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Vocabulário arquitetônico definido de A a Z

Este vídeo apresenta e define termos comuns da arquitetura de A a Z. Não é segredo para ninguém que a arquitetura está repleta de jargões. Isso pode ser motivo de piadas e memes, mas também gera confusão e frustração. Essa dependência de jargões é, até certo ponto, perdoável — afinal, a tarefa de traduzir princípios espaciais, geométricos e compositivos complexos em linguagem verbal é difícil. Ainda assim, isso significa que é preciso se dedicar a aprender essa linguagem para compreender plenamente a comunicação escrita e verbal sobre edifícios. Este vídeo ajuda nessa tarefa ao apresentar as definições de 26 termos arquitetônicos comuns em ordem alfabética. Entre os termos estão estética, contraforte, circulação, diagramático, enfilade, fenestração, geodésico, hierarquia, icônico, ombreira, kitsch, legibilidade, morfologia, nó, ornamento, programa, cunhal, rusticação, estereotomia, tectônica, urbanismo, yurt e zeitgeist. Com este vocabulário fundamental em mãos, você poderá acompanhar qualquer conversa sobre arquitetura.  

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Julia Gamolina, do Madame Architect: “Quanto mais os/as arquitetos/as puderem acumular habilidades para gerir um negócio e contar uma história convincente, melhor será o seu trabalho”

Madame Architect, a plataforma dedicada ao ambiente construído e ao empoderamento, avanço e visibilidade das mulheres que nele trabalham, acaba de atingir um marco histórico: a publicação de mais de 250 entrevistas com as mulheres que moldam nosso mundo. “Criada para romper com o molde do/a arquiteto/a tradicional”, a plataforma foi fundada há três anos por Julia Gamolina, arquiteta que traçou o seu próprio caminho na área e hoje é Diretora de Estratégia na Trahan Architects, com foco no negócio, seu desenvolvimento, crescimento e evolução.

Christele Harrouk, do ArchDaily, teve a oportunidade de conversar com Julia Gamolina, fundadora e editora-chefe da Madame Architect, além de uma das indicadas na lista "20 Under 40" da Professional Women in Construction, para discutir suas escolhas de carreira, a revista digital, os negócios na arquitetura e a comunicação.

Quais materiais são mais fáceis de reciclar em uma construção?

A indústria da construção civil é responsável pelo consumo de cerca de 75% dos recursos naturais do planeta. Pedras, areia, ferro e outros tantos recursos finitos são retirados em enormes quantidades para suprir os mercados. Além da exploração, a grande quantidade de resíduos gerados nos canteiros de obra é algo preocupante, seja durante as obras ou em demolições e remodelações. No Brasil, por exemplo, os Resíduos da Construção Civil podem representar entre 50% e 70% da massa dos resíduos sólidos urbanos [1]. O destino dado a esses entulhos é outro fator chave, uma vez que muitas vezes são postos em caçambas que acabam indo para aterros e lixões sem um destino correto e adequado, sobrecarregando os sistemas de limpeza pública municipais e criando locais de deposição informais. 

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Verdades e mitos sobre o uso de contêineres na arquitetura

Quase meio milhão de novos edifícios desembarcaram no porto de Los Angeles este ano, ou melhor, mais de 490.000 contêineres passaram pelo porto de LA neste período. Se existe uma tendência duradoura na arquitetura contemporânea, é a predisposição em transformar contêineres em estruturas habitáveis. Neste contexto, nos cabe avaliar e discutir se esta tendência em converter contêineres em edifícios é apenas uma moda passageira ou algo que chegou para ficar?

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MVRDV desenvolve catálogo com soluções para requalificar coberturas de edifícios

Voltando a atenção para um recurso espacial ainda pouco explorado, o MVRDV produziu um catálogo com 130 ideias inovadoras para coberturas planas em Roterdã, apresentando uma potencialidade para o desenvolvimento da cidade. Encomendado pela prefeitura e desenvolvido em conjunto com o Rotterdam Rooftop Days, o Rooftop Catalogue ilustra como a requalificação de coberturas pode contribuir em questões como escassez de solo urbano e mudanças climáticas, ao passo que também aborda o lado prático de se reaproveitar esses espaços.

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Cidade do México: a segunda cidade com mais hortas urbanas na América Latina

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Pode parecer que o conceito de “hortas urbanas” surgiu com a gentrificação da Cidade do México — um modelo de autonomia alimentar que não apenas nos provê de produtos orgânicos, frescos e ready to eat, mas que também embeleza a paisagem urbana e nos reconecta com a natureza. No entanto, não há nada mais equivocado do que conceber a agricultura urbana como uma mera questão de moda.

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Explorando princípios do novo urbanismo no século XXI

A discussão sobre como planejamos as cidades em que queremos viver é uma conversa sem fim. À medida que nosso mundo passa por mudanças que afetam os projetos urbanos de maneiras previsíveis e imprevisíveis, alguns princípios se mantém verdadeiros: as cidades que dependem menos do transporte privado, criam bairros onde se pode caminhar, possuem uma infinidade de parques e espaços públicos e são projetadas de uma maneira mais próxima à escala humana tendem a ser favorecidas e bem recebidas pelas pessoas que a habitam. O conceito do Novo Urbanismo se apoia nessas ideologias e soma um toque moderno, resultando em como elas podem ser introduzidas ao nosso estilo de vida no século XXI. O Novo Urbanismo pode ser visto como uma estratégia de planejamento que tem sido elogiada e criticada desde sua implementação.

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Sem desperdício: 10 intervenções econômicas na arquitetura

O sistema de economia circular visa eliminar o desperdício e alcançar o uso sustentável de recursos. Indo além do atual modelo industrial extrativista de “extrair, produzir, descartar”, a economia circular busca redefinir o conceito de crescimento, com foco em benefícios positivos para toda a sociedade. Para tanto, pressupõe a dissociação gradual da atividade econômica do consumo de recursos finitos, além da eliminação ativa de resíduos do sistema por meio do design. No contexto da transição para fontes de energia renováveis, o modelo circular reconstrói o capital econômico, natural e social.

O modelo fundamenta-se em três princípios:

  • Projetar sem gerar resíduos e poluição
  • Utilizar plenamente produtos e materiais
  • Regenerar os sistemas naturais

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Tapeçaria natural: jardins verticais internos em diferentes tipologias de projetos

Como condição intrínseca à essência do homem, buscamos constantemente o contato com a natureza, independente das qualidades físicas ou geográficas nas quais nos encontramos. Cada vez mais afastados da natureza dita selvagem, articulamos meios e estratégias para que ela ainda se mantenha presente em nosso cotidiano, mesmo que seja por ínfimos instantes.

Nesse sentido, existem inúmeras maneiras pelas quais se faz possível domesticar a natureza, gesto que acompanha a história da humanidade, sempre desafiando limites técnicos e causando fascínio. Os jardins internos verticais são um exemplo disso.

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Fernanda Canales apresenta "After the House: privacidade em um mundo compartilhado" na Bienal de Veneza 2021

Fernanda Canales apresenta "After the House: privacidade em um mundo compartilhado" na Bienal de Veneza 2021 - Image 1 of 4Fernanda Canales apresenta "After the House: privacidade em um mundo compartilhado" na Bienal de Veneza 2021 - Image 2 of 4Fernanda Canales apresenta "After the House: privacidade em um mundo compartilhado" na Bienal de Veneza 2021 - Image 3 of 4Fernanda Canales apresenta "After the House: privacidade em um mundo compartilhado" na Bienal de Veneza 2021 - Image 4 of 4Fernanda Canales apresenta After the House: privacidade em um mundo compartilhado na Bienal de Veneza 2021 - Mais Imagens+ 13

Como uma das convidadas, a arquiteta mexicana Fernanda Canales apresenta a mostra After the House como parte da agenda cultural da 17ª Exposição Internacional de Arquitetura - La Biennale di Venezia, com curadoria de Hashim Sarkis. A exposição consiste em quatro maquetes principais que apresentam projetos de habitação concebidos como uma reinterpretação das vecindades, habitações urbanas multifamiliares de uso misto dispostas em torno de pátios com serviços compartilhados.

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Arquitetura no México: projetos para entender o território de Aguascalientes

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Aguascalientes é um estado localizado na região central do México, a cerca de 480 km a nordeste da Cidade do México, que faz limite geográfico com os estados de Zacatecas e Jalisco. Conta com 5618 km² de superfície, sendo o terceiro estado menos extenso do país. Sua capital e cidade mais populosa é Aguascalientes, nome dado em homenagem às fontes termais que os primeiros colonos espanhóis encontraram na região.

O que entendemos por automação na arquitetura?

Anos atrás, a indústria da construção era uma das mais atrasadas em termos tecnológicos, no entanto, hoje podemos dizer que a automação veio definitivamente para ficar.

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Alison e Peter Smithson: a dupla que liderou o brutalismo britânico

O casal Alison (22 de junho de 1928 - 16 de agosto de 1993) e Peter Smithson (18 de setembro de 1923 - 3 de março de 2003) formaram uma parceria que conduziu o brutalismo britânico durante a segunda metade do século XX. Começando com um vocabulário de modernismo despojado, a dupla foi uma das primeiras a questionar e desafiar as abordagens modernistas de design e planejamento urbano. Em vez disso, eles ajudaram a evoluir o estilo para o que se tornou o Brutalismo, tornando-se defensores da abordagem "ruas no céu" para a habitação.

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Assembleia Aberta: Prefeituras espanholas que moldam a comunidade e o lugar

Prefeituras e edifícios de arquitetura cívica são definidos por espaços de encontro e de trabalho concentrado. Localizados em centros urbanos, eles integram sistemas e pessoas. Sendo uma das nações mais diversas do mundo, a Espanha equilibra o respeito pela história com o otimismo em relação ao futuro. Ao explorarem os impactos ambientais, sociais e econômicos, as sedes municipais representam a cultura emergente do design espanhol e os valores locais.

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Fim do desperdício: dez maneiras de incorporar a economia circular em um projeto arquitetônico

Uma economia circular é um sistema econômico que visa eliminar o desperdício e o uso contínuo de recursos. Olhando para além do atual modelo industrial extrativo de coleta e descarte, uma economia circular visa redefinir o crescimento, com foco em benefícios positivos para toda a sociedade. Implica desvincular gradualmente a atividade econômica do consumo de recursos finitos e projetar os resíduos para fora do sistema. Apoiado por uma transição para fontes de energia renováveis, o modelo circular constrói capital econômico, natural e social.

É baseado em três princípios:

  • Eliminar o desperdício e a poluição.
  • Manter os produtos e materiais em uso.
  • Regenerar sistemas naturais.

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Arquitetura a serviço de todos: 4 jovens escritórios da Europa

Quatro jovens escritórios de arquitetura com sedes na Itália, Suíça, Reino Unido, Estados Unidos, Índia e Bélgica foram escolhidos pela New Generations, uma plataforma que observa o que há de mais inovador dentre os arquitetos europeus, proporcionando um espaço para troca de conhecimento e confronto, teoria e produção. Desde a sua fundação em 2013, a New Generations trouxe a público mais de 300 escritórios promissores de arquitetura, apresentando um cenário diversificado de studios e ateliês dedicados às mais diferentes atividades culturais, promovendo festivais, exposições, chamadas abertas, entrevistas e oficinas.

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Ditando tendências com acabamentos de interiores personalizados à base de madeira

A fabricante de materiais derivados de madeira EGGER combina padrões de acabamento para mobiliário, design de interiores e pisos para criar algo totalmente novo.

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"Nós temos medo da liberdade": entrevista com Paulo Mendes da Rocha

O consagrado arquiteto Paulo Mendes da Rocha, que no dia 23 de maio nos deixou, eternizando-se enquanto legado, concedeu entrevista à Revista América #1 publicada há pouco mais de dois anos. Nesta revista da pós-graduação da Escola da Cidade, o arquiteto, cujas reflexões estão no bojo do projeto editorial da publicação, expande – como fez em diversas outras ocasiões – o conceito de arquitetura atrelando a ela as dimensões geográfica e política.

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Arquitetura, design e artes: o que podemos aprender com a obra de William Morris?

William Morris foi um dos grandes nome do movimento Arts and Crafts dos século XIX. Sua prática foi amplamente delineada por seus ideais políticos, passando por experiências pela construção, a decoração e o design, chegando a ser escritor, sempre buscando amparar os espaços de trabalho como lugares de prazer e contemplação.

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As megacidades do futuro também podem se tornar inteligentes?

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Cidades estão tão profundamente enraizadas na história da humanidade que dificilmente nos perguntamos por que vivemos nelas ou qual a razão de nos agruparmos em assentamentos urbanos. Ciro Pirondi, arquiteto brasileiro, aponta que vivemos em cidades porque gostamos de ter alguém para conversar, enquanto Paulo Mendes da Rocha classifica a cidade como “a suprema obra da arquitetura”. A cidade é o mundo que o homem constrói para si próprio. Tratam-se de imensas construções coletivas, palimpsestos, colagens de camadas de histórias, realizações, conquistas e perdas.  

Já somos majoritariamente urbanos desde 2007. E a porcentagem deve chegar a 70% de pessoas vivendo em cidades em 2050. Nos próximos anos, megacidades com mais de 10 milhões de habitantes deverão se multiplicar, principalmente na Ásia e na África, muitas delas em países em desenvolvimento. Tal projeção levanta o alerta em relação à sustentabilidade e às mudanças climáticas que as cidades catalisam. E, claro, sobre como possibilitar a qualidade de vida a seus habitantes e de que forma eles poderão prosperar e se desenvolver em contextos que, muitas vezes, não são os ideais. Como esses assentamentos urbanos receberão este aporte da população? Enquanto seus centros antigos demandarão transformações e atualizações, suas periferias exigirão o projeto de novas residências e equipamentos públicos, além de infraestruturas adequadas. Como esse processo pode ajudar os centros urbanos a se tornarem inteligentes, utilizando de forma criativa e eficiente a tecnologia já disponível a favor de seus habitantes? 

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Plano de Bairro do Jardim Lapenna: implementação de direitos e o fazer em comunidade

O Plano de Bairro é um instrumento de planejamento urbano que incentiva a população a pensar em ações para a melhoria do seu bairro. Ele foi instituído na cidade de São Paulo pela lei municipal do Plano Diretor Estratégico com os objetivos de articular as questões locais com as questões estruturais da cidade, levantar as necessidades por equipamentos públicos, sociais e de lazer nos bairros, além de fortalecer a economia local e estimular as oportunidades de trabalho.

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Conheça os 60 pavilhões nacionais na Bienal de Veneza 2021

Devido à complexa situação de pandemia mundial que eclodiu ano passado, a Bienal de Veneza 2020 foi adiada um ano. Assim, a Bienal de Veneza 2021, que acontece até o dia 21 de novembro, recebe a 17° Exposição Internacional de Arquitetura —Como viveremos juntos? – com curadoria de Hashim Sarkis.

Esta edição da Bienal de Veneza conta com 112 participantes de 46 países, com 60 pavilhões e exposições nacionais no Giardini, Arsenale e no centro histórico da cidade. Além disso, a mostra internacional recebe pela primeira vez três países: Granada, Iraque e Uzbequistão.

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Quando a inovação segue a função: os designs kitsch da arquitetura "pato"

A arquitetura às vezes pode ser mundana - exceto quando é uma arquitetura mimética. Esses edifícios se separam de forma única e identificável dos edifícios abstratos, metafóricos e frequentemente monótonos que classificam a arquitetura moderna. Em vez de privilegiar os arranha-céus de aço e vidro que servem como marcos em cidades ao redor do mundo, eles visam zombar da arquitetura de uma forma jovial, comercial e talvez um pouco mais funcional e expressiva. Ao contrário de outros edifícios, eles são a personificação literal de uma coisa em si, colocando sua função amplamente em exibição em vez de escondê-la entre quatro paredes austeras.

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Sistemas de cobertura para edifícios de bambu

As coberturas são, talvez, o elemento arquitetônico mais fundamental dos edifícios de bambu (junto com as fundações). Telhados bem projetados e construídos desempenham um papel fundamental na proteção de uma estrutura de bambu ao mesmo tempo em que aumentam a beleza e a experiência do espaço. O que se qualifica como um telhado de bambu bem projetado?

Há alguns elementos-chave que precisam ser considerados: 1) os beirais do telhado para mitigar o desgaste das peças de bambu do sol direto e da chuva, 2) a inclinação do telhado para o fluxo de água, 3) o espaçamento das vigas para rigidez e, finalmente, 4) o material utilizado. Em Bali, experimentamos muitos materiais e técnicas de cobertura diferentes. Neste artigo, compartilhamos 5 dos sistemas de cobertura mais comumente usados para nossos edifícios de bambu:

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