
Quando Rashed Singaby, Diretor na HOK, foi contactado por um antigo cliente sobre como um estádio existente poderia receber um retrofit para sediar esports, ele soube imediatamente que aquela era uma oportunidade para criar o modelo de um tipo de espaço que nunca havia existido antes. Singaby e sua equipe formaram um pequeno grupo de pesquisa para testar e compreender tanto os padrões de cada tipo de jogo de esports quanto para classificá-los em subestruturas operacionais. Como cada jogo exige seu próprio tipo de configuração, era fundamental consolidar as ideias de projeto e fazer recomendações sobre como os espaços existentes poderiam ser modificados para otimizar o consumo e o engajamento com a experiência das atividades de esports.
Da escala reduzida da ergonomia de uma cadeira gamer até a compreensão do que significa sediar um festival de esports sob uma perspectiva de experiência de alto nível, a equipe da HOK rapidamente se tornou referência no assunto, desenvolvendo esse universo emergente que poderia correr em paralelo à sua já bem-sucedida e inovadora atuação em esportes tradicionais. “Sabíamos que este era um novo mercado e, após analisarmos o número de fãs, gamers e a receita que isso gerava em comparação com a falta de estrutura, percebemos que era uma excelente oportunidade para projetar algo novo”, afirmou Singaby.







