1. ArchDaily
  2. Artigos

Artigos

Por que os Estados Unidos têm mais espaço para abrigar carros do que pessoas?

Acesso exclusivo | 

Este artigo foi originalmente publicado em Common Edge.

Como chegamos ao ponto de construir ambientes onde o carro é tratado de maneira melhor do que muitos dos nossos semelhantes? Nos Estados Unidos, centro da cultura automobilística, espera-se que os estacionamentos sejam convenientes, disponíveis e gratuitos, escreve Henry Grabar em seu novo livro, Paved Paradise: How Parking Explains the World (Penguin Press). Os estacionamentos consomem vastas áreas de terra; em Los Angeles, por exemplo, totalizam cerca de 520 quilômetros quadrados. Apenas em Nova York, há 3 milhões de vagas de meio-fio (sem contar os estacionamentos), que correspondem a 6% da área da cidade - o equivalente a 13 Celtra Parks! Grabar pergunta: que melhor uso poderíamos dar a este espaço? Um estudo de 2021 revelou que, se Nova York recuperasse apenas um quarto do espaço de rua destinado aos carros, poderiam ser criados os seguintes espaços: 800 quilômetros de faixas de ônibus; 65 quilômetros de vias exclusivas de ônibus; 3,5 milhões de metros quadrados de espaço comunitário; 1.600 quilômetros de ruas abertas; 280 mil metros quadrados de novos espaços para pedestres; e 500 mil metros quadrados para restaurantes, empresas e instituições culturais.

Qual é o papel futuro dos/as arquitetos/as na era da IA e dos dados?

Acesso exclusivo | 

A complexidade do nosso mundo está em constante crescimento e, com ela, aumentam a pressão e as exigências sobre o ambiente construído. Os/as arquitetos/as enfrentam uma tarefa monumental: traduzir as necessidades em constante mudança da sociedade em soluções tangíveis, eficazes e sustentáveis. Questões urgentes como a crise climática, a rápida urbanização, a densidade populacional e o déficit habitacional exigem uma nova arquitetura — que não tenha medo de questionar as formas tradicionais de trabalho e que esteja preparada para assumir esse desafio. Hoje, o setor precisa se adaptar, evoluir e inovar para lidar com tais desafios. A disponibilidade de dados está mudando as regras do jogo e, à medida que a tecnologia continua a avançar, novas formas de pensar, criar e interagir com o ambiente construído serão viabilizadas.

Neste artigo, investigamos os efeitos da transformação digital, de que forma ela está reconfigurando o setor e os questionamentos que levanta sobre o futuro papel dos/as arquitetos/as. 

Campinas integra soluções baseadas na natureza em planos ambientais

Acesso exclusivo | 

Campinas revisou seus planos ambientais e formalizou as soluções baseadas na natureza (SBN) como parte central das políticas, ações e metas para o meio ambiente do município. Instituída por decreto municipal, a revisão fortalece o compromisso da cidade paulista com a adaptação climática, resiliência, visão de longo prazo e priorização de um desenvolvimento urbano sustentável, equitativo e inclusivo.

Antes e depois: o Tropicário do Jardim Botânico de Bogotá

Acesso exclusivo | 

Há quase uma década, uma notícia inundou os meios de comunicação colombianos: o anúncio do projeto vencedor para o Tropicário do Jardim Botânico de Bogotá. Hoje, trazemos todas as informações que coletamos desde aquele momento, tanto sobre o concurso vencido pelo DARP e o processo de construção — até a inauguração em 2021 e sua evolução nos últimos tempos.

Esperamos que este caminho arquitetônico ajude você a conhecer cada passo, cada decisão e cada detalhe que contribuiu para essa realização, entendendo que seu verdadeiro legado está na forma como transforma vidas, inspira comunidades e perdura no tempo.

Design para a Saúde no Congresso Mundial de Arquitetos da UIA 2023

Acesso exclusivo | 

O Congresso Mundial de Arquitetos da UIA 2023 é um convite para que arquitetos e arquitetas de todo o mundo se reúnam em Copenhague, de 2 a 6 de julho, para explorar e debater como a arquitetura influencia todos os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODS). Há mais de dois anos, o Painel Científico e seu Comitê Científico internacional vêm analisando as diversas maneiras pelas quais a arquitetura responde aos ODS. Esse trabalho resultou na formulação de seis painéis científicos: design para Adaptação Climática, design para Repensar Recursos, design para Comunidades Resilientes, design para a Saúde, design para a Inclusão, e design para Parcerias por Mudança. Uma chamada internacional de trabalhos foi lançada em 2022 e 296 das mais de 750 submissões de 77 países foram selecionadas para apresentação no Congresso Mundial de Arquitetos da UIA 2023 em Copenhague. O ArchDaily está colaborando com a UIA para compartilhar artigos relacionados aos seis temas, preparando o público para a abertura do Congresso.

Nesta quarta reportagem especial, conversamos com os copresidentes do painel design para a Saúde: o arquiteto Arif Hasan, ex-professor visitante na NED University de Karachi e membro do Grupo Consultivo da ONU sobre Despejos Forçados, e o arquiteto Christian Benimana, diretor principal e codiretor executivo do MASS Design Group.

Design para a Saúde no Congresso Mundial de Arquitetos da UIA 2023 - Imagen 1 de 4Design para a Saúde no Congresso Mundial de Arquitetos da UIA 2023 - Imagen 2 de 4Design para a Saúde no Congresso Mundial de Arquitetos da UIA 2023 - Imagen 3 de 4Design para a Saúde no Congresso Mundial de Arquitetos da UIA 2023 - Imagen 4 de 4Design para a Saúde no Congresso Mundial de Arquitetos da UIA 2023 - Mais Imagens+ 21

Uma metrópole fluvial: projeto para a Bacia Hidrográfica do Lageado em São Paulo

Rios urbanos, nas suas diferentes escalas, podem ser eixos estruturadores de uma urbanização com qualidade ambiental urbana. O objeto deste artigo, que se baseia em conceitos desenvolvidos pelo Grupo Metrópole Fluvial, é a Bacia Hidrográfica do córrego Lageado, situada no extremo leste do município de São Paulo e parte do município de Ferraz de Vasconcelos. O Tietê, rio para onde confluem as águas dessa bacia, o Lageado e seus afluentes estabelecem três escalas de rios e de urbanização, que comportam programas distintos relacionados aos usos da água: da navegação e energia, no âmbito regional, ao parque fluvial do bairro, passando pelo abastecimento, drenagem, energia e irrigação.

Uma metrópole fluvial: projeto para a Bacia Hidrográfica do Lageado em São Paulo - Imagen 1 de 4Uma metrópole fluvial: projeto para a Bacia Hidrográfica do Lageado em São Paulo - Imagen 2 de 4Uma metrópole fluvial: projeto para a Bacia Hidrográfica do Lageado em São Paulo - Imagen 3 de 4Uma metrópole fluvial: projeto para a Bacia Hidrográfica do Lageado em São Paulo - Imagen 4 de 4Uma metrópole fluvial: projeto para a Bacia Hidrográfica do Lageado em São Paulo - Mais Imagens+ 16

Quadras em grelha e mobiliadas: ruas compartilhadas, ruas de convivência

Acesso exclusivo | 

O dérive LAB, como parte de uma nova ramificação do laboratório multidisciplinar de origem mexicana, apresenta o projeto "Ruas Compartilhadas". Trata-se de uma iniciativa que busca transformar espacialmente as ruas, migrando do controle por dispositivos de tráfego para a regulação baseada nas relações humanas. O projeto nos convida a refletir sobre como as ruas não são apenas canais de trânsito e transporte, mas também espaços que acolhem diversas outras atividades sociais, econômicas e culturais.

Snøhetta e MADWORKSHOP criam instalações para a mostra "Time Space Existence" na Bienal de Veneza 2023

Acesso exclusivo | 

Na Bienal de Arquitetura de Veneza deste ano, o Centro Cultural Europeu (ECC) apresentou a sexta edição de sua extensa exposição de arquitetura intitulada Time Space Existence. A edição de 2023 da mostra coletiva chama a atenção para as expressões de sustentabilidade em suas várias formas, abrangendo desde o foco no meio ambiente e paisagem urbana até debates sobre inovação, reuso, comunidade e inclusão. 217 projetos de participantes renomados como Snøhetta ou MADWORKSHOP e profissionais emergentes como Urban Radicals ou ACTA estão atualmente em exibição até 26 de novembro de 2023, nos Palazzos Bembo e Mora, e nos Jardins de Marinaressa em Veneza.

Em resposta às mudanças climáticas, as instalações apresentadas investigam novas tecnologias e métodos de construção que reduzem o consumo de energia por meio de design circular e desenvolvem materiais de construção inovadores, orgânicos e reciclados. Os participantes também abordam a justiça social ao apresentar soluções habitacionais idealizadas para comunidades deslocadas e minorias, enquanto outros examinam as tensões entre o ambiente urbano construído e a natureza que o cerca para identificar oportunidades de coexistência.

Snøhetta e MADWORKSHOP criam instalações para a mostra "Time Space Existence" na Bienal de Veneza 2023 - Image 1 of 4Snøhetta e MADWORKSHOP criam instalações para a mostra "Time Space Existence" na Bienal de Veneza 2023 - Image 2 of 4Snøhetta e MADWORKSHOP criam instalações para a mostra "Time Space Existence" na Bienal de Veneza 2023 - Image 3 of 4Snøhetta e MADWORKSHOP criam instalações para a mostra "Time Space Existence" na Bienal de Veneza 2023 - Image 4 of 4Snøhetta e MADWORKSHOP criam instalações para a mostra Time Space Existence na Bienal de Veneza 2023 - Mais Imagens+ 9

O impacto dos aterros e do manejo da terra em cidades costeiras

O manejo do terreno junto ao mar tornou-se um fenômeno popular no desenvolvimento costeiro. É a solução mais comum para suprir a necessidade de terra em áreas costeiras e foi implementada para vários tipos de uso, incluindo controle de inundação e agricultura. Hoje em dia, tornou-se uma conhecida resposta para o rápido aumento da urbanização costeira, da atividade econômica e para o aumento da população mundial. Países como a China e os Países Baixos lideram a lista em área. No entanto, a maioria dos projetos ocorrem dentro de centros urbanos no sul global. Cidades na África Ocidental, Leste Asiático e Oriente Médio criam essas novas porções de terra para impulsionar a economia industrial ou para gerar espaço para projetos residenciais de luxo.

Mas a relação entre o design do aumento da faixa de terra e a resposta da água em ambientes oceânicos é complexa. Requer uma relação simbiótica com corpos d'água para estabilidade, mas pode provocar forças naturais quando negligenciado no mar. Comportamentos da água do oceano, incluindo acúmulo de maré, aumento do nível do mar, conexão com áreas úmidas e biodiversidade aquática, podem questionar o sucesso ou fracasso dos projetos em diferentes contextos.

O impacto dos aterros e do manejo da terra em cidades costeiras - Imagen 1 de 4O impacto dos aterros e do manejo da terra em cidades costeiras - Imagen 2 de 4O impacto dos aterros e do manejo da terra em cidades costeiras - Imagen 3 de 4O impacto dos aterros e do manejo da terra em cidades costeiras - Imagen 4 de 4O impacto dos aterros e do manejo da terra em cidades costeiras - Mais Imagens+ 1

Camadas metálicas em diálogo com a luz: uma intervenção abstrata na Casa Batlló

Acesso exclusivo | 

Alguns nomes da arquitetura deixaram sua marca na história; um desses casos é Antoni Gaudí. Através de suas concepções inspiradas na natureza, ele se tornou o principal expoente do modernismo catalão. O impacto da obra de Gaudí pode ser visto em várias escalas arquitetônicas, incluindo a Sagrada Família, o Parc Güell, a Colònia Güell, a Casa Milà e a Casa Batlló, sendo esta última um marco icônico da arquitetura de Barcelona.

A Casa Batlló surgiu da reforma de um edifício de 1877, adquirido em 1903 e posteriormente confiado a Gaudí para sua transformação. Inspirada em formas animais, em especial marinhas, a fachada e o interior foram renovados por meio de curvas e de uma combinação de cores vibrantes. Essa intervenção marcou um ponto de virada para a residência, pois alterou significativamente a fachada, redistribuiu o interior e proporcionou uma interação sublime com a luz natural. Dando continuidade ao espírito da reforma iniciada por Gaudí, um novo projeto de interiores para a escadaria e o átrio da Casa Batlló foi desenvolvido em 2021. Essa renovação é o resultado do diálogo entre as correntes de alumínio anodizado desenvolvidas pela Kriskadecor e a abstração do uso engenhoso da luz na Casa Batlló por meio do projeto de Kengo Kuma.

Arquitetura e mezcal: bares e destilarias no México

Acesso exclusivo | 

O mezcal é uma bebida de origem mexicana que adquiriu grande popularidade na última década. Sua história remonta aos tempos pré-hispânicos, onde as culturas consumiam de diferentes formas bebidas que obtinham do agave. Durante o período pré-colombiano, esta planta era utilizada para fins diversos, desde a alimentação até a elaboração de fibras e remédios. No entanto, dentro de tantos diferentes processos, descobriram que podiam fermentar e destilar o suco do agave para obter uma bebida alcoólica, que chamaram de "pulque".

5 Mudanças para acelerar a reintegração da natureza em cidades brasileiras

Acesso exclusivo | 

Com os impactos cada dia mais frequentes e intensos das mudanças climáticas sobre as cidades, as soluções baseadas na natureza (SBN) têm despontado como parte da estratégia de adaptação a essa realidade.

A natureza e os ecossistemas prestam serviços valiosos às pessoas, da regulação do clima à promoção da saúde e do bem-estar. Reintegrar esses serviços à paisagem urbana é parte da transformação necessária para que cidades enfrentem desafios complexos, como os impactos das chuvas cada vez mais intensas, o calor extremo e a poluição. Ao mesmo tempo, pode ampliar a resiliência e o acesso das populações mais vulneráveis a infraestruturas essenciais, espaços para o lazer e oportunidades econômicas.

O que considerar ao escolher os materiais para o telhado?

Acesso exclusivo | 

Arquitetura pode ser definida de diversas maneiras, das mais técnicas às mais poéticas, valendo-se de inúmeros aspectos diferentes dentro de seu contexto: espaço, programa, tectônica e gesto. Este último faz referência ao traço, ao desenho, ao projeto. Talvez o croqui rápido que se anuncia à mente ao falar em gesto é aquele do abrigo: um corte ou elevação, com escala humana, de vedações verticais e cobertura.

O que considerar ao escolher os materiais para o telhado? - Image 1 of 4O que considerar ao escolher os materiais para o telhado? - Image 2 of 4O que considerar ao escolher os materiais para o telhado? - Image 3 of 4O que considerar ao escolher os materiais para o telhado? - Image 4 of 4O que considerar ao escolher os materiais para o telhado? - Mais Imagens+ 14

Colaboração entre culturas: uma ferramenta para imaginar o futuro da África

À medida que a Bienal de Arquitetura de Veneza apresenta sua 18ª edição intitulada O Laboratório do Futuro, ela se concentra na África como um lugar para testar e explorar possíveis soluções para o mundo. De acordo com a curadora Lesley Lokko, a Bienal explora conceitos arraigados como clima, direitos à terra, decolonização e cultura. Isso nos desafia a questionar como a história da África pode ser uma ferramenta radical para a imaginação e nos lembra da declaração de Stephen Covey: "Viva fora da sua imaginação, não apenas da sua história". O título da bienal é provavelmente a questão mais ambiciosa dos últimos anos e nos obriga a revisitar todas as fronteiras das sociedades históricas do continente, explorar a influência das fronteiras coloniais impostas sobre elas e examinar as identidades que surgiram disso. Devemos considerar como essas identidades podem ser instrumentos de criatividade e, mais importante, reconhecer que cada sociedade africana tem um ponto de vista específico. Esse ponto de vista anseia por colaboração intercultural como uma ferramenta poderosa para a imaginação.

Colaboração entre culturas: uma ferramenta para imaginar o futuro da África - Image 1 of 4Colaboração entre culturas: uma ferramenta para imaginar o futuro da África - Image 2 of 4Colaboração entre culturas: uma ferramenta para imaginar o futuro da África - Imagem de DestaqueColaboração entre culturas: uma ferramenta para imaginar o futuro da África - Image 3 of 4Colaboração entre culturas: uma ferramenta para imaginar o futuro da África - Mais Imagens+ 2

Navegando no metaverso com seu concierge de inteligência artificial

Acesso exclusivo | 

Este artigo é o quarto de uma série que se concentra na Arquitetura do Metaverso. O ArchDaily, em colaboração com John Marx, designer, fundador e diretor da Form4 Architecture, traz mensalmente artigos que buscam definir o metaverso, transmitir o potencial desse novo domínio e entender suas limitações.

De todas as características que definirão o metaverso, a mais importante é a experiência. À medida que avançamos mais profundamente no Antropoceno, os humanos parecem ter mudado seu foco de coletar coisas para coletar experiências. À medida que a demanda por experiências se torna mais intensa e refinada, a necessidade de conteúdo e o uso inteligente e eficaz desse conteúdo aumenta exponencialmente. Desde uma perspectiva mais detalhada, a gestão e a qualidade dessas experiências determinarão o sucesso inicial do metaverso. É aqui que entra em jogo o ideia de um Concierge Responsivo de IA.

Manual de Desenho de Ruas do Recife: diretrizes inclusivas e sustentáveis para todos

Acesso exclusivo | 

O Manual de Desenho de Ruas do Recife (MDR) surge como um marco significativo no planejamento e nos projetos relacionados à mobilidade urbana da cidade, com foco nos meios ativos ou coletivos de transporte. Elaborado como parte integrante do Plano de Mobilidade do Recife, que foi aprovado no ano de 2021, representa uma abordagem inovadora para a circulação nas vias e estabelece novos parâmetros de desenho que beneficiam a todos os usuários. Com sua proposta de promover um acesso abrangente, seguro, eficiente, sustentável, resiliente e democrático à cidade, o manual propõe transformar a maneira como pensamos e projetamos as ruas.

Como projetar as áreas comuns de edifícios residenciais? Veja exemplos brasileiros

Acesso exclusivo | 

Ao projetar edifícios, a atenção muitas vezes se concentra nas unidades residenciais, priorizando o conforto e a funcionalidade dos apartamentos. No entanto, é igualmente importante considerar as áreas comuns, que desempenham um papel fundamental na qualidade de vida dos moradores e na construção de uma comunidade que compartilha o mesmo espaço. Além dos benefícios sociais, estes espaços de convivência também podem desempenhar um papel importante na promoção da sustentabilidade e no bem-estar de seus usuários. Afinal, a integração de áreas verdes e espaços dedicados ao lazer e esporte ajudam a reduzir o estresse e brinda novas atividades ao morador.

Como projetar as áreas comuns de edifícios residenciais? Veja exemplos brasileiros - Image 1 of 4Como projetar as áreas comuns de edifícios residenciais? Veja exemplos brasileiros - Image 2 of 4Como projetar as áreas comuns de edifícios residenciais? Veja exemplos brasileiros - Image 3 of 4Como projetar as áreas comuns de edifícios residenciais? Veja exemplos brasileiros - Image 4 of 4Como projetar as áreas comuns de edifícios residenciais? Veja exemplos brasileiros - Mais Imagens+ 32

Construindo com bambu: 4 sistemas estruturais básicos

Acesso exclusivo | 

Os edifícios contemporâneos de bambu podem parecer inicialmente avassaladores para o observador inexperiente. No entanto, à medida que você aprende mais sobre a lógica estrutural desses volumes inspiradores, rapidamente perceberá que a maioria emprega um ou uma combinação dos sistemas estruturais que estamos prestes a explorar: o mistério se desfaz, transformando o que antes parecia complexo em uma composição clara de conceitos simples. Este artigo lança luz sobre quatro sistemas estruturais comumente empregados na construção de bambu:

Espaços para o envelhecimento ativo: estratégias arquitetônicas para o "aging in place"

Acesso exclusivo | 

A satisfação em viver mais está associada a oportunidades de seguir uma vida ativa, manter-se atualizado e sentir-se inserido na sociedade. Para isso, cabe aos espaços construídos favorecerem isso a partir de estruturas flexíveis, moldáveis às necessidades de seus usuários, de forma gradual e adaptativa, independente de sua idade.

O setor imobiliário começa a despertar para o imenso potencial que existe na arquitetura voltada à qualidade da saúde e ao aumento da expectativa de vida humana. À medida que olhamos para o futuro dos imóveis, podemos esperar um uso mais inteligente das tecnologias, com inovações e novas métricas para estabelecer uma melhor compreensão do que é bem-estar e qual sua relação com o ambiente natural ou construído. Essa qualificação representará aumento exponencial nas vendas com a viabilidade de tornar um imóvel flexível e adaptável ao longo dos diferentes momentos da vida de seu morador.

Cidades como laboratórios vivos: os projetos de smart cities para Amsterdã, Singapura e Barcelona

Cidades são uma tela para a criatividade arquitetônica e o dinamismo da vida urbana. Nos últimos anos, elas assumiram um papel adicional: o de laboratórios vivos para uma arquitetura e um urbanismo inovadores. Cidades internacionais tornaram-se terrenos experimentais para a tecnologia arquitetônica, com práticas sustentáveis e princípios de design centrados no ser humano sendo testados e refinados. Essa mudança de paradigma não apenas transformou os aspectos físicos dos ambientes urbanos, mas também redefiniu a relação entre arquitetura, comunidade e o ambiente construído.

Cidades como laboratórios vivos: os projetos de smart cities para Amsterdã, Singapura e Barcelona - Image 1 of 4Cidades como laboratórios vivos: os projetos de smart cities para Amsterdã, Singapura e Barcelona - Image 2 of 4Cidades como laboratórios vivos: os projetos de smart cities para Amsterdã, Singapura e Barcelona - Image 3 of 4Cidades como laboratórios vivos: os projetos de smart cities para Amsterdã, Singapura e Barcelona - Image 4 of 4Cidades como laboratórios vivos: os projetos de smart cities para Amsterdã, Singapura e Barcelona - Mais Imagens+ 1

4 Projetos de habitação social que fazem uso de pátios centrais

A habitação social traz muitos estigmas injustos consigo. Embora muitos projetos comecem bem com sessões de fotos brilhantes de inaugurações, as câmeras acabam indo embora, o investimento tende a secar e a manutenção é cortada. A falta de espaços verdes adequados segue, devido à baixa manutenção. Eventualmente o resultado são comunidades esquecidas e isoladas que se transformam em guetos.

Embora facilmente culpada, a arquitetura de blocos elevados de moradia social não é a causa do problema, mas pode ser parte da solução. Construir para cima em vez de para fora ainda oferece uma rota sensata através das crises habitacionais e sociais atuais - compartilhando espaço e recursos.

Além disso, esses quatro projetos de toda a Europa mostram que integrar empreendimentos de habitação social em torno de pátios acessíveis e espaços verdes sustentáveis ajuda a atrair comunidades e mante-las juntas.

Entre o público e o privado: conhecendo a obra do MMBB Arquitetos

Acesso exclusivo | 

Com um portfólio amplo e diversificado em termos de tipologias, escalas e localizações dos projetos, o MMBB Arquitetos é um escritório versátil e de múltiplas atividades. Fundado em 1991 na cidade de São Paulo, o escritório é atualmente composto por Maria João Figueiredo, Marta Moreira e Milton Braga, e ao longo das mais de três décadas de atuação já teve entre seus sócios Angelo Bucci, Vinicius Gorgati e Fernando de Mello Franco, além de ter realizado diversas parcerias com Paulo Mendes da Rocha.

Entre o público e o privado: conhecendo a obra do MMBB Arquitetos  - Image 1 of 4Entre o público e o privado: conhecendo a obra do MMBB Arquitetos  - Image 2 of 4Entre o público e o privado: conhecendo a obra do MMBB Arquitetos  - Image 3 of 4Entre o público e o privado: conhecendo a obra do MMBB Arquitetos  - Image 4 of 4Entre o público e o privado: conhecendo a obra do MMBB Arquitetos  - Mais Imagens+ 7

O poder de transformação do urbanismo tático

Acesso exclusivo | 

Pode ser um parklet, uma minipraça, uma pintura no asfalto para mudar o desenho de uma rua e readequar o uso de um espaço público. Cidades em diversas partes do mundo – incluindo o Brasil – estão partindo de intervenções temporárias para catalisar projetos de longo prazo que tornem as ruas mais seguras, criando espaços públicos inclusivos e de qualidade.

Tais iniciativas adotam a técnica chamada de urbanismo tático, que promove a reapropriação do espaço urbano por e para seus principais usuários: as pessoas. Esse movimento ganha força em um contexto de crise nas áreas urbanas, no qual os governos enfrentam dificuldades para entregar a uma população crescente serviços urbanos básicos, como habitação, transporte de qualidade e espaços livres adequados, que permitam a mobilidade ativa e segura das pessoas. 

Ziguezagues hipnotizantes: explorando o padrão de espinha de peixe na arquitetura

Acesso exclusivo | 

Criado por uma série de linhas paralelas anguladas que formam um ziguezague hipnotizante, o padrão espinha de peixe resistiu ao teste do tempo e permanece presente em diversos estilos de design. Nomeado em homenagem à semelhança com os ossos de um peixe - como o arenque, por exemplo -, este padrão clássico em forma de V arranja blocos retangulares em diferentes proporções. Com proporções de comprimento de borda de bloco variando, como 2:1 ou às vezes 3:1, o design versátil se adapta a uma ampla gama de usos, dimensões e materiais.

A disposição dos blocos, mesmo quando usados em cores únicas, cria uma textura sutil e adiciona interesse visual. Embora a disposição em espinha de peixe possa parecer simples à primeira vista, a forte qualidade direcional das linhas com ângulo típico de 45 graus requer um cuidadoso processo de design para um visual perfeito e consistente. O padrão pode ser encontrado em paredes e pisos, de tecidos a madeira e azulejos. Ao brincar com formas geométricas, ele continua sendo uma tendência que infunde estilo e estrutura no design de interiores, complementando a estética geral do espaço. Abaixo, mergulhamos no catálogo do Architonic para apresentar diferentes maneiras de aplicá-lo, explorando padrões de espinha de peixe em cerâmica, madeira e sintéticos.

¡Você seguiu sua primeira conta!

Você sabia?

Agora você receberá atualizações das contas que você segue! Siga seus autores, escritórios, usuários favoritos e personalize seu stream.