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Todas as cidades precisam ser inteligentes?

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“Todos os problemas podem ser resolvidos com tecnologia.”

O quão acertada (ou não) parece essa afirmação? Enquanto escrevia este artigo, meu editor eletrônico de texto apontou que as três primeiras palavras dessa frase estavam incorretas, e me sugeriu trocar por “A quão acertada”. Ele se engana, a frase está correta.

Ecatepec de Morelos: fragmentos da periferia na Cidade do México por Zaickz Moz

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Ecatepec de Morelos: fragmentos da periferia na Cidade do México por Zaickz Moz - Imagem 1 de 4Ecatepec de Morelos: fragmentos da periferia na Cidade do México por Zaickz Moz - Imagem 2 de 4Ecatepec de Morelos: fragmentos da periferia na Cidade do México por Zaickz Moz - Imagem 3 de 4Ecatepec de Morelos: fragmentos da periferia na Cidade do México por Zaickz Moz - Imagem 4 de 4Ecatepec de Morelos: fragmentos da periferia na Cidade do México por Zaickz Moz - Mais Imagens+ 2

Periferia: Ecatepec de Morelos, é um projeto do/a fotógrafo/a emergente Zaickz Moz que surge para realizar um registro fotográfico de como as bordas da Cidade do México têm se transformado, além de lançar um olhar sobre as estéticas que emergem em zonas como Chalco, Nezahualcóyotl ou Naucalpan. Projetos como Soy de Azteca lançaram luz sobre territórios esquecidos, buscando repensar as expressões de comunidade e identidade da periferia da Cidade do México, que se mostra cada vez mais difusa e transborda para além de seus limites geográficos.

Onde as crianças brincarão? Como projetar cidades estimulantes e seguras para a infância

Cities for Play é um projeto cujo objetivo principal é de inspirar arquitetos, urbanistas e planejadores urbanos a criarem cidades estimulantes, respeitosas e acessíveis às crianças.

Natalia Krysiak é uma arquiteta australiana que acredita que as necessidades das crianças devem ser colocadas como ponto central no desenho urbano para assegurar comunidades resilientes e sustentáveis. Em 2017, criou Cities for Play que estuda exemplos de cidades que se preocupam em proporcionar ambientes que são capazes de promover a saúde e o bem-estar (físico e emocional) das crianças com foco nas brincadeiras e na "mobilidade ativa" de espaços públicos. 

Biofília: trazendo a natureza para dentro de casa

Um bom projeto de interiores começa com o mapeamento das demandas específicas de seus possíveis usuários. Conscientes das necessidades físicas, psicológicas e emocionais das pessoas, os projetistas buscam desenvolver soluções espaciais específicas que possam impactar positivamente na vida destas pessoas, promovendo qualidade de vida, segurança e bem-estar. Uma das principais tendências no design de interiores contemporâneo é a biofilia, uma abordagem holística que surge da observação e incorporação da natureza ao design.

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Interiores de museus: como o design pode interagir com a arte

Os espaços internos de museus, por meio de exposições, constroem narrativas que atribuem lógica e sentido (em outros contextos talvez não existentes) aos objetos expostos. Isto é, os recursos utilizados em uma mostra são capazes de conferir significados à medida em que são estabelecidas as conexões não só entre as peças expostas, mas também entre o projeto expográfico e a obra de arte.

A tecnologia por trás do hotel modular mais alto do mundo

Danny Forster, do programa Build it Bigger, explica como o NexoTek — com o V-Ray para SketchUp e o Chaos Cloud — o ajudou a projetar e apresentar o hotel modular mais alto do mundo.

Atualmente em construção na cidade de Nova York, o AC Hotel New York NoMad, da Marriott, está prestes a fazer história como o hotel modular mais alto do mundo. O edifício de 26 pavimentos e 168 quartos foi pré-fabricado e montado na Polônia antes de cruzar o Atlântico rumo a Nova York, onde as equipes de obra conseguirão montar um andar inteiro em menos de uma semana.

7 Filmes em que os interiores assumem papel de protagonista

O recente sucesso de Parasita, premiado filme do cineasta coreano Bong Joon Ho, trouxe para o foco da crítica de cinema a relevância da arquitetura e dos espaços interiores. Como poucos filmes conseguem fazer, a obra-prima de Ho borrou os limites entre os dois campos disciplinares a ponto de podermos afirmar, sem exageros, que a arquitetura não está lá apenas como cenário, mas assume papel de protagonista em muitas cenas.

Coronavírus: o fim dos escritórios?

Ao longo dos últimos três meses, o COVID-19 se espalhou rapidamente pelos quatro cantos do mundo, ultrapassando a marca de 114 países com casos confirmados até a última quarta-feira dia 11 de Março de 2020, tirando a vida de quase 5.000 pessoas até o momento, números que tendem a aumentar exponencialmente ao longo das próximas semanas.

Mas, se pudéssemos deixar de lado por um momento a gravidade desta situação, a pandemia de coronavírus – de maneira pouco ortodoxa – está nos fazendo refletir sobre o futuro das relações de trabalho no mundo. Milhões de pessoas estão sendo forçadas à trabalhar de casa, juntando-se a um já não pequeno número de pessoas que o fazem por escolha ou comodidade. A pergunta que queremos levantar é: seria este o início do fim do tradicional edifício de escritórios?

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Nossa política habitacional precisa superar o paradigma da casa própria

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Um dos problemas estruturais da sociedade brasileira é o crescimento excessivo da mancha urbana das cidades, comumente denominado de “espraiamento”, que resulta em uma ocupação urbana de baixa densidade. Essa ocupação dispersa dificulta a provisão de serviços públicos e compromete a qualidade de vida dos moradores, pois não gera demanda suficiente para o transporte de massa e induz à adoção do automóvel particular como modo de deslocamento. Para reverter esse quadro, a política urbana procura aumentar a densidade da cidade existente, seja construindo edificações novas nos lotes ociosos, seja recuperando edificações degradadas nas áreas centrais. No entanto, tal como atualmente concebida, a política habitacional favorece o espraiamento urbano.

Dicas para medição e levantamento de espaços internos

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O levantamento de edifícios é uma das etapas fundamentais no início de qualquer projeto de arquitetura. Embora essa tarefa seja hoje frequentemente terceirizada para especialistas em projetos de maior escala — sobretudo no atual contexto do BIM —, intervenções menores, como reformas e ampliações residenciais, ainda demandam que o/a próprio/a arquiteto/a realize o levantamento. Pensando nisso, preparamos uma lista de considerações e dicas específicas para a medição de espaços internos.

Transformação BIM: uma jornada além da tecnologia

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Neste artigo, compartilho o processo de análise e decisão que conduzimos na Königsberger Vannucchi Arquitetura ao iniciarmos nossa transformação BIM em 2017. Foram seis estudos de investimento, realizados entre os anos de 2013 e 2017, até o dia em que finalmente o plano virou uma iniciativa. Era setembro de 2017 e acabávamos de começar aquele que seria o mais importante, transformador e arriscado investimento do ciclo estratégico KV2020: adotar o BIM como padrão do escritório, em 100% dos projetos, ao longo de 100% do ciclo de vida dos projetos.

Como construir edifícios de escritórios sustentáveis, saudáveis e lucrativos em 10 passos simples

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Uma de nossas responsabilidades como arquitetos e arquitetas é entender como implementar em nossos projetos estratégias que considerem as pessoas que habitam os espaços, nosso consumo de recursos naturais e a viabilidade econômica desses empreendimentos. Tudo isso pode ser alcançado por meio de três objetivos principais: reduzir nossa pegada de carbono, criar ambientes de trabalho saudáveis e projetar edifícios eficientes e lucrativos.

Casas com pedra no Uruguai: utilização do material em interiores e exteriores

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Embora a construção em pedra seja uma técnica construtiva ancestral, o potencial expressivo, as texturas, a eficiência e a durabilidade deste material impulsionaram seu uso contínuo ao longo do tempo. A robustez, a rusticidade, a integridade e a ampla gama de texturas e variações que possibilita fizeram com que muitos/as arquitetos/as valorizassem os elementos pétreos, incorporando-os como recursos construtivos em seus projetos.

Dwayne Oyler sobre o fazer digital e físico

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O The Midnight Charette é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pela dupla de designers de arquitetura David Lee e Marina Bourderonnet, o programa recebe diversos profissionais de criação para conversas espontâneas, que abrem espaço para reflexões profundas e debates pessoais. Uma ampla gama de temas é abordada com honestidade e humor: alguns episódios trazem dicas úteis para profissionais de design, enquanto outros apresentam análises de projetos, entrevistas ou explorações sobre o cotidiano e o design. O The Midnight Charette também está disponível no iTunes, Spotify, e YouTube.

Nesta semana, David e Marina recebem Dwayne Oyler — arquiteto, professor na SCI-Arc e cofundador da Oyler Wu Collaborative — para discutir os prós e contras dos processos de produção física e digital, a construção de triciclos, a evolução de seu escritório, a transposição do trabalho conceitual para edifícios reais, soldagem, ferramentas elétricas, a importância de ser seletivo na escolha dos projetos e muito mais!

As obras modernistas de Chandigarh, pelas lentes de Roberto Conte

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Famosa por seu plano urbano e edifícios cívicos, Chandigarh representa um fragmento icônico da arquitetura modernista. Este centro econômico e administrativo foi concebido para mostrar ao mundo o progresso da recém-independente Índia dos anos 50.

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O que é Raumplan?

Entre 1928 e 1930, na cidade de Praga, capital da então Tchecoslováquia, Adolf Loos, com colaboração de Karel Lhota, projetou uma de suas mais influentes obras: a Villa Müller. A casa se tornou não só um marco na trajetória de Loos e na história da arquitetura, mas também um símbolo da expressão do Raumplan, caracterizado por Loos como uma sequência de espaços que, em diferentes níveis e variados pés-direitos, se relacionam e interagem uns com os outros.

Desenho de interiores em residências na Colômbia

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A arquitetura tem um impacto no contexto na qual se implanta. No entanto, a experiência dos usuários se dão nos espaços internos. Grandes expoentes como Rogelio Salmona e Antonio Gaudí pensavam suas obras em todos os espectros da escala arquitetônica, para que até os mais finos detalhes de acabamento fossem parte da experiência.

Instalações de gás: Conceitos básicos para arquitetura

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É quase impossível imaginar nossas vidas sem o gás, apesar de raramente pensarmos nele (a não ser quando ele acaba durante o preparo de um bolo ou quando sentimos aquele cheiro que deixa todos preocupados). A conveniência de acender o fogão, aquecer a água para o banho ou deixar a casa quente no inverno é algo que já foi incorporado em grande parte dos cotidianos. No entanto, como toda energia, instalações com baixo desempenho ou manutenção deficiente podem causar vazamentos e incidentes, com o risco de afetar os ocupantes do espaço. Apesar da onipresença e da grande responsabilidade envolvida, quando falamos sobre o assunto, arquitetos tendem a relegar o trabalho para consultores e especialistas. Mas alguns cuidados podem ser tomados para que não haja surpresas desagradáveis no detalhamento do projeto ou durante a obra. 

Como a automação está mudando a arquitetura de interiores

Robótica e automação estão presentes em qualquer previsão de como viveremos no futuro. Entre arquitetos e designers, essa tendência cruza uma variedade de escalas, de cidades inteligentes a cozinhas inteligentes. Conforme destacamos em nosso artigo "Tendências que influenciarão a arquitetura em 2019", os últimos anos viram um fortalecimento na forma como os espaços interiores estão sendo transformados pelas tecnologias, com pesquisas em domótica subindo 450% em doze meses.

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Como as paredes dos edifícios romanos eram construídas?

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No apogeu do Império Romano, seu território se estendia a mais de cinco milhões de quilômetros quadrados, entre Europa, Ásia e África. Roma exercia poder sobre uma população de mais de 70 milhões de pessoas, o que correspondia a 21% da população mundial na época. De fato, como já mostramos em outro artigo, todos os caminhos levavam à cidade de Roma, grande sede do império e o patrimônio material e imaterial deixado pelo império é incomensurável, sendo que até hoje pesquisadores buscam entender todo o seu impacto no mundo atual. Desde o início de sua expansão no século VI a.C. até sua queda no ano de 476 d.C., o legado deixado pelos romanos abrange áreas como o direito, as artes plásticas, o latim que originou diversos idiomas, o sistema de governo e, muito importante, a arquitetura.

Por que as cidades são tão caras?

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Por que ficar na cidade?

A resposta dessa pergunta é óbvia para muitos dos moradores dos grandes centros: “é difícil achar emprego numa cidade menor, fora que lá nem cinema tem, são poucas as opções de restaurantes, e as escolas não são lá essas coisas.”

Bio-urbanismo: cidades do futuro inspiradas na natureza

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© Andrew Nunes. Hi-Fi

Se pensarmos em uma cidade como um organismo vivo, o que podemos aprender da natureza sobre como gerenciar um sistema tão complexo? Podemos aplicar ideias da biologia para construir cidades melhores e mais sustentáveis? E se sim - quais poderiam ser essas ideias?

O emocionante campo do bio-urbanismo tenta responder a essas perguntas explorando a interseção entre as cidades e o mundo natural ao nosso redor.

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Mobiliários que estruturam os espaços em 15 projetos

Assim como paredes e lajes, os móveis podem delimitar e definir um espaço. No entanto, ao contrário dos elementos construtivos, que fazem a distinção de ambientes de forma mais permanente, o mobiliário pode estabelecer limites entre um espaço e outro de maneira facilmente adaptável.

Climate Care: arquivo digital para um currículo de práticas urbanas

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Climate Care – A Curriculum for Urban Practice foi um programa público de 10 dias com curadoria de Gilly Karjevsky e Rosario Talevi para a Floating University em Berlim. O Climate Care explorou correlações entre meio ambiente, práticas urbanas e educação, abordando de maneira afirmativa não apenas os desafios climáticos no âmbito ambiental, mas também colocando sob a lupa os complexos climas sociais, políticos e econômicos que nos cercam hoje.

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