Há três meses, era inaugurada em Valparaíso a vigésima edição da Bienal de Arquitetura e Urbanismo do Chile. A edição de 2017 teve como título "Diálogos Impostergáveis" e foi um convite a compreender o desenho e a construção de nossas cidades a partir de uma visão ampla, que inclui aspirações e conhecimentos provenientes de fora da disciplina.
O evento mais importante da arquitetura chilena tornou-se, este ano, um porta-voz de projetos que refletem sobre o que consideramos impostergável a partir da arquitetura e do urbanismo, analisando, ao mesmo tempo, as possibilidades que nossa profissão oferece para trabalhar com aqueles que vivem às margens e não viram suas necessidades e aspirações refletidas no ambiente urbano.
https://www.archdaily.com.br/pt/1117387/esta-foi-a-montagem-da-xx-bienal-de-arquitetura-do-chile-dialogos-impostergaveisPola Mora
Nueva Revista Arquitectura. Image Cortesía de COAM
O Colégio Oficial de Arquitetos de Madrid e a Fundação Arquitetura COAM apresentaram a nova etapa da Revista Arquitectura, bem como sua nova equipe de direção, que será responsável por sua edição nos próximos dois anos e pela publicação de uma edição especial que comemora os 100 anos desta publicação.
A Revista Arquitectura foi fundada em 1918 como publicação da Sociedade Central de Arquitetos sob a direção de José Moreno Villa. Durante seus 100 anos de história, esta publicação testemunhou diferentes cenários e circunstâncias, e sua trajetória foi construída por linhas editoriais diversas e independentes. Ainda assim, a revista se manteve como uma das cabeceiras mais antigas do país, tornando-se uma referência contínua para o debate, o pensamento e a atuação profissional de arquitetos/as, urbanistas e profissionais de outros setores intimamente relacionados.
https://www.archdaily.com.br/pt/1117372/uma-nova-etapa-para-arquitectura-a-revista-do-coamJavier García Librero
No final de novembro passado, publicamos os vencedores da segunda convocatória de trabalhos de conclusão de curso na Colômbia, conhecidos também como teses de graduação, na qual recebemos 70 projetos vindos de 14 cidades e 29 universidades. Ao final, nove projetos passaram pelas três etapas de avaliação, destacando-se por abordar problemas conjunturais, desenvolver profundas análises de pesquisa e propor desafios tanto no âmbito urbano quanto no rural, assim como em 2016.
Nesta ocasião, conheceremos em detalhes o Centro de integração cultural Paseo Bolívar, proposta desenvolvida por Ángela Puerta Gaviria e Carolina Delgado Quintero, ambas egressas da Universidad del Valle, em Cali.
Embora a fundação das cidades hispano-americanas sempre tenha estado relacionada à disponibilidade de cursos d'água, nem sempre essas cidades conseguiram harmonizar seu desenvolvimento com os rios que as atravessam. No caso de Córdoba, isso ocorre em relação ao Rio Suquía, ao qual a cidade deu as costas durante o século XX, utilizando-o como limite industrial.
Em contrapartida, a canalização parcial do arroio La Cañada é concebida quase como um elemento inerente à cidade, constituindo-se como um traço marcante da imagem urbana, tanto por ser um eixo estruturante e ordenador quanto por seu grande apelo paisagístico e turístico.
Dias (ou melhor, noites) antes do prazo final, o ateliê se torna um refúgio para estudantes que correm contra o tempo renderizando, editando no Photoshop e imprimindo as últimas partes de suas apresentações, usando a adrenalina da entrega como motivação. Embora seja comum discordar sobre a verdadeira definição de uma "virada de noite" — seria trabalhar até o sol nascer, ficar acordado/a por mais de 24 horas ou até mesmo emendar o trabalho com a hora de dormir na noite seguinte? —, estudantes costumam se gabar, de forma pouco saudável, de quantas delas já sobreviveram.
As verdadeiras personalidades começam a aflorar nas primeiras horas da manhã, revelando quem as pessoas realmente são. Embora muitos/as de nós provavelmente já tenhamos passado por noites assim, felizmente essa é uma cultura que superamos ao longo da faculdade de arquitetura, ou pelo menos algo que aprendemos a contornar ao reavaliar nossas prioridades. Ainda assim, as lembranças daqueles e daquelas que sofreram ao nosso lado nunca serão esquecidas.
Fausto Bandera Vela. Image Cortesía de Revista Trama
A atuação e a obra de Fausto Banderas Vela destacaram-se significativamente em uma geração de arquitetos/as que atuou a partir dos anos 60, abrindo novos caminhos na arquitetura do Equador. Suas obras não passam despercebidas; nelas, ele depositou estudos, reflexões e experiências. Assumiu a dimensão complexa da Arquitetura, consciente da necessidade de transcender uma visão e uma abordagem individuais para enfatizar a confluência de múltiplas contribuições.
“A Arquitetura é um fazer complexo e coletivo. Não existe, a meu ver, a possibilidade de um enfrentamento individual do tema; nem no Projeto, onde se exige diálogo e contribuição mútua, bem como, obviamente, na construção, já que uma obra de arquitetura só passa a existir quando deixa de ser apenas documentos gráficos e escritos para se tornar uma realidade material”1. Ele apontou que a arquitetura só existe de fato quando se materializa. Pensá-la, projetá-la e construí-la são instâncias do processo assumido por Fausto Banderas que lhe permitem alcançar coerência e qualidade.
Após a conclusão de um edifício, o cliente se depara com uma questão crucial: como celebrar a obra finalizada? É preciso aproveitar um momento marcante para comunicar ao público a existência e a missão do projeto. Por isso, a concepção das cerimônias de inauguração costuma recorrer a diversos símbolos visuais para construir uma identidade singular. Espetáculos pirotécnicos e de luzes são elementos extremamente comuns nessas celebrações, utilizados para amplificar a aura da arquitetura. Essa narrativa luminosa facilita a afirmação da singularidade e da relevância do cliente, tanto na cena local quanto na internacional. Após conversar com dois designers de destaque na área, pude compreender suas visões sobre a evolução das cerimônias de inauguração nos últimos anos. Trata-se de Christophe Berthonneau, diretor criativo do Groupe F, que apresentou a celebração do Louvre Abu Dhabi, e Fred Thompson, diretor criativo da Laservision Mega Media, responsável pela inauguração do Marina Bay Sands, em Singapura.
Antes de se decidir por uma carreira em arquitetura, muitas dúvidas podem surgir: Qual faculdade escolher? Devo estudar no exterior ou optar por uma instituição local? Ingressar em uma das melhores universidades de arquitetura do mundo custaria uma fortuna? Quanto tempo vai levar para que eu possa, finalmente, projetar minha própria obra? No fim das contas, a trajetória para se tornar arquiteto/a é simples: meia década de faculdade e mais um pouco.
Quer você pretenda estudar no exterior ou no seu próprio país, é fundamental saber quanto tempo leva para se tornar arquiteto/a no local escolhido. Veja a seguir quanto tempo costuma levar para obter o diploma em diferentes países do mundo e o que é necessário fazer (além de frequentar a faculdade) antes de conseguir o registro profissional.
Cidades inundáveis e escassez de água na Amazônia: contradições e problemas que se acentuam ainda mais com as mudanças climáticas. Embora o reassentamento populacional seja uma solução em si, geralmente tende à insustentabilidade, o que acaba gerando um problema ainda mais complexo. Isso se deve à falta de métodos adequados de subsistência e à pouca adaptação da infraestrutura arquitetônica e urbana às particularidades culturais, sociais e ambientais de contextos específicos. Como alcançar a sustentabilidade? CASA [Cidades Auto-Sustentáveis Amazônicas], como o próprio nome indica, é um programa cujo trabalho se concentra em populações amazônicas vulneráveis que buscam ser sustentáveis e se transformar em resilientes a partir de seus próprios processos.
Há exatamente um ano, um terremoto de magnitude 7,1 sacudiu pelo menos nove estados do México, deixando diversas áreas gravemente afetadas na Cidade do México, Puebla, Morelos, Oaxaca, Veracruz, Tlaxcala, Guerrero e no Estado do México. Passaram-se doze meses de luta constante para reparar os vestígios daquele pesadelo que inundou as ruas onde, a cada dia, renascia a esperança de um fenômeno social que impulsionou comunidades efervescentes, mobilizadas para reerguer as construções que nos constituíam.
Sem dúvida, o 19S representou um momento fundamental para nos lembrar de quão frágeis somos, mas também de quão fortes podemos ser quando trabalhamos coletivamente. Lembrou-nos da importância de colocar o corpo no local e de dialogar para encontrar as soluções adequadas para as comunidades, fazendo-nos repensar o funcionamento das cidades e de suas periferias — mas, acima de tudo, nossa prática como arquitetas e arquitetos. Compreendemos de forma crua como funcionam a política e o poder no país, gerando uma crítica real que expôs as fraturas deixadas pela corrupção e nossa escassa preparação para esse tipo de desastre natural. O 19S foi, entre tantas outras coisas, um lembrete de onde estamos pisando e do nosso dever como habitantes deste território.
O ano de 2018 está quase no fim e nos deixa com um fato bastante interessante. Instagram, dada a sua natureza visual, tornou-se uma ferramenta muito importante para a difusão da arquitetura na era digital.
Nesse sentido, em nossa conta compartilhamos os diversos projetos publicados no site e mantemos o registro das fotografias com mais interações. Você sabe quais foram as imagens mais populares do nosso Instagram em 2018?
O trabalho em estreita colaboração com um grande número de fabricantes e fornecedores de produtos nos permite ter acesso a informações valiosas para apoiar nossos processos de projeto e construção com diferentes tipos de materiais.
Com o objetivo de disponibilizá-los, reunimos uma série de guias, manuais e dicas que abrangem desde o trabalho com madeira laminada e a instalação de revestimentos até a aplicação de vernizes para sua proteção e acabamento. Confira 12 artigos úteis a seguir.
Muitas cidades vêm acompanhando o declínio progressivo de seus centros históricos: comércios fecham, as reformas diminuem, o volume de aluguéis cai e não há renovação geracional na região. As comodidades dos novos empreendimentos residenciais (elevador, garagem, comércio próximo) fazem com que muitas novas famílias sequer cogitem morar nas ruas centrais. É o caso de Olot, na Espanha, que, ao contrário de outras cidades, decidiu tomar uma atitude para compreender com clareza os motivos desse abandono progressivo de seu centro histórico. Para tanto, optou-se por um processo que articulasse permanentemente a opinião dos moradores e dos grupos de especialistas, nos moldes do que já havia sido realizado no bairro de Sant Miquel, em Olot.
O escritório de inovação urbana Paisaje Transversal acompanha, desde abril de 2017, a administração municipal catalã em seu esforço para melhorar a qualidade de vida no centro e devolver-lhe a vitalidade que sempre o caracterizou. Como parte desse processo, foi apresentado recentemente o Diagnóstico Participativo, correspondente à segunda fase do projeto #OlotMésB, que tem como objetivo elaborar o PIAM (Plano Integral de Ações de Melhoria) do Nucli Antic da cidade. O principal objetivo deste documento é analisar as realidades do centro histórico por meio de diferentes instrumentos, tais como a coleta e o processamento de informações técnicas e cidadãs, servindo de ferramenta para definir diretrizes estratégicas e ações de melhoria alinhadas ao contexto estudado. Desde o início do processo, a participação cidadã tem sido fundamental, e continuará sendo nas fases seguintes.
A modernização de Bogotá entre 1940 e 1970, capturada em fotorreportagens urbanas e arquitetônicas, foi registrada em diversos livros, revistas e fotolivros da época, bem como em imagens de arquivos públicos e privados da cidade. Todos esses registros revelam um olhar intencional, e inclusive crítico, sobre como a arquitetura moderna reconfigurou os centros urbanos e relacionou os novos edifícios e espaços públicos com a paisagem urbana existente.
Ao analisar o impacto da fotografia de rua, é fundamental mencionar Leo Matiz, Armando Matiz e Hernán Díaz. Esses três fotógrafos retrataram personagens, acontecimentos e o cotidiano urbano de Bogotá. Destacamos e selecionamos aqui, em meio à sua vasta produção, seus registros de ruas, praças, cruzamentos e edifícios representativos da cidade — espaços emblemáticos ou anônimos que, por meio da fotografia, consolidam o patrimônio moderno na memória coletiva, e nos quais a arquitetura e os espaços urbanos assumem o protagonismo das cenas.
Uma casa da moeda que se tornou o palácio de governo do Chile. Um pavilhão em Paris que se transformou em um museu infantil. A primeira obra do movimento moderno no Chile e um revolucionário plano diretor urbano que nunca se materializou.
Estes e outros casos em nossa seleção de clássicos da arquitetura chilena, explicados através de suas plantas.
Em 2011, foi apresentado à UNESCO um plano de melhoria para o Centro Histórico da Cidade do México para os anos de 2011 a 2016. O projeto foi proposto como um plano conjunto entre a sociedade civil, a iniciativa privada e o governo, o que resultou na melhoria de grande parte do centro histórico e na recuperação social e material de muitos imóveis do bairro.
O legado arquitetônico da Cidade do México se estende para além do Centro Histórico e, embora o plano inicial tenha beneficiado enormemente essa região, ainda existem muitos edifícios sem intervenção dentro e fora da Colonia Centro. Após o terremoto que sacudiu o México em 2017, os edifícios danificados passaram a engrossar a lista daqueles que já estavam em desuso, abandonados ou em avançado estado de degradação, espalhados por toda a Cidade do México.
Entre todos eles, destacamos aqueles cuja reabilitação e posterior reutilização gerariam um maior impacto na região onde se encontram, com base em seu valor simbólico, arquitetônico e material.
Com a chegada de mais uma temporada de formaturas universitárias ao redor do mundo, sabemos que, dentre os diversos métodos de aprendizado da arquitetura, poucos são tão diretos quanto a experiência prática de construir um projeto. Trata-se de uma oportunidade ímpar para ver de perto como diferentes materiais compõem estruturas variadas, como estas respondem às forças de tração e compressão, e como o método de montagem influencia o resultado final. Nos últimos anos, um número crescente de escolas de arquitetura tem criado ativamente oportunidades para que os/as estudantes participem de projetos práticos de construção (design-build), que variam de intervenções temporárias de pequena escala e pavilhões a edifícios permanentes, cada um com suas particularidades.
Para demonstrar que a excelência na arquitetura também pode florescer em um ambiente educacional, o ArchDaily realiza, pelo quarto ano consecutivo, uma chamada aberta global para trabalhos de estudantes e docentes de faculdades de arquitetura, convidando à submissão de projetos práticos construídos no último ano. Os quatro sites em diferentes idiomas do ArchDaily — incluindo as versões em inglês, chinês, espanhol e português — convidam você a participar. Selecionaremos os melhores trabalhos para a quarta edição dos "Melhores Projetos Construídos por Estudantes do Mundo", promovendo-os em escala global.
https://www.archdaily.com.br/pt/1117338/chamada-aberta-global-excelentes-projetos-de-design-build-de-estudantesJoanna Wong
YAC – Young Architects Competitions – e a Fundação Fashion Research Italy – em cooperação com a Cineteca di Bologna - lançam o “Seduction Pavilion”, um concurso de arquitetura para projetar e construir uma instalação que se tornará um verdadeiro marco de uma exposição que a Fundação dedicará à beleza infinita das aspirantes a celebridades e pin-ups. Um prêmio em dinheiro de € 10.000 + a execução do projeto do 1º lugar serão concedidos à proposta vencedora, selecionada por um júri de renome composto, entre outros, por Patricia Urquiola (Studio Urquiola), Fabio Novembre (Studio Fabio Novembre), Ippolito Pestellini Laparelli (OMA) e Claudio Silvestrin (Claudio Silvestrin Architects)
O início do semestre letivo se aproxima rapidamente, e os/as futuros/as estudantes de arquitetura já se preparam para o começo de suas carreiras. Embora o próximo passo possa parecer intimidador, o primeiro ano da faculdade de arquitetura ajuda a ditar o ritmo para os quatro ou cinco anos seguintes. Por isso, é fundamental começar com o pé direito.
Os ateliês de arquitetura são famosos pelas noites em claro, pela produção intensiva de maquetes e por mesas transbordando de papel manteiga e diagramas de partido. No entanto, há um aspecto crucial da vida acadêmica que frequentemente acaba esquecido: a relação entre estudante e professor/a.
A seguir, apresentamos quatro passos para começar a investir nessa relação única e garantir o seu sucesso.
Desde maio, a Argentina consolida sua participaçãn na Bienal de Veneza com um convite para repensar criticamente o território.
A exposição "Traços Imaginados" no pavilhão argentino Vertigem Horizontal, sob curadoria dos arquitetos Javier Mendiondo, Pablo Anzilutti, Francisco Garrido e Federico Cairoli, é uma proposta para redescobrir o território como uma construção coletiva — a partir do potencial do vínculo que percebemos entre este e a sociedade —, compreendendo a arquitetura em sua capacidade de suscitar potencialidades inesperadas em cada projeto.
Confira, a seguir, os projetos selecionados e algumas palavras dos curadores.
Hoje, a arquitetura enquanto profissão enfrenta crises de relevância, com questionamentos fundamentais sobre sua capacidade de criar vitalidade cultural e significado para o mundo diverso que atende. Dentro da nossa própria comunidade de projeto, tendemos a conceder grande influência a um "grupo exclusivo" de arquitetos e arquitetas que ditam os caminhos e a visão da área. Embora essa liderança seja crucial para a profissão, ela corresponde a apenas 2% de tudo o que é construído. Basta lembrar de Frank Gehry, Ver essa foto no Instagram
">cujo comentário de 2014 ainda ressoa em nossos ouvidos: “98% de tudo o que é construído e projetado hoje é pura m*rda. Não há senso de design, não há respeito pela humanidade."
Se reconhecemos a importância e o valor singular de tudo o que é construído em uma escala mais ampla, precisamos nos perguntar: como temos servido e valorizado nossos pares responsáveis por criar esses outros 98%? Onde deveríamos estabelecer o patamar para as qualidades emocional-artísticas da arquitetura convencional?
Na última quinta-feira, 6 de setembro, foi realizada a celebração dos seis anos do ArchDaily no México. O evento exclusivo ocorreu em uma das joias arquitetônicas mais importantes do país: a Casa Gilardi, projetada pelo único arquiteto mexicano a receber o Prêmio Pritzker, o arquiteto Luis Barragán. O espaço serviu de cenário para que alguns dos arquitetos e arquitetas mais influentes da cena atual pudessem interagir com a equipe do ArchDaily México.
No dia 19 de abril, foi inaugurada oficialmente a primeira escola pública sustentável da Argentina, na localidade de Mar Chiquita.
O projeto foi viabilizado por meio do programa Una Escuela Sustentable, uma iniciativa da organização uruguaia Tagma que propõe construir uma verdadeira rede de símbolos na região — com uma escola pública sustentável em cada país da América Latina —, em parceria com o guerreiro do lixoMichael Reynolds e sua equipe da Earthship Biotecture.
A seguir, apresentamos os sete princípios fundamentais e o processo construtivo deste caso, explicados pelos próprios organizadores.
Por meio de teorias vanguardistas e edifícios controversos, Robert Venturi (25 de junho de 1925) e Denise Scott Brown (3 de outubro de 1931) lideraram uma das transformações mais profundas na arquitetura do século XX. A dupla, pioneira do pós-modernismo, marcou a história da disciplina ao publicar obras seminais como Complexidade e Contradição em Arquitetura (escrito apenas por Venturi) e Aprendendo com Las Vegas (coescrito por Venturi, Scott Brown e Steven Izenour).
https://www.archdaily.com.br/pt/1117332/em-foco-robert-venturi-e-denise-scott-brownArchDaily Team