The Midnight Charetteé um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pela dupla de designers de arquitetura David Lee e Marina Bourderonnet, o programa traz uma variedade de profissionais da área criativa em conversas improvisadas e de longa duração, permitindo reflexões profundas e discussões mais pessoais. Com honestidade e bom humor, os episódios abordam uma ampla gama de temas: enquanto alguns oferecem dicas úteis para profissionais do design, outros trazem análises de projetos, entrevistas ou simplesmente explorações sobre o cotidiano e o design. The Midnight Charetteestá disponível gratuitamente no iTunes, YouTube, Spotify e em todas as outras plataformas de podcast.
Neste episódio do podcast The Midnight Charette, a dupla de apresentadores David Lee e Marina Bourderonnet recebe Elizabeth Timme e Helen Leung, Diretoras Executivas da LA-Más, para conversar sobre a organização, a manutenção do status de organização sem fins lucrativos, o apoio a comunidades por meio de políticas públicas e arquitetura, a responsabilidade social no design e muito mais.
https://www.archdaily.com.br/pt/1119173/liderancas-da-la-mas-sobre-organizacoes-sem-fins-lucrativos-apoio-a-comunidades-e-responsabilidade-social-no-designThe Second Studio Podcast
Paris, a cidade que nasceu às margens do Sena, cresceu a partir de uma pequena ilha – a Île de la Cité – para se tornar a vasta metrópole que hoje se estende além de Ménilmontant, o vingtième arrondissement.
A capital francesa tem muito a oferecer. Séculos de história deixaram um legado de estruturas significativas que também serviram de cenário para histórias de amor, guerras e revoluções. Seja para admirar recantos escondidos, marcos icônicos e joias prestes a serem inauguradas, ou para enriquecer sua própria história de vida, você encontrará tudo o que procura nesta cidade.
Esta lista, sem ordem de preferência, busca servir de guia e inspiração para sua próxima viagem a Paris. Se você ama arquitetura, caro/a leitor/a, não precisa procurar mais.
De meados ao final do século XX, uma Polônia laica e socialista serviu de pano de fundo para a construção de milhares de igrejas católicas. Em seu livro Day-VII Architecture, Izabela Cichonska, Karolina Popera e Kuba Snopek analisam as facetas paradoxais dessa arquitetura nascida na interseção entre laicidade e religião, mapeando como seu desenvolvimento foi influenciado pela reforma litúrgica, por movimentos políticos e pelo crescimento do pós-modernismo. No trecho da introdução reproduzido abaixo, os/as autores/as revelam essa história, abordando o Concílio Vaticano II, o sindicato Solidariedade, a Cortina de Ferro e outros fatores que moldaram o desenvolvimento do estilo pós-moderno singular da Arquitetura do Sétimo Dia. A publicação reúne fotografias de 100 igrejas polonesas construídas após 1945, acompanhadas de entrevistas com seus/as arquitetos/as. Para saber mais sobre o projeto de documentação original dos/as autores/as, que serviu de base para este livro, leia o artigo original "These Churches Are the Unrecognized Architecture of Poland's Anti-Communist 'Solidarity' Movement."
https://www.archdaily.com.br/pt/1119348/arquitetura-do-setimo-dia-como-a-arquitetura-das-igrejas-polonesas-se-desenvolveu-em-um-estado-socialista-laicoLilly Cao
O que acontece quando a cidade repleta de sensores adquire a capacidade de ver – quase como se tivesse olhos? Às vésperas da Bienal de Urbanismo\Arquitetura de Shenzhen (UABB) de 2019, intitulada "Urban Interactions", o ArchDaily está colaborando com a curadoria da seção "Eyes of the City" na Bienal para estimular uma discussão sobre como as novas tecnologias – em especial a Inteligência Artificial – podem impactar a arquitetura e a vida urbana. Aqui você pode ler o manifesto curatorial da "Eyes of the City", escrito por Carlo Ratti, pelo Politecnico di Torino e pela SCUT.
Com base em pesquisas realizadas como parte do curso de Design Computacional (CoDe) na University of New South Wales, em Sydney, argumentamos que os rápidos desenvolvimentos urbanos em larga escala, combinados a volumes massivos de dados, superam a capacidade de compreensão humana e, por conseguinte, precisam ser sintetizados no processo de projeto.
O estúdio colaborativo another: também trabalhou em parceria com a criação musical de Yutaka Miyashita para lançar um curta-metragem que explora, de maneira singular, a composição geométrica da estrutura do museu.
Inspirado na paisagem natural do campus, o projeto utiliza uma cobertura de alumínio para criar um sutil jogo de luz e sombra por meio de sua geometria, atraindo os olhares de longe. A equipe fundadora do estúdio another:, composta por Laurian Ghinitoiu e Arata Mori , utiliza essa dualidade entre natureza e arquitetura para apresentar o projeto como uma obra de arte, na qual a marquise dialoga com os edifícios vizinhos, e as sombras complementam a estrutura.
Fotografia de Eero Saarinen com duas residências universitárias de Yale. De "Living on Campus: An Architectural History of the American Dormitory". Imagem cortesia de Metropolis Magazine
Modernismo em Pittsburgh. Central Park. Assentamentos espaciais. Tipografia do entreguerras. O que todos esses temas têm em comum? São o assunto de uma nova leva de livros de arquitetura e design lançados no último ano — obras que integram a seleção de primavera/verão da Metropolis Magazine das publicações mais recentes e instigantes da arquitetura.
https://www.archdaily.com.br/pt/1119188/novos-livros-de-arquitetura-e-design-para-ler-neste-veraoLilly Cao
Em um estudo publicado recentemente pelo AIA (Instituto Americano de Arquitetos), menos de 13% dos escritórios de arquitetura incorporaram o desempenho de edificações como parte de sua prática de projeto. Com as edificações contribuindo com 40% das emissões totais de carbono que geram as mudanças climáticas, o aprimoramento de apenas 25 projetos equivale, aproximadamente, ao plantio de 1 milhão de árvores a cada ano. Além disso, as equipes que conseguem demonstrar uma tomada de decisão orientada por dados e desempenho, apresentando uma análise energética em cada proposta de projeto, conseguem aumentar seus honorários e gerar mais receita. Embora a integração do desempenho de edificações pareça uma escolha óbvia, ela se mostra difícil em muitos escritórios pois, além das mudanças práticas, exige uma mudança de cultura. Essa transição cultural só se viabiliza se as ferramentas forem fáceis de usar, precisas e se integrarem bem aos fluxos de trabalho atuais. O momento atual é ideal para enfrentar essas transformações por alguns motivos:
A arquiteta e educadora Astra Zarina não foi apenas professora de Tom Kundig, Ed Weinstein e Steven Holl (que projetou o ‘T’ Space); ela também foi uma defensora dos espaços públicos, de uma urbanidade coesa e das comunidades fomentadas por esses atributos. A mais nova exposição do ‘T’ Space, Rome and the Teacher, Astra Zarina, celebra a vida e os ensinamentos de Zarina, inserindo-se em um esforço para reconhecer figuras pedagógicas historicamente negligenciadas, em especial as mulheres. Um artigo recente da Metropolis Magazine descreve a mostra em detalhes e, com ela, a própria trajetória de vida de Zarina.
https://www.archdaily.com.br/pt/1071310/nova-exposicao-do-t-space-celebra-a-historia-negligenciada-de-uma-influente-arquiteta-e-educadoraLilly Cao
Griffin fundou a consultoria Urban Planning for the American City, atividade que concilia com sua atuação docente na Graduate School of Design da Universidade Harvard.
Desde que surgiu, impulsionada pela virada cultural das décadas de 1970 e 1980, a justiça espacial tornou-se uma bandeira de luta para ativistas, planejadores/as urbanos e arquitetos/as conectados/as com as transformações sociais. No entanto, como ocorre com muitos conceitos de origem acadêmica, seus preceitos frequentemente permanecem abstratos e pouco questionados. Embora esse cenário tenha mudado em parte com o advento dos discursos sobre city-making e placemaking, poucas pessoas têm feito tanto para dar articulação, nuances e maleabilidade à justiça espacial quanto Toni Griffin. Nativa de Chicago, Griffin exerceu a arquitetura na SOM por quase uma década antes de deixar a cidade para trabalhar como urbanista em Newark e Washington, D.C., entre outros municípios. Em 2009, fundou a consultoria Urban Planning for the American City, atividade que concilia com sua atuação docente na Graduate School of Design da Universidade Harvard. Lá, ela coordena o Just City Lab que, por meio de pesquisas e de uma série de programas, busca desenvolver, disseminar e avaliar ferramentas para promover a justiça — e remediar injustiças crônicas e sistematizadas — nas cidades norte-americanas. Mas que forma a justiça poderia assumir no contexto dos EUA, e de que maneira arquitetos/as e designers podem ajudar? A Metropolis conversou com Griffin sobre como o foco na inclusão e o acolhimento da interdependência e da complexidade são parte dessa resposta.
A Cerimônia de Abertura do Brewery Arts Festival and Architectural Exhibition (Luohu•2021) consiste em um plano para concretizar a visão de futuro voltada à melhoria abrangente do patrimônio industrial da unidade de renovação urbana da Cervejaria Kingway. O projeto tem atraído grande atenção como o primeiro caso em Shenzhen no qual a renovação urbana contribui para a preservação do patrimônio industrial e para a renovação ativada do território.
https://www.archdaily.com.br/pt/1119114/divulgacao-do-resultado-da-avaliacao-de-propostas-da-licitacao-internacional-para-curador-a-da-cerimonia-de-abertura-do-festival-de-artes-da-cervejaria-e-exposicao-de-arquitetura-luohu-star-2021Milly Mo
Quando o famoso arquiteto Michael Graves contraiu um vírus misterioso em 2003, um novo capítulo de sua vida começou. Paralisado do peito para baixo, o pioneiro do pós-modernismo passaria a depender permanentemente de uma cadeira de rodas. Não seria de se estranhar se Graves acreditasse que, após lutar por sua vida, passar por oito hospitais e quatro clínicas de reabilitação e agora necessitar de uma cadeira de rodas de forma permanente, seus dias mais influentes na arquitetura tivessem ficado para trás. Mas não foi o que aconteceu. Pelo contrário, ele utilizou essa nova circunstância para projetar hospitais inovadores, centros de reabilitação e outras tipologias até sua morte, em 2015, tudo com uma sensibilidade renovada em relação à realidade cotidiana dos cadeirantes e ao que os/as arquitetos/as faziam — ou deixavam de fazer — para melhorar sua qualidade de vida.
https://www.archdaily.com.br/pt/1119285/precisamos-que-mais-usuarios-de-cadeira-de-rodas-se-tornem-arquitetos-asNiall Patrick Walsh
Uma das principais atrações do Burning Man 2018 foi a instalação ORB, projetada pelo escritório de arquitetura BIG, Jakob Lange e Laurent de Carnière. Esta esfera espelhada inflável foi concebida como uma reinterpretação conceitual da Terra e da humanidade, projetada para não deixar vestígios após ser esvaziada. Foram necessárias 30 toneladas de aço, 1.000 horas de trabalho em soldagem e costura, além de 300 mil dólares de fundos próprios para tornar a ORB uma realidade.
Como parte de sua série de minidocumentários, a dupla criativa another: colaborou com o compositor musical Yu Miyashita no lançamento de um curta-metragem que retrata o processo de criação da ORB de forma transcendental.
Contexto do Projeto Qianhai é um ponto estratégico da iniciativa nacional "Cinturão e Rota", bem como o novo motor de cooperação e inovação da Grande Baía de Guangdong-Hong Kong-Macau, destinado a se tornar um novo centro urbano de nível internacional, único e voltado para o futuro. Em 17 de janeiro de 2019, a Autoridade de Qianhai lançou oficialmente o edital de concurso internacional para o “Desenho do Espaço Público de Qianhai”, atraindo a inscrição de 42 consórcios formados por mais de uma centena de escritórios de design renomados de todo o mundo.
O principal objetivo do projeto “Desenho do Espaço Público de Qianhai” é consolidar um novo e singular centro urbano para a região da baía. Com base em uma abordagem de design centrada nas pessoas, a proposta visa qualificar o sistema de espaços públicos para torná-lo belo e agradável, elevando o bem-estar da população e a atratividade da região de Qianhai.
https://www.archdaily.com.br/pt/1070744/divulgados-os-resultados-do-concurso-para-o-projeto-do-espaco-publico-de-qianhaiMilly Mo
Quando o renomado arquiteto Michael Graves contraiu um vírus misterioso em 2003, um novo capítulo de sua vida se iniciou. Paralisado do peito para baixo, o pioneiro do pós-modernismo passaria a depender de uma cadeira de rodas pelo resto de seus dias. Seria compreensível pensar que, após lutar pela vida, passar por oito hospitais e quatro clínicas de reabilitação e se deparar com o uso permanente de uma cadeira de rodas, os dias mais influentes de Graves como arquiteto estivessem no passado. Contudo, não foi isso o que aconteceu. Pelo contrário, ele canalizou sua nova realidade para projetar uma série de hospitais inovadores, centros de reabilitação e outros projetos até sua morte em 2015. Seu objetivo era melhorar a qualidade de vida dos usuários por meio de uma nova compreensão do cotidiano de quem utiliza cadeiras de rodas, focando em detalhes que os/as profissionais da arquitetura antes ignoravam ou simplesmente não percebiam.
https://www.archdaily.com.br/pt/1070631/quando-o-a-arquiteto-a-passa-a-usar-cadeira-de-rodasNiall Patrick Walsh
A personalização, no contexto do design de interiores, é um tema recorrente entre escritórios multidisciplinares com foco em arquitetura de interiores. Com o ressurgimento da tendência do Localismo, as pessoas e organizações buscam cada vez mais experiências, objetos e espaços únicos que ajudem a estreitar seus laços com a comunidade.
O que acontece quando a cidade repleta de sensores adquire a capacidade de ver – quase como se tivesse olhos? Antes da Bienal de Urbanismo\Arquitetura de Shenzhen de 2019 (UABB), intitulada "Urban Interactions", o ArchDaily trabalha em conjunto com a curadoria da seção "Eyes of the City" na Bienal para estimular uma discussão sobre como as novas tecnologias – e a Inteligência Artificial em particular – podem impactar a arquitetura e a vida urbana. Aquivocê pode ler o manifesto de curadoria da seção "Eyes of the City" por Carlo Ratti, o Politecnico di Torino e a SCUT.
As principais cidades globais enfrentam uma crise de grande escala. De acordo com estimativas da ONU, até 2050 cerca de um bilhão de pessoas com deficiência viverão em áreas urbanas, o que representará 15% da população total das cidades. Com metrópoles repletas de sistemas de metrô, lojas e banheiros sem infraestrutura adequada de acessibilidade, a ONU declarou este como um dos principais desafios urbanos contemporâneos. Paralelamente, em um cenário no qual o aluguel consome mais de 50% da renda de muitas famílias, a maioria das cidades ao redor do mundo luta para oferecer moradia segura, digna e acessível a seus habitantes. O Fórum Econômico Mundial alertou recentemente que “um mundo onde a moradia é acessível apenas para uma minoria é insustentável”.
https://www.archdaily.com.br/pt/1070462/10-tecnologias-para-construir-cidades-acessiveis-e-economicamente-viaveisNiall Patrick Walsh
Para tornar as cidades mais amigáveis aos pedestres, o desenvolvimento de um sistema completo de sinalização é uma das melhorias mais rápidas, simples e transformadoras que se pode adotar — como demonstram iniciativas como a Legible London, a WalkNYC em Nova York, ou a Rio on Foot no Rio de Janeiro.
Design:ED Podcast traz um olhar por dentro do campo da arquitetura sob a perspectiva de personalidades que lideram o setor. Esta série motivacional oferece uma visão única sobre a construção de uma carreira de sucesso no design, desde as origens humildes até o reconhecimento mundial. A cada semana, convidados compartilham os altos e baixos de suas trajetórias rumo ao sucesso, inspirando profissionais em todas as etapas da carreira. Ouvir suas histórias proporciona um roteiro precioso para quem busca progredir profissionalmente e elevar o nível de seu trabalho.
Neste episódio doDesign:ED Podcast, o apresentador Aaron Prinz conversa com Kengo Kuma sobre os motivos que o levaram a escolher a arquitetura, as dificuldades que arquitetos e arquitetas enfrentam ao abrir o próprio escritório e como a formação multicultural influenciou seu trabalho.
No podcast semanal Design: ED, renomados/as profissionais de design compartilham suas trajetórias, do anonimato ao reconhecimento global, revelando os altos e baixos dessa jornada e trazendo reflexões profundas e inspiradoras sobre o campo da arquitetura. Para quem busca desenvolvimento profissional, essas histórias funcionam como referências valiosas para impulsionar a carreira.
Neste episódio do Design: ED, o apresentador Aaron Prinz conversa com Kengo Kuma sobre os motivos que o levaram a escolher a arquitetura, os desafios enfrentados no início de seu próprio escritório e o impacto da formação transcultural em sua abordagem projetual.
"Abra as Portas" (Open More Doors) é uma nova seção desenvolvida em parceria pelo ArchDaily e pelo MINI Clubman que, por meio de entrevistas em vídeo instigantes e ensaios fotográficos exclusivos, convida a explorar as histórias por trás dos estúdios de design mais inovadores do mundo.
Este mês, conversamos com o escritório de arquitetura italiano Supervoid para discutir suas estratégias de projeto e como a equipe utiliza e transforma o espaço interno de seu próprio estúdio.
O Hello Wood, como talvez você já saiba, é um festival anual que reúne centenas de pessoas em um vilarejo húngaro durante uma semana. Divididos em grupos, profissionais de arquitetura e estudantes, cuidadosamente selecionados pela equipe organizadora, constroem instalações de madeira com as próprias mãos. O resultado é surpreendente — dezenas de belas estruturas surgem ali a cada ano, conferindo cada vez mais originalidade ao local.
Palavras não bastam para descrever a atmosfera da Hello Wood Project Village — todas as "pessoas bonitas", como se chamam entre si, formam uma grande família. Não há competição: as equipes se ajudam mutuamente para garantir que todos os projetos sejam concluídos dentro do prazo, momento em que todos caminham juntos até o vilarejo vizinho para celebrar a semana compartilhada.
Mas qual é a ideia por trás desse festival? Qual é o segredo para construir uma comunidade sólida de profissionais e estudantes em tão pouco tempo? Assista à nossa entrevista com a equipe do Hello Wood para descobrir como respondem a essas perguntas.
Em meio à revolução digital contemporânea, a representação arquitetônica já não se limita à fotografia de alta resolução. Atualmente, arquitetos e arquitetas colaboram com profissionais do audiovisual para traduzir seus projetos em experiências cinematográficas.
No início deste ano, o escritório de design alemão 22quadrat fundou um novo estúdio cinematográfico, o 9sekunden, especializado na produção de documentários em curta-metragem sobre paisagem e arquitetura. Neste curta-metragem sobre o Pavilhão de Conferências de Tadao Ando, o estúdio conduz o espectador por uma jornada meditativa, capturando a atmosfera serena e minimalista da estrutura de concreto.