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Combatendo doenças infecciosas: 9 unidades de saúde projetadas pelo MASS

Abordando o problema da saúde na África e outros países, o escritório MASS ajudou a definir estratégias de projeto para mitigar e reduzir questões médicas críticas. Com alguns projetos operacionais e outros em andamento, estas instalações ajudam a combater uma ampla gama de doenças.

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Estética, funcionalidade e preservação em 16 casas portuguesas de pedra

Conhecida por ser um material versátil, resistente, barato e longevo, a pedra vem sendo há muito tempo utilizada em sistemas construtivos tradicionais de diversas partes do mundo. Sua praticidade, neutralidade e disponibilidade em determinadas regiões são fatores diretamente relacionados a tais características e que, combinados ao seu apelo estético, influenciam no uso deste material em projetos arquitetônicos contemporâneos.

Elementos chave de Paisagismo: planos, clareiras e disposição de árvores

Assim como os elementos arquitetônicos que compõe e conformam o espaço construído – piso, paredes e teto, os elementos vegetais também são capazes de conformar espaços livres em áreas de grande, média e pequena escala, de parques a jardins residenciais, atuando como estruturadores espaciais. Segundo Benedito Abbud, “O paisagismo é a única expressão artística em que participam os cinco sentidos do ser humano. Enquanto a arquitetura, a pintura, a escultura e as demais artes plásticas usam e abusam apenas da visão, o paisagismo envolve também o olfato, a audição, o paladar e o tato, o que proporciona uma rica vivência sensorial, ao somar as mais diversas e completas experiências perceptivas. Quanto mais um jardim consegue aguçar todos os sentidos, melhor cumpre seu papel”. [1]

De maneira prática, faremos alguns posts mostrando a conceituação e utilização dos componentes vegetais – árvores, arbustos, grama e forrações nos espaços livres. Neste artigo abordaremos os planos, maciços vegetais e a disposição de árvores.

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Coletividade e o bem comum: como a habitação mudará após o coronavírus

Coletividade e o bem comum: como a habitação mudará após o coronavírus - Imagem de Destaque
Pixelate © Imagem Subliminal. Imagem Cortesia de ODA Architecture

A humanidade está enfrentando um novo desafio coletivo sem precedentes. O isolamento, impulsionado pela auto-quarentena, por um período desconhecido. É um experimento social sem resultado previsível, porém uma constante na equação é a arquitetura.

Com mais da metade da população mundial habitando em cidades ou áreas densamente povoadas, atualmente bilhões de pessoas residem em pequenos espaços, separadas uns dos outros por tijolos, concreto e aço. O experimento de habitação social dos anos 50 e 60 originou uma nova tipologia arquitetônica, composta pela construção social subjacente, impulsionada pelo capitalismo, que nos orientava a cuidar de nossos próprios negócios. De alguma forma, durante a era dos arranha-céus, a ideia de isolamento se transformou em um símbolo de status, já que coberturas particulares, acessadas por elevadores privativos, hoje flutuam sobre as ruas da cidade.

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Na África, um protótipo de escola modular combina o prático e o utópico

O Banco Mundial acredita que a urbanização será “a transformação mais importante que o continente africano enfrentará neste século”, com a expectativa de que mais da metade da população viva em cidades até 2040. Isso se traduzirá em 40.000 pessoas migrando para as áreas urbanas todos os dias nos próximos 20 anos. Embora grande parte do debate arquitetônico sobre o futuro da África se concentre nas cidades, as áreas rurais costumam ser ignoradas. Essa, no entanto, tem sido a preocupação do arquiteto italiano Valentino Gareri, fundador do Valentino Gareri Architectural Atelier e designer sênior no Bjarke Ingels Group.

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6 visões sobre como a inteligência artificial transformará o projeto de arquitetura

Traduzido por Chen Yidong
O professor do MIT, Max Tegmark, escreve em seu livro Life 3.0: “Nós moldamos a era da inteligência artificial, por isso somos os guardiões do futuro.” A inteligência artificial tem sido uma caixa de Pandora repleta de oportunidades, podendo aumentar a segurança, a eficiência e a sustentabilidade das cidades, mas também ameaçando impactar o trabalho, a sociabilidade e a privacidade humana. A questão de como a inteligência artificial afetará o futuro das cidades também despertou o interesse de arquitetos/as e designers, tornando-se a pergunta central da Bienal de Arquitetura e Urbanismo de Shenzhen/Hong Kong de 2019 (UABB), a bienal de arquitetura mais visitada do mundo.

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Angola informal: um olhar sobre os musseques de Luanda

Este artigo é um exercício de observação e análise das diferentes formas de ocupação e uso do solo em tecidos urbanos informais ou autoproduzidos nos arredores de Luanda, e sua relação com o centro urbano consolidado da capital angolana.

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4 Exemplos de leis que moldaram a arquitetura e acabaram criando cartões postais

A capacidade das legislações urbanas em alcançar resultados completamente diferentes daqueles previstos é notória. Como é de costume, as diversas experiências frustradas registradas em cidades pelo mundo não são suficientes para impedir que novas leis e regulações sejam postas em prática.

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Chamada de projetos: Projete um módulo de casa na árvore no interior da França

YAC - Young Architects Competitions e Dartagnans lançam o Tree House Module, um concurso de ideias que visa projetar e construir um sistema de casas na árvore situado entre os oníricos castelos franceses de Vibrac, Mothe Chandeniers e Ebaupinay. Um prêmio em dinheiro de € 15.000 (além da execução do projeto vencedor) será concedido aos vencedores selecionados por um júri de destaque, composto por Espen Surnevik, Matthew Johnson (DS+R), Giulio Rigoni (BIG), Tue Hesselberg Foged (Effekt Architects), Peter Pichler e Patrick Lüth (Snøhetta).

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Universidade Nacional Autônoma do México disponibiliza gratuitamente série de publicações online

Como parte de um esforço da Faculdade de Arquitetura da Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM), a Livraria Carlos Obregón Santacilia disponibiliza gratuitamente algumas de suas publicações em formato digital. Esses textos abrangem publicações sobre temas como métodos de pesquisa, análise de processos administrativos relacionados ao campo da arquitetura, publicações teóricas, história da arquitetura em diferentes períodos e contextos, sistemas estruturais, eficiência energética, planejamento urbano, paisagem, patrimônio e reconstrução.

Como tornar as cidades mais inteligentes diante das mudanças climáticas e pandemias?

As cidades podem ser consideradas os grandes centros econômicos, sociais, tecnológicos e culturais da humanidade, tendo em vista as suas diversas funções e importância em termos de qualidade de vida de seus cidadãos. De acordo com dados das Nações Unidas (2017), atualmente, mais da metade da população mundial vive em cidades ou centros urbanizados e se espera que até 2050 esse número cresça para cerca de 70%. Ainda, no final de 2015, a Organização das Nações Unidas (ONU) lançou 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) a serem alcançados por todos os países até 2030. Dada a importância das cidades, o ODS11 “Cidades e Comunidades Sustentáveis, é dedicado a esta agenda e busca essencialmente que as cidades e os assentamentos humanos procurem formas de serem inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis.

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Nunca sentimos tanta falta do espaço público

Confinados, alguns em mais metros quadrados do que outros. Me lembrei do filme Medianeras, aquele argentino onde a protagonista discorre sobre a solidão urbana falando de apartamentos “mono-ambientes” ou caixas de sapatos, mas também de encontros virtuais. Aquela realidade cinematográfica de 2011 é ainda mais real nesse momento, onde começamos a planejar happy-hours virtuais.

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Big Data e urbanismo: como sintetizar informações complexas para aplicação prática?

Os megadados, também chamados de dados massivos, dados em grande escala ou simplesmente big data (terminologia usualmente utilizada em espanhol ou inglês) é um termo que faz referência aos conjuntos de dados que, por sua dimensão e complexidade, requerem aplicativos informáticos para seu processamento. Em relação ao urbanismo, a copilação e gestão de dados, junto ao desenvolvimento de novas plataformas e conjuntos de ferramentas para sua interpretação, deu início a uma nova era no que diz respeito à análise da forma urbana, habilitando novos recursos para compreender, avaliar, supervisionar e gestionar a morfologia e a evolução das cidades.

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6 Museus brasileiros com visitas online para conhecer sem sair de casa

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Pinacoteca do Estado de São Paulo. Imagem: © Nelson Kon

Em meio a um período de restrições e isolamento, não é apenas o aspecto social que fica submetido ao distanciamento. O hábito de visitar museus e exposições também teve de ser interrompido na vida dos brasileiros e, apesar da experiência física frente às obras sempre representar uma oportunidade inesgotável de apreensão do impacto da imagem, a possibilidade de conhecer mostras e edifícios de museus online representa uma forma de manter preenchido este espaço no cotidiano de todos. As visitas online também são interessantes por viabilizarem o acesso à arte e à cultura de forma mais ampla e facilitada, e podem ser um estímulo àqueles que não têm por hábito na vida este tipo de atividade, para que um possível interesse se desperte e, passado o período de fechamentos, fomente a participação ativa no circuito museológico e artístico disponível nas cidades.

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Sobre encontrar motivação para continuar exercendo a arquitetura e a relevância da idade na contratação

The Midnight Charette é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pela dupla de designers de arquitetura David Lee e Marina Bourderonnet, o programa recebe diversos/as profissionais da área criativa em conversas espontâneas que dão espaço a reflexões profundas e discussões pessoais. Uma grande variedade de temas é abordada com honestidade e humor: alguns episódios trazem dicas úteis para designers, enquanto outros apresentam revisões de projetos, entrevistas ou explorações sobre a vida cotidiana e o design. O The Midnight Charette também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.

Esta semana, David e Marina respondem a perguntas de ouvintes sobre como encontrar um emprego quando se é muito mais velho/a que os/as colegas de turma, formar-se na faculdade sem experiência profissional, deixar a arquitetura ao final de um programa de mestrado, prestar o CSE e transferir-se de instituição de ensino por causa do IPAL. Se você tiver alguma dúvida, ligue ou envie uma mensagem de texto para o canal de atendimento no número 213-222-6950.

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10 Residências peruanas contemporâneas que diluem os limites entre interior e exterior

10 Residências peruanas contemporâneas que diluem os limites entre interior e exterior - Image 2 of 410 Residências peruanas contemporâneas que diluem os limites entre interior e exterior - Image 3 of 410 Residências peruanas contemporâneas que diluem os limites entre interior e exterior - Image 1 of 410 Residências peruanas contemporâneas que diluem os limites entre interior e exterior - Image 4 of 410 Residências peruanas contemporâneas que diluem os limites entre interior e exterior - Mais Imagens+ 16

O Peru, com suas diversas condições geográficas e sua grande variedade de recursos naturais, possui uma arquitetura particularmente comprometida com sua paisagem. Nas três principais regiões que compõem o país - a costa, as montanhas e a selva - as diferenças entre as temperaturas médias de inverno e verão não são consideráveis e, com exceção das porções mais altas das montanhas, os climas são definidos como tropical ou subtropical. Essa condição específica faz com que a temperatura oscile entre 15°C e 27°C, com situações extremas de calor ou frio sendo atípicas. Por esse motivo, a relação entre arquitetura e espaços exteriores adquiriu particular relevância.

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Dicas para o ensino em ateliês de projeto na era da COVID-19

Desde que as restrições de quarentena da COVID-19 foram impostas, as redes sociais foram inundadas por imagens de profissionais trabalhando em casa, estudantes migrando para o ensino remoto e amigos/as e familiares socializando por chamadas de Skype e reuniões no Zoom. Diante da enxurrada de conselhos sobre como trabalhar em casa e manter uma rotina organizada neste período atípico, surge um questionamento recorrente: como estruturar um planejamento de longo prazo para o ensino online de ateliê de projeto?

Este artigo busca oferecer algumas diretrizes práticas para escolas e estudantes em todo o mundo, com base em nossa experiência com o ensino online de ateliê de projeto no programa de Mestrado da Faculdade de Arquitetura da Universidade de Tsinghua, desde fevereiro.

6 Reflexões sobre o papel da inteligência artificial no futuro das cidades

Em seu livro “Life 3.0”, o professor do Massachussets Institute of Technology, Max Tegmark, diz que “à medida que formos avançando na era da inteligência artificial, cada um de nós será um pouco mais responsável pelo futuro da vida no planeta.” Ainda hoje, a inteligência artificial muitas vezes é vista como uma espécie de caixa de pandora. Enquanto por um lado ela é encarada como uma ferramenta capaz de promover a segurança, a eficiência e a sustentabilidade nas cidades, por outro lado, ela é também representa uma ameaça aos seres humanos, algo que desencadeará um amplo processo de substituição da força humana de trabalho por máquinas gerando desemprego e isolamento social em massa. Neste contexto, a questão sobre como a Inteligência Artificial afetará as nossas cidades do futuro também tem chamado à atenção de arquitetos e designers do mundo todo, além de ter sido a questão central da Bi-City Bienal de Urbanismo\Arquitetura de Shenzhen 2019, atualmente o evento de arquitetura mais visitado do mundo.

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O que Paraisópolis pode ensinar ao Morumbi

Para a maioria dos moradores de São Paulo, favelas como Paraisópolis são um problema que deve ser enfrentado pela cidade. No entanto, quando se olha o processo de urbanização da cidade mais ao fundo, vemos que, apesar das dificuldades da região, ela tem muito a ensinar aos bairros nobres de São Paulo — como seu vizinho, o Morumbi.

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Ambientes adaptativos: moldando o espaço através da luz e da cor

Com o objetivo de conceber um espaço de imersão sensorial para interiores, a equipe de design do Aqua Creations desenvolveu a luminária Manta Ray. Trata-se de uma instalação de iluminação equipada com tecnologia LED RGB responsiva que, ao misturar tons de vermelho, verde e azul, é capaz de gerar mais de 16 milhões de cores distintas. A equipe predefiniu seu espectro cromático, permitindo ajustar a intensidade do brilho de 0,1% a 100%. O sistema possibilita, inclusive, o download de imagens e vídeos em sua memória interna, permitindo que os/as usuários/as adicionem cor e dinamismo a esse espaço expressivo, ou criem uma atmosfera calorosa e intimista para ambientes privados.

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Como será uma cidade como Bogotá após outra histórica pandemia?

A cidade é de todas as pessoas, é o reflexo de quem somos como sociedade; por isso, devemos cuidá-la, pois é nossa! Temos um compromisso cívico.
(Cívico, do latim civis / Cidade, cidadão/ã, do latim civitas)

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T+E Arquitectos e Fracciona Arquitectura transformam parques de bairro em Tuxtla Gutiérrez, México

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Como parte de uma iniciativa do Infonavit para impulsionar a recuperação de três parques de bairro localizados na cidade de Tuxtla Gutiérrez, Chiapas: “San Juan”, “Las Torres” e “Canteras”. Esses loteamentos carecem de uma infraestrutura eficiente, o que gera uma imagem urbana deteriorada, altos índices de insegurança e uma total falta de apropriação dos espaços públicos. Diante desse cenário, a T+E Arquitectos e a Fracciona Arquitectura uniram forças para transformar esses espaços, atendendo às demandas específicas de cada local.

Como os arquitetos de hoje interpretam o design de interiores na China?

Como reflexo do comportamento humano, o espaço domiciliar não é apenas a personificação das convenções sociais e hábitos culturais de uma sociedade, mas fundamentalmente um espaço que transparece todas as nossas idiossincrasias. Desde o advento do modernismo, inúmeros arquitetos utilizaram o design de interiores como uma ferramenta para expressar suas principais teorias e conceitos em relação a arquitetura e o espaço. No projeto da Casa Vanna Venturi, Robert Venturi  optou por inserir componentes super-dimensionados em uma casa relativamente pequena, criando uma relação complexa e contraditória entre os seus elementos e o espaço. Na Villa Mairea, Alvar Aalto construiu uma casa “imperfeita”, como uma maneira de subverter os rígidos padrões estéticos impostos pelo funcionalismo. A Casa 2 LDK, projetada pelo vencedor do Prêmio Pritzker de 2012, o arquiteto chinês Wang Shu conseguiu inserir um pátio dentro de uma projeção de apenas cinquenta metros quadrados.

Na China, como resultado do recente e voraz processo de urbanização que transformou o país ao longo das últimas décadas, a maioria dos cidadãos foram forçados à viverem empilhados em apartamentos modulares e estandardizados, estruturas repetitivas construídas às pressas para atender uma demanda cada dia maior. Edifícios assépticos, desprovidos de escala, estilo e completamente desconectados de seus contextos específicos. Felizmente, até mesmo em um mar de estruturas estéreis, arquitetos se mantiveram fiéis aos seus conceitos e teorias, combatendo a padronização com criatividade e sagacidade. A equipe do ArchDaily China entrevistou quatro arquitetos de alguns dos mais importantes escritórios de arquitetura do país, incluindo o Atelier FCJZ, o Qiuye Jin Studio, o Atelier tao + c e o maison h, na esperança de revelar uma sutil diferença entre o significado de “habitação” e “casa”, e como eles têm lidado com estas estruturas altamente padronizadas ao desenvolver projetos específicos de interiores para seus clientes ao redor do país.

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Fachadas sombreadas: 13 varandas protegidas por brises

Como um dos elementos arquitetônicos que com frequência promove a relação entre interior e exterior, a varanda também pode ser atribuída como o elemento intermediário entre a rua e os espaços interiores. No entanto, como elemento de destaque nas fachadas de edifícios - residenciais ou comerciais - estas podem promover certo desconforto térmico, dada a incidência direta da luz solar, ou no que se refere a privacidade, considerando sua posição em destaque e certo voyeurismo por aqueles que transitam no ambiente urbano. A partir disso, é no modernismo que arquitetos iniciam o processo de aplicação de brises de concreto e em alguns casos, cobogós, sobre a fachada de seus edifícios. Contudo, hoje em dia, com uma gama de materiais e possibilidades, profisisonais tem cada vez mais se apropriado de novas soluções em brises para proteger estes espaços das intempéries ao passo que garantem privacidade.

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