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Matriz de Bem-Estar Humano Territorial: Uma ferramenta para melhorar a qualidade de vida

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O processo de descentralização em curso no Chile é uma das grandes transformações sociais e estruturais do sistema político de um país que se caracterizou por ter uma cultura predominantemente centralista. Em maio de 2021, com a eleição democrática dos Governadores Regionais, o Chile avançou em direção a esse objetivo, pois a verdadeira descentralização ocorre ao transferir a capacidade de tomada de decisão para os territórios, redistribuindo o poder do governo central para as regiões.

Para contribuir para uma descentralização bem-sucedida e fortalecer os governos regionais, surge a Matriz de Bem-Estar Humano Territorial (MBHT), desenvolvida pelo Centro de Inteligência Territorial do Design Lab da Universidad Adolfo Ibáñez (CIT.UAI.CL), no âmbito do “Programa Nacional de Fortalecimento de Capacidades Regionais” conduzido pela Subsecretaria de Desenvolvimento Regional e Administrativo (Subdere).

Essa ferramenta dota as instâncias decisórias de melhores capacidades, uma vez que compara diversas zonas, identifica padrões, problemáticas e oportunidades para conectar soluções de maneira eficaz, além de identificar as disparidades e desequilíbrios que devem ser superados.

Uma casa no penhasco em Bali e uma propriedade à beira-mar na Grécia: 9 vilas não construídas enviadas ao ArchDaily

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A seleção com curadoria desta semana de Melhores Projetos Não Construídos destaca vilas privadas enviadas pela comunidade do ArchDaily. De um refúgio mediterrâneo na Grécia a uma residência individual no Irã, esta seleção de projetos não construídos demonstra como arquitetos e arquitetas projetam vilas privadas que unem contextualização e funcionalidade em estruturas que promovem conforto, privacidade e conexão com a natureza. O artigo inclui projetos da Indonésia, Grécia, Irã e Jordânia.

Sempre Jovem: Sottsass e como fundar um escritório aos 62 anos de idade

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"Domingos Libro" é apresentado por Carmelo, do Enorme Studio, que se aprofunda em publicações de arquitetura esquecidas, livros e revistas de arquitetura das décadas de 1960, 70 e 80, que guardam as histórias mais interessantes por trás de suas páginas.

Após uma pausa em 2022, o canal retornou com o capítulo 19, intitulado “Sempre Jovem”. O episódio aborda Ettore Sottsass Jr. e como ele, aos 62 anos — quando o restante dos mortais estaria pensando na aposentadoria —, fundou, junto a quatro jovens na casa dos vinte anos, um estúdio que mudaria a história do design.

Forma Incapacitante

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As discussões sobre a forma arquitetônica demonstram como a deficiência está marcada negativamente no campo da arquitetura. Na teoria e na história da arquitetura, "forma" geralmente se refere à essência física e à configuração de uma obra arquitetônica. Na concepção moderna de forma, trata-se de uma qualidade que surge da atividade projetual, de maneiras que podem ser transmitidas às percepções do/a observador/a da arquitetura. A forma estabelece um elo entre as criações físicas do/a arquiteto/a e a recepção estética dessas obras. Ela ocupa um lugar central na compreensão geral da disciplina: a ideia do/a arquiteto/a como "configurador/a de formas", entre tantas outras expressões, transmite o sentido de uma atividade fundamental e do papel estético da forma na arquitetura — o que os/as arquitetos/as criam e como as pessoas percebem as obras arquitetônicas.

Sistemas arquitetônicos de policarbonato: transformando a luz natural em uma ferramenta poderosa

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Na arquitetura, o conceito de iluminação natural refere-se à entrada de luz natural nos edifícios para proporcionar uma série de benefícios, que vão desde o maior conforto visual e produtividade até a melhora na saúde e maior economia de energia. No entanto, para alcançar níveis ideais de luz solar, o equilíbrio é fundamental; enquanto o excesso pode produzir um ofuscamento desconfortável e uma quantidade excessiva de calor, a falta de luz pode causar problemas de saúde e uma maior dependência da iluminação artificial. Sob essa perspectiva, as qualidades dos painéis de policarbonato são incomparáveis, tornando-se uma escolha atraente para fachadas e coberturas ao proporcionar uma luz suave e difusa, com diferentes níveis de transparência, brilho e opacidade.

Um novo livro narra a turbulenta história da complexidade arquitetônica

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O título de grande impacto diz tudo: Architecture Unbound, de Joseph Giovannini, é uma tentativa ambiciosa de explorar as fronteiras mais ousadas do design e explicar como e por que arquitetos e arquitetas dissidentes ousaram tanto. A obra também serve como uma introdução abrangente a artistas que lançaram as bases para a inovação arquitetônica há um século; a pensadores e pensadoras que mapearam novas formas de pensar; e às complexidades da teoria do caos, do design paramétrico e dos softwares que moldaram edifícios excepcionais nas últimas décadas.

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Cinco cenários para integrar portas pivotantes ao design residencial

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As portas externas não apenas proporcionam segurança, mas também definem a primeira impressão de uma residência. Isso fica evidente na porta pivotante apresentada na imagem acima, projetada e fabricada na Europa pela Air-Lux. No interior da casa, por sua vez, as portas internas garantem privacidade, atenuam ruídos, dividem ambientes e valorizam a estética arquitetônica dos espaços. Assim, para atender a essas demandas e resistir ao uso diário contínuo, elas devem ser duráveis e atemporais, sem nunca comprometer a sofisticação e o estilo. Entre as opções que atendem a esses requisitos, as portas pivotantes se destacam por combinarem movimento fluido, elegância e versatilidade. Com um design contemporâneo minimalista, essas portas vão além da função convencional das esquadrias comuns. Girando em torno de um eixo vertical graças a ferragens quase invisíveis, elas se adaptam a qualquer estilo de decoração, uso e dimensão, abrindo um leque de possibilidades criativas ilimitadas.

A manifestação da linguagem arquitetônica tradicional chinesa na arquitetura moderna

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Nunca deixamos de explorar a manifestação da linguagem arquitetônica tradicional chinesa na arquitetura moderna, a começar pelo esforço de combinar um volume moderno com uma cobertura de paradigma tradicional. Essa herança e expressão baseiam-se no contexto, que se divide em duas categorias: "Adoção" e "Ablação". A reinterpretação das tradições a partir da "Forma", do "Sentido" e do "Modelo" constitui a "Adoção". A "Ablação" é um compromisso construtivo com o entorno que respeita a textura e a aparência originais, sejam rurais ou urbanas. Baseia-se em formas e técnicas construtivas antigas, aprimoradas com abordagens e técnicas de design moderno. Melhora as condições existentes seja por meio de sua ocultação em certas situações, seja ao desaparecer e se integrar a elas. A arquitetura contemporânea é tanto a tradição do futuro quanto a tradição do passado. Os "clássicos" são continuamente expandidos por arquitetos e arquitetas através de novas técnicas.

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Um espaço botânico português e um reservatório de água do século XIX reabilitado: 8 projetos de hotelaria não construídos enviados ao ArchDaily

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Ao oferecer acomodação de curta permanência para viajantes, os hotéis representam um dos principais pilares do setor de hotelaria. Frequentemente, buscam criar um ambiente sereno, isolado do ritmo acelerado da vida urbana, sem deixar de representar a identidade local. Os hotéis-boutique constituem um subsegmento em ascensão no design hoteleiro. Trata-se de hotéis de pequeno porte, geralmente com 10 a 100 quartos e um design de interiores meticulosamente selecionado, que proporcionam uma experiência memorável aos seus hóspedes. De reformas históricas a hotéis contemporâneos construídos do zero, os projetos hoteleiros oferecem uma grande oportunidade para que arquitetos e arquitetas criem ambientes singulares voltados ao lazer e ao relaxamento.

A seleção com curadoria desta semana de Melhores Projetos Não Construídos destaca propostas enviadas pela comunidade do ArchDaily. Localizados nas florestas de Portugal, na costa da ilha grega de Creta ou nos desertos do Egito, esta seleção de projetos não construídos demonstra como as equipes de projeto respondem às condições locais para criar propostas que atendem às necessidades de turistas e viajantes.

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Como projetar um banheiro de 6m²?

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À medida que os espaços residenciais se tornam mais escassos e caros, o design precisa desenvolver estratégias inovadoras que equilibrem funcionalidade e expressão estética, potencializando a criação de espaços menores. Com esse propósito, a Geberit lançou um concurso em seis países europeus – Alemanha, França, Grã-Bretanha, Suíça, República Tcheca e Dinamarca – para reimaginar o banheiro em uma área de 6 m², uma dimensão comum no contexto urbano que, ainda assim, permite diferentes layouts.

Ao apresentarem uma abordagem realista, essas propostas funcionam como um guia sobre como projetar banheiros que otimizem o espaço e, ao mesmo tempo, combinem diferentes produtos, materiais e cores de forma integrada (e criativa).

Consciente do clima e focada no design: a revolução da iluminação da Tala

Consciente do clima e focada no design: a revolução da iluminação da Tala - Imagem de Destaque
O design mais recente do estúdio britânico de iluminação sustentável Tala é a luminária para ambientes internos e externos, Muse, concebida em parceria com a marca de tintas ecologicamente consciente Farrow & Ball, em três cores atemporais. Imagem Cortesia de Tala

Às vezes, neste mercado chamado design, basta uma única ideia inteligente para dar o pontapé inicial. Um momento de inspiração — uma lâmpada que se acende, por assim dizer. Um produto que traz algo inovador e oportuno, oferecendo aos clientes algo que eles nem sabiam que precisavam, mas que agora certamente desejam. Isso, no entanto, é apenas o início de uma jornada. Depois que o burburinho inicial passa, como transformar esse produto de sucesso em um negócio robusto, sustentável e com impacto que vá além de sua revolução inicial?

Em tempos de necessidade: arquitetos se mobilizam diante de crises humanitárias

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Tempos difíceis unem as pessoas. Nos últimos anos, vimos como o trabalho coletivo pode ser uma força motriz para ajudar as pessoas afetadas por desastres naturais ou causados pela ação humana. Após uma catástrofe ou deslocamento forçado, um ambiente físico seguro costuma ser essencial. Diante disso, a coordenação de esforços torna-se um fator crucial para prestar assistência em momentos de necessidade.

Arquitetos e arquitetas, como especialistas em abrigos, desempenham um papel fundamental na criação de ambientes seguros e adequados, sejam habitações individuais, edifícios públicos, escolas ou acampamentos temporários de emergência. No entanto, como afirma o arquiteto Diébédo Francis Kéré: "Quando você não tem nada e quer convencer a sua comunidade a acreditar em uma ideia, pode acontecer de todos começarem a trabalhar com você, mas é preciso continuar lutando para convencê-los".

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Arquivo de arquitetura de Steven Holl preserva os projetos de seu escritório e a paisagem

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Steven Holl costuma ser visto lendo poesia e pintando aquarelas em uma pequena cabana com vista para flores de lótus na beira de um lago em Rhinebeck, Nova York. A cabana fica em uma reserva de 28 acres que Holl comprou em 2014 e que hoje abriga seu escritório permanente, além do ‘T’ Space, uma organização artística sem fins lucrativos que oferece exposições criativas, instalações ambientais e residências de arquitetura. Contornando várias árvores de grande porte e conectando-se por meio de uma passagem a outra cabana existente de 1959, o Arquivo de Arquitetura e Biblioteca de Pesquisa da Fundação Steven Myron Holl, construído in 2019, é a mais recente edificação a ser cuidadosamente inserida na exuberante paisagem.

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Quando a história da arquitetura se encontra com a história pessoal

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Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

A escritora Eva Hagberg e eu nos conhecemos há muito tempo. Há bastante tempo, em um ano do qual não me lembro, eu lhe passei uma de suas primeiras pautas para uma revista. Literalmente, dezenas de outras pautas se seguiram. Foi, portanto, com certa expectativa e um pouco de surpresa que recebi seu novo livro When Eero Met His Match: Aline Louchheim Saarinen and the Making of an Architect (Princeton University Press), um texto híbrido intrigante, parte biografia de Aline e Eero, parte memórias das experiências de Hagberg como redatora de design e assessora de imprensa. (Sou brevemente mencionado no livro.) A tese principal do livro é que Aline Saarinen inventou, em grande medida, o papel de assessora de imprensa de arquitetura. Recentemente, fui até o Brooklyn Navy Yard para conversar com Eva, grávida de muitos meses, sobre o que a motivou a escrever seu novo livro, sua estrutura dupla e a ética jornalística de Aline Saarinen.

Em Londres, uma obra-prima de Venturi e Scott Brown está ameaçada

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Galeria Nacional de Londres. Imagem © wikimedia commons

Este artigo foi originalmente publicado no Common Edge.

Apesar de seu acervo deslumbrante de obras-primas, a National Gallery de Londres tem sido assombrada por uma série de intervenções arquitetônicas equivocadas ao longo de seus dois séculos de existência. Apenas uma vez sua liderança tomou uma decisão de fato inspirada e visionária: em meados da década de 1980, a galeria realizou um concurso, vencido pelo escritório Venturi, Rauch and Scott Brown (VRSB), da Filadélfia, para projetar um edifício voltado a coleções especiais.

O anexo foi construído de 1988 a 1991, viabilizado por fundos doados pela família Sainsbury como um presente para a nação, e foi imediatamente aclamado como um dos edifícios mais refinados de seu gênero erguidos no século XX. Desde então, permaneceu querido pelos londrinos e cumpriu exemplarmente o papel de expansão do pouco expressivo edifício clássico de William Wilkins. Especialistas na obra de Robert Venturi, John Rauch e Denise Scott Brown consideram-no uma de suas obras-primas. Pelo visto, a National Gallery tem uma opinião diferente.

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Fórum ArchDaily x Shenzhen Creative Home Design Week: “Um Passo à Frente, Reflexões Contemporâneas sobre o Habitar”

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A edição de 2022 da Shenzhen Fashion Home Design Week (doravante denominada "Semana de Design") chegou ao fim com sucesso. Em meio aos desafios impostos pela pandemia, o ArchDaily, em parceria com a MEFine, apresentou o fórum temático "Um Passo à Frente: Reflexões Contemporâneas sobre o Habitar". Integrado ao "Design Loud" — espaço de debates focado em design e criatividade idealizado pelo Design Dome —, o evento foi concluído com êxito, deixando reflexões marcantes.

Design de inspiração biofílica assume o protagonismo: como os tijolos trazem a natureza para o interior

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Impulsionado em grande parte pela migração rural para as cidades e pelo crescimento populacional geral, 68% das pessoas em todo o mundo viverão em áreas urbanas até 2050. Com isso, grande parte da população se beneficiará de um maior acesso a serviços básicos, da proximidade com o transporte público e de melhores oportunidades de educação e emprego. No entanto, a busca por uma vida urbana também leva ao isolamento do ambiente externo — seja uma floresta, um campo ou as montanhas —, o que pode impactar negativamente nossa saúde física e mental. Há muito se comprovou que a exposição à natureza reduz os níveis de estresse, melhora o humor, estimula a produtividade e, acima de tudo, potencializa o bem-estar. Portanto, considerando que costumamos passar cerca de 93% do nosso tempo em espaços fechados (e que a pandemia ampliou essa estatística), hoje, mais do que nunca, buscamos uma conexão com o exterior e todos os seus benefícios inerentes. Assim, os/as arquitetos/as enfrentam o importante desafio de trazer a natureza para o interior, que é justamente onde o design biofílico entra em cena.

Leon Krier e a Atlântida de Tenerife: Uma academia internacional para a pesquisa visual e espiritual

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"Domingos Libro" é apresentado por Carmelo, do Enorme Studio, e se aprofunda em publicações de arquitetura esquecidas, livros e revistas de arquitetura das décadas de 1960, 1970 e 1980, revelando as histórias mais fascinantes por trás delas.

30 anos de design de banheiros moderno, arquetípico e simples

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No conjunto dos diferentes espaços de um projeto de arquitetura, os banheiros costumam ser uma mescla de áreas funcionais e de relaxamento. Sua inserção no projeto exige uma seleção cuidadosa de metais e acessórios, permitindo que profissionais de arquitetura e design explorem diferentes formas, cores e texturas para dialogar com a identidade visual de todo o conjunto. Servindo de inspiração para inúmeros metais sanitários, a coleção TARA da Dornbracht combina formas geométricas com uma modernidade atemporal, expressa por meio de uma linguagem formal clara.

Este ano, a linha TARA celebra seu 30º aniversário. Para comemorar a data, os designers Michael Sieger e seu irmão Christian Sieger relembram o processo de criação da coleção e sua trajetória até se tornar um ícone ao longo dos anos. Hoje, a dupla de designers busca serenidade, simplicidade e sustentabilidade: “Não queremos nos definir por um design extravagante, ou mesmo pelo design em si”. Alinhada às inovações lançadas em 2022, a equipe projetou um conceito único de arquitetura de banho referencial para a coleção.

Visitando os laureados do Prêmio Aga Khan de 2019

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Quando os vencedores do prestigioso Prêmio Aga Khan de Arquitetura são anunciados a cada três anos, a arquitetura celebrada é, sem dúvida, o que há de melhor e mais importante no mundo. Embora os anúncios do ciclo de 2022 estejam iminentes, olhar para trás e analisar os seis projetos laureados em 2019 revela-se uma reflexão valiosa.

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A inovação em sustentabilidade está impulsionando as tendências de construção verde na indústria da construção civil.

A inovação em sustentabilidade está impulsionando as tendências de construção verde na indústria da construção civil. - Imagem de Destaque
Edifícios verdes podem reduzir o impacto ambiental negativo ao mesmo tempo em que conservam recursos e melhoram a qualidade de vida. Imagem © Shutterstock

A consultoria de gestão global McKinsey & Company observou, em 2016, que o setor da construção civil estava pronto para uma disrupção. Considerado um dos maiores setores do mundo, o avanço forçado e a adoção de tecnologias inovadoras permitiram que a indústria de engenharia e construção (E&C) perseverasse nos últimos dois anos. De fato, um relatório mais recente, também da McKinsey, apontou que o setor tende a emergir da pandemia mais enxuto, mais digitalizado e com um olhar mais atento à sustentabilidade.

Ativando as bordas: como criar ruas vivas e ativas

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Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Um skyline famoso pode evocar ricas associações e liberar a imaginação, mas a verdadeira experiência de uma cidade acontece em suas ruas. Os primeiros humanos evoluíram para enxergar os primeiros seis metros à sua frente, acima e ao seu redor, de modo a identificar potenciais ameaças na paisagem. Em nosso ambiente urbano moderno, ainda é assim que experienciamos edifícios e lugares. Embora as vistas aéreas e as imagens do Google Earth sejam úteis para referência, a principal experiência do exterior de um edifício é aquilo pelo qual passamos na rua, até aproximadamente o segundo ou terceiro pavimento. A altura de uma edificação não importa necessariamente se a experiência da rua for rica e acessível. 

O futuro cripto da arquitetura: uma entrevista com Krista Kim

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Em preparação para o Disrupt Symposium, à medida que se aproxima o lançamento da conferência, planejado para o dia 1º de maio, conversei com Krista Kim, artista contemporânea e fundadora do movimento Techism, cujo trabalho explora o conceito de consciência digital. Seu interesse pela tecnologia digital e por seus efeitos revolucionários na percepção humana, na mídia, nas estruturas sociais e na comunicação a levou a trabalhar tanto no ambiente digital quanto no físico.

LIGA, Espaço para Arquitetura apresenta pela primeira vez o trabalho de um escritório de arquitetura cubano: Infraestudio

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Como parte da programação cultural do LIGA, Espacio para arquitectura na Cidade do México, é apresentado, pela primeira vez, o trabalho de um escritório de arquitetura cubano: Infraestudio. O estúdio, formado por Anadis González e Fernando Martirena, aborda diversos conflitos e desafios em sua prática cotidiana, entre eles a precariedade laboral em um contexto no qual a arquitetura privada é ilegal. Apesar desse obstáculo, o escritório conseguiu desenvolver uma obra construída provocativa que se entrelaça com propostas vinculadas a práticas artísticas.

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