A Filarmônica de Berlim de Hans Scharoun é um dos edifícios mais importantes construídos durante o século XX na capital alemã. A estrutura de estilo expressionista, com sua fachada em cores vivas, é a primeira desse tipo projetada pelo renomado arquiteto alemão, além de ser seu edifício mais famoso. O projeto de Scharoun interpreta ritmo e música como arquitetura, tanto conceitual como fisicamente.
O fotógrafo de arquitetura Bahaa Ghoussainy explora a arquitetura única de Scharoun destacando a dramática geometria angular da sala de concertos, a vibrante fachada em tons de amarelo e o singular jogo de linhas e formas.
A obra do escritório catalão Barozzi Veiga é explorada a partir da tensão entre tradição e invenção na arquitetura, neste artigo de João Paulo Rapagão, publicado através da parceria com a AMAG.
https://www.archdaily.com.br/pt/923718/entre-tradicao-e-invencao-da-arquitetura-a-obra-de-barozzi-veigaJoão Paulo Rapagão
Ao longo do ano passado, vêm ganhando força os conceitos de Smart Homes (+ 160% A / A) e Domótica (+ 450% A / A), termos que definem automação e conectividade entre dispositivos encontrados dentro de residências, e que constituem as unidades básicas do crescente conceito das Cidades Inteligentes.
Já sabemos que, a partir de suas diferentes possibilidades de projeto, uma rampa permite superar as barreiras físicas nas áreas urbanas e arquitetônicas.
Apesar de consistir basicamente de uma superfície contínua que vence uma diferença de altura, com um determinada inclinação, é necessário destacar uma série de especificações construtivas e, como sabemos, as normativas mínimas relativas ao desenho das rampas variam em cada local. Os seguintes esclarecimentos pretendem auxiliar e determinar as dimensões apropriadas para rampas gerais confortáveis e eficientes para todos, a partir de considerações de acessibilidade universal.
Até que ponto a inclinação de uma rampa pode variar? Como determinar sua largura e espaços de manobra? Quais considerações existem para os corrimãos? Revise alguns exemplos de cálculo e desenho para diferentes rampas, abaixo.
REGINO, A.; PERRONE, R. Eduardo Augusto Kneese de Mello: sua contribuição para habitação coletiva em São Paulo. Risco: Revista de Pesquisa em Arquitetura e Urbanismo (Online), n. 9, p. 56-97, 1 jan. 2009 - Editada.. Image Cortesia de PC3 - Pensamento Crítico e Cidade Contemporânea
Imaginado como um grande empreendimento residencial numa área de expansão da cidade de São Paulo, o Conjunto Residencial Jardim Ana Rosa iniciou seu projeto de loteamento em 1950, na região da Vila Mariana, em frente ao Largo Ana Rosa. O empreendimento, realizado pelo Banco Hipotecário Lar Brasileiro contava com a participação de vários arquitetos proeminentes em São Paulo no momento, como Abelardo de Souza, Plínio Croce, Roberto Aflalo e Salvador Cândia. Em sua versão inicial, o projeto previa alguns edifícios lindeiros à Av. Vergueiro e a maior parte da área destinada a residências unifamiliares.
https://www.archdaily.com.br/pt/922512/cadernos-de-habitacao-coletiva-edificios-guapira-e-hicatuPC3 - Pensamento Crítico e Cidade Contemporânea
Figura 1. Diagrama de estructura de los 10 criterios de diseño para edificios (Fuente: elaboración propia). Image Cortesía de Dra. María Beatriz Piderit M.- Ms. Matías Tapia Maureira
A seguinte pesquisa, desenvolvida no Mestrado em Habitat Sustentável e Eficiência Energética da Universidad del Bío-Bío por C. Matías Tapia Maureira e María Beatriz Piderit M., aborda a integração de critérios de resiliência e sustentabilidade para o projeto de edifícios educacionais no Chile. Leia uma síntese a seguir.
https://www.archdaily.com.br/pt/1120521/criterios-de-resiliencia-para-o-projeto-de-edificios-educacionais-no-chileMaría Beatriz Piderit M. y Matías Tapia Maureira
É de vital importância que os arquitetos compreendam de estruturas para tornarem seus desenhos possíveis e, mais importante, para que possam ter subsídios para debater com engenheiros calculistas, em busca das melhores soluções para a obra. Um pré-dimensionamento estrutural torna-se fundamental para o lançamento inicial dos componentes estruturais, observando-se as restrições e possibilidades dos espaços.
https://www.archdaily.com.br/pt/891672/aprenda-a-pre-dimensionar-uma-estrutura-em-concreto-armadoJoão Carlos Souza
Deslocar-se pelas cidades é requisito básico para o acesso e o desenvolvimento da maioria das atividades humanas. São viagens diárias entre residência e trabalho, estudo, lazer, ou outros compromissos cotidianos. E nem sempre são feitas com as melhores condições de conforto, seja em transportes lotados ou congestionamentos. Mobilidade urbana é um tema muito atual e bastante debatido, desde rodas de conversas informais até seminários técnicos e científicos. É difícil encontrar alguém que não tenha uma opinião formada sobre o assunto ou alguma solução milagrosa para os problemas de sua cidade ou região. Já postamos no site diversos artigos sobre o assunto, sejam de propostas utópicas até questões relacionadas ao cotidiano da maior parte da população.
Oficina em Osasco na comunidade Esperança com plantio de mudas para a futura praça. Foto: Alberto Ricci, maio de 2019.
De acordo com dados divulgados pela Organização das Nações Unidas (ONU, 2017), a população mundial atingiu 7,6 bilhões de habitantes, sendo que mais da metade (54%) vive em áreas urbanas. No Brasil, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, 2010) são 84,4% de pessoas morando em cidades.
https://www.archdaily.com.br/pt/923775/projetar-para-quem-uma-reflexao-necessariaDébora Sanches e Viviane Manzione Rubio
Open More Doors é uma seção do ArchDaily em parceria com o MINI Clubman que leva você aos bastidores dos escritórios de arquitetura mais inovadores do mundo por meio de entrevistas em vídeo instigantes e uma galeria de fotos exclusiva dos espaços de trabalho de cada estúdio.
Este mês, conversamos com o escritório de arquitetura italiano Supervoid para discutir suas estratégias de projeto e como elas ajudaram a desenvolver o espaço interno de sua própria sede.
Quando o renomado arquiteto Michael Graves contraiu um vírus misterioso em 2003, um novo capítulo de sua vida se iniciou. Paralisado do peito para baixo, o pioneiro do pós-modernismo passaria a depender de uma cadeira de rodas pelo resto de seus dias. Seria compreensível pensar que, após lutar pela vida, passar por oito hospitais e quatro clínicas de reabilitação e se deparar com o uso permanente de uma cadeira de rodas, os dias mais influentes de Graves como arquiteto estivessem no passado. Contudo, não foi isso o que aconteceu. Pelo contrário, ele canalizou sua nova realidade para projetar uma série de hospitais inovadores, centros de reabilitação e outros projetos até sua morte em 2015. Seu objetivo era melhorar a qualidade de vida dos usuários por meio de uma nova compreensão do cotidiano de quem utiliza cadeiras de rodas, focando em detalhes que os/as profissionais da arquitetura antes ignoravam ou simplesmente não percebiam.
https://www.archdaily.com.br/pt/1070631/quando-o-a-arquiteto-a-passa-a-usar-cadeira-de-rodasNiall Patrick Walsh
A CityMakers está trabalhando em parceria com o ArchDaily para publicar uma série de artigos, conversas e entrevistas com os/as diferentes agentes da coprodução de cidades por trás do Barcelona CityMakers Lab 2019, evento que acontecerá de 14 a 20 de outubro.
Nesta oportunidade, conversamos com Salvador Rueda, diretor da Agência de Ecologia Urbana de Barcelona, que ministrará uma Masterclass no Barcelona CityMakers Lab 2019 abordando os desafios da aplicação do Plano de Mobilidade Urbana Sustentável de Barcelona baseado em “superquarteirões”.
O estímulo visual que disparou a presente pesquisa[1] foi a insinuante ambiguidade da letra m/h. Menos glamorosos que os de beira de estrada, os motéis hotéis são um convite econômico para uma experiência de realização sexual. Para dar conta de sua complexidade tanto material como intangível, o trabalho se constrói como uma ficção. Assim, a narradora inventou nos motéis hotéis um potencial de revelar outras partes componentes dela própria ‑ como se estes lugares, por também serem ambíguos e incógnitos, permitissem este encontro. Num processo simultâneo de libertação e frustração, as múltiplas narradoras se agenciam.
https://www.archdaily.com.br/pt/923708/moteis-hoteis-entre-estranhamentos-e-familiaridadesMarian Rosa van Bodegraven
Na última semana, milhares de focos de incêndio na Amazônia brasileira atraíram atenção global na imprensa e nas mídias sociais, onde a hashtag #PrayForAmazonia foi mencionada mais de 150 mil vezes em um único dia. Mas o que os dados de satélite podem nos dizer sobre o que realmente está acontecendo nas florestas brasileiras?
https://www.archdaily.com.br/pt/923850/o-que-os-mapas-revelam-sobre-as-queimadas-na-amazoniaMikaela Weisse e Sarah Ruiz
Proporcionando aconchego e uma estética moderna, mas ainda artesanal, a madeira sempre será uma excelente opção ao escolher revestimentos para espaços internos ou na fabricação de móveis. No entanto, como escolher o revestimento correto para um projeto específico?
Reunimos uma série de revestimentos com diferentes aparências, formatos e sistemas de instalação, identificando suas características e diferenças para ajudar você a selecionar o material correto. Ripas ou painéis? Melamina, Trupán ou Pinus Radiata? Aparência natural ou pigmentos coloridos? Compare 8 opções distintas a seguir.
Tecelãs na escadaria da Bauhaus, 1927. De cima para baixo: Gunta Stölzl (esquerda), Ljuba Monastirskaja (direita), Grete Reichardt (esquerda), Otti Berger (direita), Elisabeth Müller (suéter estampado claro), Rosa Berger (suéter escuro), Lis Beyer-Volger (centro, colarinho branco), Lena Meyer-Bergner (esquerda), Ruth Hollós (extrema direita) e Elisabeth Oestreicher.. Imagem: Fotografia de T. Lux Feininger; coleção do Bauhaus-Archiv Berlin
A Bauhaus foi fundada sob a promessa de igualdade de gênero, mas as mulheres da escola tiveram que lutar por reconhecimento. Um novo livro relata as conquistas e os talentos de 45 mulheres da Bauhaus.
Após o fim da Primeira Guerra Mundial, um espírito de otimismo e uma atmosfera de euforia dominavam a Alemanha. Graças a um novo governo republicano e ao sufrágio feminino, a nação devastada pela guerra vivenciava um recomeço radical.
Como parte dessa onda de ruptura com as convenções, em 1919 o arquiteto alemão Walter Gropius assumiu a liderança do que viria a ser a lendária Bauhaus. Inicialmente, ele declarou que haveria “igualdade absoluta” entre estudantes de ambos os sexos.
Para tornar as cidades mais amigáveis aos pedestres, o desenvolvimento de um sistema completo de sinalização é uma das melhorias mais rápidas, simples e transformadoras que se pode adotar — como demonstram iniciativas como a Legible London, a WalkNYC em Nova York, ou a Rio on Foot no Rio de Janeiro.
Mapacadé um site que oferece downloads de arquivos .dwg de dezenas de cidades. Com 200 metrópoles em seu banco de dados, os fundadores da plataforma compartilharam conosco um conjunto com as maiores cidades do Brasil, Portugal e do mundo.
Os arquivos contêm layers com polilinhas fechadas de edifícios, ruas, rodovias, limites de cidade e dados geográficos - tudo pronto para uso em programas CAD como Autocad, Rhino, BricsCad e SketchUp.
Design:ED Podcast traz um olhar por dentro do campo da arquitetura sob a perspectiva de personalidades que lideram o setor. Esta série motivacional oferece uma visão única sobre a construção de uma carreira de sucesso no design, desde as origens humildes até o reconhecimento mundial. A cada semana, convidados compartilham os altos e baixos de suas trajetórias rumo ao sucesso, inspirando profissionais em todas as etapas da carreira. Ouvir suas histórias proporciona um roteiro precioso para quem busca progredir profissionalmente e elevar o nível de seu trabalho.
Neste episódio doDesign:ED Podcast, o apresentador Aaron Prinz conversa com Kengo Kuma sobre os motivos que o levaram a escolher a arquitetura, as dificuldades que arquitetos e arquitetas enfrentam ao abrir o próprio escritório e como a formação multicultural influenciou seu trabalho.
O desenho dos espaços educacionais talvez seja uma das áreas mais instigantes da arquitetura. É, também, uma das que mais precisamos desenvolver. Projetar uma escola vai muito além de dimensionar salas de aula e áreas administrativas, envolve pensar espaços de convívio e troca, conectar (ou não) determinados espaços, definir estratégias de iluminação e ventilação, estudar as cores, para mencionar apenas algumas das questões implicadas.
O ar condicionado não é apenas algo caro; também é terrível para o meio ambiente. Contabilizando 10% do consumo global de energia atualmente, o resfriamento dos ambientes foi responsável, somente em 2016, pela emissão de 1.045 toneladas de CO2. Espera-se que este número aumente, com a Agência Internacional de Energia estimando que o resfriamento atingirá 37% da demanda total de energia do mundo até 2050.
A representação da arquitetura, assim como a maioria das áreas que constituem a disciplina, tem acompanhado o galopante desenvolvimento de novas tecnologias de desenho, projeto e imagem, e a problemática da representação dos espaços – construídos ou não – continua sento uma pauta importante no debate da arquitetura contemporânea, assim como fora com a arquitetura moderna.
Ainda na primeira metade do século XX, em 1948, o arquiteto, urbanista, historiador e crítico Bruno Zevi publicou seu seminal trabalho intitulado Saper vedere l'architettura, traduzido para o português como Saber ver a arquitetura, em que, dedica um capítulo inteiro à questão das representações da arquitetura. Tomando como referência obras como a Casa da Cascata, de Frank Lloyd Wright, e a Basílica de São Pedro, de Michelangelo, Zevi define alguns meios usados por arquitetos para a representação do espaço construído.
As tendências de design são frequentemente resultado de influências culturais estrangeiras, criações de vanguarda e soluções inovadoras para as necessidades em constante evolução das pessoas. Embora o mundo do design pareça um grande tabuleiro, algumas cidades conseguiram ganhar notoriedade com seus projetos recentes.
Como parte de sua lista anual de cidades com design inovador, a revista Metropolis destacou 10 cidades em 5 continentes com projetos intrigantes que harmonizaram o urbanismo contemporâneo com influências tradicionais.
O bambu é um material construtivo utilizado desde a antiguidade em diferentes edificações que demonstraram sua superioridade frente a materiais modernos como o plástico e o aço, graças a uma infinidade de vantagens, sem esquecer o incomparável fator estético que o posicionou como uma das maiores tendências arquitetônicas do momento.