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Todos os pavilhões brasileiros que já participaram das Exposições Internacionais

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As Exposições Internacionais têm sua origem no século XIX, quando em Londres (1851), sob o título de Grande Exposição dos Trabalhos da Indústria de Todas as Nações, reuniu-se um conjunto de produtos manufaturados de diversas nações em um esforço de servir de vitrine para os avanços da técnica e, mais tarde, da indústria, em um momento de conjunção e compartilhamento das iniciativas das várias partes do mundo.

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A transgressão do espaço: Cinco anos de um parque cultural endógeno na Venezuela

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Após cinco anos de nossa primeira aproximação à recôndita subestrutura do viaduto nº 2 no Parque Albarregas, na cidade de Mérida – Venezuela, e mais de dez anos desde sua reapropriação impulsionada por uma crescente comunidade de skatistas e artistas urbanos, com o passar do tempo, o núcleo cultural resiste como um espaço endógeno no ritmo de sua própria efervescência.

7 Escritórios de arquitetura emergentes na Europa

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A New Generations é uma plataforma dedicada a descobrir e promover o trabalho de arquitetos jovens e emergentes no cenário europeu, proporcionando um espaço de troca e aprendizado, voltado tanto aqueles que se dedicam a prática quanto a teoria na arquitetura. Desde a sua fundação em 2013, a New Generations trouxe à público mais de 300 escritórios promissores de arquitetura, apresentando um cenário diversificado de studios e ateliês dedicados às mais diferentes atividades culturais, promovendo festivais, exposições, chamadas abertas, entrevistas e oficinas.

A New Generations lançou recentemente uma nova plataforma na qual oferece um espaço único onde arquitetos de toda Europa podem se reunir para trocar idéias, e por que não, construir novas redes de trabalho colaborativo. Projetos de todo o tipo, oportunidades de emprego, idéias, notícias e perfis de escritórios serão publicados todos os dias na nova plataforma da NG. A seção 'perfis' é um convite àqueles indivíduos e coletivos que pretendem se juntar à esta rede de escritórios emergentes, proporcionando uma oportunidade única para que estes se engajem e fortaleçam a comunidade européia de jovens arquitetos.

Pensando nisso, o ArchDaily decidiu apoiar a causa da New Generations, publicando a cada duas semanas uma seleção dos principais perfis de escritórios emergentes de arquitetura da New Generations.

Arquitetura e racismo: quando o design é aplicado como ferramenta colonial

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A arquitetura tradicional baseia-se na compreensão complexa do habitar, na produção e transmissão coletiva de saberes e na construção por meio de processos comunitários de ajuda mútua que fortalecen o tecido social, a identidade cultural e o vínculo territorial. Ou seja, trata-se de uma prática de autoprodução comunitária na qual os/as próprios/as habitantes, sem intermediários/as, gerem os múltiplos processos envolvidos na materialização de seu habitat, apoiando-se sempre na inteligência coletiva. Atualmente, a arquitetura passou de bem comum a uma linguagem exclusiva de poucos na qual, embora ainda necessite da participação organizada de diversos agentes, sua produção é atribuída a um/a autor/a: um ente individual que, sem possuir os múltiplos saberes necessários para concretizar uma obra do início ao fim, é reconhecido/a como a mente mestra por trás de todos os processos. A profissionalização da arquitetura não apenas individualizou o discurso e complexificou a transmissão de conhecimentos, mas também discriminou e rejeitou os saberes produzidos à margem das instituições acadêmicas, de classe e governamentais, rotulando-os como precários e abrindo, assim, as portas para o racismo. 

Cozinhas monocromáticas: 3 estratégias projetuais com uma única cor

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Um ambiente monocromático é um espaço em que a maioria de seus elementos é de uma única cor. E, embora seja muito comum as cores escolhidas serem em preto e branco, devido à sua neutralidade, é possível usar qualquer paleta de cores, aproveitando seus infinitos tons, subtons ou matrizes.

Habitação para idosos: exemplos de independência e vida comunitária

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A arquitetura se adapta continuamente às novas necessidades, que estão ligadas a mudanças sociais, econômicas, tecnológicas, políticas e demográficas. Nesse sentido, o envelhecimento da população é uma das mudanças mais marcantes do século XXI: o aumento da expectativa de vida e a diminuição das taxas de fertilidade significam que a população idosa é cada vez mais numerosa. Como a arquitetura pode proporcionar maior qualidade de vida, promover autonomia, dignidade e bem-estar dos idosos?

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Sistema pré-escolar - CDI do Equipo Mazzanti para o departamento de Atlántico na Colômbia

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A constante busca do El Equipo Mazzanti por aprimorar a qualidade espacial e a experiência vivenciada nos espaços educativos é uma das premissas que caracterizam a prática colombiana. A seguir, eles compartilham em detalhes a exploração prática de seu projeto, o sistema modular de pré-escolas - CDI para o departamento do Atlántico, no norte da Colômbia.

Espaços públicos: lugares de protesto, manifestação e engajamento social

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Por definição, “espaço público” é uma terminologia que aborda a noção de propriedade da terra, sugerindo que esse não pertence a ninguém em particular, mas ao próprio estado e portanto, a todos e cada um de nós. Isso significa que a manutenção destes espaços é uma obrigação que recai sobre as administrações públicas, seja em âmbito municipal, estadual ou federal. Abertos, gratuitos e acessíveis, espaços públicos encontram a sua relevância não apenas em suas definições legais, mas principalmente quando assumem um papel ativo em direção à mudança.

Espaços públicos são lugares de protestos e manifestações – poderosas ferramentas de expressão social e transformação política. Desde a marcha em Washington por melhores oportunidades e liberdade de expressão em 1963, passando pela Primavera Árabe em 2010 até a mais recente onda mundial de manifestações em defesa da vida e contra toda forma de discriminação racial, historicamente, espaços públicos operam como uma importante ferramenta de transformação social. Em momentos como esse, enquanto ainda precisamos “ir às ruas” para lutar por nossos direitos, para nos fazer ouvir e sermos vistos, os espaços públicos finalmente voltam à estar no centro das atenções – lançando uma nova luz sobre o seu importante papel na construção da identidade coletiva e como ferramenta de expressão social.

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Interiores brasileiros: 11 projetos com vegetação interna

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Apartamento Salvador / Tria Arquitetura. Imagem: © Fran Parente

O desenho de interiores é uma parte fundamental na ambientação e complementação das virtudes arquitetônicas de um projeto residencial. Pode reiterar ou subverter aspectos das construções, criar narrativas próprias dentro dos ambientes e qualificar os espaços habitáveis de forma definitiva. Seja em reformas ou projetos começados do zero, pensar os interiores passa pela compreensão dos usos e dinâmicas daqueles que ocuparão os espaços e aproxima a abordagem da arquitetura à escala cotidiana em sua forma mais íntima no caso dos programas habitacionais.

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Fazendinha: de lixão a parque

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Fazendinhando é um movimento de transformação física, cultural e social no Jardim Colombo, feito por e para os moradores, por meio da recuperação de espaços públicos e ações de arte e cultura visando a integração da comunidade.

A principal frente do Movimento é a transformação de uma área de 1000m2, a Fazendinha, em um parque. A construção deste espaço se baseia na transformação física do terreno em paralelo a uma programação cultural e artística constante que envolva a comunidade e aqueles que utilizam este espaço.

A importância do corte na representação e prática arquitetônica

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A compreensão da arquitetura enquanto campo trata, entre outras coisas, de sua linguagem e representação como síntese de uma série de esforços variados - qualidades construtivas, compositivas, espaciais e técnicas - que se articulam para culminar na obra construída. Para tanto, pensar na representação gráfica que pressupõem todos esses esforços é essencial, uma vez que ela representa, simultaneamente, procedimento e produto do fazer arquitetônico.

Realidade virtual e aumentada: o futuro da experiência dentro e fora dos estádios

Diz-se que o esporte une as pessoas. Historicamente, seja dentro ou fora de quadra, o esporte tem aproximado milhões de pessoas do mundo todo – de todas as origens e com pouco ou quase nada em comum – as quais se reunem em campo, em bares ou estádios. Pelo amor ao esporte, deixamos de lado nossas diferenças para celebrar uma paixão comum: o amor pelo esporte.

Móveis open source para crianças que podem ser baixados e fabricados localmente

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No Teatro do Sesc Pompéia, Lina Bo Bardi projeta um palco central com duas plateias, descortina a estrutura e todas as funções do programa e abre mão de mobiliários tradicionais para os assentos. Sua ideia era que as poltronas não tivessem um estofado, que fossem próximas entre si e que estimulassem uma mais postura altiva, atenta e consciente do público, que segundo ela, honrava a antiga arte do teatro.

Da mesma forma que temos ciência de que as características dos espaços alteram nosso humor, sentimentos, concentração e aprendizado, quando considera-se a experiência integral do usuário o design dos mobiliários deve ser levado em conta com seriedade. E quando falamos de escolas e ambientes de aprendizado, muitas vezes a mesma atenção dada à área pedagógica não é conferida aos espaços e à estrutura física.

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As Paisagens (E)mocionais do Extraurbano: Como a Percepção do Entorno Evolui Através da Inovação em Mobilidade?

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Autonomous vehicles can read Baidu POIs (Point of Interests) and digitally enable a physical interaction between riders and surrounding landscapes. (Image © Shuman Wu, Huai Kuan Chung, Carmelo Ignaccolo for the UABB 2019 “Transforming the landscapes of mobility”)

O que acontece quando a cidade repleta de sensores adquire a capacidade de ver – quase como se tivesse olhos? Durante a Bienal de Urbanismo\Arquitetura de Shenzhen (UABB) de 2019, intitulada "Interações Urbanas" (Urban Interactions), o ArchDaily colabora com os curadores da seção "Eyes of the City" para estimular o debate sobre como as novas tecnologias – e a Inteligência Artificial em particular – podem impactar a arquitetura e a vida urbana. Aqui você encontra todas as informações sobre a seção “Eyes of the City”, que tem curadoria de Carlo Ratti, Politecnico di Torino e SCUT - incluindo exposições, eventos e os desenhos técnicos dos projetos.

Dos bondes de tração animal às ferrovias e ao automóvel, as inovações nos transportes moldaram não apenas o desenvolvimento de nossas cidades, mas também a forma como as pessoas vivenciam as paisagens ao seu redor enquanto se deslocam. Quando, no quinto milênio a.C. (5o milênio a.C.), os sumérios desenvolveram a primeira roda de rotação livre com mecanismo de eixo, essa invenção não apenas trouxe uma vantagem militar significativa durante as guerras entre cidades-estado na Mesopotâmia, mas também impulsionou o desenvolvimento urbano. 

Sibéria concreta: uma perspectiva única da arquitetura modernista soviética

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Ao longo dos últimos anos, uma série de exposições, publicações e documentários têm revelado um crescente interesse à respeito da arquitetura modernista soviética, levando arquitetos do mundo todo a (re)descobrirem um dos principais e mais fascinante capítulos da história moderna da arquitetura. Recentemente publicado pela Zupagrafika, Concrete Siberia. Soviet Landscapes of the Far North é um livro fotográfico que vem ao encontro de tal interesse, lançando uma nova luz sobre um fenômeno ainda inexplorado ou até certo ponto desconhecido pela maioria dos nossos colegas arquitetos. Retratando alguns dos mais impressionantes edifícios construídos durante a segunda metade do século XX na então URSS, “Sibéria Concreta” apresenta uma perspectiva abrangente da atual situação do patrimônio soviético construído na região habitada mais fria e remota do planeta Terra. O livro apresenta um resumo completo não apenas das principais obras de arquitetura modernista construídas na Sibéria mas também da paisagem urbana de seis das mais importantes cidades da região: Novosibirsk, Omsk, Krasnoyarsk, Norilsk, Irkutsk e Yakutsk.

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12 Projetos brasileiros que celebram o espaço da democracia

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Nos últimos anos, vários movimentos Brasil afora e em diversos países fizeram grande serviço à sociedade reiterando a necessidade de ocupar os espaços públicos das cidades de forma a reivindicar qualidade e liberdade de uso para os bens coletivos. Como exemplo, temos no Brasil o Movimento Ocupe Estelita no Recife que, por meio de uma luta frente à crescente especulação imobiliária na região, confrontou as intenções mercadológicas do desenho urbano agressivo nas margens do Capibaribe. Foi a partir de alguns casos como esse que, em entrevista à organização Fora, o professor, crítico e curador Guilherme Wisnik tratou da questão do espaço público enquanto espaço de conflito.

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Criando governanças na cidade informal: o caso do Jardim Colombo

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O cenário das cidades brasileiras se alterna em duas realidades marcantes: de um lado temos a cidade formal, onde a lei é vigente, onde o direito à cidade é exercido, onde existem infra-estruturas de qualidade e investimentos públicos e privados. É também a realidade usada como base para a formulação de leis e diretrizes de planejamento urbano, e onde podemos ver a presença do Estado.

Por outro, temos a cidade informal. Aquela que ocupa as periferias e favelas, com uma identidade marcada por blocos cerâmicos e um adensamento descomedido. Nela, o que domina são as autoconstruções, independentes da propriedade do terreno, a ocupação ilegal e a falta de políticas públicas e infra-estruturas básicas. Faltam espaços de lazer, de cultura e áreas verdes.

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Possibilidades construtivas da madeira em 8 edifícios em altura

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Atualmente, os materiais mais comuns utilizados na construção de edifícios em altura – o aço e o concreto –, são materiais não renováveis, cuja produção emprega alto consumo energético. Neste cenário, a madeira representa uma alternativa mais sustentável na estrutura de edifícios em altura, apresentando vantagens já muito difundidas, como renovabilidade, absorção de carbono, baixo consumo energético na sua extração e rapidez de construção. Além disso, ao contrário do que ainda se imagina, a madeira pode apresentar bom desempenho na resistência ao fogo, como apresentamos em um artigo publicado anteriormente.

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"Corpos d'água" será o tema da 13ª Bienal de Xangai

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A Power Station of Art (PSA) anunciou a equipe de curadores e o tema da 13ª Bienal de Xangai, proposta por seu Curador-Chefe, o arquiteto e escritor Andrés Jaque (Escritório de Inovação Política).

A arquitetura da cura: situações de emergência e recuperação

A arquitetura pode funcionar tanto como cura quanto como bem estar. Seja como um espaço capaz de minimizar a transmissão de doenças, ou simplesmente proporcionando um espaço tranquilo para o consolo, as construções do nosso dia-a-dia moldam diretamente a nossa experiência. Em situações de emergência, a arquitetura opera como um espaço da saúde e abrigo. À medida que os arquitetos continuam a repensar os projetos de habitação e necessidades humanas básicas, eles também estenderam seu foco para o bem-estar mental, físico e espiritual.

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Usina Hidrelétrica de Belo Monte: a desterritorializacão dos ribeirinhos do Rio Xingu

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A Usina Hidrelétrica Belo Monte, quarta maior hidrelétrica do mundo e 100% brasileira foi inaugurada em novembro de 2019 na bacia do Rio Xingu, no norte do Pará. O projeto da obra, operado pelo Consórcio Norte Energia S.A. estava inserido no PAC (Plano de Aceleração de Crescimento) – programa do governo federal estabelecido em 2007 que visa à implementação de grandes obras de infraestrutura a fim de alavancar o desenvolvimento nacional analogamente a planos anteriores existentes.

Comunidades Compactas: em conversa com Michael Pyatok

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O Midnight Charette é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e cotidiano. Conduzido pela dupla de designers de arquitetura David Lee e Marina Bourderonnet, o programa recebe diversos profissionais criativos para conversas espontâneas que abrem espaço para reflexões profundas e debates pessoais. Uma ampla gama de temas é abordada com honestidade e bom humor: enquanto alguns episódios oferecem dicas práticas para profissionais de design, outros trazem análises de projetos, entrevistas ou explorações sobre a vida cotidiana e o design. O Midnight Charette também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.

Nesta semana, David e Marina recebem Michael Pyatok — arquiteto membro do FAIA, educador e diretor do escritório Pyatok Architecture and Urban Design — para discutir sua proposta de densidade urbana, sua infância no Brooklyn, o projeto de habitação de interesse social, o trabalho com comunidades e outros temas. Este episódio faz parte de uma série produzida com o apoio do SF Urban Program, do Departamento de Arquitetura da Cal Poly. Em 2012, Pyatok passou a integrar o Marvin Design Hall of Fame e, em 2013, o AIA concedeu-lhe o prêmio anual Thomas Jefferson Award for Public Architecture, em reconhecimento à sua contribuição ao projeto de habitação de interesse social.

Arquitetura no México: casas para entender o território de Monterrey, Nuevo León

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Sendo uma das cidades e centros de negócios mais importantes do México, Monterrey está inserida no território de Nuevo León, estado localizado na Região Noroeste do país que faz fronteira com o Texas, delimitando uma parte importante da fronteira entre o México e os Estados Unidos. Com uma área de pouco mais de 451,30 km² e altitude média de 500 metros acima do nível do mar, o município limita-se ao norte com as cidades de San Nicolás de los Garza e General Escobedo; ao sul com San Pedro Garza García e Santiago; a leste com Guadalupe, Juárez e Cadereyta; e a oeste com Santa Catarina e García.

Colagens analógicas em tempos digitais: Uma conversa com Diagrama Arquitectos, Fala e Palma

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Durante a etapa inicial de projeto em Arquitetura, é fundamental que arquitetos encontrem a melhor forma de transmitir suas ideias à seus clientes, de modo que independentemente de seu conhecimento técnico, estes sejam capazes de entender suas propostas com clareza. Nesse sentido, é comum que profissionais apoiem-se sobre uma determinada ferramenta ou conjunto delas para representar o que a priori idealizaram mentalmente, seja através de desenhos bidimensionais, modelos físicos ou imagens perspectivadas, de forma que é justamente nessa última que leigos parecem melhor compreender os conceitos ali expressos, de tal maneira que arquitetos tem buscado constantemente adicionar um conjunto de novas abordagens artísticas amparadas pelos recursos da tecnologia.

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