Após serem vítimas de bombardeio, os edifícios parecem ter apenas um destino: a destruição. Severamente danificada durante a Guerra Civil Espanhola, a Igreja Gótica de Vilanova de la Barca (Lleida, Espanha), do século XIII, permaneceu abandonada desde 1936.
Foi apenas quase 80 anos depois que os remanescentes da estrutura –partes das naves, a fachada oeste e a abside ao leste– passaram por um processo de restauração e reforma. Desta vez, no entanto, o edifício não foi concebido para ser usado como uma igreja, mas como um salão multiuso.
UVA Los Sueños, em Medellín. Cortesia de Portal Aprendiz
Para chegar a um dos muitos pontos culturais de Medellín, segunda maior cidade colombiana, é preciso subir montanhas. É na zona periférica do município que estão equipamentos como a Biblioteca Espanha, um conjunto de prédios negros que podem ser vistos a quilômetros de distância, ou as UVAS (Unidades de Vida Articulada), tanques de água convertidos em centros de esporte e cultura.
O cobogó é um elemento bastante difundido na cultura arquitetônica brasileira. Sua origem e nome remontam aos criadores dessa peça que contribui tanto para filtrar a luz natural e a ventilação, quanto para proporcionar ritmo e leveza nas fachadas e repartições internas. Amadeu Oliveira Coimbra, Ernest August Boeckmann e Antônio de Góis são os engenheiros que, no começo do século XX, trabalhando em Recife, idealizaram esse tipo de elemento vazado.
El Trébol / Arquitectura Expandida. Image Cortesía de Arquitectura Expandida
O artigo a seguir faz parte de uma série desenvolvida por Nikos A. Salingaros, David Brain, Andres M. Duany, Michael W. Mehaffy e Ernesto Philibert-Petit, que enfoca as particularidades da habitação social na América Latina. Este texto explora o papel da participação nos processos de projeto e construção de um tecido urbano saudável baseado na experiência de Christopher Alexander. Reveja as outras matérias e o novo artigo, a seguir:
https://www.archdaily.com.br/pt/914405/participacao-como-principio-basico-da-habitacao-social-aplicando-o-trabalho-de-christopher-alexanderNikos A. Salingaros, David Brain, Andrés M. Duany, Michael W. Mehaffy & Ernesto Philibert-Petit
Uma inovação tecnológica está revolucionando uma das profissões mais antigas do mundo. A realidade aumentada mal chegou e vem transformando a maneira como se fazia construção civil nos últimos séculos. A mudança não é apenas ao projetar e modelar, mas também ao construir. A realidade aumentada beneficia engenheiros, designers, arquitetos, gerentes de projetos, provedores de serviços - e toda a equipe de construção.
Diferente da realidade virtual, que cria um ambiente totalmente novo e independente do mundo real, a realidade aumentada inclui elementos virtuais que interagem com o que já existe. Assim é possível unir projetos arquitetônicos virtuais à realidade do canteiro de obras - aumentando a eficiência e precisão, reduzindo a ocorrência de erros e economizando tempo, dinheiro e recursos.
Essa pergunta já pode ter passado pela sua cabeça e ela é, de fato, objeto de reflexão de pesquisadores de diversas áreas, incluindo filosofia, ciências sociais e psicologia. Atualmente, somos mais de 4 bilhões de pessoas que vivem em áreas urbanas, índice que aumenta a cada ano. A vida em comunidade traz grandes desafios e, para coordenar muitos deles, os grupos estabeleceram uma série de princípios e padrões que estimulam um senso comum entre os indivíduos.
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Intervenções temporárias podem transformar a paisagem e o uso do espaço público (Foto: Victor Moriyama/WRI Brasil)
Ninguém conhece tão bem uma rua ou um bairro quanto as pessoas que vivem neles. Cada local tem suas peculiaridades, suas vocações e também seus problemas. Sendo assim, soluções em escala local podem ser criadas pelos próprios cidadãos, aumentando assim a eficiência e a aderência do projeto. Cidades ao redor do mundo vêm abrindo possibilidades em suas legislações para políticas públicas que facilitem e fomentem a participação cidadã em iniciativas transformadoras.
Colmeia, kebab, abacaxi... chame do que quiser, mas o projeto Vessel em Nova Iorque conseguiu atrair a atenção da mídia e do público desde que foi inaugurado há algumas semanas - e não apenas por sua inusitada forma, mas também pelas belas vistas panorâmicas que oferece em sua cobertura.
Percebendo a infinidade de apelidos atribuídos à nova atração de Hudson Yards, o designer de arquitetura e ilustrador Chanel Dehond selecionou alguns dos mais divertidos e os transformou em desenhos.
O MIT - Senseable City Laboratory, Singapura, dirigido pelo arquiteto Carlo Ratti, lançou esse ano o Escape, uma plataforma interativa de visualização de dados sobre viagens aéreas. O Escape funciona como um mecanismo de busca que ajuda usuário achar quais são os voos mais baratos partindo de uma cidade determinada e facilitando a decisão sobre a próxima viagem de maneira mais rápida e simples.
https://www.archdaily.com.br/pt/914091/escape-a-plataforma-do-mit-que-te-ajuda-a-viajar-baratoPedro Vada
Este artigo foi feito em parceria com o Design Indaba, um site e festival anual que prestigia a inovação. A arquiteta Nicole Moyo apresentou seu projeto no primeiro dia do festival de 2019. Clique aqui para saber mais sobre o evento anual.
Nosso planeta abriga mais de 7 bilhões de pessoas. Desses 7 bilhões, mais de 5 bilhões têm acesso a telefones celulares, no entanto, menos pessoas têm acesso a banheiros, e mais de 1 bilhão ainda despeja seus dejetos a céu aberto.
No momento de considerar a implementação de metodologias BIM (Building Information Modeling), como um profissional independente ou em uma empresa, deve-se levar em conta três aspectos fundamentais e igualmente importante: tecnologias, processos e pessoas. Abaixo, abordamos os pontos-chave em cada uma dessas áreas, para fornecer uma compreensão básica de como começar a utilizar o BIM.
O espaço público urbano entre dois maciços arquitetônicos é intitulado como rua. Por ela criamos uma relação entre veículos motorizados, não motorizados e pedestres. No relacionamento entre pedestres e veículos, o espaço público carece de uma série de sistemas à garantia da permanência, além de infraestrutura e segurança. Posto isso, o correto desenho de vias e entorno imediato público torna-se imprescindível. Indo além do que os olhos veem, redes de água, gás, eletricidade, telecomunicação, etc., são dispostas sob nossos pés sem que percebamos.
Flávio de Carvalho, foto divulgação.. Image via Arquivo.Arq
Flávio de Carvalho foi um arquiteto moderno brasileiro reconhecido mundialmente por sua maneira inovadora e provocativa de mostrar sua visão de mundo através da arte. Conheça, a seguir, algumas de suas formas de manifestação artística.
Recentemente, publicamos uma lista com os hábitos estranhos de alguns arquitetos famosos. De beber no trabalho a rotinas de sono desregradas, percebemos o quão esquisitos podem ser estes renomados profissionais. Mas e quanto ao resto de nós? Não são apenas os famosos que são estranhos, afinal, é difícil passar tanto tempo em função da profissão sem desenvolver alguns hábitos incomuns durante o caminho. Seja o modo como trabalhamos, como interagimos com nossos projetos ou coisas que nem parecem tão estranhas, até alguém de fora da profissão comentar, arquitetos têm, em geral, hábitos muito particulares.
Eric Fischer - 5000 normalized walks - Modificada. Image via Flickr
A prática da deriva é um assunto que desperta muito interesse dos profissionais que estudam as cidades. Os Situacionistas, movimento de crítica social iniciado em 1957, propuseram com essa prática novas interpretações da cidade a partir da experiência vivida por cada indivíduo. Jacopo Visconti, curador da 34a Bienal de Artes de São Paulo, analisou em sua tese de doutorado as práticas artísticas que incorporam o ato de andar, buscando características que envolveram a prática da deriva situacionista. Jacopo, orientado pelo Prof. Dr. Luis Antonio Jorge, defendeu em 2012 sua tese que ganhou uma edição publicada pela Martins Fontes. Veja abaixo o resumo da tese.
https://www.archdaily.com.br/pt/910901/novas-derivasPedro Vada
A cidade chilena de Valparaíso é conformada por 42 morros e colinas que se voltam para o Oceano Pacífico. Sua geografia particular permitiu (ou exigiu) que os habitantes criassem uma ampla rede de elevadores, escadarias e becos para conectar os diferentes pontos da cidade.
Espacios de Paz / PICO Estudio & Movimiento Por la Paz y la Vida. . Image Cortesía de ASF International Awards
Esta série de artigos desenvolvida por Nikos A. Salingaros, David Brain, Andres M. Duany, Michael W. Mehaffy e Ernesto Philibert-Petit trata das particularidades da habitação social na América Latina. Aborda sua pesquisa e não apenas um sistema de práticas baseado na experiência e aplicável a situações gerais, mas sua continuidade a longo prazo com o objetivo de ajudar os residentes a criar raízes em seu ambiente construído.
O presente artigo enfoca em como a saúde e o bem-estar humanos dependem fortemente da geometria do meio ambiente.
https://www.archdaily.com.br/pt/913998/habitacao-social-na-america-latina-biofilia-conectividade-e-espiritualidadeNikos A. Salingaros, David Brain, Andrés M. Duany, Michael W. Mehaffy & Ernesto Philibert-Petit
O espaço privado é geralmente associado a esconder o que acontece dentro, permitindo que as pessoas tenham certos momentos de intimidade. Habitualmente, banheiros foram concebidos para este fim, reduzindo as aberturas a um mínimo ou - por vezes - eliminando-as completamente.
No entanto, sendo um espaço tão importante dentro de um edifício, os banheiros se tornaram um objeto de nova exploração para os arquitetos. Desfocando os limites da privacidade - sem perder completamente - esses espaços estão abertos para o exterior, permitindo a entrada da brisa. Como esta nova experiência é percebida? Confira 30 banheiros abertos que brincam com o sentimento de exibicionismo, sem revelar completamente o que está acontecendo dentro.
Após o sucesso da sua sexta edição em 2007, a Sketchup se tornou um dos softwares de modelagem 3D mais utilizados no mundo. Deve-se isso às suas ferramentas intuitivas, uso interdisciplinar dentro da indústria criativa (não apenas para arquitetos) e sua versão gratuita que não cria marcas d'água nos arquivos.
Sua biblioteca aberta ajudou o software a fornecer uma ampla gama de objetos 3D já modelados, ao passo que milhares de usuários desenvolveram seus próprios plugins não só para resolver os problemas de cada versão, mas também para explorar o potencial de suas ferramentas.
Apresentamos a seguir dez plugins compartilhados pela página do Sketchup Tutorials no Facebook usando seus GIFs demonstrativos. Se você não sabe como instalar um plugin do SketchUp, assista a este vídeo explicativo.
A arquitetura, tal como a arte, possui a capacidade intrínseca de inspirar e emocionar as pessoas. Muitas vezes, edifícios e espaços nos deixam marcas tão profundas que as carregamos conosco ao longo de nossas vidas, especialmente quando a arquitetura transforma e ecoa as memórias de um lugar.
The Mask é um espaço de contemplação, um refúgio arquitetônico e um retiro espiritual. Concebido pelos arquitetos da WOJR, o edifício foi projetado para um indivíduo que perdeu seu irmão mais novo, afogado em um lago em Ithaca, Nova Iorque. Depois da tragédia, o lago tornou-se um sinônimo de luto e reflexão, um espaço contemplativo em memória do falecido irmão.
O Conselho de Edifícios Altos e Habitat Urbano (Council for Tall Buildings and Urban Habitat - CTBUH) anunciou que a torre Mjøstårnet da Noruega, com 85,4 metros, é oficialmente a mais alta construção de madeira do mundo. Além da distinção única, a torre é também a estrutura de uso misto mais alta da Noruega e o terceiro edifício mais alto.
https://www.archdaily.com.br/pt/913744/ctbuh-nomeia-o-mjostarnet-da-noruega-como-o-edificio-de-madeira-mais-alto-do-mundoKatherine Allen
Se você está buscando algo diferente para suas apresentações de arquitetura, a realidade virtual pode ser uma opção interessante (e um desafio, caso seja a primeira vez que você se depare com ela). Você sabe quais são os óculos mais adequados? O quanto deve pesar um render 360 ou um modelo 3D para visualiza-lo em VR?
Esperamos que as seguintes respostas a perguntas frequentes sejam úteis para você!
https://www.archdaily.com.br/pt/913234/como-implementar-realidade-virtual-respostas-as-perguntas-mais-frequentesArchDaily Team
Estreando oficialmente a parceria entre as plataformas ArchDaily e Arquicast, está no ar o episódio #68 Entrevista: ArchDaily Brasil, no qual três dos editores do site brasileiro - Pedro Vada, Eduardo Souza e Matheus Pereira - contam um pouco dos bastidores do que é fazer parte do site de arquitetura e urbanismo mais visitado do mundo. Os desafios para se adaptar a um novo tipo de trabalho na área de arquitetura, a velocidade das transformações, a importância da tecnologia e da colaboração estão entre os assuntos tratados nesse bate-papo informal e informativo, que pode ser acessado aqui!