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Dormitórios infantis: como projetar um ambiente saudável para o sono

Muitos fatores influenciam no bem-estar das pessoas, mas poucos tem um poder tão grande quanto a qualidade do sono. Adultos passam, em média, um terço de seu dia (e de sua vida) dormindo. No caso das crianças pequenas essa proporção é ainda maior. De acordo com um estudo publicado pela OMS em 2019, bebês (de 4 a 11 meses) devem dormir entre 12 e 16 horas/dia; e crianças até 4 anos devem dormir entre 10 e 13 horas/dia.

Um sono de qualidade atua diretamente no desenvolvimento cerebral da criança, principalmente durante sua primeira e segunda infância (do nascimento até os 12 anos). Durante o período de descanso o corpo libera os hormônios necessários para o crescimento e aprendizado, e isso relaciona-se diretamente ao desenvolvimento físico, motor, emocional e cognitivo. É sabido também que o ambiente onde se dorme interfere na qualidade desse sono, e alguns aspectos importantes devem ser considerados na hora de projetar espaços de dormir para crianças e bebês.

Arquitetura mexicana: projetos para entender o território de Puebla

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O estado de Puebla localiza-se na região do planalto central mexicano, fazendo fronteira com os estados vizinhos de Tlaxcala, Hidalgo, Veracruz, Oaxaca, Guerrero, Morelos e Estado do México. Com mais de 34 mil km² de superfície, Puebla é um dos estados mais densamente povoados do país. A capital, que empresta o seu nome ao estado, é uma das cidades não litorâneas mais visitadas em todo território nacional, atraindo milhares de turistas todos os anos.

Deslocamentos: o trabalho transnacional de Jasper Architects, por Bisman Ediciones

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Deslocamentos: o trabalho transnacional de Jasper Architects, por Bisman Ediciones - Imagem de Destaque
Render Exterior UP! Berlín. Image Cortesía de Jasper Architects

No campo da arquitetura, as mudanças tecnológicas, sociais e culturais impulsionadas pelos processos de globalização do século XXI viabilizaram o desenvolvimento de equipes transnacionais e escritórios muito diversos que projetam arquiteturas com perspectivas inovadoras e visões desvinculadas de uma única localização geográfica. A hipercomunicação, o intercâmbio e os recursos digitais avançados são ferramentas projetuais que permitem aos/às arquitetos/as operar com uma visão mais global sobre a prática, transcendendo as fronteiras e possibilitando uma aproximação aos problemas arquitetônicos de modo mais aberto e plural.

Como desenhar espaços urbanos mais seguros e saudáveis para crianças

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Frequentemente as crianças não recebem prioridade ou até são desconsideradas no planejamento urbano. Estima-se que morram até 500 crianças por dia no mundo em acidentes de trânsito. Outras milhares acabam feridas em decorrência das colisões ou desenvolvem traumas psicológicos que podem acompanhá-las por anos. Seja nas ruas ou em espaços públicos, o sentimento de insegurança ou desconforto desencoraja as crianças da atividade física ao ar livre – e isso em um momento em que 80% das crianças entre 11 e 17 anos não são fisicamente ativas e outras 38 milhões com até 5 cinco anos estão acima do peso ou obesas.

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O plano de desintoxicação da beleza arquitetônica em nove passos

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Este artigo foi originalmente publicado no Common Edge.

Em 1755, Francesco Algarotti, em descontentamento com os rumos que a ópera havia tomado, escreveu An Essay On The Opera, no qual defendeu sua simplificação. Para Algarotti, a ópera havia se degenerado em um veículo de exibicionismo para solistas, cujas improvisações intermináveis ofuscavam a música e ignoravam o drama. Até mesmo o drama havia se perdido, repleto de personagens mitológicos em situações extraordinárias e complexas. Algarotti via o drama como a essência da ópera e queria que a ênfase retornasse a ele, tornando todo o restante secundário. Christoph Willibald Gluck e seu libretista, Ranieri de’ Calzabigi, foram os primeiros a tornar essa ideia realidade com a ópera Orfeo ed Euridice, de 1762. A obra trazia personagens e um drama com os quais o público conseguia se identificar, uma música memorável, além de letras e um enredo fáceis de compreender. Ela é considerada a primeira ópera verdadeiramente moderna.

Arquitetura fora de escala: o familiar que nos é estranho

Escala é um termo permeia a prática profissional da arquitetura desde que o homem começou a edificar suas primeiras estruturas. No sentido literal, escala representa a compreensão ou incorporação das dimensões que compõe um determinado espaço—como a largura das portas, uma vaga de estacionamento e obviamente, a métrica que utilizamos ao desenvolver nossos projetos de arquitetura. De forma mais abstrata e figurativa, escala também serve para descrever a sensação que experimentamos ao comparar a nossa presença com objetos familiares e estruturas alheias ao nosso corpo ou espaço cotidiano.

Como a legislação impede uma boa arquitetura

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O Plano Diretor é o instrumento básico de definição do modelo de desenvolvimento de um município. Ele estabelece diretrizes e estratégias para a execução de planos, programas e projetos, buscando enfatizar a participação popular, a sustentabilidade econômica, social e ambiental. Mas sua influência sob a cidade vai muito além do que se imagina: ele acaba influenciando fortemente o volume e a forma de toda nova edificação.

Por que os edifícios mais altos do mundo não estão mais nos Estados Unidos

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Na era moderna da arquitetura, onde os avanços em tecnologia e construção permitiram aos arquitetos construir melhor, mais rápido e mais alto, o céu é o limite. A cada mês, uma nova manchete exibe a torre residencial mais alta ou o prédio comercial recém-construído, que quebra mais um recorde por sua altura impressionante. Mas à medida que o tempo passa e novos projetos são concluídos, as tendências mostram que os Estados Unidos estão saindo dos holofotes em termos de poder reivindicar o título de detentor do edifício mais alto do mundo, e as pranchetas mostram que nenhuma cidade americana irá reivindicá-lo em breve.

Curta-metragem de arquitetura: contemple a beleza do MEETT, o Centro de Exposições e Convenções de Toulouse, na França

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O/a fotógrafo/a Laurian Ghinitoiu e o/a cineasta Arata Mori, por meio de seu mais recente filme de arquitetura, conduzem o público em uma jornada visualmente impactante pelo Centro de Exposições e Convenções de Toulouse (MEETT), na França, projetado pelo escritório OMA. Do monumental ao cotidiano, a produção explora o projeto original sob diversas perspectivas, detalhando como a proposta integra programa arquitetônico, infraestrutura, plano diretor e uma visão de espaço público.

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Paisagens desumanizadas: arquiteturas construídas para as máquinas

Centros de processamento de dados, linhas de produção automatizadas, torres de telefonia e depósitos são algumas das principais tipologias utilitárias que povoam o nosso ambiente construído, infra-estruturas cada vez mais importantes para o desenvolvimento da vida cotidiana. Ainda que estejam longe de tangenciar o interesse da maioria dos arquitetos e arquitetas, estas tipologias estão se fazendo cada dia mais presentes em nossas vidas e, consequentemente, no discurso arquitetônico — levantando questões sobre como podemos dar um novo significado à estas estruturas que sustentam as engrenagens da nossa atual sociedade.

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Adicione fotorealismo aos renders usando Quixel Megascans em Twinmotion

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Visualizações Arquitetônicas somente serão consideradas realmente boas se as cenas nas quais estiverem inseridas também o forem. Ou seja, não importa quão fantástico seu projeto seja, se ele estiver implantado num contexto de baixa qualidade com recursos low-poly, ele não terá o destaque merecido. Essa é uma das razões pela qual arquitetos e designers passaram a confiar no Quixel Megascans para contextualizar as cenas de suas visualizações arquitetônicas (Archviz).

Maus exemplos diários dificultam as “cidades para pessoas”

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Viver, trabalhar e experimentar cidades com ruas, centros e parques vibrantes, passeios com dimensões adequadas, transporte público eficiente e um baixo nível de congestionamento são desejos de muitas pessoas ao redor do mundo. Atingir estas condições não é uma tarefa fácil, e cidades que possibilitam tais situações certamente não as obtiveram através de um planejamento orientado ao automóvel.

Frente a uma população que experimenta diariamente maus exemplos de como uma cidade deve operar, alguns paradigmas, fenômenos e medidas dificultam o planejamento e funcionamento de “cidades para pessoas”.

Lilly Reich: A Exposição de Barcelona de 1929

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Lilly Reich (Berlim, 1885-1957) foi uma mulher pioneira e de grande talento que finalmente desponta como uma figura autônoma na história da arquitetura moderna. Diversas pesquisas recentes trouxeram nova luz sobre a contribuição de Reich, durante o período entre guerras, no âmbito da arquitetura de interiores, do design de exposições e de mobiliário, aliado ao uso de novos materiais e novas tecnologias.

A área mínima de habitação: quem determina os menores espaços permitidos na América Latina?

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Os costumes culturais podem variar infinitamente entre os países, mas a convivência familiar sempre traz suas celebrações e conflitos, independentemente de sua origem. Durante a pandemia, esses aspectos foram ampliados, especialmente os desafios de compartilhar os mesmos espaços por um período tão prolongado. Qual é a metragem quadrada mínima permitida nos países latino-americanos? Essa área é suficiente?

8 Casas na Croácia que renovam a arquitetura tradicional do país

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8 Casas na Croácia que renovam a arquitetura tradicional do país - Imagem de Destaque
© Bosnić+Dorotić

A Croácia é um encontro de culturas. Localizada ao longo do Mar Adriático, faz fronteira com cinco países e possui uma das mais ricas biodiversidades da Europa. O ambiente construído reflete influências da Europa Central e do Mediterrâneo, bem como dos Impérios Romano e Bizantino. Hoje, novos projetos residenciais reinterpretam o passado do país, ao passo que arquitetos e designers procuram reimaginar o que o futuro reserva.

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Erieta Attali e Philipp Valente exploram as sombras do passado industrial da Alemanha

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O passado industrial das cidades pode deixar marcas inquietantes no presente. Grandes estruturas abandonadas e amplas instalações esquecidas são um atrativo tanto para o voraz mercado imobiliário como para a imaginação daqueles que sonham acordados com um passado que já não promete nenhum futuro. Este é o caso do Vale do Ruhr, a região metropolitana mais populosa da Alemanha e maior zona industrial da Europa.

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Dia Mundial da Alimentação: arquitetura e a promoção da segurança alimentar

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Em 16 de outubro é comemorado o Dia Mundial da Alimentação. Nesse mesmo dia, em 1945, foi criada a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e desde 1981 a data é comemorada como forma de lançar luz sobre questões relativas ao acesso aos alimentos e à promoção de uma dieta saudável para todos.

Como forma de traçar um importante paralelo entre a arquitetura e urbanismo e questões relativas à alimentação, selecionamos uma série de artigos que mostram as possibilidades de promover, por meio de projetos arquitetônicos e urbanos, uma maior segurança alimentar para as pessoas. 

Dia Mundial da Alimentação: arquitetura e a promoção da segurança alimentar - Imagem 1 de 4Dia Mundial da Alimentação: arquitetura e a promoção da segurança alimentar - Imagem 4 de 4Dia Mundial da Alimentação: arquitetura e a promoção da segurança alimentar - Imagem 8 de 4Dia Mundial da Alimentação: arquitetura e a promoção da segurança alimentar - Imagem 9 de 4Dia Mundial da Alimentação: arquitetura e a promoção da segurança alimentar - Mais Imagens+ 5

Afinal, por que ainda falamos sobre o modernismo?

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O modernismo deixou de existir como movimento da arquitetura e urbanismo desde, pelo menos, os anos 1980. Na arquitetura, movimentos como o metabolismo japonês e o desconstrutivismo ajudaram a superar os resquícios da arquitetura moderna. No urbanismo, nomes como Jane Jacobs e Christopher Alexander, ainda na década de 1960, contribuíram para sepultar as premissas do urbanismo moderno.

Klaus Jan Philipp explora a história dos desenhos de arquitetura da Idade Média ao presente

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Ao longo da história, o desenho tem sido o meio essencial para transmitir ideias arquitetônicas, operando em múltiplos níveis, desde a aplicação prática de servir ao processo de construção até a qualidade mais artística de expressar uma visão e oferecer uma impressão de como será a arquitetura resultante. O livro Architecture – Drawn, From the Middle Ages to the Present, de autoria do Prof. Dr. Phil. Klaus Jan Philipp, da Universidade de Stuttgart, reconta o desenvolvimento histórico dos desenhos de arquitetura, explorando as diversas invenções, revoluções e continuidades que abrangem oito séculos de representação arquitetônica.

Uma nova política habitacional para São Paulo: Conjunto Residencial Santo Antônio

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Este empreendimento, concebido e iniciado no governo de João Goulart, pode ser considerado um exemplo de transição entre a antiga gestão do IAPB [Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Bancários] e a nova política habitacional que começa a ser implementada em 1964.

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Desestacionando a cidade: precisamos rever os estacionamentos públicos

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O tema da mobilidade é inescapável quando se discute política urbana — ainda mais em ano eleitoral. Transporte coletivo, pedágio urbano, metrô, faixas exclusivas para ônibus e até o que fazer com os patinetes elétricos tomam conta do debate. Poucos prestam atenção, no entanto, para uma das políticas municipais mais relevantes para mobilidade urbana: o estacionamento público.

Combinando diagnóstico analítico com recomendações propositivas, o estudo A Cidade Estacionada” direcionou sua lupa sobre a gestão do meio-fio na cidade de São Paulo. Ao analisar as discrepâncias entre os preços de estacionamentos públicos e privados, bem como ao comparar os valores com a evolução das tarifas de transportes coletivos, “A Cidade Estacionada” trouxe à luz as externalidades negativas — sociais e ambientais — de políticas públicas que privilegiam o transporte motorizado individual.

A história dos espaços de cura e suas arquiteturas

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Assim como nós, as palavras têm uma história. Cura vem do latim e está ligada ao ato de cuidar. Esse mesmo radical dá origem à palavra curador, aquele que é responsável por um acervo ou instituição, por exemplo. Já cuidado, no sentido médico, talvez tenha sido descrito pela primeira vez por Celsus: In hoc casu medici cura esse debet, ut morbum mutet (Neste caso o cuidado médico é indicado para mudar o curso da doença) [1]. Hoje, quando pensamos em cura, parece que falamos de um ato isolado dentro de um tratamento qualquer. A cura da gripe. A cura do câncer. A cura do novo coronavírus. Uma linha de chegada que extingue um percurso. Porém é importante pensar na cura como um processo que depende de múltiplos fatores.

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Hashim Sarkis fala sobre “como viveremos juntos?”: explorando o tema da Bienal de Veneza 2021

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Prevista originalmente para ocorrer entre agosto e novembro de 2020, a 17ª Bienal de Arquitetura de Veneza foi adiada, como todos os outros eventos deste ano, e será realizada de 22 de maio a 21 de novembro de 2021. Questionando "como viveremos juntos?", a inquietação do curador Hashim Sarkis convida os arquitetos “a imaginar espaços em que podemos viver juntos generosamente”. De tremenda relevância, o tema da Bienal é, de fato, foco de interesse do cenário global.

Após conversar com Sarkis há mais de um ano, o ArchDaily teve a chance de abrir o debate mais uma vez e reexaminar a questão da Bienal de Arquitetura. Em uma entrevista dividida em duas partes, o arquiteto aborda o tema, a Bienal, a situação atual e o futuro.

Guiapé SP: você já pensou em andar a pé em São Paulo?

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Você já pensou em andar a pé? Essa é a pergunta que o GUIAPÉ SP – um guia apresentado aqui por meio de ensaio – faz ao leitor. Desde a capa, ele propõe andar pela cidade de São Paulo e faz isso por meio de um percurso que passa estrategicamente por lugares nos quais o mais interessante é chegar a pé, para que se veja os detalhes que nem sempre são vistos, as pessoas, a vida urbana. Esse guia não foi feito para visitar pontos turísticos e sim para levar seu leitor a um passeio. Nele, o percurso e as calçadas não são apenas os elementos que conduzem aos lugares deste guia, eles são parte da viagem.

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