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Dicas para construir uma casa na árvore

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É difícil encontrar alguém que nunca tenha sonhado em construir ou ter uma casa na árvore para chamar de sua. A ideia de um refúgio, um espaço totalmente integrado à natureza e com uma vista privilegiada agrada a quase todas as idades. Há exemplos de casas na árvore de todas as escalas e complexidades, desde pequenas plataformas elevadas até algumas altamente complexas, inclusive com instalações elétricas e hidráulicas. Alguns sites especializados no tema (sim, isso existe!), apresentam valiosas dicas para a construção desses sonhos. Em geral, eles concordam com o lema: “Escolha sua árvore, faça o seu projeto, mas esteja pronto para adaptá-lo!”

Mobilidade ativa como possibilidade de uma cidade melhor

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Hoje se celebra o Dia Mundial da Bicicleta devido aos vários benefícios sociais, econômicos e ambientais que o uso deste meio de transporte e lazer oferece. Ao aprovar a comemoração deste dia, a ONU reconhece a contribuição do ciclismo dentro dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, incluindo a construção de cidades e comunidades mais sustentáveis. Tal pensamento ganha ainda mais força durante e pós pandemia, e ao pensar formas saudáveis de se locomover pela cidade, a mobilidade ativa se destaca entre as alternativas possíveis e exequíveis em curto prazo, e ela não diz apenas sobre ciclovias, mas sobre abraçar o cidadão num todo.

Dubrovnik, a cidade medieval que inventou a quarentena

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A cidade medieval de Dubrovnik, na Croácia, coleciona qualidades. Cercada por uma antiga muralha e um mar de águas azuis que encantam quem a visita, durante a Idade Média foi a única cidade-estado com vulto suficiente para rivalizar com Veneza.

Outro aspecto que poucos conhecem é que a Pérola do Adriático, como é conhecida a cidade croata, foi o primeiro município europeu de que se tem notícia a implementar uma quarentena inteligente e a construir espaços de isolamento no combate às grandes doenças que afligiram a humanidade. É o que afirmam o arqueólogo Ante Milošević e a médica Ana Bakija-Konsuo no livro "Lazaretto em Dubrovnik: O início do regulamento de quarentena na Europa".

A mudança climática e o surgimento das casas sem fundações

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Como a maioria de vocês, passei os últimos dois meses em quarentena. Estou um pouco envergonhado de dizer isso, mas assim como a nobreza fugiu das cidades durante as pragas da Idade Média, tivemos a sorte de escapar da densidade de Boston e passar nossos dias na costa em Marshfield, uma pequena cidade ao sul, onde temos uma casa de veraneio. Devo me lembrar constantemente de que poderia ser muito pior.

Os limites da flexibilidade no espaço doméstico: Determinação vs. Indeterminação

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Este artigo de Jaime Coll López foi publicado originalmente na edição nº 10 da revista rita_ com o título "Determinación vs indeterminación en el espacio domestico". Uma crítica à flexibilidade na habitação, um dos principais paradigmas da arquitetura doméstica do século XX.

Casas brasileiras: 19 residências com cozinhas integradas

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Com o objetivo de diluir limites tradicionalmente impostos por paredes, as chamadas cozinhas integradas podem ser incorporadas aos ambientes adjacentes – mais frequentemente, salas de estar e jantar – a partir do uso de balcões, mesas, desníveis ou até mesmo pela diferenciação de pisos e revestimentos.

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Espaços públicos com andaimes: uma alternativa em situações de emergência

Ao enfrentar emergências como desastres naturais, conflitos bélicos ou pandemias, a arquitetura deve oferecer soluções imediatas e eficazes. Nessas infelizes circunstâncias, a prioridade costuma ser resolver os problemas de moradia, porém, uma vez controlada a emergência, o foco se desloca lentamente para locais de encontro, como centros comunitários, lugares para reuniões de bairro e espaços públicos. 

Para criar novos locais de reunião em situações de emergência, o andaime é uma boa alternativa se pensarmos na velocidade da construção e no orçamento limitado. Embora sejam normalmente utilizados como estruturas temporárias, eles também permitem compor rapidamente o espaço trabalhando com flexibilidade horizontal, vertical e diagonal, combinados com outros materiais como tecidos, madeira, policarbonato e metal.

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As visualizações de arquitetura atendem às nossas expectativas?

Quantas vezes nos prendemos a uma imagem ou vídeo renderizado, nossos olhos incrédulos, incapazes de decifrar se aquilo que vemos é real ou apenas uma simulação virtual. Da mesma forma, não é raro ter que convencer amigos ou familiares que não têm relação com a arquitetura que um edifício ainda não existe concretamente e não passa de uma imagem confeccionada para uma propaganda. Não há mais limites para as visualizações hiperrealistas criadas por computador – elas estão cada vez mais enraizadas no mundo dos nossos desejos. É certo que estas imagens artificiais estabelecem novos padrões, mas seriam estes posteriormente atendidos pela arquitetura?

Queremos abrir a discussão e oferecer aos nossos leitores a possibilidade de expressar abertamente suas opiniões e experiências sobre o assunto. Se todos tivéssemos consciência de que a grande maioria do mercado contemporâneo da arquitetura se baseia em representações que simulam apenas a realidade visual, deixando de fora inúmeros aspectos da arquitetura, mudaríamos o modo de apresentar nossos projetos? Os futuros moradores ou usuários exigiriam outras informações complementares?

Os últimos serão os primeiros: o papel das escalas humanas nas renderizações

No exercício da arquitetura, os profissionais constantemente devem lidar com o desafio de representar um projeto de forma clara e compreensível antes de ser construído, tornando o espaço de alguma forma visível para um público muitas vezes não especializado na área. A renderização é um dos modos mais difundidos de representação tridimensional entre os arquitetos por apresentar o projeto de forma considerada “mais próxima da realidade”. A realidade, por sua vez, inclui a presença de pessoas e os modos de habitar os espaços – representados por meio de escalas humanas, que devem estar em consonância com a imagem que se pretende transmitir e o entendimento da arquitetura, do local em que está inserida e da forma como é habitada.

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Como o Brasil pós-COVID-19 tratará os resíduos sólidos urbanos?

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No Dia Mundial do Meio Ambiente, lhe perguntamos: Você sabe para onde vai o “lixo” da sua casa? Como as cidades lidam com as toneladas de materiais eliminados diariamente? Tudo o que você joga “fora” deveria ser desperdiçado ao ser destinado para aterros sanitários?

A crise do coronavírus vem nos mostrando que certas atitudes, políticas e práticas devem ser abandonadas se quisermos ter um outro futuro. Socialmente, e também ambientalmente. Porém, a responsabilidade não é apenas individual. Para falar do futuro dos resíduos nas cidades é preciso jogar luz no fio da história recente, a construção da Política Nacional de Resíduos Sólidos - PNRS, aprovada em 2010 e nos desafios para sua implementação.

Ninguém nasce moderno: as primeiras obras de mestres da arquitetura do século XX

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No âmbito da arquitetura, grande parte do século XX é marcada por uma produção que se lê, de modo geral, como moderna. As bases que configuram essa produção têm sido, há pelo menos seis décadas, objeto de discussão, reunindo opiniões divergentes sobre a verdadeira intenção por trás da gestalt moderna.

Cité Frugès de Le Corbusier, lições de um bairro de habitações sociais modernas

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Na década de 1920, o bairro de habitação industrial Cité Frugès, em Pessac, França, estava sendo concluído. Um dos 17 sítios de Le Corbusier catalogado como patrimônio da UNESCO.

Pós-COVID-19: sobre a reinvenção da nossa relação com o “grande fora”

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Pós-COVID-19: sobre a reinvenção da nossa relação com o “grande fora” - 1 的图像 4Pós-COVID-19: sobre a reinvenção da nossa relação com o “grande fora” - 2 的图像 4Pós-COVID-19: sobre a reinvenção da nossa relação com o “grande fora” - 3 的图像 4Pós-COVID-19: sobre a reinvenção da nossa relação com o “grande fora” - 4 的图像 4Pós-COVID-19: sobre a reinvenção da nossa relação com o “grande fora” - Mais Imagens+ 5

"Como viveremos juntos?". A pergunta, tema da 17ª Biennale di Venezia, tem se mostrado providencialmente oportuna. E adquire caráter de urgência com a eclosão da COVID-19 e a crise por ela desencadeada, instando-nos a voltar o olhar para a sustentabilidade do atual modelo civilizatório e para a necessidade de renovar tanto o pensamento quanto a ação sobre o entorno. A propósito de um artigo publicado no ArchDaily intitulado Como viveremos juntos com todas as outras espécies?, este texto busca somar elementos para o debate.

A participação da criança na construção de cidades humanizadas

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Atualmente a construção de cidade humanizadas parte do pressuposto da participação popular plena, como preveem as políticas públicas nacionais institucionalizadas no Estatuto da Cidade. Mas é visível que os mecanismos, em grande parte, são voltados para os adultos, deixando crianças e jovens às margens do processo de participação e tomada de decisões.

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Covid-19, Ordenamento Territorial e Planejamento Urbano na América Latina

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A crise gerada pela pandemia e a nova ordem global decorrente dela nos obrigam a revisar e ajustar todos os Planos de Ordenamento Territorial (ou o instrumento equivalente) em cada uma de nossas cidades latino-americanas. 

A Cidade de Germán Bannen: documentário sobre marcos e obras do Prêmio Nacional de Urbanismo do Chile

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O arquiteto e urbanista chileno Germán Bannen, conhecido por suas obras na comuna de Providencia, tem sua trajetória minuciosamente analisada no novo documentário do artista visual Gabriel Del Favero e da jornalista Ana Rodríguez. “A cidade de Germán Bannen” percorre os principais marcos de seus projetos — a exemplo do projeto e da construção da avenida Nueva Providencia — por meio de uma compilação de fotografias, plantas, imagens de arquivo, aulas, desenhos arquitetônicos e cerca de dez entrevistas. 

Apenas estrutura: 20 casas que evidenciam seu sistema estrutural

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Por mais que algumas obras a ocultem, a estrutura é sempre uma preocupação em projetos de arquitetura. A definição do sistema estrutural está entre as primeiras decisões importantes a serem tomadas e, possivelmente, definirá uma série de outros aspectos da edificação. Há, no entanto, casos extremos em que a arquitetura se faz ver e ler, simplesmente, como a estrutura; projetos que têm seu caráter e imagem definidos em grande medida pela solução estrutural adotada.

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Mapas sonoros da América Latina: cartografias alternativas para compreender o território

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Mapas sonoros é um projeto do Archivo Usted no está aquí que registra de maneira não tradicional as cidades e povoados do território latino-americano. Constituindo um “mapa de mapas”, o site reúne mais de 40 páginas independentes com arquivos sonoros de países como Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, México, Peru e Uruguai, formando um grande diário de bordo de documentos de áudio georreferenciados que oferecem uma maneira alternativa de cartografar e compreender a América Latina.

Arquitetura contemporânea e herança cultural em Nova Orleans

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Nova Orleans é uma cidade diferente de qualquer outra. Marcada por uma rica herança cultural, é definida pela geografia do Delta do Mississippi e pelo clima local. Após a destruição causada pelo furacão Katrina em 2005, designers e arquitetos voltaram sua atenção para a cidade, buscando soluções para garantir um futuro melhor para as comunidades que lá vivem. 

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Do planejamento territorial ao detalhe da maçaneta: como usar as diferentes escalas de desenho

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A atuação profissional de um arquiteto urbanista pode assumir inúmeras frentes graças à diversa composição curricular em grande parte dos cursos de graduação, com disciplinas que lidam com o desenho e o projeto em diferentes âmbitos. Dos grandes planos urbanos às reformas de apartamentos, da metrópole ao mobiliário, esses profissionais trabalham com objetos diversos, mas levam em comum sua ferramenta expressiva e de comunicação de ideais, o desenho e as maquetes.

Seja qual for o propósito de projeto, o desenho está presente enquanto forma de representar a realidade, ideias, especulações, concepções. A escala, fator que estabelece o nível de leitura que se deve fazer dessas representações, determina o vínculo entre o mundo real e as dimensões do desenho ou maquete - não por acaso, a escala 1:1 é conhecida também como "escala real". 

Mapas apresentam rios e bacias hidrográficas do mundo todo em cores vibrantes

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O analista GIS e cartógrafo húngaro Robert Szucs compartilhou conosco uma impressionante coleção de mapas que reúne todas as bacias hidrográficas do mundo, destacadas com cores vibrantes. Disponibilizadas no website de seu projeto Grasshopper Geography, as cartografias mostram o mapa mundi dos rios e cursos d'agua e, também, versões menores, com as bacias de alguns países e continentes.

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Como a iluminação de néon pode moldar a arquitetura

Como a iluminação de néon pode moldar a arquitetura - Image 1 of 4Como a iluminação de néon pode moldar a arquitetura - Image 2 of 4Como a iluminação de néon pode moldar a arquitetura - Image 3 of 4Como a iluminação de néon pode moldar a arquitetura - Image 4 of 4Como a iluminação de néon pode moldar a arquitetura - Mais Imagens+ 24

As luzes de néon são uma afirmação ousada e cosmopolita que pode facilmente revitalizar ou acentuar um espaço ou estrutura arquitetônica. Com brilho atraente, uma infinidade de opções de cores e vínculos com uma estética retrô, essas peças de iluminação podem fazer com que um espaço pareça simultaneamente moderno e nostálgico. No entanto, poucos compreendem o funcionamento científico ou as propriedades materiais do néon, e muitos arquitetos negligenciam seu uso devido à sua estreita associação com sinalizações comerciais. Abaixo, exploramos como o néon funciona, sua história arquitetônica e como os arquitetos podem continuar a usá-lo hoje.

Edificações inteligentes: um conceito em evolução

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Edificações inteligentes (ou smart buildings) é um termo que tem ganhado destaque nos últimos anos, seja como uma forma de pensar edificações mais eficientes e que tragam mais benefícios aos seus usuários ou interesse do setor imobiliário para achar um novo nicho de mercado. 

Percebe-se que em muitos casos, o termo inteligente é utilizado de forma exagerada, sendo muitas vezes como uma forma de vender algumas tecnologias ditas inovadoras. Nessa ótica, como qualquer tecnologia pode se tornar obsoleta ao longo do tempo, muitos dos projetos de edificações considerados modernos, avançados e/ou inteligentes na sua época de construção, atualmente não são mais. 

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Arquiteturas nômades: se deslocar sem sair de casa

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De um lado, a velocidade exorbitante representada pela rápida propagação por minuto, pela transcendência de fronteiras, pelo alastramento por todos os continentes, pela multiplicação desenfreada. De outro, o intacto, o imóvel, o claustro doméstico, o isolamento e a reclusão na tentativa de evitar qualquer movimento brusco, na supressão do ímpeto, no controle do ambiente. De um lado o vírus, do outro o homem.

Neste cenário pandêmico no qual um vírus mortal é gestado na velocidade interrupta dos nossos movimentos, tornando – nós mesmos – a sua potência, a imobilidade é vista como parte importante do antídoto. Uma imobilidade que nos custa caro, nos encerra em nossos lares e nos obriga a revisar a forma como experienciamos o mundo.

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