desse modo, representa uma oportunidade para projetar com a máxima responsabilidade social e ambiental.

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Arquitetura no Ritmo do Tempo: Projetando Através de Ciclos Solares, Lunares e Biológicos

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À medida que o solstício marca o dia mais curto do ano no Hemisfério Norte, ele também chama a atenção para um aspecto com o qual a arquitetura lida há muito tempo, mas que muitas vezes negligencia: o tempo. Para além da forma ou da função, edifícios e espaços são continuamente moldados por ciclos de luz e escuridão, mudanças sazonais e ritmos ambientais que afetam a maneira como são habitados.

Nos últimos anos, um número crescente de projetos de arquitetura começou a trabalhar explicitamente com esses ciclos. Em vez de projetar espaços para funcionar de uma única maneira fixa, arquitetos/as estão criando ambientes que se transformam ao longo do dia, das estações ou em resposta a fenômenos naturais como o percurso do sol, as fases lunares, os padrões de vento ou os ritmos circadianos. Esses projetos operam em diálogo com o tempo, surgindo, transformando-se e ativando-se de forma diferente conforme as condições ambientais.

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Um conto de dois estudantes: como as decisões de projeto em etapas iniciais moldam o sucesso educacional

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Dois estudantes sentam-se a uma carteira de distância. Um/a se destaca em ciências; o/a outro/a tem dificuldades. Um/a recebe elogios, o/a outro/a, críticas. Um/a ganha confiança, o/a outro/a a perde aos poucos. É fácil presumir que a diferença se deve ao esforço, à criação ou à habilidade natural. Mas e se o verdadeiro fator decisivo fosse a própria sala de aula? Imagine que o/a estudante que ficou para trás sentasse, todos os dias, em uma carteira ofuscada pelo brilho excessivo de janelas mal posicionadas. Com assentos fixos na sala, não era possível mudar de lugar. Com o tempo, essa distração pequena, mas constante, transformou-se em desinteresse, e o desinteresse minou sua confiança. Uma reação em cadeia desencadeada não pelo esforço, mas pelo design.

Como os sistemas de entrada estão se tornando a infraestrutura oculta dos edifícios inteligentes

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In Jacques Tati's Mon Oncle (1958), a própria arquitetura se torna uma personagem: portas de correr, uma fonte automática, portões que emitem sons mecânicos, dispositivos que ao mesmo tempo encantam e frustram os habitantes. A comédia surge justamente do fato de que esses sistemas aparentemente triviais moldam silenciosamente a vida cotidiana. Mais de seis décadas depois, a observação parece profética. Nos edifícios contemporâneos, inúmeros sistemas funcionam de maneira autônoma e discreta, passando despercebidos quando operam corretamente. Entre eles, as portas automáticas, tradicionalmente vistas como elementos secundários, despontam como parte de uma nova "infraestrutura invisível": sistemas conectados, eficientes e inteligentes que apoiam o conforto, a sustentabilidade e a resiliência operacional.

Uma tradição cultural, arquitetônica e territorial: casas que reciclam e valorizam as telhas de madeira no Chile

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Em um declive, às margens de um rio, entre árvores ou em meio a uma extensa encosta, cada território constitui um testemunho vivo de suas próprias tradições locais. Por meio de sua arquitetura, a experimentação, a valorização e o uso de determinados materiais, técnicas construtivas, ofícios e ferramentas locais buscam promover a perenidade de histórias e transmitir as descobertas e aprendizados que deram origem a várias das práticas empregadas na construção até os dias de hoje. No Chile, a linguagem das tejuelas evoca uma reflexão a partir da história e do conhecimento de relações, tempos e redes de vida.

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Das falésias da Arábia Saudita aos vinhedos de Santorini, conheça 8 propostas de hotéis não construídos da comunidade do ArchDaily

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Os hotéis estão sendo cada vez mais projetados para além de meros locais de hospedagem. À medida que as expectativas em torno das viagens mudam, profissionais da arquitetura abordam projetos de hotelaria como oportunidades para explorar conceitos de contexto, experiência e identidade. Sejam integradas em paisagens remotas ou inseridas em ambientes urbanos densos, estas propostas examinam como a arquitetura pode moldar a experiência do hóspede por meio da organização espacial, da seleção de materiais e da conexão com o lugar. O hotel torna-se uma estrutura não apenas para o descanso, mas para a interação com o entorno, com o outro e com o próprio projeto.

A cada mês, a equipe editorial do ArchDaily cura uma seleção de projetos não construídos focados em uma tipologia ou tema comum. Enviadas por escritórios de todas as escalas e de várias partes do mundo, essas propostas representam a diversidade de abordagens na nossa comunidade global de arquitetura. A seleção deste mês foca em hotéis, indo desde as escultóricas Pistachio Villas em Ubud ao modular Dubai Edition Hotel e ao Terra Dionysia em Santorini, enraizado em um vinhedo. Juntos, esses projetos refletem um amplo espectro do pensamento arquitetônico voltado à hotelaria, desde a integração com a paisagem e referências culturais até questões de densidade e espaço público. O envio de projetos é aberto a todas as pessoas.

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Paisagens Sonoras Computacionais: Esculpindo a Dimensão Visual e Invisível

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O que define um espaço primeiro ao entrar: o som ou a impressão visual? A arquitetura é frequentemente comunicada através de estruturas e superfícies, mas um de seus componentes mais essenciais move-se de forma invisível pelo ar: o som. Ele molda a sensação de um espaço muito antes de uma parede ou teto serem percebidos. O design computacional une essas dimensões, permitindo que arquitetos/as e designers criem estruturas exclusivas onde a acústica e a estética se complementam mutuamente, em vez de existirem em paralelo. Ao fazer uso de algoritmos avançados, processos complexos de projeto se transformam em soluções intuitivas e acessíveis que moldam destaques acústicos e visuais sob medida para cada projeto. Esta abordagem combina lógica paramétrica com inovação material, equilibrando eficiência, sustentabilidade e design expressivo na mesma medida.

Repensando o datum plano: projetando o espaço com inclinação e intenção

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Historicamente, a arquitetura e o ambiente construído têm insistido na criação de superfícies planas e rígidas. Em eras passadas, caminhar sem um solo pavimentado significava sapatos cheios de lama, superfícies irregulares, riscos de tropeço, água parada após a chuva e alta manutenção. Por isso, ao moldarmos as cidades, priorizamos um plano horizontal liso, contínuo e sólido. Os benefícios são reais: uma caminhada mais fácil, limpeza simplificada e um programa de necessidades descomplicado — afinal, mobiliários, equipamentos e divisórias preferem uma base nivelada. Essa preferência universal por construir em terreno plano continua sendo a norma e, por muitas razões práticas, provavelmente continuará sendo.

O que poucos percebem é que criar uma superfície verdadeiramente plana é surpreendentemente difícil — e muitos pisos "planos" bem-executados não são perfeitamente nivelados. Eles costumam ser suavemente inclinados, calibrados com declividades precisas para drenagem. Embora os espaços internos nem sempre exijam isso, muitos pavimentos térreos e áreas molhadas incorporam inclinações sutis como medida de segurança — seja para mitigar pequenos alagamentos ou para gerenciar a água que transborda da rua ou do encanamento quando há alguma falha nos sistemas de escoamento.

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Compreendendo o ecobrutalismo: o paradoxo entre estrutura, sustentabilidade e estilo

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Espera-se que o ambiente construído reduza as emissões de carbono, apoie a biodiversidade e responda às transformações nas condições ecológicas, ao mesmo tempo em que oferece habitação para as comunidades e reflete seus valores culturais. Nesse cenário de transição, um estilo arquitetônico outrora criticado ressurge em uma forma nova e surpreendente. O Brutalismo, há muito associado à gravidade institucional e à austeridade material, está agora sendo reformulado sob uma ótica ecológica. Esse movimento híbrido, conhecido como eco-brutalismo, combina a força do concreto com a vegetação e estratégias de projeto sensíveis ao clima. O resultado é um conjunto de espaços visualmente impactantes, conceitualmente complexos e cada vez mais populares entre designers, urbanistas e o público em geral. Este movimento engloba não apenas a linhagem direta do Brutalismo dos anos 1960, mas também projetos contemporâneos que, embora não sejam estritamente brutalistas, compartilham de sua honestidade material, escala monumental e uso de formas expressivas de concreto.

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O gêmeo tátil – Por que as maquetes ainda importam em um mundo virtual

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Construir uma cúpula monumental sem o uso de correntes de ferro externas ou de cimbres tradicionais foi o enorme desafio enfrentado por Filippo Brunelleschi na Catedral de Santa Maria del Fiore, em Florença. Para demonstrar a viabilidade de sua proposta e orientar a obra, ele recorreu a uma maquete de madeira em grande escala que desempenhou um papel fundamental no estudo das proporções, no encaixe das nervuras e na disposição inovadora dos tijolos em escama de peixe (sistema a spina di pesce). Como ferramenta técnica essencial, esse modelo — que ainda está em exibição no Museo dell'Opera del Duomo em Florença — orientou os mestres de obras ao longo de toda a construção, consolidando-se como um exemplo seminal do valor das maquetes no planejamento arquitetônico, na comunicação construtiva e na experimentação.

A Linha de Radiância Frágil: A Luz de Neon como Ateliê, Arquitetura e Arquivo

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A fragilidade — e a beleza temporal — do neon cativa o público desde o início do século XX. Apresentado comercialmente pela primeira vez pelo engenheiro francês Georges Claude no Salão do Automóvel de Paris de 1910, o neon se espalhou rapidamente, alcançando ampla popularidade nos Estados Unidos entre as décadas de 1920 e 1950. Em meados do século, ele estava em toda parte nos EUA: dos cassinos da Las Vegas Strip aos motéis de beira de estrada ao longo da Rota 66 e ao espetáculo da Times Square. Na segunda metade do século, no entanto, muitos letreiros foram descartados ou abandonados à deterioração, e diversos municípios restringiram o neon por considerá-lo visualmente espalhafatoso ou de alto consumo energético — apesar do consumo de energia comparativamente modesto da tecnologia. Nos EUA, o interesse renovado pelo neon indiscutivelmente só retornou de forma expressiva no início dos anos 2000.

Em Hong Kong, em contrapartida, o neon foi adotado com um entusiasmo incomum em uma época em que começava a perder popularidade em outros lugares. Mesmo com a desaceleração de suas instalações nas últimas décadas — em grande parte devido à atualização de regulamentos que exigiam a remoção de letreiros suspensos cujas estruturas de suporte não atendiam aos padrões de segurança —, a afinidade da cidade com o neon nunca desapareceu por completo.

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Últimos dias para escolher os finalistas do Prêmio Obra do Ano 2025 do ArchDaily em Espanhol

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Convidamos você a participar do Prêmio Obra do Ano do ArchDaily em Espanhol. Em sua décima sexta edição, concedemos ao nosso público leitor a responsabilidade de reconhecer e premiar os projetos de maior impacto na disciplina. Ao votar nos projetos, você passa a fazer parte de uma rede imparcial de jurados que reconhece as obras mais relevantes do último ano construídas na América Latina e Espanha. Faltam apenas alguns dias para o encerramento da etapa de indicações, que selecionará os 15 finalistas do Prêmio Obra do Ano 2025 do ArchDaily em Espanhol.

Pessoas cadastradas podem votar em seu projeto favorito uma vez por dia. A etapa de indicações termina no dia 1º de abril às 23:59 (GMT-3).

A contagem regressiva começou! A’ Design Awards & Competition: última chamada para inscrições

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Em um mundo inundado por milhões de novos produtos e designs a cada ano, identificar e compartilhar aqueles que realmente se destacam não é apenas importante—é essencial. Essa é a motivação por trás do A' Design Awards, uma plataforma dedicada a reconhecer e celebrar designs excepcionais e produtos meticulosamente concebidos. O resultado? Lançar um holofote global sobre esses trabalhos, impulsionar sua visibilidade internacional e inspirar a próxima onda de inovação no design—que não apenas desafia os limites da criatividade, mas também beneficia e faz a sociedade avançar. Em meio a esse vasto mar de talentos, a premiação traz designs extraordinários à superfície.

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