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A obra de Arata Isozaki no Instagram: uma seleção das melhores fotografias

O vencedor do Prêmio Pritzker 2019, Arata Isozaki, tem uma vida profissional de mais de cinco décadas; muitas de suas obras são considerados clássicos da arquitetura devido à sua influência e impacto no meio internacional.

Seu trabalho combina vários estilos, do vernacular ao tecnológico, do orgânico ao brutalista, o que rende aos seus projetos uma aparência escultórica inegavelmente fotogênica. Com tamanha riqueza, não é de admirar que pessoas de todo o mundo queiram fotografar seus edifícios. 

Selecionamos 23 das mais belas fotos do trabalho de Isozaki publicadas no Instagram por usuários em todo o mundo. Veja nossa seleção, a seguir:

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As melhores faculdades do mundo para estudar arquitetura em 2019

A Quacquarelli Symonds (QS) divulgou seu ranking das melhores universidades do mundo para o estudo de Arquitetura em 2019, com base na reputação acadêmica, reputação dos empregadores e impacto em pesquisas.

Nesta edição, a Bartlett School of Architecture da UCL (University College London) foi nomeada a melhor universidade para estudar arquitetura, ocupando o lugar do MIT, que liderou o ranking nos últimos quatro anos.

Veja a seguir o ranking completo. 

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Como domesticar o urbano: Dom Project de Pedro Pitarch

Como domesticar o urbano: Dom Project de Pedro Pitarch - Imagem de Destaque
Generic Site Plan of a ‘Fictional Urban Development’ . Image Cortesía de Pedro Pitarch Architectures & Urbanisms

O modelo convencional de cidade estabelece limites muito claros e concretos entre o público e o privado. Nele, o que se define como “urbano” sempre correspondeu ao ambiente público, ao passo que o “doméstico” definia as fronteiras do privado. No entanto, as sociedades não são imunes à mudança e à evolução, e o mesmo se aplica ao urbanismo. Esses conceitos tradicionais do urbano e do doméstico estão se tornando obsoletos, transformando-se em concepções ampliadas e mais atualizadas. É precisamente em torno desse limite difuso, entre o que parece urbano e o que parece doméstico, que se constrói a nova esfera do público. 

Este é o leitmotiv da intervenção ‘Dom Project’: estabelecer um gradiente de espaços onde o urbano e o doméstico não sejam delimitados de forma tão clara, mas sim colonizem-se mutuamente, fazendo emergir certos usos e programas públicos dentro do ‘Bloco de Habitações’. O projeto foi apresentado no Concurso Internacional de Arquitetura ‘Open International Competition for Alternative Layout Designs in Standard Housing’, organizado pelo Ministério da Construção, Indústria, Habitação e Infraestrutura da Rússia juntamente com a Unified Development Institution in the Housing Sector e o escritório Strelka KB, obtendo o segundo lugar.

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Como a 'Malha Bluetooth' poderá mudar a forma como habitamos a arquitetura

Imagine luminárias que atuam como transmissores Bluetooth, permitindo que os smartphones ajudem os visitantes a encontrar o caminho em torno de um edifício. Imagine um sistema de iluminação que possa identificar a localização de pessoas e pontos físicos dentro do prédio. Imagine um sistema de automação que pode usar dados de ocupação e preferências pessoais para orquestrar um ambiente de construção otimizado e personalizado.

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O que é a beleza na arquitetura hoje - e porque temos medo dela?

Este artigo foi originalmente publicado na CommonEdge como "A Palavra com 'B': como um Conceito mais Universal de Beleza pode Remodelar a Arquitetura".

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Escritórios e espaços de trabalho: exemplos de projeto em planta

A distribuição funcional desempenha um papel fundamental no projeto contemporâneo de escritórios e ambientes de trabalho. Nesse sentido, o estudo da planta de arquitetura é uma forma interessante de abordagem; não apenas possibilita maior eficiência em termos de circulação e logística, mas também oferece exemplos de espaços de trabalho mais adequados às necessidades atuais. 

A seguir, reunimos mais de 50 exemplos de projetos para lhe inspirar, reconhecendo como diferentes arquitetos enfrentaram o desafio em diferentes escalas.

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“A geração de formas é semelhante à música – você tenta compor uma música e, de repente, a melodia surge”: Em conversa com Kevin Roche

O arquiteto estadunidense Kevin Roche faleceu na última sexta-feira, 1º de março, aos 96 anos. Nascido em 1922 em Dublin, Irlanda, ele se formou no University College Dublin (1945) e no Illinois Institute of Technology (1948). Em 1966, fundou o escritório Kevin Roche John Dinkeloo and Associates (KRJDA). Ele projetou mais de 200 edifícios, incluindo a reforma da Ala Americana do Metropolitan Museum of Art (2012), o Convention Centre em Dublin (2010), a Lafayette Tower em Washington DC (2009), a sede do J.P. Morgan em Manhattan (1992), o Central Park Zoo em Manhattan (1988), a sede do Knights of Columbus Building em New Haven (1969), a Fundação Ford em Manhattan (1968) e o Oakland Museum of California (1966). Em 1982, tornou-se o quarto laureado com o Prêmio Pritzker e, em 1993, recebeu a Medalha de Ouro do AIA. O trecho a seguir é de nossa entrevista de 2011, realizada no escritório do arquiteto em Hamden, Connecticut.

Asif Khan trará foco no futuro ao ICONIC AWARDS 2019: Innovative Architecture, do German Design Council

Com seus projetos delicados para estruturas espaciais e conceitos inovadores, Asif Khan é considerado um dos arquitetos mais instigantes do mundo. Ele construiu o Pavilhão Vantablack para os Jogos Olímpicos de Inverno de 2018 em PyeongChang, na Coreia do Sul – graças à nanotecnologia, a pintura inovadora do edifício absorve 99% da luz visível, o que cria uma impressão semelhante à vastidão do espaço.

Asif Khan trará foco no futuro ao ICONIC AWARDS 2019: Innovative Architecture, do German Design Council - Imagen 1 de 4Asif Khan trará foco no futuro ao ICONIC AWARDS 2019: Innovative Architecture, do German Design Council - Imagen 2 de 4Asif Khan trará foco no futuro ao ICONIC AWARDS 2019: Innovative Architecture, do German Design Council - Imagem de DestaqueAsif Khan trará foco no futuro ao ICONIC AWARDS 2019: Innovative Architecture, do German Design Council - Imagen 3 de 4Asif Khan trará foco no futuro ao ICONIC AWARDS 2019: Innovative Architecture, do German Design Council - Mais Imagens+ 2

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Kópera, uma ópera escrita por arquitetos/as, explora novas formas de fazer cidade em Madri

Um refletor ilumina uma janela que se abre em um edifício de Madri. Uma mulher se debruça. "Sou uma pomba jovem, bonita e cheia de sonhos", declama antes de começar a cantar Volare, o sucesso de flamenco dos anos 1980 do Gipsy Kings. Esta é uma de das cenas de Kópera, a ópera distópica escrita por arquitetos/as e organizações de bairro para a primeira edição do Imagina Madrid.

Em 2017, o programa de arte pública experimental da Prefeitura de Madri, coordenado pelo Intermediae, abriu uma convocatória para explorar novas formas de intervenção cultural no espaço público da capital espanhola. Entre 175 inscrições recebidas, um júri internacional selecionou ideias, fundiu equipes, redirecionou propostas e designou nove distritos da periferia madrilena. 

Kópera, uma ópera escrita por arquitetos/as, explora novas formas de fazer cidade em Madri - Image 4 of 4Kópera, uma ópera escrita por arquitetos/as, explora novas formas de fazer cidade em Madri - Image 9 of 4Kópera, uma ópera escrita por arquitetos/as, explora novas formas de fazer cidade em Madri - Image 12 of 4Kópera, uma ópera escrita por arquitetos/as, explora novas formas de fazer cidade em Madri - Image 16 of 4Kópera, uma ópera escrita por arquitetos/as, explora novas formas de fazer cidade em Madri - Mais Imagens+ 15

Estúdio do SCI-Arc explora trocas digital e fisicamente

Estúdio do SCI-Arc explora trocas digital e fisicamente - Imagem 1 de 4Estúdio do SCI-Arc explora trocas digital e fisicamente - Imagem 2 de 4Estúdio do SCI-Arc explora trocas digital e fisicamente - Imagem 3 de 4Estúdio do SCI-Arc explora trocas digital e fisicamente - Imagem 4 de 4Estúdio do SCI-Arc explora trocas digital e fisicamente - Mais Imagens+ 1

Com o início de um novo ano letivo, o SCI-Arc continua a expandir sua rede global de Iniciativas Satélites. Atuando como polos de experimentação e reunindo mentes de todo o mundo em simpósios únicos, exposições diversas e workshops, essas iniciativas oferecem novas oportunidades para engajar e testar as ideias de vanguarda do Instituto no cenário de cidades fora de seu contexto nativo em Los Angeles.

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Kevin Roche, aclamado designer da América do pós-guerra, falece aos 96 anos

Kevin Roche, o arquiteto irlando-americano e laureado com o Pritzker, cuja sensibilidade modernista transformou as instituições culturais e corporativas do pós-guerra nos Estados Unidos, faleceu de causas naturais em sua casa em Guilford, Connecticut. A notícia do falecimento de Roche foi publicada primeiramente no site de seu escritório, Kevin Roche John Dinkeloo and Associates, no final do dia 2 de março. Ele tinha 96 anos.

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Parque Santiaguito: um lugar de união e empoderamento comunitário

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ALL Arquitectura é um escritório mexicano que se concentra no desenvolvimento de projetos em escala urbana e arquitetônica por meio de dinâmicas que adotam o design participativo. Um deles é o projeto intitulado Quadra “LA DOCE”, uma iniciativa colaborativa que parte de uma rede e de uma proposta de mudança fundamentada na necessidade de desenvolver espaços públicos de qualidade em áreas vulneráveis de diversas cidades do mundo. A partir de uma atividade extremamente comum entre os habitantes, a ALL Arquitectura recorreu ao futebol como um elemento catalisador de design que convida a participar, observar e conviver.

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A missão urbana de falsa bandeira da Amazon: o que realmente está por trás do fiasco da HQ2

Este artigo foi originalmente publicado no CommonEdge como "An Amazon Correction: The City Won – and the Company isn't Going Anywhere."

O alvoroço em torno da Amazon precisa de esclarecimento: a empresa não está "se retirando de Nova York". Ela está apenas cancelando a construção de um campus físico em Long Island City, o bairro de crescimento mais rápido na cidade há quase uma década. O destino desse bairro reflete a tendência de desenvolvimento desmedido da metrópole e a suposição errônea de que construção é sinônimo de crescimento. No entanto, deixemos o panorama geral de lado por um momento.

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Nova loja da Nike em Nova Iorque busca inspirar confiança nos consumidores

A nova loja da Nike em Nova Iorque, localizada na Quinta Avenida, talvez seja a coisa mais próxima de um templo na era digital em que vivemos. Com mais de seis mil metros quadrados, ela atrai o olhar e simbolicamente supera os arranha-céus em meio aos quais se insere. A fachada é composta por painéis de vidro ondulado que geram um interessante jogo de reflexos e sombras visto tanto dentro quanto externamente. Não há ritual ou tradição, como nos templos da antiguidade, mas os aficionados pelos tênis da marca sente que finalmente encontraram o paraíso na terra.

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As melhores universidades para estudar arquitetura na América Latina

A Quacquarelli Symonds (QS) apresentou a edição de 2019 de seu tradicional ranking das melhores universidades do mundo no campo da arquitetura. Este ano, a UCL (University College London) assumiu a liderança, posto ocupado pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) dos Estados Unidos nas últimas quatro edições.

Na América Latina, instituições do Chile, Brasil e México ocupam as três primeiras posições, respectivamente. Veja as 10 melhores a seguir:

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Casas brasileiras: 14 residências com menos de 200m²

Projetar uma residência é uma experiência que certamente quase todos os arquitetos já experienciaram ou irão experienciar ao longo de sua carreira. No entanto, conciliar os pedidos dos novos moradores junto as exigências técnicas, acarretam em desafios diários, ora pelo baixo orçamento, ora pelas medidas reduzidas, que por vezes explanam um agente intrigante no exercício. Nesse contexto, frequentemente, arquitetos se encontram desafiados a maximizar o programa residencial num espaço reduzido.

Março no ArchDaily: Habitação

Março no ArchDaily: Habitação - Imagem 1 de 4
© ArchDaily

A declaração de Le Corbusier, "uma casa é uma máquina para viver", previu um futuro em que a casa se tornaria um produto de peças padronizadas e facilmente duplicáveis para uma cidade ideal, ao mesmo tempo que alcançaria seu objetivo funcional final: o bem-estar dos seus habitantes.

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Como Zena Howard usa o design para ajudar as cidades a se curarem

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O Museu Nacional de História e Cultura Afro-Americana do Smithsonian. Imagem © Brad Feinknopf

Este artigo foi publicado originalmente na Metropolis Magazine como "Game Changers: A arquiteta Zena Howard usa o design como cura urbana." A série anual Game Changers da Metropolis destaca profissionais do design que estão impulsionando a área.

A transformação de centros urbanos pode ser um processo lento quando baseada no engajamento comunitário. No entanto, nos próximos cinco a dez anos, bairros historicamente afro-americanos em Charlotte e Greenville, na Carolina do Norte; Miami; Vancouver; e Los Angeles passarão por grandes mudanças, graças à arquiteta Zena Howard, que lidera o setor de projetos culturais da Perkins+Will na Carolina do Norte.

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Um projeto vencedor (e desclassificado) para o Catálogo de Escolas Modulares na Serra do Peru

Recentemente foram divulgados os resultados do Concurso Nacional de Catálogos de Escolas Modulares no Peru, declarando por unanimidade uma mesma equipe vencedora para as cinco categorias em suas respectivas zonas bioclimáticas: Costa, Costa Chuvosa, Serra, Geadas e Selva. A grande surpresa foi que essa equipe resultou da integração de diversos escritórios de arquitetura de grande impacto no país, cujas propostas comprovam essa sinergia. O aspecto mais marcante foi que a união e a diversidade venceram em um concurso que busca justamente o mesmo por meio da arquitetura e da educação.

No entanto, há um detalhe importante que faz parte do processo deste concurso — e processos são caminhos a serem lembrados. O projeto desenvolvido pelos escritórios de arquitetura leonmarcial + Ghezzi Novak foi declarado pelo júri como o primeiro colocado na categoria Catálogo Serra; contudo, por não cumprir com a documentação exigida, foi desclassificado. Essa situação é comum em concursos de arquitetura, restando apenas respeitar o regulamento.

Além dos excelentes projetos que acabaram vencendo, o que acontece com as propostas que ficam pelo caminho? O que ocorre com todo esse material valioso? Eles também merecem visibilidade, pois representam esforços que deveriam alcançar algum desfecho. Temos interesse em difundir bons projetos de arquitetura e este, sem dúvida, por sua qualidade de vencedor, é um deles. 

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Quem deveria ganhar o Prêmio Pritzker 2019 - a opinião de nossos leitores

Se revisássemos a lista dos antigos vencedores do Prêmio Pritzker, provavelmente chegaríamos à conclusão de que não há uma diretriz clara que se mantem nas escolhas. Nas últimas três décadas, os arquitetos mais aclamados do planeta foram laureados e ajudaram a definir a discussão pública sobre as tendências e ideias atuais no mundo da arquitetura. Nesse sentido, os últimos anos não foram exceção: em 2014, por exemplo, o trabalho humanitário de Shigeru Ban desencadeou uma longa discussão sobre o papel social dos arquitetos; e em 2016 e 2018, a escolha do prêmio por Alejandro Aravena e Balkrishna Doshi continuou a nos lembrar que "os arquitetos estão a serviço da sociedade".

No entanto, assim como a escolha do Prêmio Pritzker pode definir o debate público, ela também pode ser influenciada pela opinião pública. Assim, há um mês, pedimos aos leitores latino-americanos do ArchDaily em espanhol e do ArchDaily Brasil que compartilhassem sua opinião sobre os possíveis vencedores. Perguntamos quem deveria ganhar o Prêmio Pritzker 2019 e oferecemos uma série de nomes de profissionais que, pensamos, podem ter uma chance. Os leitores também tinham a liberdade de elencar nomes que não estavam na lista - lembrando que a pergunta não era quem provavelmente ganharia o Pritzker, mas quem deveria ganhar.

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A Casa da Música e a Cidade das Artes: por uma monumentalidade

Em sua tese de doutorado, Guilherme Essvein de Almeida apresenta uma análise de duas importantes obras da arquitetura contemporânea: a Casa da Música do Porto projetado por Rem Koolhaas e a Cidade das Artes no Rio de Janeiro, da autoria de Christian de Portzamparc. A tese, defendida em 2018, foi orientada pelo Prof. Dr. Carlos Eduardo Dias Comas e faz parte do programa de pós-graduação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Veja abaixo o resumo informado pelo autor e o link para a tese completa.

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David Adjaye projeta primeiro pavilhão de Gana para a Bienal de Arte de Veneza

Enquanto a próxima edição da Bienal de Veneza para Arquitetura está há mais de um ano de distância, a edição de arte está próxima. Gana, país que participará pela primeira vez do maior evento de artes do mundo, anunciou o arquiteto responsável por seu pavilhão: ninguém menos que Sir David Adjaye.

O potencial da figura humana na representação da arquitetura

O potencial da figura humana na representação da arquitetura - Imagem de Destaque
© Frances Edith Cooper

O potencial da figura humana na representação da arquitetura - Image 1 of 4O potencial da figura humana na representação da arquitetura - Image 2 of 4O potencial da figura humana na representação da arquitetura - Image 3 of 4O potencial da figura humana na representação da arquitetura - Image 4 of 4O potencial da figura humana na representação da arquitetura - Mais Imagens+ 19

A figura humana é fundamental para entender a escala em ilustrações, imagens realistas, colagens e representações tridimensionais. No entanto, muitas vezes ela parece ser um dos últimos elementos a serem incorporados, quando deveria ser uma decisão premeditada, intrinsecamente relacionada ao projeto. Afinal, o que queremos transmitir além da escala?

6 Reflexões sobre materiais e construção: Decisões que melhoram a qualidade de vida das pessoas

Materiais, produtos e sistemas construtivos estão em constante evolução e seguem novas tecnologias, descobertas e tendências de mercado. A questão é: nós, como arquitetos, estamos evoluindo com eles? Lemos sobre robôs trabalhando em canteiros de obras, materiais responsivos e inteligentes e o contínuo aumento da impressão 3D, mas será que tudo isso se torna ruído branco quando se inicia um novo projeto? Mais importante ainda, esses novos sistemas poderiam continuar progredindo sem levar em conta a qualidade de vida das pessoas, com sensibilidade e eficácia? 

Como devemos usar os materiais - tanto em suas formas tradicionais quanto em suas futuras concepções - para que nossos projetos estejam contribuindo de maneira relevante para como estamos habitando nosso planeta?

Para evoluir, precisamos saber como. Então vale a pena começar uma discussão sobre esses assuntos.

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