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Como o debate YIMBY-NIMBY agravou a crise habitacional

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Este artigo foi originalmente publicado no Common Edge.

Nas últimas três décadas, os YIMBYs e NIMBYs têm travado batalhas campais em todos os EUA pelo coração e pela alma do desenvolvimento urbano futuro. Contudo, a crise habitacional só piorou, especialmente desde o colapso de 2008, que transformou radicalmente o lado da oferta.

Doze anos depois, veio 2020, o ano mais estranho de nossas vidas, que tornou os desafios do lado da oferta ainda mais pronunciados. As raízes do problema, contudo, são muito mais profundas, com erros cometidos há mais de 75 anos sendo repetidos por gerações completamente novas. A incapacidade de compreender esses erros — e até mesmo por que são erros e não boas práticas — perpetuará e agravará a crise atual para as futuras gerações.

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Arquitetura inflável: estruturas pneumáticas que transformam o ambiente construído

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À medida que a sociedade, a tecnologia e a arquitetura evoluem, profissionais de design e de arquitetura têm adotado novos sistemas construtivos e abordagens inovadoras para remodelar o ambiente construído. Esse avanço expandiu os limites das técnicas tradicionais de construção e despertou novas ideias no projeto de edifícios.

No passado, algumas pessoas das áreas de arquitetura e artes buscaram questionar um paradigma arquitetônico profundamente enraizado no antropocentrismo. Historicamente, a arquitetura esteve associada à noção de que os edifícios, por serem concebidos por seres humanos, devem ser extremamente duráveis, até mesmo imperecíveis. Considerando o princípio de que a melhor intervenção é a menos intrusiva, a arquitetura inflável — em contraste com essas visões antropocêntricas, mas alinhada à nossa natureza efêmera — propõe estruturas que podem existir em um dia e desaparecer no outro, deixando uma marca temporal na paisagem. Essa abordagem arquitetônica utiliza tecidos como material principal e o ar como sistema estrutural, desafiando potencialmente os tradicionais ideais vitruvianos de *Venustas*, *Firmitas* e *Utilitas*.

Principais lições do projeto de escolas contemporâneas: 37 espaços de aprendizagem ao redor do mundo

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O papel da escola é preparar as crianças para a vida. No entanto, em um mundo que se transforma de maneira cada vez mais acelerada, as instituições de ensino precisam se adaptar com a mesma rapidez. Inclusões recentes nos currículos escolares refletem as complexidades da vida moderna, trazendo temas como crises ambientais, injustiças sociais e os perigos das redes sociais para o centro do debate pedagógico.

Embora se costume dizer que as transformações de longo prazo começam na base, mudar nunca é fácil, independentemente de onde o processo se inicie. Por exemplo, aponta-se que currículos focados em questões ambientais têm provocado casos crescentes de ecoansiedade em crianças — um dos fatores por trás de outra crise atual, a da saúde mental infantojuvenil.

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A importância do vidro seguro para aves em exteriores: o caso da Escola Helios

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O vidro tornou-se um elemento central na arquitetura moderna com a introdução de novas estratégias para projetar e vivenciar os edifícios. Sua transparência e composição material permitem a entrada de luz natural, ao mesmo tempo que criam conexões contínuas entre os espaços internos e externos. No entanto, a onipresença deste material faz com que, a cada ano, bilhões de aves colidam contra estruturas de vidro.

Essas colisões tendem a ocorrer durante as rotas migratórias das aves, quando estas sobrevoam as cidades e são atraídas pelas luzes internas dos edifícios ou interpretam mal os reflexos externos de árvores e vegetações, resultando em um grande número de mortes e ferimentos desses animais. Em resposta a esse desafio, um número crescente de cidades está implementando legislações que exigem que novas construções utilizem vidros amigáveis para aves (bird-friendly). Sem comprometer o apelo estético do vidro, a Eastman desenvolveu as Saflexinterlayers de PVB FlySafe™ 3D. Essa camada adicional apresenta um padrão tridimensional refletor que é altamente visível para os olhos das aves pelo lado de fora, enquanto permanece sutil para o olho humano a partir do interior. Investigando a aplicação dessa solução no projeto arquitetônico, mostramos como a Helios School adotou essa estratégia.

Arquitetura no México: exemplos para explorar o design contemporâneo em San Miguel de Allende

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A cidade de San Miguel de Allende está localizada no estado de Guanajuato, na região centro-norte do México, limitando-se geograficamente com os estados de Zacatecas, San Luis Potosí, Querétaro, Michoacán e Jalisco. Tem uma área de 43,6 ha e é uma das regiões mais populosas de seu estado. Em 2008, foi declarada Patrimônio Mundial pela UNESCO, caracterizando-se por sua arquitetura barroca e espanhola. Faz parte da lista de Pueblos Mágicos do México. Além disso, a cidade abriga a Paróquia de San Miguel Arcángel, construída com a cantera rosa típica da região.

"O sítio é o/a arquiteto/a, o sítio é a materialidade": Sobre Ammar Khammash e notas sobre formação

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Ammar Khammash é um/a arquiteto/a, designer e artista jordaniano/a conhecido/a principalmente por sua abordagem focada na preservação do patrimônio cultural e natural, ao mesmo tempo em que desenvolve uma arquitetura que dialoga com seu entorno. Com uma profunda admiração pela natureza e por seus ecossistemas, Khammash defende que “o lugar é o/a arquiteto/a” — afirmação pela qual é célebre e que sublinha a profunda influência do contexto em seu projeto arquitetônico. Com mais de três décadas de experiência que abrangem diversas disciplinas em vários países do Oriente Médio, como Jordânia, Omã, Palestina, Egito, Síria e Emirados Árabes Unidos, Ammar Khammash tem buscado consistentemente preservar e potencializar a simbiose entre as construções humanas e o meio ambiente natural. Suas contribuições incluem a Royal Academy for Nature Conservation, o Wild Jordan Center e a restauração da Igreja dos Apóstolos.

Em 2022, Khammash foi destaque na primeira edição da Dongola Architecture Series, uma publicação semestral que oferece perspectivas singulares sobre a cultura árabe ao destacar arquitetos/as contemporâneos/as de destaque. A edição, intitulada “Notes on Formation: Ammar Khammash,” escrita por Raafat Majzoub, explora “a arquitetura como ferramenta transdisciplinar de expressão e como método de imaginar e reimaginar o futuro”, sintetizando o espírito da publicação. O ArchDaily teve a oportunidade de conversar com Ammar Khammash e Sarah Chalabi, fundador/a da Dongola Limited Editions, para aprofundar-se nas perspectivas do/a arquiteto/a sobre lugar, materialidade e cultura, além de sua filosofia, visões sobre a academia e reflexões sobre o futuro da profissão.

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Fachadas de Proteção Solar: Dos Sistemas de Tecido Cerâmico ao Vidro de Pele Dupla

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A dualidade da luz solar no campo do projeto de arquitetura apresenta contrastes fascinantes, especialmente ao abordar a questão de como interagir com ela por meio do ambiente construído e dos materiais que definem a arquitetura. A influência do sol nesta disciplina tornou-se parte essencial do patrimônio cultural de alguns países, como demonstra a arquitetura espanhola, onde a interação com a luz solar se manifesta por meio de elementos como as celosias. Essas estruturas são marcantes em fachadas de edifícios que remontam à Idade Média, com exemplos célebres como a Alhambra, chegando até construções do século XX, como a Casa Gomis, consideradas monumentos históricos.

A fachada, sendo a pele do edifício, é o componente arquitetônico que costuma estar diretamente exposto à luz solar. Partindo dessa premissa, busca-se estabelecer um diálogo entre a abertura para o entorno e a necessidade de proteção, criando assim uma sinergia entre funcionalidade e estética. Nesse contexto, as fachadas de controle solar têm sido desenvolvidas sob diversas abordagens, destacando-se por sua capacidade de responder a essa condicionante de projeto. Por esse motivo, selecionamos soluções de controle solar de marcas espanholas que se destacam por suas características técnicas e pela diversidade no uso dos materiais.

Uma nova ferramenta e fluxo de trabalho colaborativo para o futuro da arquitetura

No limiar de uma nova era tecnológica, profissionais de arquitetura e design testemunham uma mudança de paradigma no setor. O advento da Inteligência Artificial (IA) e de soluções colaborativas de projeto está transformando o cenário profissional, redefinindo os limites entre criatividade e tecnologia. Este artigo analisa essas tendências emergentes e apresenta ferramentas de ponta desenvolvidas para enfrentar os desafios inerentes a essa grande onda de inovação, aliviando a ansiedade de desbravar o desconhecido.

Metais para banheiro personalizáveis com materiais reaproveitados e vidro cristal

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Além de contribuir para a funcionalidade do ambiente, os metais sanitários definem a estética geral do estilo de design escolhido. Para além de suas características técnicas — bem como da variedade de materiais, acabamentos e estilos —, essas peças desempenham um papel crucial tanto no apelo visual do espaço quanto no conforto e na experiência do/a usuário/a. Isso faz parte da constante reinvenção dos banheiros como espaços de convivência promovida pela Dornbracht, marca que busca criar soluções inovadoras fundamentadas em proporção, precisão, progressividade, desempenho e personalidade.

Entre as séries da Dornbracht, a coleção MEM traz uma seleção completa de metais sanitários minimalistas para lavatórios, chuveiros e banheiras. Em colaboração com a marca de design ético Nature Squared e a fabricante artesanal italiana Glass Design, o desenho original da coleção foi enriquecido com novos e versáteis recursos de personalização para banheiros. Essas possibilidades surgem da combinação de materiais de alta qualidade com técnicas artesanais sustentáveis e da incorporação de um vidro cristal artístico de estética futurista.

Arquitetura emocional: combatendo a “epidemia do tédio” através de narrativas de cenários

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Em uma recente palestra do TED, Thomas Heatherwick condenou o avanço de uma arquitetura monótona nas áreas urbanas, classificando esse fenômeno como uma “epidemia de tédio”. Embora reconheça o caráter essencial da funcionalidade por trás desses projetos, ele destaca que a utilidade, por si só, não basta para tornar essas edificações elementos dinâmicos da vida urbana, uma vez que elas raramente despertam reações emocionais em quem transita por elas. Heatherwick explica que essa “função emocional” — a capacidade da arquitetura de gerar um impacto significativo em usuários/as e visitantes — é, na verdade, fundamental. Quando alcançada, ela permite que o ambiente construído contribua ativamente para a qualidade de vida e o bem-estar dos/as habitantes, fortalecendo a coesão social e a identidade local. Diante disso, como a arquitetura pode promover conexões emocionais positivas e, ao mesmo tempo, qualificar a paisagem urbana das comunidades que atende?

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O dinheiro e o dilema dos arquitetos e arquitetas que não constroem

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Não estou me referindo a jovens designers, cantores/as, atores/atrizes, poetas ou artistas em início de carreira que trabalham como baristas ou bartenders para pagar as contas e agarram as oportunidades profissionais que surgem. Assim como ocorre com médicos/as, advogados/as e engenheiros/as que não exercem a profissão, a docência sempre foi uma forma de garantir a credibilidade do estilo de vida de um/a “arquiteto/a” sem o desgaste diário de realmente projetar e construir. Há um paradoxo evidente na figura dos/as arquitetos/as que não praticam a arte de construir. As escolas de arquitetura multiplicaram o número de especializações que não têm como foco profissional o projeto de edifícios: gestão de obras, planejamento, sustentabilidade, entre outras. Por dois séculos, a profissão de arquiteto/a refletiu as melhores aspirações da nossa sociedade manifestadas nos edifícios. No entanto, há muitas pessoas que não querem construir — elas apenas amam a identidade do título.

Madeira termicamente modificada para o projeto de espaços internos e externos

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A madeira, extraída e preparada para a construção, é um material durável, conhecido por sua resistência e versatilidade. Funciona como elemento arquitetônico em sistemas estruturais, estruturas de suporte, revestimentos, decks e pisos. Embora possua um caráter caloroso e natural que lhe confere apelo estético, a umidade inerente à madeira pode causar deformações, levando ao empenamento, mofo e apodrecimento assim que o teor de umidade atinge 23%. No entanto, com o desenvolvimento de novos produtos e técnicas de produção, a Thermowood — também conhecida como madeira termomodificada — surgiu como um método para criar soluções naturais e livres de produtos químicos, feitas a partir de matérias-primas certificadas.

Ao reduzir o teor de umidade, o material não apodrece nem mofa, não sofre retração longitudinal e garante alta estabilidade dimensional, resultando em uma vida útil biológica mínima de 25 anos. A seguir, analisamos como aplicar essas soluções na arquitetura e no design, apresentando espaços internos e externos que contam com os produtos de Thermowood da Tantimber.

Documento de Anúncio do "Estudo de Viabilidade Técnica e Projeto Conceitual da Ponte do Rio Qianwan em Linhai (Ponte Paisagística Nº 1), etc."

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Nome do projeto
Estudo de viabilidade e anteprojeto do Parque Qianwan (Trecho Avenida Menghai - Baía de Qianhai)

Localização do projeto
Zona de Cooperação da Indústria de Serviços Modernos de Qianhai Shenzhen-Hong Kong, Shenzhen, Província de Guangdong, China

Plataforma de licitação
Rede de Transações de Recursos Públicos de Shenzhen (Shenzhen Public Resource Trading Network)

Projetando ambientes de aprendizagem iluminados naturalmente com orçamento limitado

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À medida que as sociedades evoluem, as instalações educacionais também passam por processos de transformação contínua para acompanhar esse ritmo. Em relação às suas estratégias de projeto, elas devem adotar abordagens modernas que respondam às necessidades em constante mudança de estudantes e docentes. Ao incluir espaços flexíveis, inclusivos e estimulantes que integram perfeitamente os avanços tecnológicos, o projeto educacional contemporâneo visa aprimorar o aprendizado e o trabalho colaborativo, bem como o conforto e o bem-estar.

Kalwall concentra-se no desenvolvimento de soluções inovadoras para o design centrado no ser humano que atendem a essas necessidades em constante evolução, ao mesmo tempo em que respondem a orçamentos restritos. Por meio de uma estratégia colaborativa com projetos de arquitetura e engenharia, a empresa foca em quatro maneiras de projetar ambientes de aprendizagem ideais, incluindo o design de iluminação natural, eficiência energética, segurança e redução de custos por meio de reformas e instalações.

Revestimento de fachada ventilada em ardósia natural: combinando paginações geométricas e design eficiente

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Ao projetar obras de arquitetura, a proteção das paredes de uma edificação é fundamental para garantir sua longevidade, durabilidade e resistência às intempéries, preservando, assim, seu apelo estético. Entre as medidas de proteção disponíveis, os sistemas de revestimento são coberturas externas que integram diferentes texturas, cores e acabamentos, permitindo a personalização e a expressão criativa, ao mesmo tempo em que proporcionam resistência às intempéries e desempenho térmico. 

Ao explorar materiais que vão além do revestimento tradicional de alvenaria ou dos sistemas comerciais de fachada-cortina, a Cupa Pizarras desenvolveu fachadas ventiladas de ardósia natural. De padrões lineares a colmeias, essas paginações geométricas de fachada atendem às exigências das tendências arquitetônicas atuais, que demandam edifícios mais sustentáveis e energeticamente eficientes. A combinação de ardósia tectônica de alta durabilidade com técnicas inovadoras de fixação, além da eficiência da fachada ventilada, torna o CUPACLAD uma alternativa sustentável e esteticamente atraente para potencializar a certificação LEED dos projetos.

Preenchendo a lacuna: 15 soluções habitacionais atípicas em remanescentes urbanos

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Por trás das fachadas pulsa uma vida vibrante, onde o exterior se funde ao interior, transformando vazios urbanos negligenciados em residências cativantes. Em cidades de todo o mundo, profissionais de arquitetura, engenharia e design enfrentam o desafio de integrar novas edificações a tecidos urbanos consolidados com escassez de espaço. Atualmente, muitos/as arquitetos/as vêm adotando esse conceito, expandindo seus projetos para além dos limites convencionais e transformando pequenos lotes urbanos em espaços de convivência multifacetados e interconectados.

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O Hotel Magnolia, de Cazú Zegers, está entre os 20 melhores hotéis da América do Sul, segundo o Condé Nast Traveler Reader's Choice 2023

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O Hotel Magnolia, da arquiteta Cazú Zegers, construído em 2013 em Santiago do Chile, foi selecionado pela quarta vez consecutiva no Condé Nast Traveler Reader's Choice Award, na categoria dos 20 melhores hotéis da América do Sul.

Clássicos da Arquitetura de 2023: Retrospectiva

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Os Clássicos da Arquitetura apresentados no ArchDaily servem como arquivos fundamentais de prodígios arquitetônicos, oferecendo uma janela para o passado. Esses marcos revelam nossa sabedoria coletiva de projeto e inovação em escala global, enriquecendo nosso conhecimento sobre a disciplina. De fato, ao reconhecer e valorizar os diferentes estilos, funções e narrativas incorporados a essas estruturas, nossa visão sobre a arquitetura e seu impacto mundial torna-se ainda mais abrangente.

Na extensa lista de Clássicos da Arquitetura do ArchDaily, o ano de 2023 foi marcado pela exploração de 16 tipologias diversas. Desde marcos públicos como o Pavilhão de Barcelona, de Mies van der Rohe, até o Centro Cultural Julio Mario Santo Domingo e a Biblioteca El Tintal, do escritório Bermúdez Arquitectos, que evidenciam o poder da infraestrutura pública. Projetos como a Biblioteca Nacional Mariano Moreno e o Centro Técnico de Aeronáutica de Oscar Niemeyer destacam o caráter eclético desta seleção.

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ARCO: um novo espaço colaborativo de arte, design e arquitetura em San Miguel Chapultepec

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Um novo espaço abre suas portas em um antigo casarão dos anos 1930 localizado no bairro de San Miguel Chapultepec, na Cidade do México. Trata-se de uma iniciativa cultural chamada ARCO, que funde arte, design e arquitetura para criar um espaço colaborativo que abriga o escritório de arquitetura WORC e o estúdio especializado em mobiliário VETA.

Uma instalação de produção na Bulgária e a sede de um banco no Irã: 7 ambientes de trabalho não construídos enviados pela comunidade do ArchDaily

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Os espaços de escritório no design e na arquitetura desempenham um papel crucial na definição de como trabalhamos e interagimos em ambientes profissionais. Eles são concebidos de maneira cuidadosa para promover a produtividade saudável, incentivar o trabalho em equipe e proporcionar aos/às profissionais um ambiente acolhedor e motivador. Após a pandemia de Covid-19, o estilo de vida corporativo passou por uma transformação significativa. Diante disso, as empresas vêm se adaptando e redesenhando novas formas de trabalhar, implementando horários flexíveis e políticas de trabalho híbrido.

Essa evolução nos estilos de vida corporativos influenciou ainda mais o design de escritórios, que agora se concentra prioritariamente na saúde, na segurança, no espaço pessoal e na colaboração. Há décadas os espaços de trabalho no design e na arquitetura vêm se adaptando às transformações desse panorama. À medida que eles evoluem para atender às novas demandas dos/as profissionais, diversas iterações de projeto são exploradas, promovendo diferentes valores.

A seleção desta semana de Melhores Projetos Não Construídos apresenta propostas enviadas pela comunidade do ArchDaily que destacam diferentes espaços corporativos. Variando de uma sede bancária mais formal na Suíça a um centro de negócios de uso misto na Ucrânia, esses projetos exercem forte influência sobre a maneira como as pessoas trabalham nos espaços.

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Quatro soluções de sombreamento retrátil para áreas externas residenciais

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O sombreamento refere-se a uma região ou estado em que a luz solar é parcialmente obstruída por objetos ou estruturas. Este conceito desempenha um papel crucial no projeto arquitetônico, pois impacta significativamente o conforto e a funcionalidade. Oferece alívio da luz solar direta, ajuda a regular a temperatura e reduz o ofuscamento. Por essas razões, arquitetos/as incorporam estrategicamente elementos de sombreamento para aprimorar a qualidade e a utilidade dos espaços, especialmente em áreas residenciais externas. Nesse contexto, a ShadeFX fabrica soluções inovadoras de proteção solar, chuva e privacidade, personalizadas para cada projeto, independentemente do tamanho ou da complexidade.

Linguagem de design aberta em restaurantes com cozinha aberta

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Diz-se que o que se vê é o que se leva. As técnicas de preparo simplificadas e os equipamentos utilizados em redes de fast-food, por exemplo, ficam totalmente visíveis para os clientes na fila de espera. Contudo, esse conceito de projetar ambientes de hospitalidade abertos e transparentes ao menos oferece honestidade ao público, pois, embora os ingredientes mais frescos e as técnicas de alta gastronomia não estejam presentes, a gordura e a sujeira antes associadas a esse tipo de estabelecimento também não estão.

Ao comparar essa realidade com a de estabelecimentos mais sofisticados, que mantêm a cacofonia de uma cozinha comercial oculta aos olhos do público durante o serviço, passa-se a questionar o que mais poderia estar escondido. Ao adotar o mesmo conceito de cozinha aberta, cozinhas profissionais que contam com chefs talentosos/as e ingredientes de alta qualidade conseguem provar seu valor.

Arquitetura e integração urbana: é possível transformar a cidade com uma varanda voltada para a rua

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Há alguns anos, uma das minhas professoras favoritas da universidade (que me inspirou a estudar urbanismo) me procurou com um pequeno pedido: ela queria transformar a janelinha do seu quarto em uma varanda para olhar a rua.

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