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5 Prioridades para as cidades após a COP26

Sem solucionar os desafios das cidades, não resolveremos a crise climática. O papel central das cidades é inegável: elas contribuem com 75% das emissões de gases de efeito estufa relacionadas à energia. As escolhas das cidades influenciam e podem gerar mudanças em todos os sistemas que precisam ser descarbonizados e tornados resilientes, desde transporte até produção de alimentos e energia. Como mostrou o relatório de 2018 do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, as cidades – com sua concentração de pessoas, atividade econômica e infraestrutura – estão entre as alavancas mais poderosas que temos para impulsionar a descarbonização e construir resiliência com rapidez suficiente para cumprir as metas do Acordo de Paris.

A Coalition for Urban Transitions identificou na ação climática em cidades uma oportunidade de gerar US$ 24 trilhões em benefícios até 2050 e, ao mesmo tempo, reduzir as emissões urbanas em 90%. Cidades são extremamente vulneráveis aos impactos climáticos: 800 milhões de pessoas que vivem em cidades estariam vulneráveis a um aumento de meio metro do nível do mar até 2050, e as cidades enfrentarão o impacto do calor extremo devido aos efeitos das ilhas de calor.

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Sobre este autor
Cita: Rogier van den Berg e Leo Horn-Phathanothai. "5 Prioridades para as cidades após a COP26" 10 Jan 2022. ArchDaily em Português. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/pt/974558/5-prioridades-para-as-cidades-apos-a-cop26> ISSN 0719-8906

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