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Olhar para o passado: a dívida histórica com as mulheres na arquitetura mexicana

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Escrever sobre a participação de mulheres arquitetas ou no campo da construção civil é complexo. Hoje, conhecemos mulheres arquitetas contemporâneas que são multi-premiadas e reconhecidas, no entanto, olhar para o passado faz dessa perspectiva um espaço escuro e solitário.

6 Habitações coletivas que repensam o desenho da quadra urbana

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A quadra é um elemento tipicamente urbano que, historicamente, apresentou-se sob diferentes formas e desenhos, fazendo parte, de maneira estrutural, das diretrizes de planejamento das cidades. A partir da observação de alguns tecidos urbanos de cidades como Barcelona, na Espanha, Paris, na França, e Copenhagen, na Dinamarca, é possível perceber a grande variação entre os modelos de quadras, em inúmeros aspectos, definindo suas próprias paisagens e dinâmicas. Alterações de estilo e formato, mudanças volumétricas na relação entre cheios e vazios, e modificações entre as conexões de acesso com o entorno, são alguns exemplos de particularidades tipológicas que as diferenciam. Assim, muitas vezes, em suas especificidades, as quadras constituem-se enquanto características emblemáticas e representativas não somente de determinados modelos de planejamento urbano, desenvolvidos ao longo da história, mas também das próprias cidades.

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Arranha-céu bioclimático: as estratégias de ecodesign de Kenneth Yeang

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Erguendo-se sobre as cidades globais, o arranha-céu moderno há muito tempo é um símbolo de crescimento econômico e declínio ambiental. Durante anos, eles foram criticados pelos ambientalistas por serem consumidores descontrolados de energia. O arquiteto malaio Kenneth Yeang reconheceu o arranha-céu como uma necessidade nas cidades modernas e adotou uma abordagem pragmática para tornar mais verde a tipologia de construção que, de outra forma, seria insustentável. Os arranha-céus bioclimáticos de Yeang buscam combinar a economia de espaço com a sustentabilidade e a melhoria dos padrões de vida.

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Baixe o livro "Arquitetura Efêmera: Reflexões sobre a mutabilidade do espaço construído" editado pela Faculdade de Arquitetura da UNAM

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Um grupo interdisciplinar de docentes, em sua maioria da UNAM, fundou o seminário permanente de arquitetura efêmera em janeiro de 2019 com a intenção de formalizar os trabalhos que vêm sendo realizados em torno do tema desde 2010. Atualmente, como resultado de uma série de reflexões surgidas a partir das apresentações feitas no colóquio "Arquitetura Efêmera: reflexões sobre a mutabilidade do espaço construído" — realizado na Faculdade de Arquitetura da UNAM —, foi publicado o documento homônimo, que pode ser baixado gratuitamente neste link.

O que é iluminação centrada no ser humano?

Da ampola de vidro vazia de Thomas Edison aos LEDs controlados por inteligência artificial, centenas de anos se passaram representando uma evolução constante a qual culmina no que hoje conhecemos como iluminação artificial. Edison não poderia imaginar o quanto nos tornaríamos dependentes da sua invenção quase dois séculos depois, levando um modo de vida no qual permanecemos até 90% do nosso tempo em ambientes fechados e privados de luz natural, como shoppings e escritórios. Locais onde a luz artificial permanece constante ao longo dos dias, sem sofrer qualquer tipo de oscilação em relação à temperatura de cor ou intensidade luminosa, onde a iluminação artificial praticamente anula a diferença entre o dia e a noite.

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Sumayya Vally sobre a Primeira Bienal de Artes Islâmicas: "Reivindicar, recuperar, configurar e reconfigurar"

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A Primeira Bienal de Artes Islâmicas, com direção artística de Sumayya Vally, foi inaugurada em janeiro de 2023 e segue em cartaz até 23 de maio de 2023 em Jidá, Arábia Saudita. O evento inaugural foi encomendado e produzido pela Diriyah Biennale Foundation e teve curadoria de Vally ao lado do Dr. Julian Raby, da Dra. Omniya Abdel Barr e do Dr. Saad Al-Rashid. A bienal reimagina o Terminal Hajj Ocidental no Aeroporto King Abdulaziz, projetado por Skidmore, Owings & Merrill e vencedor do Prêmio Aga Khan de 1983, como um espaço cultural para redefinir as artes islâmicas por "dentro, de um modo que conecte algumas dessas formas de arte e de expressão artística à vivência e aos rituais" de quem as vivencia.

Sumayya Vally é uma arquiteta sul-africana, fundadora e diretora do estúdio colaborativo de arquitetura Counterspace, com sede em Joanesburgo. Autora do projeto do Serpentine Pavilion em 2020/2021, ela foi a pessoa mais jovem da arquitetura a receber essa incumbência. Integrante da lista Time 100 Next de líderes emergentes que estão moldando o futuro em 2021 — sendo a única arquiteta a figurar na lista naquele momento —, Sumayya iniciou sua carreira como curadora e docente, e recentemente foi nomeada diretora artística da primeira Bienal de Artes Islâmicas em Jidá. O ArchDaily teve a oportunidade de conversar com Vally sobre sua contribuição para esta bienal, sua visão sobre a exposição, o local, a expografia e os profissionais participantes. Sumayya também compartilhou informações exclusivas sobre sua proposta para a Bienal de Arquitetura de Veneza de 2023, que começa em 20 de maio em Veneza, Itália.

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Aprendizado Imersivo: De Iniciante a Designer no Programa de Arquitetura do SCI-Arc

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Oferecer um panorama sobre a profissão e a disciplina da arquitetura pode ser uma tarefa complexa, dada a diversidade de trajetórias individuais, interesses pessoais e técnicas de experimentação. Diante disso, muitos processos relacionados à arquitetura baseiam-se na especulação e na inovação, assumindo a iniciativa de reimaginar limites estabelecidos. Escolas de arquitetura como a École des Beaux-Arts, a Vkhutemas e a Escola Paulista foram instituições progressistas de sua época que desenvolveram seus próprios estilos, lideradas por mentes experimentais e curiosas. Graças a esses processos experimentais, cada uma delas consolidou uma identidade arquitetônica própria, caracterizada por fatores como filosofia, localização e a época em que a escola surgiu.

Desde sua fundação em Santa Monica, em 1972, o Southern California Institute of Architecture (SCI-Arc) tem sido um centro de inovação de renome mundial e uma das poucas escolas independentes de arquitetura nos Estados Unidos. A instituição se destaca por desafiar seus/suas estudantes, por meio de diversos programas, a expandirem a imaginação através da experimentação com materiais e abordagens não convencionais. Por meio do renomado programa Making+Meaning, o SCI-Arc oferece uma introdução imersiva a estudantes e profissionais de áreas criativas de diversas disciplinas, que têm a oportunidade de explorar o campo do design com ênfase nos fundamentos da experimentação e da arquitetura. O retorno ao ensino presencial este ano infunde nova energia ao programa, tanto para estudantes quanto para docentes, dado o valor da colaboração em um espaço físico para o desenvolvimento de projetos de ateliê.

Renovando o Panamá: a arquitetura de Sketch

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A Cidade do Panamá vem passando por um renascimento arquitetônico. Edifícios que se tornaram ultrapassados e deteriorados com o tempo estão agora sendo reformados, restaurados e modernizados — e um escritórios mais ativos nesse movimento é o Sketch, uma prática arquitetônica que se descreve como "enérgica, multidisciplinar e convicta de que o projeto deve ser ao mesmo tempo inteligente e divertido".

Seus projetos de renovação e renovação, como a Academia de Dança STEPS, a galeria DiabloRosso e o edifício de uso misto La Moderna são claros indícios deste espírito transformador que gira em torno da eficiência e relevância. Veja os projetos em detalhes abaixo.

Baixe o fanzine coletivo do seminário-oficina "Produção e gestão social do habitat + arquitetura participativa"

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Como resultado de um seminário-oficina organizado por COMUNAL, no qual foram realizadas leituras e reflexões críticas tendo como ponto de partida textos sobre o habitar e a autonomia, a Produção e Gestão Social do Habitat, o Desenho Participativo e a Pedagogia crítica, foi lançado um fanzine coletivo que pode ser baixado gratuitamente neste link. O documento surge como uma proposta que permite imaginar e construir novas narrativas para produzir e compartilhar saberes.

15 Interiores que ilustram a efetividade da iluminação indireta

A iluminação é frequentemente uma questão de números — quando em excesso, os interiores perdem o seu contorno; quando em falta, a atmosfera escura pode tornar um espaço sem graça. A sua importância no design de interiores não pode ser subestimada: quando feita da maneira certa, não só realça as características arquitetônicas de um espaço, mas também faz com que os moradores se sintam à vontade. Como Carmelo Zappulla, do estúdio External Reference, explica em uma recente entrevista feita pelo Architonic, a luz é uma ferramenta crucial para adicionar um elemento emocional e "animar um espaço". É de se esperar que um projeto de iluminação errado possa ter consequências catastróficas para uma sala perfeitamente desenhada.

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A arquitetura tropical da monção asiática

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A arquitetura tropical, um termo amplamente utilizado no discurso arquitetônico, carece de uma definição consistente. O adjetivo "tropical" refere-se à zona entre os trópicos de Câncer e Capricórnio, que cobre mais de 40% da superfície da terra. O calor é possivelmente a única característica compartilhada desta faixa. A zona tropical possui uma variedade de climas, desde áridos até úmidos, bem como uma variedade de contextos geográficos, sociais e econômicos. Ao contrário das zonas temperadas ou árticas, um único termo abrangente é usado para descrever a arquitetura dos trópicos.

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Como organizar um espaço comercial? Estratégias de distribuição e circulação no projeto de lojas e estabelecimentos comerciais

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No âmbito da arquitetura comercial, o projeto de sua espacialidade pode adotar múltiplos enfoques, concebendo propostas que alcancem o equilíbrio entre estética e funcionalidade. Considerando que intervêm diversas variáveis culturais, tensões sociais e interesses econômicos, a construção desses espaços envolve diretamente a interação entre o público, as marcas e seus produtos, tornando as pessoas participantes ativas da experiência no local — desde as cores e a materialidade até a iluminação, climatização, sons, aromas, entre outros elementos.

9ª Bienal Bi-Cidade de Urbanismo\Arquitetura (Shenzhen) explora cosmologias urbanas

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Com curadoria do/a acadêmico/a de arquitetura e urbanismo Andong Lu, do/a jovem arquiteto/a Zigeng Wang e do/a curador/a de design Aric Chen, a 9ª Bienal de Urbanismo\Arquitetura de Duas Cidades (Shenzhen) dá continuidade ao princípio de que "a cidade é o local da exposição, a exposição é a prática", trazendo a mostra principal da UABB ao distrito de Luohu pela primeira vez. Sediada no GDH City · Jinpi Fang (Patrimônio Industrial da Cervejaria Kingway), a exposição foi inaugurada em dezembro de 2022 e seguiu em cartaz até março de 2023, com mais de duzentos eventos realizados ao longo de seus três meses de duração.

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Design biofílico na arquitetura contemporânea: sete projetos nas Filipinas

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Desde as primeiras civilizações, a natureza tem sido um pilar fundamental para servir a humanidade como um habitat natural, oferecendo abrigo, alimentos e outros recursos. Nos tempos modernos, as revoluções industriais e tecnológicas tomaram conta da paisagem, remodelando a forma como os humanos interagem com a natureza. No entanto, hoje, e devido aos eventos que experimentamos enquanto sociedade, é cada vez mais necessário focar na criação de cidades e espaços que integrem a natureza à vida cotidiana

Inspire-se com as possibilidades do uso de azulejos em reformas residenciais

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Dos painéis figurativos retratando cenas históricas às composições geométricas abstratas modernistas, os azulejos são frequentes em diferentes expressões e momentos da arquitetura brasileira ao longo dos séculos. Hoje, há muitas possibilidades de composições não apenas pela disposição - aleatória ou não - das peças entre si, mas também pela vasta gama de cores e padrões oferecidos pelos fabricantes.

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Jovens arquitetos inovam para melhorar o sono no espaço e (possivelmente) na Terra

Desde o icônico voo pioneiro de Yuri Gagarin em 1961, apenas 565 seres humanos tiveram o privilégio de viajar para o espaço. Essa atividade extrema exige um alto grau de devoção, um preparo físico e intelectual extraordinário, bem como enormes investimentos. A exploração do espaço tem o potencial de oferecer benefícios à humanidade, como o desenvolvimento de novas tecnologias e a geração de conhecimento científico. Muitas dessas tecnologias já estão disponíveis para o público, como GPS, filtros de água ou tecidos altamente resistentes. Mas apesar de frequentemente imaginarmos os astronautas flutuando no espaço e observando a Terra de um ponto de vista único, muitos deles enfrentam a dificuldade de dormir e descansar no espaço devido à falta de luz natural. Foi essa questão que motivou um grupo de jovens arquitetos dinamarqueses a desenvolverem uma solução para melhorar o cotidiano dos astronautas, mas também de muitas pessoas no Planeta Terra que sofrem com o mesmo problema. 

Florestas nativas, o paisagismo que as cidades precisam

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Durante o século XIX, os esforços para melhorar a qualidade da vida urbana se concentraram na criação de jardins e parques, iniciando assim a evolução do paisagismo como a disciplina moderna que conhecemos hoje. No entanto, embora existam exemplos notáveis ​​em todo o mundo, estruturas excessivas e a artificialidade dos jardins urbanos foram contra as motivações que lhes deram origem. Em muitos casos, seu design resultou em espaços públicos descontextualizados e ineficientes, altamente exigentes em recursos e afastados da verdadeira sustentabilidade.

O uso estrito da geometria e a imposição de espécies difíceis de adaptar e cuidar estão gradualmente dando lugar a uma abordagem mais orgânica ao paisagismo, adaptada aos ecossistemas locais e mais eficiente em seu desenvolvimento e conservação. As florestas nativas incorporam todos esses aspectos positivos. Elas não apenas restauram ecologicamente as áreas degradadas, mas também melhoram a qualidade do ar e mantêm a água da chuva, criando espaços verdes com biodiversidade que conectam profundamente as pessoas à natureza. Conversamos com Magdalena Valdés, fundadora e diretora do Bosko, que explica por que as florestas nativas são o caminho certo para o paisagismo consciente e verdadeiramente ecológico.

10 Critérios para avaliar uma cidade verde

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Um levantamento da ONU, revelou que em 2018 cerca de 55% da população mundial vivia em cidades. Este número deve crescer e chegar a 60% até 2030. Se os centros urbanos vão ser a casa de tanta gente, é importante avaliar estes espaços e garantir a qualidade de vida das pessoas – um desafio quando consideramos a concentração de habitantes e o impacto que tanta gente causa.

Mas viver em uma cidade não precisa ser sinônimo de estar longe da natureza, cercado de cinza e concreto. As cidades verdes são um exemplo disso. Ao mesmo tempo que a vida em centros urbanos traz uma série de desafios, também existe a oportunidade de encontrar soluções que transformem estes espaços, promovendo mudanças importantes e necessárias na sociedade.

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Arquitetura de lojas: inovação no varejo brasileiro em 10 projetos

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A arquitetura de lojas contemporâneas é influenciada por diversos fatores, como a evolução do varejo, as mudanças nas expectativas do consumidor e a ascensão do comércio eletrônico. Criar o espaço físico de uma marca é a chance de trazer uma experiência que passa os valores e a imagem que a marca deseja estar associada. 

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Fachadas envidraçadas: aumentando o acesso à luz natural com superfícies transparentes

A luz do sol tem sido parte integrante da vida desde que o sol e a terra começaram sua dança. O bem-estar proporcionado pela luz natural é um tema recorrente na cultura humana, percorrendo a música popular, a moda, a fotografia e até os nossos ambientes mais luxuosos.

Mas o desejo de nossos corpos pela luz solar é mais do que apenas um sentimento. Pesquisas científicas provaram que ela ajuda nosso corpo a produzir mais melatonina, que ajuda a dormir e reduz o estresse, que a vitamina D melhora a imunidade e fortalece os ossos, e a serotonina combate a depressão. Além de nos ajudar a levar vidas mais saudáveis e felizes, as pesquisas sugerem que o sol também nos ajuda a viver durante mais tempo.

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Como os edifícios podem funcionar para todos? O futuro da inclusão e acessibilidade na arquitetura

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Um dos desafios mais importantes da arquitetura, quando se trata de criar espaços que funcionam para todos, é a diversidade que existe nas pessoas, suas necessidades e como integrá-las a um design adequado. Deficiências abrangem mais do que apenas uma condição; Eles representam um modo de vida único dentro do espectro da diversidade humana e exigem uma ampla gama de soluções arquitetônicas para acomodar essa diversidade.

De acordo com dados do Banco Mundial, estima-se que 1 bilhão de pessoas - equivalente a 15% da população mundial - vivam com algum tipo de incapacidade. No futuro, essa porcentagem pode aumentar consideravelmente, dada a tendência global de envelhecimento das populações. Para enfrentar esse desafio crescente, a arquitetura terá que se adaptar rapidamente, devido ao papel que os ambientes construídos têm em constituir uma barreira ou um caminho para a inclusão de pessoas com diferentes tipos de deficiência, idosos, bem como diversos grupos que compõem a pluralidade humana.

7 Tendências de iluminação para projetos de interiores

O legado de Luis Barragán está na forma como ele usa luz e cor. A abordagem sensível de Tadao Ando à luz natural estabeleceu sua própria linguagem arquitetônica. As dramáticas transformações de interiores de James Turrell exploram uma percepção única das experiências visuais, onde "a luz não é uma ferramenta para possibilitar a visão, mas sim algo para se olhar". As instalações imersivas de Olafur Eliasson brincam com a psicologia dos espectadores usando apenas luz, água e ar. Esses arquitetos e designers reimaginaram como a luz é percebida, inspirando gerações de arquitetos a seguir com a forma como eles entendem e empregam a luz.

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Arquitetura residencial contemporânea na África: a importância dos estudos de caso

A casa é uma expressão fundamental dos movimentos arquitetônicos dentro do tecido de uma cidade. Como uma das menores tipologias, é a tipologia mais simples para expressar o espírito da arquitetura de qualquer época em particular. As cidades africanas têm negociado continuamente o significado de suas residências, da arquitetura tradicional à arquitetura colonial, e o influxo da arquitetura moderna pós-colonial. A arquitetura vernacular explorou casas com padrões espaciais enraizados na destreza cultural, envelopes construídos com materiais e técnicas de populações originárias, dotados de motivos tradicionais. Estes contrastavam fortemente com as casas coloniais que apresentavam uma variedade de estilos arquitetônicos importados em todo o continente, negligenciando seus contextos climáticos e culturais.

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As casas de Alejo Martínez em Concordia: construindo a modernidade argentina

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Alejo Martínez, um dos principais construtores da modernidade argentina, fez da cidade de Concordia uma referência para o movimento moderno sul-americano. A sua extensa produção residencial, como a Casa Péndola Díaz de 1925, a Casa Marcone de 1928 ou a Casa Camaño de 1930, "muda a tipologia da casa chorizo (casa pátio), para casas compactas, onde sobressaem volumes retos, em diferentes níveis e com terraços".

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