Os escritórios colombianos Urbanittá e Lumaa conquistaram o primeiro lugar no concurso para o projeto do parque recreativo Comfamiliar em Huila, Colômbia.
A iniciativa faz parte da missão da organização de ampliar a cobertura de seus serviços de lazer na região sul do departamento. Para isso, planeja-se a construção de um centro de recreação em Pitalito, caracterizado por sua localização estratégica em relação a atrações turísticas e culturais como o deserto da Tatacoa e os parques arqueológicos de San Agustín, Alto de los Ídolos e Alto de las Piedras.
Arata Isozaki, laureado com o Prêmio Pritzker de 2019, construiu mais de uma centena de edifícios clássicos ao longo de seus quase 60 anos de prática profissional, exercendo um profundo impacto no campo da arquitetura e no design internacional.
Sua obra combina múltiplos estilos — da construção convencional ao high-tech, da arquitetura orgânica ao brutalismo —, atraindo os olhares de todo o mundo por meio de volumetrias dinâmicas e de um uso expressivo dos materiais.
Selecionamos fotografias de 23 usuários do Instagram que ilustram a arte arquitetônica de Arata Isozaki:
Hoje, o arquiteto e teórico japonês Arata Isozaki foi anunciado como o vencedor do Prêmio Pritzker deste ano, o prêmio mais conceituado do mundo da arquitetura. Desde os anos 60, Isozaki vem apresentando excelentes e inovadoras ideias em seus trabalhos, influenciando os profissionais orientais com uma abordagem inovadora que tem suas raízes no Japão. O arquiteto de 87 anos possui vários projetos construídos de diferentes escalas em todo o mundo - de Tóquio e Xangai a Barcelona e Qatar. Então, vamos dar uma olhada na imensa lista de projetos de Arata Isozaki e recriar o caminho de desenvolvimento profissional do arquiteto desde seus primeiros trabalhos.
O vencedor do Prêmio Pritzker 2019, Arata Isozaki, tem uma vida profissional de mais de cinco décadas; muitas de suas obras são considerados clássicos da arquitetura devido à sua influência e impacto no meio internacional.
Seu trabalho combina vários estilos, do vernacular ao tecnológico, do orgânico ao brutalista, o que rende aos seus projetos uma aparência escultórica inegavelmente fotogênica. Com tamanha riqueza, não é de admirar que pessoas de todo o mundo queiram fotografar seus edifícios.
Selecionamos 23 das mais belas fotos do trabalho de Isozaki publicadas no Instagram por usuários em todo o mundo. Veja nossa seleção, a seguir:
https://www.archdaily.com.br/pt/912608/a-obra-de-arata-isozaki-no-instagram-uma-selecao-das-melhores-fotografiasAD Editorial Team
A carreira prolífica e variada de Arata Isozaki, vencedor do Prêmio Pritzker de 2019, inclui mais de 100 obras construídas em praticamente todos os continentes e nos oferece uma grande quantidade de informações relevantes para entender sua vida e arquitetura. Considerado o primeiro arquiteto japonês a desenvolver seu trabalho em uma escala verdadeiramente global, Isozaki mostra um cuidado especial em responder ao contexto e aspectos específicos de cada projeto, ampliando a noção de heterogeneidade em seu trabalho, o que resulta em uma variedade de estilos, do vernáculo ao tecnológico.
Conheça, a seguir, 20 fatos fascinantes sobre Arata Isozaki:
Nesta edição, a Bartlett School of Architecture da UCL (University College London) foi nomeada a melhor universidade para estudar arquitetura, ocupando o lugar do MIT, que liderou o ranking nos últimos quatro anos.
O modelo convencional de cidade estabelece limites muito claros e concretos entre o público e o privado. Nele, o que se define como “urbano” sempre correspondeu ao ambiente público, ao passo que o “doméstico” definia as fronteiras do privado. No entanto, as sociedades não são imunes à mudança e à evolução, e o mesmo se aplica ao urbanismo. Esses conceitos tradicionais do urbano e do doméstico estão se tornando obsoletos, transformando-se em concepções ampliadas e mais atualizadas. É precisamente em torno desse limite difuso, entre o que parece urbano e o que parece doméstico, que se constrói a nova esfera do público.
Este é o leitmotiv da intervenção ‘Dom Project’: estabelecer um gradiente de espaços onde o urbano e o doméstico não sejam delimitados de forma tão clara, mas sim colonizem-se mutuamente, fazendo emergir certos usos e programas públicos dentro do ‘Bloco de Habitações’. O projeto foi apresentado no Concurso Internacional de Arquitetura ‘Open International Competition for Alternative Layout Designs in Standard Housing’, organizado pelo Ministério da Construção, Indústria, Habitação e Infraestrutura da Rússia juntamente com a Unified Development Institution in the Housing Sector e o escritório Strelka KB, obtendo o segundo lugar.
Imagine luminárias que atuam como transmissores Bluetooth, permitindo que os smartphones ajudem os visitantes a encontrar o caminho em torno de um edifício. Imagine um sistema de iluminação que possa identificar a localização de pessoas e pontos físicos dentro do prédio. Imagine um sistema de automação que pode usar dados de ocupação e preferências pessoais para orquestrar um ambiente de construção otimizado e personalizado.
https://www.archdaily.com.br/pt/912441/como-a-malha-bluetooth-podera-mudar-a-forma-como-habitamos-a-arquiteturaDavid Hakimi
A distribuição funcional desempenha um papel fundamental no projeto contemporâneo de escritórios e ambientes de trabalho. Nesse sentido, o estudo da planta de arquitetura é uma forma interessante de abordagem; não apenas possibilita maior eficiência em termos de circulação e logística, mas também oferece exemplos de espaços de trabalho mais adequados às necessidades atuais.
A seguir, reunimos mais de 50 exemplos de projetos para lhe inspirar, reconhecendo como diferentes arquitetos enfrentaram o desafio em diferentes escalas.
O arquiteto estadunidense Kevin Roche faleceu na última sexta-feira, 1º de março, aos 96 anos. Nascido em 1922 em Dublin, Irlanda, ele se formou no University College Dublin (1945) e no Illinois Institute of Technology (1948). Em 1966, fundou o escritório Kevin Roche John Dinkeloo and Associates (KRJDA). Ele projetou mais de 200 edifícios, incluindo a reforma da Ala Americana do Metropolitan Museum of Art (2012), o Convention Centre em Dublin (2010), a Lafayette Tower em Washington DC (2009), a sede do J.P. Morgan em Manhattan (1992), o Central Park Zoo em Manhattan (1988), a sede do Knights of Columbus Building em New Haven (1969), a Fundação Ford em Manhattan (1968) e o Oakland Museum of California (1966). Em 1982, tornou-se o quarto laureado com o Prêmio Pritzker e, em 1993, recebeu a Medalha de Ouro do AIA. O trecho a seguir é de nossa entrevista de 2011, realizada no escritório do arquiteto em Hamden, Connecticut.
Com seus projetos delicados para estruturas espaciais e conceitos inovadores, Asif Khan é considerado um dos arquitetos mais instigantes do mundo. Ele construiu o Pavilhão Vantablack para os Jogos Olímpicos de Inverno de 2018 em PyeongChang, na Coreia do Sul – graças à nanotecnologia, a pintura inovadora do edifício absorve 99% da luz visível, o que cria uma impressão semelhante à vastidão do espaço.
Um refletor ilumina uma janela que se abre em um edifício de Madri. Uma mulher se debruça. "Sou uma pomba jovem, bonita e cheia de sonhos", declama antes de começar a cantar Volare, o sucesso de flamenco dos anos 1980 do Gipsy Kings. Esta é uma de das cenas de Kópera, a ópera distópica escrita por arquitetos/as e organizações de bairro para a primeira edição do Imagina Madrid.
Em 2017, o programa de arte pública experimental da Prefeitura de Madri, coordenado pelo Intermediae, abriu uma convocatória para explorar novas formas de intervenção cultural no espaço público da capital espanhola. Entre 175 inscrições recebidas, um júri internacional selecionou ideias, fundiu equipes, redirecionou propostas e designou nove distritos da periferia madrilena.
Com o início de um novo ano letivo, o SCI-Arc continua a expandir sua rede global de Iniciativas Satélites. Atuando como polos de experimentação e reunindo mentes de todo o mundo em simpósios únicos, exposições diversas e workshops, essas iniciativas oferecem novas oportunidades para engajar e testar as ideias de vanguarda do Instituto no cenário de cidades fora de seu contexto nativo em Los Angeles.
Kevin Roche, o arquiteto irlando-americano e laureado com o Pritzker, cuja sensibilidade modernista transformou as instituições culturais e corporativas do pós-guerra nos Estados Unidos, faleceu de causas naturais em sua casa em Guilford, Connecticut. A notícia do falecimento de Roche foi publicada primeiramente no site de seu escritório, Kevin Roche John Dinkeloo and Associates, no final do dia 2 de março. Ele tinha 96 anos.
ALL Arquitectura é um escritório mexicano que se concentra no desenvolvimento de projetos em escala urbana e arquitetônica por meio de dinâmicas que adotam o design participativo. Um deles é o projeto intitulado Quadra “LA DOCE”, uma iniciativa colaborativa que parte de uma rede e de uma proposta de mudança fundamentada na necessidade de desenvolver espaços públicos de qualidade em áreas vulneráveis de diversas cidades do mundo. A partir de uma atividade extremamente comum entre os habitantes, a ALL Arquitectura recorreu ao futebol como um elemento catalisador de design que convida a participar, observar e conviver.
O alvoroço em torno da Amazon precisa de esclarecimento: a empresa não está "se retirando de Nova York". Ela está apenas cancelando a construção de um campus físico em Long Island City, o bairro de crescimento mais rápido na cidade há quase uma década. O destino desse bairro reflete a tendência de desenvolvimento desmedido da metrópole e a suposição errônea de que construção é sinônimo de crescimento. No entanto, deixemos o panorama geral de lado por um momento.
Cortesia de Nicholas Calcott, via Metropolis Magazine
A nova loja da Nike em Nova Iorque, localizada na Quinta Avenida, talvez seja a coisa mais próxima de um templo na era digital em que vivemos. Com mais de seis mil metros quadrados, ela atrai o olhar e simbolicamente supera os arranha-céus em meio aos quais se insere. A fachada é composta por painéis de vidro ondulado que geram um interessante jogo de reflexos e sombras visto tanto dentro quanto externamente. Não há ritual ou tradição, como nos templos da antiguidade, mas os aficionados pelos tênis da marca sente que finalmente encontraram o paraíso na terra.
A Quacquarelli Symonds (QS) apresentou a edição de 2019 de seu tradicional ranking das melhores universidades do mundo no campo da arquitetura. Este ano, a UCL (University College London) assumiu a liderança, posto ocupado pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) dos Estados Unidos nas últimas quatro edições.
Na América Latina, instituições do Chile, Brasil e México ocupam as três primeiras posições, respectivamente. Veja as 10 melhores a seguir:
Projetar uma residência é uma experiência que certamente quase todos os arquitetos já experienciaram ou irão experienciar ao longo de sua carreira. No entanto, conciliar os pedidos dos novos moradores junto as exigências técnicas, acarretam em desafios diários, ora pelo baixo orçamento, ora pelas medidas reduzidas, que por vezes explanam um agente intrigante no exercício. Nesse contexto, frequentemente, arquitetos se encontram desafiados a maximizar o programa residencial num espaço reduzido.
A declaração de Le Corbusier, "uma casa é uma máquina para viver", previu um futuro em que a casa se tornaria um produto de peças padronizadas e facilmente duplicáveis para uma cidade ideal, ao mesmo tempo que alcançaria seu objetivo funcional final: o bem-estar dos seus habitantes.
A transformação de centros urbanos pode ser um processo lento quando baseada no engajamento comunitário. No entanto, nos próximos cinco a dez anos, bairros historicamente afro-americanos em Charlotte e Greenville, na Carolina do Norte; Miami; Vancouver; e Los Angeles passarão por grandes mudanças, graças à arquiteta Zena Howard, que lidera o setor de projetos culturais da Perkins+Will na Carolina do Norte.
https://www.archdaily.com.br/pt/1119082/como-zena-howard-usa-o-design-para-ajudar-as-cidades-a-se-curaremJ. Michael Welton
Vista_Panorámica. Image Cortesía de leonmarcial + Ghezzi Novak
Recentemente foram divulgados os resultados do Concurso Nacional de Catálogos de Escolas Modulares no Peru, declarando por unanimidade uma mesma equipe vencedora para as cinco categorias em suas respectivas zonas bioclimáticas: Costa, Costa Chuvosa, Serra, Geadas e Selva. A grande surpresa foi que essa equipe resultou da integração de diversos escritórios de arquitetura de grande impacto no país, cujas propostas comprovam essa sinergia. O aspecto mais marcante foi que a união e a diversidade venceram em um concurso que busca justamente o mesmo por meio da arquitetura e da educação.
No entanto, há um detalhe importante que faz parte do processo deste concurso — e processos são caminhos a serem lembrados. O projeto desenvolvido pelos escritórios de arquitetura leonmarcial + Ghezzi Novak foi declarado pelo júri como o primeiro colocado na categoria Catálogo Serra; contudo, por não cumprir com a documentação exigida, foi desclassificado. Essa situação é comum em concursos de arquitetura, restando apenas respeitar o regulamento.
Além dos excelentes projetos que acabaram vencendo, o que acontece com as propostas que ficam pelo caminho? O que ocorre com todo esse material valioso? Eles também merecem visibilidade, pois representam esforços que deveriam alcançar algum desfecho. Temos interesse em difundir bons projetos de arquitetura e este, sem dúvida, por sua qualidade de vencedor, é um deles.
Se revisássemos a lista dos antigos vencedores do Prêmio Pritzker, provavelmente chegaríamos à conclusão de que não há uma diretriz clara que se mantem nas escolhas. Nas últimas três décadas, os arquitetos mais aclamados do planeta foram laureados e ajudaram a definir a discussão pública sobre as tendências e ideias atuais no mundo da arquitetura. Nesse sentido, os últimos anos não foram exceção: em 2014, por exemplo, o trabalho humanitário de Shigeru Ban desencadeou uma longa discussão sobre o papel social dos arquitetos; e em 2016 e 2018, a escolha do prêmio por Alejandro Aravena e Balkrishna Doshi continuou a nos lembrar que "os arquitetos estão a serviço da sociedade".
No entanto, assim como a escolha do Prêmio Pritzker pode definir o debate público, ela também pode ser influenciada pela opinião pública. Assim, há um mês, pedimos aos leitores latino-americanos do ArchDaily em espanhol e do ArchDaily Brasil que compartilhassem sua opinião sobre os possíveis vencedores. Perguntamos quem deveria ganhar o Prêmio Pritzker 2019 e oferecemos uma série de nomes de profissionais que, pensamos, podem ter uma chance. Os leitores também tinham a liberdade de elencar nomes que não estavam na lista - lembrando que a pergunta não era quem provavelmente ganharia o Pritzker, mas quem deveria ganhar.
https://www.archdaily.com.br/pt/912405/quem-deveria-ganhar-o-premio-pritzker-2019-a-opiniao-de-nossos-leitoresArchDaily Team