
O novo teleférico de cabine Saanersloch em Gstaad é uma obra-prima estrutural – e, com sua fachada de vidro contínuo exclusiva e especialmente projetada pela Glas Marte, também alcançou o topo do mundo.

O novo teleférico de cabine Saanersloch em Gstaad é uma obra-prima estrutural – e, com sua fachada de vidro contínuo exclusiva e especialmente projetada pela Glas Marte, também alcançou o topo do mundo.

O Arizona localiza-se na região oeste dos Estados Unidos. O estado faz fronteira com Utah, Colorado e Novo México, além de limitar-se com Sonora, no México. O território também abrange parte da Sierra Madre Ocidental e abriga um trecho do Rio Colorado, bem como o Grand Canyon. Integrante da Aridoamérica, a paisagem do Arizona é majoritariamente composta por cactáceas e espécies desérticas.

The Midnight Charette é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e cotidiano. Apresentado pela dupla de designers de arquitetura David Lee e Marina Bourderonnet, o programa recebe diversos profissionais da economia criativa para conversas espontâneas que dão espaço a reflexões profundas e debates pessoais. Uma ampla variedade de temas é abordada com honestidade e humor: alguns episódios trazem dicas úteis para profissionais de design, enquanto outros apresentam análises de projetos, entrevistas ou explorações sobre a vida cotidiana e o design. O The Midnight Charette também está disponível no iTunes, Spotify, e YouTube.
Nesta semana, David e Marina recebem Mabel O. Wilson, Bryan Lee e Akira Drake Rodriguez para debater o racismo nas cidades, como o ambiente construído pode ser um fomentador do racismo, protestos, a derrubada de monumentos confederados, habitação, negritude e branquitude, as principais mudanças necessárias para uma sociedade mais equitativa e muito mais. Divirta-se!

Quando Rashed Singaby, Diretor na HOK, foi contactado por um antigo cliente sobre como um estádio existente poderia receber um retrofit para sediar esports, ele soube imediatamente que aquela era uma oportunidade para criar o modelo de um tipo de espaço que nunca havia existido antes. Singaby e sua equipe formaram um pequeno grupo de pesquisa para testar e compreender tanto os padrões de cada tipo de jogo de esports quanto para classificá-los em subestruturas operacionais. Como cada jogo exige seu próprio tipo de configuração, era fundamental consolidar as ideias de projeto e fazer recomendações sobre como os espaços existentes poderiam ser modificados para otimizar o consumo e o engajamento com a experiência das atividades de esports.

Nunca é cedo demais para garantir a oportunidade de apresentar seu trabalho a um público global; inscreva seu projeto agora mesmo no A’ Design Award. A competição internacional "nasceu do desejo de destacar os melhores projetos e produtos de excelente design" desenvolvidos por profissionais de design, arquitetura e inovação de todas as áreas criativas. Em meio a outras premiações e concursos de design, o A' Design Award destaca-se por sua escala excepcional, com mais de 100 categorias de design.

Com o novo Light Mix no V-Ray 5, artistas e designers podem visualizar ideias de forma ainda mais rápida e eficaz. Agora, a partir de uma única renderização, é possível criar tantas imagens quanto se possa imaginar, a uma velocidade que simplesmente não era viável em versões anteriores.

Em 2013, Michael Osborne and Carl Benedikt Frey classificaram 702 profissões de acordo com a probabilidade de informatização em um futuro próximo, da menos provável ("terapeuta recreativo/a") à mais provável ("telemarketing"). Os "gestores de arquitetura e engenharia" ficaram em 73º lugar, os "arquitetos/as" em 82º, enquanto os "desenhistas técnicos de arquitetura e engenharia civil" ficaram em 305º lugar. Claramente, os avanços tecnológicos em campos como aprendizado de máquina e robótica nos confrontam rapidamente com as transformações nas demandas e qualificações profissionais. Neste ensaio, Maurizio Ferraris inverte a perspectiva: e se a nossa preocupação não devesse ser a manutenção do elemento humano no trabalho como produção, mas sim o reconhecimento do trabalho humano como consumo? Expandindo os argumentos de seu livro de 2012, "Lasciar tracce: documentalità e architettura", o autor enxerga na automação uma oportunidade extraordinária para definir uma nova centralidade do elemento humano, na medida em que a produção de valor associada ao intercâmbio digital é lida através de três conceitos: invenção, mobilização e consumo.

Em maio, a Sidewalk Labs, empresa da Alphabet, anunciou que iria cancelar seu projeto Quayside, de grande destaque, devido a uma "incerteza econômica sem precedentes". O comunicado marcou o fim de uma iniciativa de três anos para criar um "laboratório urbano" vivo para "tecnologias, materiais e processos emergentes".
Invertendo a ordem tradicional do planejamento urbano, a Sidewalk Labs concebeu a construção de um novo distrito urbano na orla de Toronto "a partir da internet", com sensores e outras infraestruturas de coleta de dados integradas ao tecido de uma grande quadra urbana. O ambicioso empreendimento — com uma área de 246 mil metros quadrados, incluindo 165 mil metros quadrados de espaço residencial — seria construído inteiramente em madeira engenheirada; de fato, o uso extensivo de madeira laminada cruzada (CLT) modular e madeira laminada colada (MLC) era um dos principais diferenciais do projeto (desenvolvido pelos escritórios Heatherwick Studio e Snøhetta, utilizando um sistema de componentes criado por Michael Green Architecture).

Com suas fachadas de vidro móveis, a empresa familiar alemã Solarlux está esmaecendo os limites entre o interior e o exterior — integrando de forma fluida os espaços externos às áreas internas.

Com o crescimento dos serviços de transporte por aplicativo e o declínio da propriedade de veículos particulares, proprietários/as e incorporadores/as de edifícios de escritórios estão repensando o valor das estruturas de estacionamento, bem como sua capacidade e potencial de reconversão. Como parte da transformação completa do One Post Office Square (OPOS) — localizado no coração do distrito financeiro de Boston e projetado pela Gensler —, um novo estacionamento automatizado otimizará o uso de valiosos espaços locáveis, aprimorará a experiência dos/as usuários/as e criará flexibilidade a longo prazo.

O texto a seguir foi elaborado em resposta ao primeiro chamado da série “Post-Pandemic Potentials” do The Architect's Newspaper. Uma resposta anterior, de autoria de Mario Carpo, defendeu que todas as mudanças introduzidas pela pandemia provavelmente serão revertidas. Saiba mais sobre a série aqui (em inglês).
Quando as últimas avaliações de meio de semestre foram concluídas, no início de março, os temidos pontos vermelhos do mapa de monitoramento da COVID-19 ainda estavam bem a leste de New Haven — na verdade, a um oceano de distância. Os ateliês de projeto nos andares superiores do Rudolph Hall estavam repletos dos resíduos típicos de uma maratona de entregas (charrette), enquanto nossos/as estudantes partiam para as férias de primavera e um merecido descanso de duas semanas. Poucos dias depois, no entanto, a Yale University fechou o campus por excesso de cautela (hoje claramente justificada); desocupamos totalmente o edifício, avisamos os/as estudantes de que não retornariam àqueles ateliês pelo restante do período letivo e nos desdobramos para transpor todo o currículo para o formato on-line. Em vez de reorganizar nossos espaços para a reta final do semestre, concentramo-nos em criar uma infraestrutura de colaboração digital, ensinar todos a usar o Zoom e localizar nossos/as estudantes ao redor do mundo para verificar fuso horário, equipamentos domésticos e conectividade.

É preciso mais do que criatividade para criar projetos excepcionais. A colaboração eficaz é um elemento essencial em qualquer projeto bem-sucedido, bem como no dia a dia dos negócios. O uso das ferramentas certas pode ajudar arquitetos/as e designers a superar obstáculos e elevar o nível de suas propostas. A ferramenta de renderização em tempo real Enscape introduziu um recurso colaborativo de rastreamento de pendências, apropriadamente chamado de *Collaborative Annotation* (Anotação Colaborativa), em sua versão mais recente, a 2.8. Esse novo recurso promete proporcionar a arquitetos/as e designers um fluxo de trabalho mais colaborativo.

The Midnight Charette é um podcast sem censura sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelos designers de arquitetura David Lee e Marina Bourderonnet, o programa recebe uma variedade de profissionais criativos para conversas espontâneas que dão espaço a reflexões profundas e debates pessoais. Uma ampla gama de temas é abordada com honestidade e humor: enquanto alguns episódios trazem dicas úteis para designers, outros consistem em análises de projetos, entrevistas ou explorações sobre a vida cotidiana e o design. O Midnight Charette também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.
Esta semana, David e Marina recebem Anne Fougeron, arquiteta premiada e fundadora do escritório Fougeron Architecture, para debater sua produção, densidade urbana, a criação de bons espaços urbanos por meio da arquitetura, a presença feminina e a igualdade de gênero na profissão, processos de projeto, parcerias com outros escritórios e muito mais! Este episódio faz parte de uma série produzida com o apoio do SF Urban Program, do Departamento de Arquitetura da Cal Poly. Aproveite!
Seul é considerada uma das cidades mais densamente povoadas e caras do mundo, com valores que atingem impressionantes US$ 80.000 por metro quadrado. As condições extremas da metrópole têm forçado os/as arquitetos/as locais a atuar, projetar e construir tendo como pano de fundo os problemas urbanos, as tradições e a história da cidade. Essa abordagem dos/as profissionais fundamentou as bases teóricas de “The Condition of Seoul Architecture”, uma publicação do escritório multidisciplinar TCA Think Tank que reúne a perspectiva de 18 inovadores/as arquitetos/as sul-coreanos/as. Nesta entrevista, Pier Alessio Rizzardi, fundador do escritório, conversou com Hwang Doo-jin, da Doojin Hwang Architects, debatendo sobre a arquitetura tradicional coreana, o espaço universal e sua abordagem tradicional para uma arquitetura contemporânea alternativa.

O Louisiana Channel publicou recentemente uma segunda parte de sua entrevista com Jens Thomas Arnfred e Søren Nielsen, cofundadores/as do premiado escritório dinamarquês Vandkunsten Architects. Neste breve vídeo, os/as dois/as arquitetos/as conversam sobre como nutrir o senso de comunidade por meio do design e refletem sobre a preocupação do estúdio em fomentar encontros sociais em seus projetos.

Este artigo foi originalmente publicado no Common Edge.
Em março de 2020, a pandemia de Covid-19 transferiu nossa universidade — a Universidade da Califórnia em Berkeley — inteiramente para o ambiente on-line, acompanhando todo o sistema educacional, da educação infantil ao ensino superior, em todo o país e em grande parte do planeta. Na esteira desse experimento forçado e sem precedentes, os debates sobre o seu significado continuam em andamento. Será que o sonho episódico de uma universidade sem lugar físico — ou, no mínimo, de um formato híbrido entre o presencial e o virtual — se tornará realidade? Milênios de experiência defendem a necessidade de dar ao ensino superior uma âncora física e local. E a maioria das universidades e faculdades tem essa âncora como ponto de partida, mesmo enquanto avalia o significado de sua experiência contínua com o ensino, a pesquisa e a administração virtuais.

A empresa de visualização de arquitetura Brick Visual tem carregado suas cenas mais complexas no motor de ray-tracing 3D em tempo real da Chaos Group, o Project Lavina, desde o lançamento do primeiro beta privado. Com o primeiro beta público agora disponível, Attila Cselovszki, CDO da Brick Visual, compartilha como a adição do Project Lavina ao fluxo de trabalho de visualização de arquitetura (arch-viz) revolucionou sua dinâmica de trabalho.

A exportação da cultura norte-americana é uma das forças mais influentes em nosso mundo interconectado. De Dakar a Délhi, a música pop, o cinema e a culinária ultraprocessada dos Estados Unidos são onipresentes. Contudo, uma de suas exportações mais nocivas é o modelo de subúrbio. Quando a fórmula do século XX para abrigar as crescentes populações de Long Island e Los Angeles é transposta para a Kinshasa e a Kuala Lumpur do século XXI, o estilo de vida norte-americano pode muito bem se tornar a nossa ruína.

Não consigo parar de pensar em refugia. Nos anos, meses e dias anteriores à pandemia da COVID-19, o termo limitava-se à literatura e à filosofia da crise climática, referindo-se a bolsões de vida que, por meio do isolamento geográfico ou da resiliência das espécies, conseguem resistir apesar das forças ambientais adversas. Pense em colônias de cracas do Noroeste Pacífico aninhadas no alto de afloramentos costeiros para evitar se tornarem presas de caracóis marinhos. Ou em florestas antigas isoladas das temperaturas crescentes em vales montanhosos de clima ameno.
À medida que o autoisolamento se impôs no início daquela primavera, a palavra *refugia*, pelo menos para mim, expandiu sua definição de uma condição ecológica específica para uma referência conceitual — um salto metafórico necessário diante de uma crise planetária. A magnitude desta pandemia foge à compreensão humana, mas, para as pessoas mais afortunadas, o refúgio é algo administrável: um local de relativa segurança, de fermento natural e aulas de ginástica on-line.

Segurança e design não se excluem mutuamente — especialmente ao escolher produtos EGGER com propriedade de superfície antibacteriana certificada. A fabricante de painéis de madeira facilita o trabalho de arquitetos/as e marceneiros/as em projetos com altas exigências de higiene: a propriedade antibacteriana já está integrada aos produtos que trazem a consagrada combinação de padrões e materiais da EGGER.

Entre o final dos anos 1940 e a década de 1980, Toronto, no Canadá, passou por um período de acelerado crescimento e desenvolvimento urbano, resultando em um rico patrimônio de edifícios de estilo modernista. Devido ao aumento populacional, as paróquias também começaram a demandar espaços maiores, necessitando de novas instalações. Diante disso, diversas igrejas modernistas com projetos sofisticados começaram a surgir por toda a cidade. Esta série de fotografias em preto e branco, intitulada Fifty/50, de Amanda Large, é uma ode a esses templos e uma celebração de sua relevância contínua para a cidade, mais de cinquenta anos após sua construção.

Nas últimas décadas, a arquitetura e o design de interiores passaram por uma mudança drástica nos fluxos de trabalho que os/as profissionais consideram padrão. O desenho à mão ficou no passado; para muitos/as, ele evoca nostalgia, enquanto a grande maioria prefere o potencial das ferramentas digitais. Alguns/as vão ainda mais longe com o BIM, adotando esse processo para guiar seus negócios rumo ao sucesso duradouro.

O Midnight Charette é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pela dupla de designers de arquitetura David Lee e Marina Bourderonnet, o programa recebe diversos profissionais de áreas criativas em conversas espontâneas, abrindo espaço para reflexões profundas e discussões pessoais. Uma ampla gama de assuntos é abordada com honestidade e humor: alguns episódios trazem dicas úteis para profissionais de design, enquanto outros apresentam revisões de projetos, entrevistas ou explorações sobre a vida cotidiana e o design. O Midnight Charette também está disponível no iTunes, Spotify, e YouTube.

Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.
Dr. Fantástico ou: Como Aprendi a Parar de Me Preocupar e Amar a Bomba é um daqueles raros filmes que não apenas melhora com o tempo, mas também revela uma nova camada de significado a cada exibição. Recentemente, passei a acreditar que se trata do filme mais importante sobre ambientalismo já realizado — não apenas por seu alerta evidente sobre a aniquilação nuclear, mas por sua crítica astuta à própria ideia de profissionalismo e à natureza do trabalho.