1. ArchDaily
  2. Artigos

Artigos

Riken Yamamoto: conheça a obra construída do vencedor do Prêmio Pritzker 2024

Acesso exclusivo | 

Este ano, o Prêmio Pritzker foi concedido a Riken Yamamoto, arquiteto nascido em Pequim, que logo após a Segunda Guerra Mundial se estabeleceu em Yokohama, Japão, onde desenvolveu um profundo interesse pela arquitetura e por como ela poderia moldar as vidas das pessoas e da sociedade como um todo. Yamamoto fundou sua prática, Riken Yamamoto & Field Shop, em 1973, apenas cinco anos após se formar na Universidade Nihon, Departamento de Arquitetura, Faculdade de Ciência e Tecnologia, e após obter seu Mestrado em Artes em Arquitetura pela Universidade de Artes de Tóquio, Faculdade de Arquitetura em 1971. Desde então, Yamamoto tem atuado como professor titular e professor visitante em várias universidades e instituições, incluindo a Universidade Kogakuin, Departamento de Arquitetura, a Escola de Pós-Graduação de Arquitetura de Yokohama e a Universidade de Artes de Tóquio.

Riken Yamamoto: conheça a obra construída do vencedor do Prêmio Pritzker 2024 - Image 4 of 4Riken Yamamoto: conheça a obra construída do vencedor do Prêmio Pritzker 2024 - Image 6 of 4Riken Yamamoto: conheça a obra construída do vencedor do Prêmio Pritzker 2024 - Image 3 of 4Riken Yamamoto: conheça a obra construída do vencedor do Prêmio Pritzker 2024 - Image 1 of 4Riken Yamamoto: conheça a obra construída do vencedor do Prêmio Pritzker 2024 - Mais Imagens+ 43

Como os/as arquitetos(as) paisagistas estão enfrentando o carbono incorporado

Acesso exclusivo | 

Os/as arquitetos/as paisagistas começaram a debater o carbono incorporado. Há uma conscientização de que não podemos mais ignorar as partes cinzas”, afirmou Stephanie Carlisle, pesquisadora sênior do Carbon Leadership Forum e da Universidade de Washington, durante o primeiro de uma série de webinars organizados pelo Comitê de Biodiversidade e Ação Climática da ASLA.

As partes cinzas são o concreto, o aço e outros produtos manufaturados presentes nos projetos. Essas discussões estão lançando as bases para uma transição que visa reduzir o uso desses materiais. Os/as arquitetos/as paisagistas na liderança da ação climática que impulsionam esses debates propõem caminhos práticos para descarbonizar projetos e especificar materiais de baixo carbono.

Como os/as arquitetos(as) paisagistas estão enfrentando o carbono incorporado - Image 1 of 4Como os/as arquitetos(as) paisagistas estão enfrentando o carbono incorporado - Image 2 of 4Como os/as arquitetos(as) paisagistas estão enfrentando o carbono incorporado - Image 5 of 4Como os/as arquitetos(as) paisagistas estão enfrentando o carbono incorporado - Image 3 of 4Como os/as arquitetos(as) paisagistas estão enfrentando o carbono incorporado - Mais Imagens+ 1

Designers árabes moldam sua própria narrativa: Design Doha 2024 explora identidade e inovação

Acesso exclusivo | 

Como uma nova plataforma no mundo árabe, o Design Doha 2024 teve sua edição inaugural em Doha, no Catar. Ao promover diálogos entre designers, o evento desafia o equívoco de que o mundo árabe é composto por uma única cultura, evidenciando a diversidade de populações, paisagens e histórias que o integram.

Centrado em "Arab Design Now", um panorama regional que apresenta obras de mais de 70 designers árabes, com 38 peças comissionadas, o Design Doha acontece de 24 de fevereiro a 5 de agosto de 2024. O ArchDaily teve a oportunidade de conversar com Rana Beiruti, curadora da exposição principal, durante a abertura do evento, para compreender a importância da bienal e explorar algumas das principais instalações, investigando as histórias por trás dessas intervenções, conhecendo os/as designers envolvidos/as e compreendendo seus processos criativos.

Designers árabes moldam sua própria narrativa: Design Doha 2024 explora identidade e inovação - Imagen 1 de 4Designers árabes moldam sua própria narrativa: Design Doha 2024 explora identidade e inovação - Imagen 2 de 4Designers árabes moldam sua própria narrativa: Design Doha 2024 explora identidade e inovação - Imagen 3 de 4Designers árabes moldam sua própria narrativa: Design Doha 2024 explora identidade e inovação - Imagen 4 de 4Designers árabes moldam sua própria narrativa: Design Doha 2024 explora identidade e inovação - Mais Imagens+ 12

Como Los Angeles está enfrentando a escassez de moradias a preços acessíveis

Acesso exclusivo | 

Várias cidades nos Estados Unidos estão sofrendo com a falta de milhões de unidades habitacionais. Agravada por outros fatores, essa escassez está aumentando radicalmente o custo tanto para alugar quanto para comprar casas. Los Angeles não é exceção; com 74% do seu território destinado exclusivamente à casas unifamiliares, a construção de habitações multifamiliares é limitada a uma área extremamente pequena da cidade, tornando a construção de novas habitações acessíveis muito difícil. Além disso, processos complexos de aprovação, que duram vários anos, muitas vezes tornam esses projetos ainda menos viáveis.

Por isso, em dezembro de 2022, a prefeita Karen Bass tomou uma decisão drástica ao declarar estado de emergência para acelerar a aprovação de projetos de habitação acessível, permitindo aos investidores acelerar projetos que contemplariam um sistema de aluguel estável por meio de permissões rápidas e isenções de regras de zoneamento. A Executive Direction (ED1) gerou um aumento nas solicitações para construção de habitações acessíveis, surpreendentemente, não apenas de investidores que usam dinheiro público, mas também de particulares.

Como Los Angeles está enfrentando a escassez de moradias a preços acessíveis - Imagem 1 de 4Como Los Angeles está enfrentando a escassez de moradias a preços acessíveis - Imagem 2 de 4Como Los Angeles está enfrentando a escassez de moradias a preços acessíveis - Imagem 3 de 4Como Los Angeles está enfrentando a escassez de moradias a preços acessíveis - Imagem 4 de 4Como Los Angeles está enfrentando a escassez de moradias a preços acessíveis - Mais Imagens

Os méritos do greenwashing: estigma social em torno da construção natural na Índia

Acesso exclusivo | 

Nos últimos anos, a Índia testemunhou o ressurgimento do interesse em materiais de construção naturais, impulsionado pelo aumento das preocupações ambientais e um crescente desejo de resgatar estilos de vida tradicionais. De Mumbai, com suas movimentadas ruas, às tranquilas aldeias de Kerala, arquitetos, construtores e comunidades estão se unindo para explorar o potencial da terra, do bambu, da cal e de outros materiais orgânicos na criação de estruturas que sejam relevantes para cada contexto e que também incorporem os ideais contemporâneos do país. Essa mudança em direção ao uso de materiais naturais e recursos vernaculares reflete um movimento em prol da sustentabilidade e de uma conexão mais profunda com a natureza.

Os méritos do greenwashing: estigma social em torno da construção natural na Índia - Image 1 of 4Os méritos do greenwashing: estigma social em torno da construção natural na Índia - Image 2 of 4Os méritos do greenwashing: estigma social em torno da construção natural na Índia - Image 3 of 4Os méritos do greenwashing: estigma social em torno da construção natural na Índia - Image 4 of 4Os méritos do greenwashing: estigma social em torno da construção natural na Índia - Mais Imagens+ 3

Intervenções arquitetônicas no deserto: natureza, intervenção mínima e luxo recluso

Situados nas paisagens desérticas mais remotas do Oriente Médio e além, esses acampamentos oferecem uma oportunidade única de conexão com o ambiente através da experiência solitária em cenários amplos e expansivos.

Ao evitar intervenções estruturais que possam modificar as paisagens históricas, os projetos destacam habilidades, materiais e técnicas arquitetônicas tradicionais e locais, ao mesmo tempo em que oferecem interiores de luxo.

Intervenções arquitetônicas no deserto: natureza, intervenção mínima e luxo recluso - Image 1 of 4Intervenções arquitetônicas no deserto: natureza, intervenção mínima e luxo recluso - Image 2 of 4Intervenções arquitetônicas no deserto: natureza, intervenção mínima e luxo recluso - Image 3 of 4Intervenções arquitetônicas no deserto: natureza, intervenção mínima e luxo recluso - Image 4 of 4Intervenções arquitetônicas no deserto: natureza, intervenção mínima e luxo recluso - Mais Imagens+ 8

O uso da pedra natural na arquitetura contemporânea argentina

Acesso exclusivo | 

De Tafí del Valle a San Carlos de Bariloche, a implementação da pedra natural na arquitetura argentina contemporânea revela a decisão dos arquitetos de dialogarem com seu entorno, bem como destacar a pureza dos materiais. Embora a pedra seja um dos materiais de construção mais antigos que perdurou ao longo da história, sua aplicação em residências no Uruguai, Brasil ou México apresenta características diferentes em relação às texturas, formas, tons e padrões.

Retraçar para conhecer: arquitetura para além da visualidade

Acesso exclusivo | 

Algumas lições, mesmo que simples, podem ecoar de maneira duradoura em nossas práticas pessoais. É o caso de uma específica memória retomada ainda dos anos de graduação, no curso de Arquitetura e Urbanismo na Escola da Cidade, onde em uma aula de desenho técnico no segundo ano os professores sugeriram que retraçássemos as plantas da casa Butantã, do arquiteto Paulo Mendes da Rocha. A lembrança é que, de imediato, parte dos alunos considerou aquela atividade pouco especial ou sequer relevante, o que também pode ser compreensível, ao passo que para outros certamente foi prazeroso e frutífero – mesmo que não se lembrem desse específico episódio mais de uma década depois, como é aqui o caso. O valor de sermos expostos a diferentes atividades dentro das disciplinas, das mais as menos convencionais, das mais simples as mais elaboradas, é que cada indivíduo fará usufruto de uma ou de outra ferramenta e conhecimento de maneiras distintas. Daí a importância da amplitude de experiências, mesmo que dentro do aparentemente rígido ensino do desenho técnico. O que é banal para uns pode ser instrumental para outros, pontualmente ou de maneira prolongada.

Como medir o desempenho de escritórios de arquitetura e design?

Acesso exclusivo | 

O campo da arquitetura e do design é dinâmico, frequentemente gerindo investimentos em grande escala e envolvendo uma ampla gama de profissionais. Naturalmente, nesse tipo de ambiente, o sucesso não é definido apenas pela qualidade das estruturas concluídas, mas também pela capacidade interna dos escritórios de arquitetura de gerirem suas operações comerciais com eficácia. Para arquitetos/as e designers, medir o desempenho vai além das métricas financeiras; abrange uma gama diversa de fatores que refletem a eficiência, a criatividade e o impacto do escritório no setor.

Diversas métricas fundamentais podem ser mensuradas, desde objetivos financeiros até a gestão do relacionamento com clientes, inovação, influência e desenvolvimento profissional, ajudando arquitetos/as e designers a avaliarem seu desempenho sob diferentes perspectivas. Como diz o famoso ditado, "o que é medido é gerenciado". Para apoiar essa iniciativa, o 2024 Architecture Business Benchmarks Report, da Monograph, oferece uma análise minuciosa de cinco métricas fundamentais.

Como medir o desempenho de escritórios de arquitetura e design? - Imagen 1 de 4Como medir o desempenho de escritórios de arquitetura e design? - Imagen 2 de 4Como medir o desempenho de escritórios de arquitetura e design? - Imagen 3 de 4Como medir o desempenho de escritórios de arquitetura e design? - Imagen 4 de 4Como medir o desempenho de escritórios de arquitetura e design? - Mais Imagens+ 11

Design inclusivo e regenerativo: projetando ambientes para idosos e neurodiversos

Acesso exclusivo | 

A intersecção entre neurociência e arquitetura/design vem apresentando inovações no ato de projetar espaços. Recentemente, a relevância do design inclusivo e regenerativo ganhou destaque, abordando a necessidade de criar ambientes que acolham a diversidade humana, incluindo idosos e pessoas com neurodiversidade. Este enfoque não só amplia a acessibilidade como também promove a regeneração ambiental e o bem-estar dos usuários.

Como as cidades podem resfriar grandes estacionamentos?

Acesso exclusivo | 

O efeito ilha de calor urbana ocorre quando pavimentos, estradas e edifícios absorvem o calor do sol e o irradiam de volta, causando um aumento na temperatura e impedindo a cidade de se resfriar. Com a crescente dependência de carros nas cidades, o número de vagas de estacionamento também está aumentando. Isso resultou na conversão de grandes áreas de terreno permeável coberto com vegetação em superfícies duras e impermeáveis. O uso de materiais como asfalto, combinado com a falta de sombra, as superfícies de aço reflexivas dos carros estacionados e a perda de vegetação nessas extensas áreas de estacionamento, contribui para a amplificação dos efeitos de alta temperatura e eventos de calor extremo, tornando os espaços urbanos desconfortáveis. Essa transformação está impactando o clima das regiões dependentes de carros e demanda ideias e esforços colaborativos para mitigar os efeitos negativos do aumento do calor.

Como as cidades podem resfriar grandes estacionamentos? - Imagen 1 de 4Como as cidades podem resfriar grandes estacionamentos? - Imagen 2 de 4Como as cidades podem resfriar grandes estacionamentos? - Imagen 3 de 4Como as cidades podem resfriar grandes estacionamentos? - Imagen 4 de 4Como as cidades podem resfriar grandes estacionamentos? - Mais Imagens+ 3

Criando mobiliários com plásticos reciclados e lixo urbano: Los Colados Project

Acesso exclusivo | 
Áudio disponível

Por décadas, nossa sociedade e o desenvolvimento de nosso ambiente construído têm sido fortemente associados a processos extrativos intensivos. Enquanto esses métodos foram fundamentais para o crescimento das áreas urbanas, eles também prepararam o terreno para desafios significativos que as gerações contemporâneas enfrentam hoje. Atualmente, os resíduos de construção se acumulam nas periferias de nossas cidades, e resíduos plásticos flutuam nos oceanos.

Neste contexto, e de forma semelhante à ideia expressa por Alvar Aalto, que afirmou que "a arquitetura moderna não implica o uso de novos materiais, mas sim empregar os materiais existentes de forma mais humana", é crucial reconsiderar como gerenciamos nossos recursos e resíduos. Essa mudança de direção nos oferece novas oportunidades para enfrentar os desafios que a crise climática em andamento trouxe. Em resposta, diversas ações estão sendo tomadas, utilizando materiais como resíduos de alimentos, madeira reciclada e resíduos plásticos, entre outros, explorando inovações em um contexto onde os materiais brutos estão se tornando cada vez mais escassos.

Quem já ganhou o Prêmio Pritzker?

Acesso exclusivo | 

O Prêmio Pritzker é o reconhecimento mais importante que um arquiteto(a) pode receber em vida. A honraria é outorgada todos os anos a arquitetos e arquitetas cuja obra construída "tenha produzido significativas contribuições para a humanidade ao longo dos anos", segundo explica a própria organização responsável pela premiação. Por esta razão, o júri presta homenagem a pessoas e não a escritórios, como já aconteceu em 2000 (Rem Koolhaas ao invés do OMA), 2001 (Herzog & de Meuron), 2010 (SANAA), 2016 (Elemental) e 2017 (RCR Arquitectes), premiando seus fundadores (como no caso do SANAA), o então, um deles (Elemental).

Trabalho em Ningbo | Zhengfan Design: Líder de Design, Designer de Interiores, Assistente de Design, Designer de Interiores e Decoração, Engenheiro(a) Estrutural de Produto

Acesso exclusivo | 

Fundado em 2014 por Wang Chen e Jiang Shajun, o OUTIN.DESIGN é um escritório de design multidisciplinar baseado na China e premiado internacionalmente.

O processo criativo do OUTIN.DESIGN parte da observação de si, do cotidiano, da natureza, das pessoas, da arte e do próprio mundo, buscando coletar e traduzir impressões para refletir ideias, objetos e momentos por meio de uma linguagem de design experimental, prática e prospectiva.

Contamos com quatro equipes de design interdisciplinares — R.E.C, WMT, SIBAN e JEDI 404 —, que atuam de forma independente e em constante colaboração mútua. Suas investigações no campo do design abrangem um amplo espectro: arquitetura, interação social e comunitária, novos espaços comerciais, exposições e expografias, coworkings, hotéis criativos, projetos residenciais e de estilo de vida, design de interiores (produção e montagem), design de produto e desenvolvimento de mobiliário e suportes.

Cada equipe possui uma identidade própria e áreas de especialização distintas, o que nos permite oferecer aos clientes um suporte de projeto abrangente a partir de um rico cruzamento de conhecimentos. Essa estrutura fomenta a pluralidade e a diversidade nas comunidades criativas e na inovação tecnológica, preservando, ao mesmo tempo, a essência operacional do OUTIN.DESIGN como um escritório de atuação integrada.

Uma solução acústica livre de PVC para interiores saudáveis, sustentáveis e com isolamento acústico

Acesso exclusivo | 

O plástico policloreto de vinila (PVC) –comumente conhecido como vinil– está em toda parte. De fato, é provável que você esteja sentado perto de (ou sobre) algo que contenha PVC de alguma forma ou outra. Ele é utilizado em embalagens, autopeças, brinquedos infantis, roupas, acessórios, fios, móveis, suprimentos médicos e centenas de outros itens do dia a dia. Apenas este ano, a produção global superou 51 milhões de toneladas métricas, consolidando sua posição como o terceiro plástico mais produzido no mundo. É sobretudo na indústria da arquitetura, engenharia e construção que o material permanece soberano, respondendo por 60% a 70% de seu consumo total. A tal ponto que ele se tornou, de forma incontestável, o plástico mais utilizado em materiais de construção em todo o mundo, sendo frequentemente encontrado em tubos, conexões, pisos, coberturas, perfis de janelas e muito mais. Não é difícil entender o porquê: o PVC é durável, altamente versátil, econômico e fácil de manter. No entanto, como se costuma dizer, tudo tem um preço...

Como dimensionar uma ilha de cozinha ideal: 5 dicas essenciais

Acesso exclusivo | 

Uma ilha de cozinha corretamente dimensionada é mais do que apenas um elemento arquitetônico funcional — é um componente chave no projeto da cozinha. Além de suas funções principais, pode servir como um espaço versátil e adaptável a várias necessidades domésticas, melhorando a eficiência do fluxo de trabalho, fornecendo espaço de armazenamento adicional, promovendo a interação social e contribuindo para a estética geral do espaço.

Seja utilizada como balcão de café da manhã ou para refeições rápidas, como área de estudo para o dever de casa das crianças ou como ponto de encontro para receber convidados, sua flexibilidade melhora a funcionalidade e a habitabilidade de qualquer ambiente de cozinha. No entanto, determinar o tamanho apropriado para uma ilha de cozinha exige uma abordagem meticulosa, combinando considerações espaciais, requisitos de fluxo de trabalho e sensibilidades de projeto.

Como dimensionar uma ilha de cozinha ideal: 5 dicas essenciais - Image 1 of 4Como dimensionar uma ilha de cozinha ideal: 5 dicas essenciais - Imagem de DestaqueComo dimensionar uma ilha de cozinha ideal: 5 dicas essenciais - Image 6 of 4Como dimensionar uma ilha de cozinha ideal: 5 dicas essenciais - Image 5 of 4Como dimensionar uma ilha de cozinha ideal: 5 dicas essenciais - Mais Imagens+ 6

Jornadas espirituais: arquitetura religiosa no sul global

Acesso exclusivo | 

A arquitetura religiosa sempre teve um poder único para transcender o reino físico, transportando os visitantes para uma jornada espiritual. Em muitos sistemas de crença, ela funciona como um espaço entre o terreno e o divino universal. Essa experiência projetada muitas vezes pode ser facilitada por meio de diferentes escolhas, onde a luz, a forma, a materialidade e a circulação desempenham papéis essenciais. Além disso, a arquitetura e o design têm um profundo impacto na experiência espiritual vivenciada por cada indivíduo.

Esta exploração da arquitetura religiosa no sul global destaca a integração entre tradição e inovação contemporânea. Seja na Mesquita Omanense, onde a herança e a tradição islâmica são honradas, ou na Abrahamic Family House, que apresenta uma mesquita, uma igreja e uma sinagoga em diálogo e coexistência. A forma e o acesso público são explorados por meio de um projeto no Brasil, enquanto um mosteiro em Uganda expande seu tamanho para servir aos hóspedes e noviços.

Jornadas espirituais: arquitetura religiosa no sul global - Image 1 of 4Jornadas espirituais: arquitetura religiosa no sul global - Image 2 of 4Jornadas espirituais: arquitetura religiosa no sul global - Image 3 of 4Jornadas espirituais: arquitetura religiosa no sul global - Image 4 of 4Jornadas espirituais: arquitetura religiosa no sul global - Mais Imagens+ 1

Arquitetura em camadas: projetos de reuso adaptativo que exploram diferentes materiais

Acesso exclusivo | 

Nas últimas décadas, o termo "reuso adaptativo" ganhou enorme popularidade como uma abordagem de construção ecológica. Mas e se houvesse algo mais poético em reestruturar um espaço e suas histórias para novos usuários? Estes arquitetos mostram que fachadas, paredes e texturas antes consideradas descartáveis podem obter novos significados por meio de combinações ousadas e inteligentes. Essas adaptações exibem com orgulho suas conversões e camadas de pátina histórica sob elas, como um distintivo de honra e falam da permanência dos edifícios e de sua impermanência no uso e na interpretação. Por meio de movimentos formais sutis e escolhas materiais audaciosas, eles transformaram estruturas que de outra forma teriam sido demolidas e as reimaginaram de maneiras novas e intrigantes.

Arquitetura em camadas: projetos de reuso adaptativo que exploram diferentes materiais - Imagen 1 de 4Arquitetura em camadas: projetos de reuso adaptativo que exploram diferentes materiais - Imagen 2 de 4Arquitetura em camadas: projetos de reuso adaptativo que exploram diferentes materiais - Imagen 3 de 4Arquitetura em camadas: projetos de reuso adaptativo que exploram diferentes materiais - Imagen 4 de 4Arquitetura em camadas: projetos de reuso adaptativo que exploram diferentes materiais - Mais Imagens+ 5

Espaços imersivos: moldando experiências por meio da arquitetura e da arte

Acesso exclusivo | 

Espaços imersivos são ambientes altamente sensoriais destinados a criar experiências impactantes criadas por meio de uma arquitetura com curadoria de luzes, imagens, sons e às vezes até mesmo cheiros. "Imergir" é ser envolto em um mundo moldado por estímulos sensoriais imediatos. Usar ferramentas digitais para criar esses ambientes e exibir arte, exposições cativantes e apresentar eventos de performance tornou-se cada vez mais popular. Experiências evocativas como essas podem oferecer um alívio da inundação de conteúdo digital personalizado e promover encontros compartilhados e fundamentais. O projeto desses ambientes pode existir na interseção da arquitetura, do design gráfico, da arte visual, do design de iluminação, da música e da performance. Eles destacam o poder da colaboração interdisciplinar para criar momentos memoráveis. Então, qual é o papel da arquitetura na formação desses ambientes?

Espaços imersivos: moldando experiências por meio da arquitetura e da arte - Image 1 of 4Espaços imersivos: moldando experiências por meio da arquitetura e da arte - Image 2 of 4Espaços imersivos: moldando experiências por meio da arquitetura e da arte - Image 4 of 4Espaços imersivos: moldando experiências por meio da arquitetura e da arte - Image 3 of 4Espaços imersivos: moldando experiências por meio da arquitetura e da arte - Mais Imagens+ 1

Entre encostas e desigualdades: ocupações urbanas de risco e o racismo ambiental

Acesso exclusivo | 

Historicamente, diversas cidades pelo mundo foram assentadas e construídas sobre encostas, em que se é possível notar os inúmeros desafios urbanos enfrentados por elas, em razão de suas condições topográficas. Mas para além de questões relativas à suas infraestruturas urbanas ou aos seus sistemas de transportes, que podem tornar-se mais complexos devido à geografia do local, a ocupação urbana de encostas também costuma envolver diversas interseções de questões sociais, ambientais e econômicas.

Muitas vezes, essas ocupações são realizadas por comunidades vulneráveis e de baixa renda, impulsionadas por uma série de motivações. Com frequência, a falta de informações sobre certos perigos, aliada à escassez de políticas habitacionais adequadas, resulta em decisões e ações que colocam essas comunidades em situações de alto risco, especialmente durante o período de chuvas, resultando em um ciclo que afeta desproporcionalmente os residentes mais marginalizados.

Entre encostas e desigualdades: ocupações urbanas de risco e o racismo ambiental - Image 1 of 4Entre encostas e desigualdades: ocupações urbanas de risco e o racismo ambiental - Image 2 of 4Entre encostas e desigualdades: ocupações urbanas de risco e o racismo ambiental - Image 3 of 4Entre encostas e desigualdades: ocupações urbanas de risco e o racismo ambiental - Image 4 of 4Entre encostas e desigualdades: ocupações urbanas de risco e o racismo ambiental - Mais Imagens+ 4

The Second Studio Podcast: Entrevista com Michael Kimmelman

Acesso exclusivo | 

O The Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelos/as arquitetos/as David Lee e Marina Bourderonnet, o programa reúne diferentes profissionais criativos em conversas espontâneas que dão espaço para reflexões profundas e debates pessoais.

Uma variedade de temas é abordada com honestidade e bom humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros oferecem dicas para outros/as designers, análises de edifícios e projetos, ou explorações informais sobre o cotidiano e o design. The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.

Esta semana, David e Marina, da FAME Architecture & Design, recebem o crítico de arquitetura do The New York Times, Michael Kimmelman, para conversar sobre sua trajetória, o papel da crítica, a cidade de Nova York, a evolução da profissão, a crise habitacional, a habitação social, o valor da arquitetura e muito mais!

Mobilidade urbana nos Estados Unidos: como o serviço de transporte por aplicativo impacta as cidades norte-americanas

Acesso exclusivo | 

A mobilidade urbana nos Estados Unidos passou por uma transformação radical com a introdução dos serviços de transporte por aplicativos no final dos anos 2000. A adoção generalizada de serviços como Uber e Lyft alterou a forma como os cidadãos se movimentam pelas cidades, oferecendo conveniência, flexibilidade e acessibilidade como nunca antes. O inovador modelo de negócios que se destaca ao auxiliar os usuários individuais falhou em prever as maiores implicações na escala da cidade - congestionamento, sistemas de transporte público e aquisição de carros. Enquanto cidades europeias como Bruxelas se comprometeram a incentivar o transporte público para reduzir problemas de congestionamento, cidades americanas buscam soluções próprias.

Mobilidade urbana nos Estados Unidos: como o serviço de transporte por aplicativo impacta as cidades norte-americanas - Image 1 of 4Mobilidade urbana nos Estados Unidos: como o serviço de transporte por aplicativo impacta as cidades norte-americanas - Image 2 of 4Mobilidade urbana nos Estados Unidos: como o serviço de transporte por aplicativo impacta as cidades norte-americanas - Image 3 of 4Mobilidade urbana nos Estados Unidos: como o serviço de transporte por aplicativo impacta as cidades norte-americanas - Image 4 of 4Mobilidade urbana nos Estados Unidos: como o serviço de transporte por aplicativo impacta as cidades norte-americanas - Mais Imagens+ 3

Desafios e soluções construtivas em Mass Timber: O caso da loja Dengo

Acesso exclusivo | 

O Mass Timber é uma alternativa inovadora que vem ganhando cada vez mais destaque e importância mundialmente devido à sua sustentabilidade e tecnologia na construção de edifícios. A inauguração, em 2020, da primeira loja conceito Dengo, localizada em São Paulo, marcou não apenas a estreia da primeira fábrica interativa da marca, mas também a pioneira utilização do CLT (Cross Laminated Timber) em um edifício de altura no Brasil. Desenvolvido pelo escritório de arquitetura Matheus Farah e Manoel Maia, o projeto enfrentou uma série de desafios, justamente por essa ser uma nova tecnologia que estava chegando ao mercado.

A escolha do CLT como principal material de construção no projeto reflete um compromisso com a sustentabilidade e a redução do impacto ambiental, pois ele contribui para a mitigação do carbono na atmosfera. Além disso, sua utilização permite uma obra mais limpa, leve e rápida em comparação com métodos construtivos tradicionais. No entanto, é necessário ter em mente que uma construção em Mass Timber requer cuidados especiais no manuseio, armazenamento e montagem dos materiais para preservar a integridade e beleza ao longo do processo construtivo. Somente as práticas adequadas podem garantir a qualidade final da obra, como por exemplo não deixar a madeira exposta às intempéries ou utilizar calços para evitar o contato da madeira com o solo.

Contraste ou harmonia: a estética das adaptações modernas em edifícios históricos

Acesso exclusivo | 

À medida que as cidades crescem e evoluem, surge a questão de preservar, reabilitar ou adaptar locais históricos. A intervenção em tais edifícios requer um delicado equilíbrio entre honrar sua patrimônio e atender às demandas contemporâneas. Muitas vezes, as soluções mais inovadoras e radicais surgem quando os arquitetos tentam renovar um prédio mantendo sua pegada original e o máximo possível de suas características. Em seguida, eles criam extensões modernas que tanto harmonizam quanto contrastam com a estrutura original. Esta abordagem não apenas revitaliza o edifício, mas também celebra a sinergia entre o passado e o presente, incluindo materiais, tecnologia de construção, movimentos arquitetônicos, histórias e qualidade geral do edifício. A sobreposição de elementos antigos e novos por meio de harmonia ou contraste requer uma abordagem inteligente e sensível que confere ao edifício uma estética única e um novo significado.

Contraste ou harmonia: a estética das adaptações modernas em edifícios históricos - Imagem 1 de 4Contraste ou harmonia: a estética das adaptações modernas em edifícios históricos - Imagem 2 de 4Contraste ou harmonia: a estética das adaptações modernas em edifícios históricos - Imagem 3 de 4Contraste ou harmonia: a estética das adaptações modernas em edifícios históricos - Imagem 4 de 4Contraste ou harmonia: a estética das adaptações modernas em edifícios históricos - Mais Imagens+ 6

¡Você seguiu sua primeira conta!

Você sabia?

Agora você receberá atualizações das contas que você segue! Siga seus autores, escritórios, usuários favoritos e personalize seu stream.