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Economia circular na habitação latinoamericana: 12 exemplos de reuso de materiais

Embora a economia circular envolva outros princípios, como a regeneração de sistemas naturais, a reutilização ou reciclagem de materiais desempenha um papel importante na redução de resíduos gerados, dando uma segunda vida útil a elementos que poderiam ser considerados descartes. Madeira, chapas metálicas, tijolos, pedras, entre outros, podem ser reutilizados, trazendo critérios de sustentabilidade e eficiência aos projetos, contribuindo para consolidar este conceito que ainda tem um longo caminho a percorrer.

Dentro do território latino-americano, diversos profissionais da arquitetura se propuseram a aplicar em seus processos de projeto e construção a implementação de estratégias que colaborem com o uso dos recursos, seja reutilizando, reciclando ou restaurando diferentes materiais e elementos em busca da atender as necessidades e preocupações daqueles que habitam os espaços.

Cozinhas atemporais: a interseção entre estilo e funcionalidade

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Acessórios bem escolhidos desempenham um papel crucial no design de interiores, adicionando apelo estético e servindo como acabamentos para um espaço. As cozinhas, que são áreas essenciais em que atendemos algumas de nossas necessidades básicas, devem ser projetadas para se adequar aos estilos de vida dos habitantes, o que pode incluir acessórios personalizados, como vários sistemas de torneiras, funções e acabamentos, para aprimorar a funcionalidade e a aparência destes ambientes. Em busca de estilo e funcionalidade, mostramos uma série de torneiras de cozinha da empresa Dornbracht, que integram a elegância moderna com um design atemporal para criar espaços versáteis.

A importância de uma iluminação pública sensível ao gênero

O gênero é uma camada de desigualdade incontestável nas cidades, que marca, de maneira muito distinta e efetiva, a experiência e o cotidiano de homens e mulheres no ambiente urbano. Um dos elementos cruciais na tentativa de garantir espaços mais inclusivos e igualitários é a iluminação pública, que não costuma ser pensada sob uma perspectiva de gênero.

Espaços públicos mal iluminados reforçam o sentimento de medo nesses ambientes, e devem ser repensados para que promovam cidades mais seguras, especialmente para as mulheres. Uma vez que, atualmente, mais da metade da população mundial vive em áreas urbanas — um cenário que só tende a aumentar —, como podemos tornar os espaços públicos mais seguros e confortáveis para que possam ser plenamente usufruídos e acessados por todas e todos? 

Carlo Scarpa: o mestre da escultura e da luz

A luz natural é um dos elementos mais críticos na arquitetura. Embora imaterial e difícil de controlar, desempenha um papel crucial na definição de como o espaço é percebido em termos de escala, texturas, materialidade e atmosfera geral. A luz natural também afeta as emoções que as pessoas sentem em um espaço, seja por sua ausência ou abundância. Mas, assim como a luz impacta a arquitetura, a arquitetura também impacta a luz. Através do enquadramento de vistas, criando massas tridimensionais que lançam sombras marcantes, ou esculpindo vazios que criam projeções de luz únicas, alguns arquitetos dominaram técnicas de projeto que integram perfeitamente luz e volumetria — e talvez um dos melhores nisso tenha sido o arquiteto veneziano Carlo Scarpa.

O papel da sombra na arquitetura vernacular

Sempre que a luz incidir sobre uma superfície haverá sombra, não importa o quão insignificante seja seu foco. Os contornos reais dificilmente serão visíveis, mas outras formas virão à tona nesse jogo de claro e escuro. No caso de serem projetadas pela dança solar, soma-se às sombras uma dinâmica latente que pode ser usada para intensificar fenômenos do cotidiano, quebrando a monotonia do espaço. Aberturas ortogonais em um longo corredor ou tramados de peças vazadas em um pátio são exemplos de elementos construtivos que criam manchas de luz e sombra trazendo, além do deleite estético, conforto térmico aos seus usuários. Dessa forma, torna-se evidente que esses elementos intangíveis são partes essenciais em um ambiente tanto que, muito antes de Louis Kahn declarar o poder das sombras, eles já vinham sendo manipulados.

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Entre a luz e a sombra: explorando a iluminação para criar atmosferas na arquitetura

A luz é parte constitutiva de diversas disciplinas, dá forma para o mundo como se conhece. Na física, serve como medida de velocidade, explica a visão, o registro de imagens pelo olho, pela lente da câmera. Ao longo da história da arte, a representação da luz – ou ausência dela – pautou movimentos seculares em manifestações diversas com técnicas e suportes igualmente diferentes. O que significa dizer que a luz – e sua derivada, a sombra – são capazes de criar ambientes, atmosferas e sensações diversas, e que podem ser percebidas sobre os objetos e espaços. Dessa forma, a luz é constitutiva também da arquitetura.

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Dez projetos em andamento de David Chipperfield, vencedor do Prêmio Pritzker 2023

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Sir David Chipperfield recebeu o Prêmio Pritzker 2023, a mais alta distinção no campo da arquitetura. Conhecido por sua resposta bem trabalhada, precisa e sensível a ambientes complexos, o arquiteto tornou-se reconhecido pela habilidade na restauração e reforma de edifícios, sobretudo instituições culturais, antes de expandir o leque de projetos para incluir novas estruturas. Enquanto as obras já construídas demonstram muitos dos princípios fundamentais da boa arquitetura, os projetos em andamento revelam uma narrativa igualmente relevante: seguir em frente na evolução de sua abordagem a esses princípios.

Muitos dos projetos em andamento mantêm o interesse de Chipperfield em instituições museológicas e culturais, mas ele continua trabalhando com vários tipos de construção. Seu último grande projeto aborda uma das instituições mais notáveis da Grécia, o Museu Arqueológico Nacional. Isso representa mais uma oportunidade para o arquiteto apresentar os museus como instituições que proporcionam uma transformação na vida das cidades onde estão localizados, ao mesmo tempo em que evidenciam as camadas históricas que definem sua arquitetura. Outros projetos, como a Santa Giulia Arena em Milão ou a Elbtower em Hamburgo, ampliam o leque de programas e tipologias abordadas por Chipperfield.

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Espaços ocasionais: intervenções temporárias para um desenvolvimento urbano duradouro

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Quando as ruas estão vazias, as calçadas intocadas e as cortinas fechadas, a cidade parece sem vida. Quando as empresas fecham, os escritórios se tornam remotos e a atividade econômica diminui, os mecanismos que operam uma cidade ficam ociosos. Espaços e terrenos vagos são muitas vezes percebidos como “fracassados”, refletindo o declínio urbano e a deterioração econômica. O vazio, no entanto, mantém a esperança de possibilidades e mudanças. Quando os vazios urbanos estão à beira da transformação, o que acontece nesse meio tempo?

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Como uma história em quadrinhos deu vida a uma obra não construída de Frank Lloyd Wright

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A história da arquitetura está repleta de marcantes hipóteses nunca concretizadas, tenha sido pela inexequibilidade, radicalidade conceitual e/ou outros critérios específicos. Ainda que fruto das mais prestigiadas mentes do campo, tais ideias não transpuseram as inevitáveis imposições da realidade material, e tampouco puderam sofrer adaptações que as viabilizasse, mesmo que parcialmente. No entanto, a importância desses projetos ultrapassa o tangível. Para além de enriquecer o acervo intelectual da profissão, as propostas outrora naufragadas foram e ainda são insumo para reflexões e fonte de criação para diversas abordagens artísticas.

Contraste, limpeza e regularidade: estratégias materiais nos museus de David Chipperfield

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David Chipperfield, vencedor do Prêmio Pritzker em 2023, projetou mais de uma dúzia de museus ao longo de sua carreira, com alguns ainda a serem concluídos. Como uma tipologia de grande impacto urbano e social, Chipperfield e sua equipe aproveitaram com habilidade cada comissão para transformar bairros e cidades, respeitando a essência do local e de suas pré-existências. Seus museus fazem declarações poderosas sem serem invasivas, e isso se reflete na escolha de materiais e soluções construtivas usadas.

Como um minimalismo de grandes dimensões, Chipperfield oferece aos materiais espaço para se desenvolverem e serem compreendidos. Em suas galerias e museus, os materiais parecem expostos, limpos e destacados através do contraste. Eles dão caráter ao espaço enquanto destacam a arte em exibição, gerando atmosferas adequadas para sua apreciação. A regularidade, a continuidade e a repetição ajudam a moldar esse fundo, enquanto a luz filtrada termina a construção da cena certa.

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Estudo da NASA mostra quais são os países que mais emitem CO2 no mundo

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Para calcular a quantidade de CO2 emitida por cada país do mundo, o método usado considera as emissões de cada setor da economia das diferentes nações, usando uma abordagem “de baixo para cima” em que as informações partem de dados levantados nos diferentes territórios do mundo. Mas, uma nova abordagem para responder esta pergunta usa dados de satélite da NASA.

Conheça os participantes da Exposição Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza 2023

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Desde 1998, a Bienal de Arquitetura de Veneza tem se baseado em três pilares: os pavilhões nacionais (cada nação escolhe seus próprios curadores e projetos), a exposição internacional (organizada pelo curador da Bienal) e os eventos paralelos (aprovados pelo curador).

Na edição de 2023, a exposição internacional de arquitetura, que tem curadoria de Lesley Lokko, é estruturada em seis partes e conta com 89 participantes. Destes, mais da metade são da África ou da diáspora africana, com equilíbrio de gênero e uma média de idade de 43 anos para os participantes.

Conheça os participantes da Exposição Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza 2023 - Image 1 of 4Conheça os participantes da Exposição Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza 2023 - Image 2 of 4Conheça os participantes da Exposição Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza 2023 - Image 3 of 4Conheça os participantes da Exposição Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza 2023 - Image 4 of 4Conheça os participantes da Exposição Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza 2023 - Mais Imagens+ 5

Apartamentos brasileiros: 10 projetos com instalações aparentes

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Tubulações aparentes em destaque não são uma novidade no campo da arquitetura. Clássicos como o Centro Pompidou e o Sesc Pompeia já adotavam elementos da infraestrutura como objetos que ajudavam a compor a estética do edifício. Soluções que tiveram como inspiração a arquitetura industrial dos anos 50. A qual, na necessidade de remodelar galpões industriais para outros usos, tornou suas instalações aparentes para viabilizar a obra a custos mais baratos e execuções menos complexas. Passadas algumas décadas, hoje encontramos este partido também em outras escalas.

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Visões sobre a economia circular no desenho urbano

Se a economia circular está cada vez mais presente nos debates de arquitetura e planejamento urbano, é por uma razão: a população mundial que vive nas cidades crescerá para 68% até 2050. O desafio ambiental será significativo à medida que a demanda por recursos naturais, tais como materiais ou energia, aumentar, e parece que a circularidade oferece algumas oportunidades para reduzir este impacto.

Como podemos avançar em direção a um modelo mais sustentável em nossas cidades? Colocamos esta pergunta a nossos leitores e depois de analisar uma enorme quantidade de comentários e opiniões, tanto de profissionais da construção, estudantes e interessados em arquitetura, foi uma surpresa encontrar coincidências e visões sobre políticas e programas que incentivam o consumo responsável e a colaboração entre diferentes setores.

A seguir, conheça os pontos de vista mais recorrentes.

Mobiliários impressos em 3D: 12 designs que exploram a artesania digital

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Você pode imaginar poder prototipar uma peça de mobiliário com o toque de um botão e testá-la em apenas algumas horas? Isso pode se tornar uma prática comum mais cedo do que podemos pensar. Alimentado pela inovação material, automação e tecnologia de ponta, uma nova era está surgindo; onde a impressão 3D abre um mundo de possibilidades criativas que transcendem os limites do design tradicional. Sim, móveis ainda são produzidos em massa usando os métodos convencionais - moldagem, corte, dobras -, mas a impressão 3D continua a romper com os aspectos tradicionais da indústria. À medida que a tecnologia revolucionária evolui e se torna mais acessível, isso desencadeou um nível incomparável de expressão e eficiência criativas. O conceito é simples: um design digital é criado usando o software de modelagem 3D e, em seguida, impresso, camada por camada, na forma de um objeto físico, dando vida a geometrias complexas. É um tipo totalmente novo de artesania digital.

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Raio-que-o-parta: a arquitetura entre cacos e cores no Pará

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O modernismo no Brasil foi moldado por diversas faces e concepções ligadas ao progresso e, no âmbito da arquitetura, uma das linguagens estéticas utilizadas para tal foram os painéis compostos por azulejos, como em obras dos artistas Athos Bulcão, Cândido Portinari e Burle Marx.

Na região norte, mais precisamente no Estado do Pará, o movimento moderno chega com adaptações aos padrões locais, com o uso amplo de platibandas encobrindo os telhados, jardins utilizando plantas regionais, esquadrias em madeira, fachadas em lajotas cerâmicas, entre outros. Além disso, engenheiros e arquitetos da época, como Ruy Meira e seu sobrinho Alcyr Meira, foram responsáveis pela composição de diversos murais na região, utilizando azulejos inteiros e em cacos. 

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O urbanismo de Le Corbusier ou por que vivemos todos distantes

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“Uma cidade construída para a velocidade é uma cidade construída para o sucesso.” Esta frase, atribuída a Le Corbusier, um dos mais influentes urbanistas do século XX, condensa um dos mais importantes processos sociais vividos naquele período.

A mobilidade é um aspecto central na configuração do tecido social. Para o professor de Sociologia da Universidade de Sevilha Eduardo Bericat, toda forma de sociedade implica um sistema de mobilidade. Portanto, suas transformações supõem mudanças antropológicas de enorme importância.

Arquitetura na América Central: projetos para entender o território da Guatemala

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A Guatemala é um país localizado na América Central que está organizado em 22 departamentos. Sua capital e cidade mais populosa é a Cidade da Guatemala. As fronteiras geográficas que contêm este território são formadas pelo México ao norte e oeste, Belize e Honduras ao leste, e El Salvador ao sul. Além disso, abre-se para o Oceano Pacífico e o Golfo de Honduras.

Arquitetura do engajamento: representação e publicização na era das redes sociais

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A relação da arquitetura com os mais diversos suportes de representação, reprodução e publicização não é uma novidade. Desenhos, plantas e fotografias veiculados em livros, revistas e jornais, historicamente, fizeram parte e acompanharam, de algum modo, a trajetória da profissão. Na última década, com a popularização das redes sociais, sobretudo aquelas que têm na imagem o seu principal foco de comunicação, essas plataformas passaram a ser usufruídas de muitas maneiras pelos arquitetos e incorporadas de diversas formas em suas práticas profissionais. Mas, se por um lado elas podem ser capazes de produzir e popularizar uma série de conteúdos e alcançar diversos públicos, por outro lado, na era do engajamento, a arquitetura pode se tornar refém de sua própria representação?

A arquitetura das contraculturas: movimentos utópicos nos Estados Unidos e Alemanha

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A Lei da Polaridade também é válida em relação à sociedade e às culturas humanas: na verdade, tudo tem um oposto. As contraculturas explodiram como forma de condenar os "caminhos do mundo". Um movimento de contracultura é capaz de expressar o ethos e as aspirações de uma população durante um tempo específico e, à medida que novos estilos de vida são explorados, a arquitetura evolui para satisfazer os ideais utópicos das novas sociedades. Desta forma, ela acaba por ser um produto da cultura para a qual é projetada.

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O que são infraestruturas vivas?

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O significado de infraestrutura já é amplamente conhecido pela população em geral, tendo como definição simplificada um conjunto de serviços fundamentais para o desenvolvimento socioeconômico de uma região, tais como saneamento, transporte, energia e telecomunicação. Os exemplos corriqueiramente apresentados sempre dizem respeito a estruturas físicas construídas pelo homem, entretanto, uma nova concepção de infraestrutura vem surgindo nas últimas décadas impulsionada, principalmente, pela urgência da reconciliação entre humano e natureza para a sobrevivência das espécies.

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Novo Minha Casa, Minha Vida abre oportunidade de qualificação de territórios precários com governança compartilhada

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Entre as novidades do novo programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), lançado recentemente pelo Governo Federal, está a inclusão da modalidade "melhoria habitacional". É uma introdução necessária, porque atende populações historicamente desassistidas – e as mais vulneráveis aos impactos cada vez mais frequentes e severos da mudança do clima. É preciso iniciar uma nova trajetória de desenvolvimento sustentável, justo, inclusivo e de baixo carbono. Essa transição depende do acesso a habitação de qualidade, mas também a outras infraestruturas e serviços.

Resorts de outro mundo e uma metrópole utópica: 8 projetos para o metaverso ou gerados por IA

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O metaverso está se mostrando um terreno fértil para pesquisa e experimentação, especialmente para os arquitetos. Este novo reino é atualmente indefinido e reúne muitas narrativas, explorações e oportunidades para arquitetos e designers moldarem um novo tipo de ambiente. Ferramentas como geradores de imagens por Inteligência Artificial estão contribuindo para a compreensão das suas inúmeras possibilidades. Embora eles ainda não façam parte da prática padrão, trazem a promessa de uma mudança na produção da arquitetura. Projetos conceituais como os apresentados a seguir não têm propósito externo mas, ainda assim, são importantes para a consciência das novas tecnologias que provavelmente terão um efeito significativo no futuro de nossa profissão.

A curadoria desta semana apresenta os melhores projetos de arquitetura não construída, destacando criações enviadas pela comunidade ArchDaily que experimentam um novo meio e integram novas tecnologias. De edifícios abstratos criados para serem experimentados por meio da realidade virtual no metaverso a investigações sobre a capacidade dos mecanismos geradores de imagens por IA de desenvolver expressões arquitetônicas inovadoras e até pesquisas em planimetria, os projetos a seguir estão ampliando os limites de como a arquitetura poderá ser na nova era dos desenvolvimentos tecnológicos.

Resorts de outro mundo e uma metrópole utópica: 8 projetos para o metaverso ou gerados por IA  - Image 32 of 4Resorts de outro mundo e uma metrópole utópica: 8 projetos para o metaverso ou gerados por IA  - Image 28 of 4Resorts de outro mundo e uma metrópole utópica: 8 projetos para o metaverso ou gerados por IA  - Image 35 of 4Resorts de outro mundo e uma metrópole utópica: 8 projetos para o metaverso ou gerados por IA  - Image 67 of 4Resorts de outro mundo e uma metrópole utópica: 8 projetos para o metaverso ou gerados por IA  - Mais Imagens+ 67

A translucidez na arquitetura contemporânea brasileira em 7 projetos

O uso de materiais translúcidos na arquitetura brasileira tem sido uma tendência crescente nos últimos anos. Vidro laminado translúcido, policarbonato e acrílico são apenas alguns deles. Se possuem diferentes vantagens e desvantagens em relação ao custo, resistência a impactos, isolamento térmico e acústico, o que traça o benefício comum entre eles é o constante diálogo que propiciam entre interior e exterior. 

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