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B&B Italia mobília a Villa 17 no Amanyangyun para apresentar a nova coleção de 2021 ao mercado asiático

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Ao trazer os mais recentes lançamentos de mobiliário contemporâneo da Semana de Design de Milão diretamente para Xangai, a B&B Italia assina a curadoria dos ambientes da Villa 17, no Amanyangyun — um impressionante exemplar da arquitetura histórica chinesa.

Heatherwick Studio, MNLA e Arup falam sobre seu projeto colaborativo para o Parque Little Island em Nova Iorque

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Nesta segunda edição das entrevistas em vídeo dos profissionais do ArchDaily, Christele Harrouk, editora-chefe do ArchDaily, reuniu-se com Mat Cash, coordenador do estúdio Heatherwick Studio, Signe Nielsen, diretor fundador da MNLA, e David Farnsworth, diretor da Arup, para discutir o projeto colaborativo em uma das mais recentes áreas verdes da cidade de Nova Iorque, o Parque Little Island no Pier 55.

10 Tendências de design de interiores em 2021

À medida que 2021 chega ao fim, olhamos para trás e vemos como este ano introduziu novos padrões, e assim levantamos questões sobre como poderia ser o futuro do ambiente construído. Em retrospectiva, o local onde as pessoas estão passando a maior parte de seu tempo não sofreu grandes alterações. Após as constantes mudanças nas restrições de deslocamento e o desenvolvimento da pandemia, as pessoas reconheceram que a maior parte do tempo será gasto em ambientes fechados, por isso adaptaram suas casas e ambientes de trabalho.

Estas mudanças repentinas no estilo de vida forçaram as pessoas a tomar consciência de que o espaço que habitam tem grande influência em seu bem-estar físico e mental. Por isso, começaram a optar por recursos que promovem a sensibilidade, calma, otimismo e alegria, emoções que contrariam os eventos inconsistentes e problemáticos do mundo exterior e oferecem uma sensação implícita de escape.

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Ética na arquitetura: repensando a prática em 2021

A ética abrange todas as práticas da arquitetura. Da interseccionalidade e projetos à crise climática, um arquiteto deve trabalhar com uma gama de condições e contextos que informam o ambiente construído e o processo de sua criação. Em todas as culturas, políticas e climas, a arquitetura é tão funcional e estética quanto política, social, econômica e ecológica. Ao abordar a ética da prática, os arquitetos e urbanistas podem reimaginar o impacto da disciplina e a quem ela serve. 

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5 Prioridades para as cidades após a COP26

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Sem solucionar os desafios das cidades, não resolveremos a crise climática. O papel central das cidades é inegável: elas contribuem com 75% das emissões de gases de efeito estufa relacionadas à energia. As escolhas das cidades influenciam e podem gerar mudanças em todos os sistemas que precisam ser descarbonizados e tornados resilientes, desde transporte até produção de alimentos e energia. Como mostrou o relatório de 2018 do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, as cidades – com sua concentração de pessoas, atividade econômica e infraestrutura – estão entre as alavancas mais poderosas que temos para impulsionar a descarbonização e construir resiliência com rapidez suficiente para cumprir as metas do Acordo de Paris.

Bitcoin, NFT's e metaverso: refletindo sobre o ano do mercado imobiliário digital

Imagine se há alguns anos você acordasse com a notícia de que alguém pagou mais de um milhão de dólares por três lotes de terreno digital ao lado da famosa mansão digital do rapper Snoop Dogg. Você provavelmente se perguntaria: "O que é um terreno digital, e por que alguém pagaria por isso?" Durante o ano, uma corrida para comprar propriedades, arte e terras aconteceu — mas tudo isso existe em um mundo virtual chamado de metaverso. Embora este mundo já existisse muito antes da pandemia, os lockdowns impulsionaram o mundo online para um novo nível, chamando a atenção de compradores privados e corretores que começaram a canalizar dinheiro para esta realidade. Mas como surgiu este mundo, o que o futuro nos reserva, e qualquer um pode se juntar a esta realidade virtual?

Casas brasileiras: residências com coberturas de uma água

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Mais simples de construir, porém menos comuns que os tradicionais telhados de duas águas, as coberturas de apenas uma água - ou meia água, como são conhecidas em alguns lugares no Brasil - são conformadas por um único plano inclinado, responsável pelo escoamento das águas pluviais.

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Perfis de alumínio que facilitam a montagem de painéis internos verticais e horizontais

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Há uma diversidade de revestimentos de paredes, fachadas e forros no mercado, com múltiplas opções estéticas, cumprindo diferentes funções e fornecidos por muitas empresas. Algo que todos têm em comum é que se estruturam sobre montantes, os quais dificilmente recebem a devida atenção, uma vez que influenciam diretamente na instalação e no resultado final. Estes montantes podem variar em materiais e complexidade, bem como a forma como os painéis serão conectados ali. Nem sempre a fixação dos painéis consegue ser feita ocultamente, fazendo com que parafusos ou outras peças permaneçam aparentes, demandando outros artifícios para escondê-los.

A empresa neozelandesa Fastmount é especializada no desenvolvimento de sistemas de painéis ocultos e acaba de lançar um novo sistema para interiores: Stratlock. O diferencial é que o produto oferece aos projetistas e construtores um sistema completo e integrado, especialmente desenvolvido para a construção de estruturas de teto e parede em substratos irregulares para fixar com precisão o painel interno, podendo ser cortado sob medida para construir-se a grade para fixação dos painéis.

Transições de modos: bicicletários em estações na Região Metropolitana de São Paulo

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Metrópoles de países em desenvolvimento compartilham os mesmos problemas de mobilidade com baixos níveis de serviço do transporte público, desigualdade de acessibilidade, altos índices de acidentes de trânsito, congestionamento e poluição ambiental. Há iniquidade geral de acessibilidade, segurança e conforto nas condições de transporte que reproduz e perpetua a desigualdade socioespacial (VASCONCELLOS, 2000) fruto do processo histórico de urbanização da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) que constituiu um território caracterizado pela setorização habitacional por renda, concentração de oferta de empregos e distribuição heterogênea da infraestrutura de transportes (VILLAÇA, 1998). Políticas que retomam a década de 1950 em níveis federal, estadual e municipal foram favoráveis ao uso do automóvel, logo refletindo na baixa qualidade e eficiência do transporte coletivo sobre pneus, e na lenta expansão do sistema de alta capacidade sobre trilhos.

Afinal, qual a diferença entre o arquiteto e o engenheiro civil?

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A arquitetura e a engenharia como conhecemos hoje são duas formações superiores distintas, que dividem escopos similares e que, portanto, têm momentos de intersecção, mas também resguardam diferenças fundamentais. Ainda que essa sobreposição de atuação acarrete na falta de consenso tanto em relação à história das profissões, quanto à prática profissional atual, é importante destacar as diferenças e especificidades que caracterizam cada uma dessas profissões na atualidade.

História do patrimônio ferroviário brasileiro

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Sendo um dos principais modos de transporte da história, o transporte ferroviário auxilia no deslocamento de pessoas, matéria prima e produtos desde a revolução industrial. Largamente utilizado pelo mundo, as estradas de ferro tiveram sua primeira experiência no Brasil na década de 1850 no Rio de Janeiro, avançaram pelo território até que foram sendo subtraídas ao longo da história. Hoje enfrentamos um grande desafio em manter sua memória viva.

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Arquitetura hostil: quando as cidades não são para todos

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Bancos com divisórias e formatos desconfortáveis, pedras pontiagudas embaixo de viadutos, grades no entorno de praças e jardins, muros com pinos metálicos, construções sem marquises ou com gotejamento de água programado, cercas elétricas e arame farpado. Os elementos e materiais utilizados para afastar pessoas dos espaços públicos são muitos e acabam influenciando a maneira como os indivíduos vivenciam os municípios e convivem entre si. A arquitetura hostil, termo que abrange todas as barreiras e desenhos urbanos que parecem dizer “não se sinta em casa” — como define a repórter Winnie Hu, do The New York Times —, é parte da realidade da maioria das cidades pelo mundo e vem despertando debates sobre o impacto dessas ações, principalmente através das redes sociais.

A arquitetura dos elegantes pavilhões australianos

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A arquitetura do espaço interno abraça o externo. Da mundialmente famosa Sydney Opera House às cabanas aborígines no deserto, a arquitetura australiana surge a partir dos elementos básicos enquanto aprende com eles. Os abrigos vernáculos, celeiros, galpões e varandas frequentemente eram convertidos em centros comunitários ou locais de reunião. Esse começo humilde se transformaria ao longo dos séculos seguintes, conforme as pessoas começassem a construir o "sonho australiano". Seja usando a construção tradicional em taipa ou fabricando formas totalmente novas, os arquitetos começaram a capitalizar os métodos de construção históricos e reinterpretá-los.

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Interiores brasileiros: ideias para quartos de casal

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Sendo um dos espaços mais íntimos de uma residência, os dormitórios têm tido seu uso adaptado com o passar dos anos, principalmente após a pandemia de Covid-19. Um espaço de relaxamento que precisa também encaixar mobiliários, decorações e harmonizar com a arquitetura. Veja aqui uma seleção de ideias para se inspirar e reformular seu quarto. 

A construção "off-site" pode mudar radicalmente as regras do projeto de arquitetura

A popularidade de casas pré-projetadas e pré-fabricadas vem crescendo, transferindo grande parte do processo de construção do canteiro de obras para as fábricas. Enquanto países como Cingapura, Austrália e Reino Unido estão adotando cada vez mais edifícios modulares para atender à escassez de mão de obra e moradias, países nórdicos como a Suécia já constroem 90% das residências unifamiliares em madeira pré-fabricada. Apesar do recente aumento de interesse, a construção off-site não é, de forma alguma, um conceito novo. Na verdade, o método construtivo esteve presente ao longo da história em muitas tentativas de consolidar seu uso: ainda em 43 DC, o exército romano trouxe consigo fortes pré-fabricados para a Grã-Bretanha, enquanto o Japão já vinha construindo em madeira off-site e partes móveis em pré-montagens por pelo menos mil anos.

Paisagem midiática: como a cultura e a política estão moldando as fachadas de edifícios na China

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Fora da China, as fachadas midiáticas geralmente aparecem como elementos individuais competindo por atenção. Na China, entretanto, é possível encontrar grandes grupos de fachadas com uma mensagem comum em várias áreas metropolitanas. Essas fachadas mesclam visualmente muitos arranha-céus em uma única entidade panorâmica. Mas quais são as razões pelas quais esse fenômeno é exclusivo da China? E como isso começou? A Media Architecture Biennale uniu cultura e política para fornecer uma resposta ao surgimento das paisagens midiáticas na China.

Paisagem midiática: como a cultura e a política estão moldando as fachadas de edifícios na China - Imagem de DestaquePaisagem midiática: como a cultura e a política estão moldando as fachadas de edifícios na China - Image 1 of 4Paisagem midiática: como a cultura e a política estão moldando as fachadas de edifícios na China - Image 4 of 4Paisagem midiática: como a cultura e a política estão moldando as fachadas de edifícios na China - Image 2 of 4Paisagem midiática: como a cultura e a política estão moldando as fachadas de edifícios na China - Mais Imagens

Edifícios à prova de futuro: incorporando a incerteza no processo de projeto

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OMA's transformation of Post Houston. Image © Leonid Furmansky

Por definição, a arquitetura e o urbanismo costumam operam em um território repleto de incertezas. Isso significa dizer que a prática da arquitetura não busca apenas respostas para os problemas conhecidos no presente, mas principalmente soluções para os desafios imprevisíveis do futuro. Como resultado, arquitetos e arquitetas confronta-se constantemente com a ambiguidade do ofício: procurando respostas para questões bastante concretas, ao mesmo tempo que buscam abrir espaço para que novos cenários alternativos e imprevisíveis possam surgir. A incerteza é uma condição inerente não apenas ao campo da arquitetura, mas sobretudo, à sociedade contemporânea. O constante e progressivo processo de transformação nos âmbitos sociais, econômicos e até ambientais em nossa sociedade hoje, nos levam a refletir sobre a importância da incerteza no pensar e fazer arquitetura no tempo presente. Pensando nisso, apresentaremos a seguir uma série de abordagens em arquitetura que nos convidam a refletir sobre tudo aquilo que é incerto, e como a imprevisibilidade pode ser útil ao projetar espaços e cidades para o futuro.

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Reuso adaptativo: do porco às plantas (e medicamentos)

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O reuso adaptativo é um aspecto fundamental para garantir uma existência sustentável. Os edifícios concentram uma enorme quantidade de energia incorporada, de modo que, quanto mais pudermos adaptá-los e reaproveitá-los, melhor. Além disso, eles funcionam como repositórios de memórias e histórias coletivas que, à medida que os modificamos, se sobrepõem em camadas de maneiras novas e interessantes. Este vídeo investiga o tema por meio do estudo de caso do “The Plant”, uma incubadora de alimentos em Chicago instalada em uma antiga fábrica de processamento de carne suína. A localização e a infraestrutura existente do edifício fizeram dele o candidato ideal para essa nova finalidade. Nesse sentido, John Edel, fundador do The Plant, empenhou-se em evidenciar a história do edifício e honrar seu patrimônio ao longo de todo o processo de adaptação.

Telhados verdes: rumo a cidades mais sustentáveis, biodiversas e saudáveis

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Diante de uma crise climática sem precedentes, os telhados verdes consolidam-se cada vez mais como uma tendência global na arquitetura, proporcionando múltiplos benefícios sociais, econômicos e ambientais em áreas urbanas. Seguindo o exemplo de modelos pioneiros como o de Copenhague, cidades ao redor do mundo estão substituindo coberturas cinzas por verdes, com o anseio de caminhar rumo a um futuro mais sustentável e saudável. Dessa forma, essa prática tem se tornado uma operação recorrente em projetos que buscam responder aos desafios da cidade contemporânea.

Rompendo o paradigma morto das exposições de design

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Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

O problema em ser um/a escritor/a analítico/a é que quase tudo já foi escrito quando você finalmente se prepara para abordar um assunto. É o caso da Bienal de Arquitetura de Chicago de 2021 (CAB): The Available City. Já foram publicados diversos ensaios perspicazes e bem escritos sobre a CAB por Zach Mortice, Anjulie Rao, Marianela D’Aprile e outros, de modo que seria tolice percorrer o mesmo território que já mapearam tão bem. Em vez disso, proponho uma jornada por esta edição da CAB, que encerrou uma trajetória bem-sucedida e significativa no último sábado, por um caminho menos percorrido.

Os melhores trabalhos de conclusão de curso em 2021

Anualmente, realizamos uma chamada de trabalhos finais de graduação do nosso público aberta a todos os países lusófonos. Com isso, buscamos selecionar os projetos que consideramos os mais interessantes a fim de apresentar visões inspiradoras e debates para o campo da arquitetura e do urbanismo.

Arquiteturas Coletivas e sua singular pluralidade

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Arquiteturas Coletivas se define como “uma rede de pessoas e coletivos interessados na construção participativa do ambiente urbano”. Vista em perspectiva, duas coisas chamam a atenção nesta rede. A primeira é que parece bastante sensato que um grupo de pessoas e coletivos se organize para enfrentar projetos de transformação urbana com uma filosofia bottom-up, elaborando colaborativamente as ferramentas necessárias para isso. A segunda é que isso não ocorra com mais frequência.

Geração de soluções, edição em nuvem, desenho automático... o/a assistente júnior de IA para arquitetos/as!

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Como impulsionar a produtividade por meio da tecnologia na era digital? Recentemente, a XKool Technology, líder em aplicações de inteligência artificial para o setor da arquitetura, realizou o lançamento de um novo produto, o "Plan Deep", dando início a uma nova etapa na evolução das capacidades tecnológicas na arquitetura.

Este artigo apresenta informações sobre os recém-lançados produtos de design inteligente da XKool, bem como sobre o próximo tutorial do DigitalFUTURES, que será apresentado pela empresa em 8 de janeiro de 2022. Convidamos você a vivenciar de perto essa colaboração entre arquitetura e tecnologia.

O que é Art Nouveau?

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Emergido em um período marcado pelo desenvolvimento da indústria e pela experimentação de novos materiais, o movimento artístico Art Nouveau contrapunha-se ao historicismo, favorecendo a originalidade e a volta ao artesanato. Neste contexto, ele é retratado como uma tentativa de diálogo entre arte e indústria revalorizando a beleza e a colocando ao alcance de todos por meio da produção em série.

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