Campeche é um estado localizado no sudeste do México, na Península de Yucatan e faz fronteira geográfica com os estados de Yucatan, Quintana Roo e Tabasco, de frente para o Golfo do México. Além disso, o Campeche é um dos três estados que marcam a divisão política do país com a Guatemala. Tem 57 924 km² e é o terceiro estado menos populoso do país. Sua capital e a cidade mais populosa é São Francisco de Campeche.
Bryant Park en Nueva York. Imagen de ymgerman. . Image via Shutterstock
Um dos maiores desafios que o planejamento urbano encontra hoje é como prever e sistematizar o inevitável crescimento de uma cidade. Os anos se passam e as grandes cidades continuam expandindo suas fronteiras em direção à periferia, e de fato, estima-se que 70% de todos os habitantes do planeta deverão estar vivendo em cidades até o ano de 2050. Neste contexto, como poderíamos construir cidades mais sustentáveis, saudáveis e equitativas para enfrentarmos os desafios do futuro?
O MOVYT lança o Trayectopia, um jogo de cartas que promove a reflexão sobre as nossas experiências de mobilidade no espaço público, criado para apoiar os/as funcionários/as públicos/as que deverão desenvolver os planos de mobilidade no âmbito da nova Lei de Contribuições ao Espaço Público no Chile.
Chicago já abrigou uma enorme passarela elevada conhecida como “pedestrian highway”. Ela conectava edifícios no Campus Leste da Universidade de Illinois em Chicago, criando uma rede multinível de atividade humana. A estrutura foi projetada pelo arquiteto Walter Netsch, também responsável pelo campus da Academia da Força Aérea e sua famosa capela em Colorado Springs. A passarela era gigantesca e monumental, tendo servido inclusive de cenário para o filme de terror Candyman, do início dos anos 1990. Com o tempo, no entanto, ela se deteriorou, levando à decisão de demolir essa peça icônica da infraestrutura urbana.
Un chico, su bulldog, un huerto y la casa que comparten / HUSOS. Image
É muito provável que você esteja lendo esse texto em um espaço fechado e com as luzes ligadas. Com o nosso atual estilo de vida, é comum passarmos a maior parte dos dias em salas fechadas realizando nossas tarefas diárias banhados pela soma de luzes artificiais e naturais. Ao mesmo tempo que as luzes artificiais trouxeram infinitas e incalculáveis possibilidades à humanidade, elas também causaram uma certa confusão ao nosso corpo, que se adaptou por milhares de anos a responder aos estímulos da luz do sol e à escuridão da noite. Trata-se do Ritmo ou Ciclo circadiano, que designa o período de aproximadamente 24 horas que se baseia o ciclo biológico de quase todos os seres vivos, influenciado sobretudo pela luz recebida, mas também pela temperatura e outros estímulos.
Plaza Estacional, Caracas. Gabriel Visconti Stopello AGA estudio. Fotografía: José Bastidas.. Image Cortesía de Jeannette Sordi
Em nossas cidades, frente a todos os urgentes desafios globais que enfrentamos hoje—crises ambientais, sanitárias e econômicas—, há uma questão importantíssima a qual deveríamos tentar responder antes de todas as outras: como preparar as populações mais vulneráveis para enfrentar estes desafios?
Acontece que os dados não são nem um pouco animadores, ao mesmo tempo que a população urbana continua crescendo a um ritmo muito acelerado—produto de uma população desesperada por um futuro melhor e mais promissor—, nos encontramos com o fato de que as cidades, cada dia mais, são as principais responsáveis pela criação e o agravamento destes mesmos problemas. Nesta linha, há outro dado muito particular que tem muito a dizer sobre a atual condição de nossas cidades: 3 em cada 5 cidades da América Latina e Central encontram-se em áreas onde desastres naturais costumam ocorrer com frequência.
Vista hacia las piscinas, 2017.. Image Cortesía de Carolina Muñoz
Embora o projeto da Piscina Olímpica de Arica, construído em 1972 pela arquiteta Alicia Meza e pelos ex-membros da CORMU Nelson Berthelon e Sergio Román, tenha tido grande reconhecimento tanto nacional quanto internacional, hoje ele está longe de integrar o imaginário da arquitetura moderna no Chile.
O arquiteto Martín Luis Gutiérrez Martínez nasceu em Gómez Palacio – cidade do estado de Durango, no México – no ano de 1927, e nunca deixou para trás sua marca nortista nem suas convicções de vida. No breve e valioso tempo que compartilhei com ele, não faltaram à mesa sua memória excepcional, avivada por sua incansável paixão por viver e sentir a arquitetura.
https://www.archdaily.com.br/pt/1130696/martin-l-gutierrez-1927-2020-65-anos-entre-a-pratica-e-a-docencia-da-arquitetura-no-mexicoJorge Andreas Hernández
Cortesia de Estudio Lamela, Rogers Stirk Harbour + Partners
Os aeroportos modernos vêm ganhando escalas cada vez maiores. Com pátios de aeronaves cada vez mais amplos, programas múltiplos e milhões de viajantes por ano, a prevalência desta tipologia cresceu exponencialmente. Conhecida por proporcionar uma variedade de experiências espaciais únicas — desde imensas salas de espera e lounges de luxo até pontes de embarque estreitas —, a arquitetura aeroportuária consolidou-se, de fato, apenas no último século. Hoje, arquitetos/as e designers começam a dissolver criativamente a escala monumental dos aeroportos para explorar o seu papel na vida urbana contemporânea.
Na reedição desta semana da Metropolis, o autor AvinashRajagopal "lança um olhar amplo sobre o design americano, investigando a prática da arquitetura, o ressurgimento do fazer artesanal, as formas construtivas quintessenciais e a infraestrutura em decadência". Ao propor questionamentos como "quais valores prezamos? Que danos causamos e quem se beneficia do trabalho que realizamos?", profissionais de arquitetura e design em todos os Estados Unidos exploram as consequências contextuais dos desafios globais.
Há muito tempo os elementos em vidro saíram das suas aplicações mais usuais – janelas, espelhos, box de banheiro – e assumiram outros papéis dentro da composição dos ambientes. Muito presente no formato de divisórias, quando a intenção é ampliar os espaços, o vidro também é utilizado como elemento que representa leveza e sofisticação funcionando como uma barreira física que também permite a entrada de luminosidade natural.
Dentro das suas possibilidades, diferentes níveis de transparência podem ser aplicados de acordo com a funcionalidade de cada espaço. O vidro transparente no formato duplo, por exemplo, melhora a acústica do ambiente e, por isso, é recorrentemente aplicado em salas comerciais, já que, possibilita a separação física e acústica, mas ainda permite a relação visual entre os diferentes postos de trabalho.
Plano Conceitual do Wuhan Nanhu Art Center. Imagem Cortesia de Jing Studio
A seleção desta semana de Melhores Projetos Não Construídos destaca projetos comerciais enviados por escritórios consagrados. De museus de arte a escritórios, este artigo explora funções culturais e espaços comerciais, apresentando propostas enviadas de todas as partes do mundo.
Apresentando um centro de recepção que funde as culturas da China e da Itália, assinado pelo escritório aoe architects, e um edifício de escritórios pós-pandemia projetado pela NBBJ, esta seleção explora como escritórios de arquitetura consagrados projetaram edifícios que otimizam as funções dos programas e garantem o conforto de seus ocupantes. Esta compilação também inclui propostas de KPF Architects, Nordic Office of Architecture, AFF Architekten, entre muitos outros escritórios, cada um respondendo a diferentes necessidades espaciais, instalações e ambientes.
Nesta semana, as vagas em destaque são da July Cooperative, escritório de Xangai com forte atuação no campo do paisagismo e dono de um estilo singular. A equipe convida jovens profissionais apaixonados/as por design de paisagem a se juntarem ao time.
Haji Lane, em Singapura. Foto de Bna Ignacio, via Unsplash
A Time Out, uma plataforma online de cultura urbana que busca localidades pulsantes em todo o globo, recentemente listou as 30 ruas "mais legais" do mundo. O site, que normalmente tem como objeto as cidades como um todo, e já elaborou rankings de bairros e regiões, decidiu por se aproximar mais do público em 2021 e tentar uma abordagem mais local devido à pandemia de Covid-19.
Crises econômicas, emergências sanitárias e desastres naturais seguidos de conflitos sociais, desavenças políticas e a busca de novos lugares para viver têm sido, ao longo da história, os motivos para o deslocamento de centenas de milhões de pessoas. Como resultado disso, populaões inteiras tiveram que se adapatar às mudanças de residência, habitat e cultura.
O escritório Prismática Architects concluiu a reforma de uma oficina mecânica de 1921 que estava abandonada em San Diego, Califórnia. Ao dar nova vida à antiga estrutura, a equipe criou uma intervenção inesperada e vibrante. Ciente de que o edifício da Edie's Tire Shop pode não funcionar como oficina para sempre, a equipe de projeto concebeu a proposta prevendo que seu uso mude com o tempo.
Vladimir Belogolovsky conversa com o arquiteto mexicano-americano Francisco Gonzalez-Pulido sobre sua exposição 30 Projects/30 Years/30 Stories, atualmente em cartaz no Museo Metropolitano de Monterrey, no México. 30 Projects/30 Years/30 Stories, uma grande retrospectiva sobre a obra do arquiteto mexicano-americano Francisco Gonzalez-Pulido, foi inaugurada em 18 de junho no Museo Metropolitano de Monterrey, no México. A exposição permanecerá em cartaz até 21 de setembro.
A alvenaria estrutural consiste em um sistema construtivo onde as cargas que atuam no edifício se distribuem ao longo do plano da parede, de forma que a própria vedação do edifício é estrutural. A lógica, portanto, é que a parede, um plano contínuo, distribua as cargas igualmente para a fundação, e que a fundação as transmita para o solo.
Trata-se, portanto, do empilhamento de peças, blocos, tijolos ou pedras, os quais podem ou não estar ligados e amarrados por algum tipo de argamassa ou aço, que têm características específicas que garantem seu funcionamento autoportante.
O processo de projeto e construção envolve muitas etapas e colaborações diversas. Para compreender melhor a dinâmica de cooperação, relacionamento e negócios entre escritórios e parceiros externos no ecossistema da arquitetura e da construção, realizamos uma pesquisa intitulada “Qual é a rede colaborativa por trás do processo de construção?” (What's the Collaborative Network Behind the Process of Building). Também conversamos com diversos/as arquitetos/as e profissionais sobre os aspectos mais importantes na seleção de parceiros, bem como sobre o processo de ser selecionado/a.
Mansão de Fim de Semana em La Celle-Saint-Cloud, projetada por Le Corbusier. Imagem via Fondation Le Corbusier
O presente texto analisa alguns aspectos das primeiras obras de Oscar Niemeyer e os compara com projetos de Le Corbusier, salientando como o aprendizado do mestre suíço foi essencial para o desenvolvimento da metodologia de projeto e poética do jovem brasileiro. Ressalta-se a assimilação, por parte de Niemeyer, das ideias e princípios de Le Corbusier, e a adaptação de tais princípios ao clima, cultura e geografia do Brasil.
O texto — que deriva da pesquisa Poesía y técnica, la herencia arquitectónica de Oscar Niemeyer, no curso de desenvolvimento no âmbito das pesquisas em história, crítica e projeto da Universidad Nacional de Colombia, em Medellín — analisa alguns aspectos das primeiras obras de Oscar Niemeyer e compara-os aos temas arquitetônicos de Le Corbusier.
É creditada a Caius Sergius Orata, por Vitruvius, a invenção do Hipocausto. A palavra, do latim hypocaustum, em uma tradução literal, significa acesso por baixo. Trata-se de um sistema de piso elevado sobre pilhas de cerâmica onde, em uma das extremidades, uma fornalha -com lenha sendo queimada ininterruptamente-, fornece calor ao espaço subterrâneo, que sobe através de paredes construídas por tijolos perfurados. Os hipocaustos esquentavam, pelo piso, alguns dos edifícios mais opulentos do Império Romano (incluindo algumas residências) e, sobretudo, os famosos Banhos Públicos.
Com um funcionamento similar, mas no Oriente, existiu o Ondol. Estima-se que ele tenha sido desenvolvido durante os Três Reinos da Coréia (57 aC-668 dC), mas há pesquisadores que apontam que a solução já era utilizada muito antes disso. O sistema também manipulava o fluxo de fumaça provindas dos agungi (rudimentares fogões à lenha), em vez de tentar usar o fogo como fonte de calor direto, como a maioria dos sistemas de aquecimento. Inclusive, chamou a atenção de Frank Lloyd Wright, como apontado neste artigo, que adaptou o sistema para utilizá-lo na calefação de casas nos Estados Unidos e no seu importante Imperial Hotel em Tóquio. Atualmente, como funcionam os sistemas de aquecimento de pisos radiantes?
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‘Carbon to Rock’ en la Biennale Architettura 2021. Fotografías: Raul Betti y Adolfo Guiard Torre-Marín. Image Cortesía de Igneous Tectonics
As condições climáticas estão mudando em todo o mundo e com temperaturas mais extremas e recursos cada vez mais limitados, as soluções arquitetônicas em torno dos materiais devem ser revistas.
"Carbon to Rock" é uma instalação da IGNEOUS TECTONICS (Cristina Parreño e Sergio Araya) apresentada na Bienal de Veneza 2021 que sugere a rocha vulcânica como material resiliente capaz de ajudar a mitigar o aquecimento global.
Children’s Community Centre The Playscape / waa. Imagem
Em seu ensaio “Place Making and Change in learning environments”, Bruce Jilk apresenta uma visão radical da educação contemporânea que, segundo ele, está desatualizada e não atende às necessidades do mundo moderno. Em vez de preparar para um mundo de indivíduos que atuam em um ambiente urbano mais amplo, as escolas se tornaram guetos internalizados da infância, isolados das comunidades que deveriam servir e administrados de forma centralizada sob a lógica do “tamanho único”. Profissionais de arquitetura e design ao redor do mundo sempre buscaram um modelo arquitetônico mais flexível, capaz de permitir muito mais criatividade tanto no processo de aprendizagem quanto nos ambientes que o acolhem.
O The Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e cotidiano. Apresentado pelos arquitetos David Lee e Marina Bourderonnet, o programa recebe profissionais de diversas áreas criativas para conversas espontâneas, abrindo espaço para reflexões profundas e debates pessoais.
Com muita honestidade e bom humor, os episódios cobrem uma grande variedade de temas: desde entrevistas e dicas para profissionais de design até análises de edifícios e projetos, além de reflexões descontraídas sobre o dia a dia e o design. The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.
Esta semana, David e Marina conversam com Mike Ross, Diretor do Estúdio de Projeto Arquitetônico na Walt Disney Imagineering, para discutir o projeto e a construção de parques temáticos e seus edifícios, o processo de design da Disney, o impacto da tecnologia na construção, a criação de parques em outros países e muito mais.
https://www.archdaily.com.br/pt/1131034/the-second-studio-podcast-entrevista-com-mike-ross-executivo-do-estudio-de-design-arquitetonico-na-walt-disney-imagineeringThe Second Studio Podcast