Fundado em Paris, na França, o escritório Tektonn Architecture estabeleceu sua sede permanente em Chengdu, na China, no início de 2018. A arquitetura conecta lugares e pessoas por meio do ato de construir; ela diz respeito à vida e ao ambiente, à memória e ao legado. Buscamos responder com um design sincero, construir de forma inteligente e, então, observar sob a perspectiva de um espectador. Criar a partir do ambiente: essa é a origem do nome Tektonn.
Somos atentos na observação e na escuta; todos os nossos projetos partem de uma leitura racional e detalhada do lugar. Dedicamo-nos à exploração, expandindo constantemente os limites estabelecidos em busca de criatividade e viabilidade. Destacamo-nos pela organização, identificando conexões latentes e a lógica do sítio a partir de contextos complexos, avaliando o impacto da escala no meio ambiente. Assumimos a busca pelo detalhe como compromisso, investigando as sensações espaciais por meio de aberturas e fechamentos, cheios e vazios, e proporções, analisando as mudanças no comportamento humano. Formamos uma equipe de arquitetura em ação, empenhada em pesquisar materiais e encontrar os métodos construtivos mais adequados ao contexto local, criando espaços confortáveis onde as histórias acontecem.
Figura 4. Modelo Abierto Valentín del Río MVD LAB IM. Image Cortesía de Revista rita_
Este artigo de Antonio Giráldez López foi publicado originalmente na edição nº 17 da revista rita com o título "Fazer cidade através de arquiteturas maleáveis". Por meio de trechos de conversas com a Usina de Innovación Colectiva, o texto reconstrói uma experiência de transformação urbana efêmera no antigo Mercado Modelo de Montevidéu, Uruguai. Trata-se de uma intervenção na qual as ações e os programas ganham relevância diante das construções imponentes, permitindo imaginar novas possibilidades para infraestruturas em desuso. A proposta interdisciplinar surge da máxima de geração de comunidades, laboratórios cidadãos e "entretempos" (períodos de transição), contrapondo-se às dinâmicas de gestão privada que, cada vez mais, ameaçam esse tipo de espaço.
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Le Masurier (documentado em 1769-1775). Escravos negros na Martinica, 1775. Óleo sobre tela – 125 x 106 cm. Paris, Ministério do Ultramar / Archives nationales. Imagem cortesia de Archives nationales
A instituição da escravidão moldou as paisagens de ambos os lados do Oceano Atlântico. Por sua vez, pessoas africanas escravizadas e livres e seus descendentes criaram novas paisagens nos Estados Unidos, no Caribe e na África Subsaariana. As populações africanas tinham relações íntimas próprias com a terra, o que lhes permitiu afirmar sua própria agência e cultura.
Le Masurier (documentado em 1769-1775). Esclaves noirs à la Martinique, 1775. Óleo sobre tela – 125 x 106 cm. Paris, ministère des Outre-mer / Archives nationales. Imagem cortesia de Archives nationales
A presença da escravidão moldou as paisagens em ambos os lados do Atlântico. Em contrapartida, africanos livres e escravizados — bem como seus descendentes — criaram novas paisagens nos Estados Unidos, no Caribe e na África subsaariana. Uma relação íntima e singular com a terra permitiu que essas populações esculpissem suas próprias instituições e culturas.
O aumento do custo de vida representa um obstáculo significativo para os jovens que buscam um lugar para morar, ao mesmo tempo em que as gerações mais velhas enfrentam dificuldades para se estabelecer em ambientes confortáveis após a aposentadoria. Diante desses desafios comuns, uma solução recorrente vem ganhando força: o retorno à moradia familiar multigeracional.
Embora conceitos e empreendimentos de moradia compartilhada tenham sido adotados nos últimos anos, o envolvimento familiar vem se mostrando uma alternativa financeira, jurídica e emocionalmente viável.
Parque Metropolitano Ellinikon / Sasaki. Imagem cortesia de Sasaki
“Nossos e nossas bolsistas demonstraram coragem, escreveram livros, fundaram organizações sem fins lucrativos focadas em propósitos claros, criaram novas coalizões e disseminaram novas ferramentas”, disse Cindy Sanders, FASLA, CEO da OLIN, em sua introdução ao programa de Bolsas de Estudo em Inovação e Liderança da Landscape Architecture Foundation (LAF), no Arena Stage, em Washington, D.C.
Sanders destacou os resultados de uma avaliação de cinco anos do programa de bolsas da LAF e seus esforços para formar a próxima geração de lideranças diversas em arquitetura de paisagem. A avaliação demonstra que ex-bolsistas estão moldando o futuro do ambiente construído em posições fundamentais nos setores público, privado e sem fins lucrativos.
“A regra de ouro de nossos tempos é adaptar-se; não se deve brigar com a realidade”, dizia Mathias Goeritz. Mais de sessenta anos depois, o TEMPO ZERO chega ao Museu Experimental El Eco para provocar uma reflexão sobre o Antropoceno e a resistência tangencial. A partir da proposta curatorial de Gabriela Carrillo, a convocatória do pavilhão apontou para os futuros inadiáveis contra o tempo e a crise ambiental, além do aspecto lúdico para refletir sobre “como passamos o tempo” ou “como o tempo passa”.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138369/observatorio-ambiental-reflexoes-sobre-a-proposta-vencedora-para-o-pavilhao-eco-2023Juan José Kochen
Antes uma via de 6 faixas, o Washington Boulevard passou por uma transformação inicial de "construção rápida" em 2019, adicionando ciclovias pintadas e protegidas, extensões de calçada, ilhas de refúgio para pedestres e ilhas de embarque que permitem o embarque/desembarque de ônibus na própria faixa. A proteção física para os ciclistas foi reforçada ainda mais em 2022. Imagem cortesia de Street Plans
A Covid-19 foi particularmente difícil para as cidades: os distritos comerciais centrais ainda enfrentam dificuldades devido à transição para o trabalho remoto; algumas cidades registraram declínio populacional; e a criminalidade disparou em praticamente todos os lugares. Além disso, a pandemia impulsionou mais pessoas para os carros, representando um retrocesso para o movimento por ruas seguras. Após anos de avanços, cidades como Nova York registraram aumentos expressivos no número de mortes de pedestres. Trata-se de um problema de escala nacional — com uma exceção notável: Jersey City anunciou recentemente que nenhuma morte foi registrada em suas ruas municipais em 2022, cumprindo as metas de seu plano de Visão Zero. O marco histórico foi resultado de anos de trabalho da prefeitura e de sua colaboradora, Street Plans, uma empresa de planejamento urbano fundada por Mike Lydon e Anthony Garcia. Lydon, ex-integrante da DPZ e coautor do livro de 2015 Tactical Urbanism (atualmente em processo de atualização), começou a trabalhar com Jersey City em uma série de iniciativas há seis anos. Conversei com Lydon na semana passada e perguntei a ele, especificamente, como a cidade e sua equipe alcançaram esse resultado.
Para nós, a prática da arquitetura é um processo orgânico de construção. Nesse percurso, enfatizamos três dimensões fundamentais: pesquisa, projeto e execução. Trata-se de etapas que, embora progressivas, estabelecem relações de paralelismo e interseção. Consolidados pelo amadurecimento de obras construídas e propostas teóricas, nossa colaboração cotidiana tornou-se mais sólida, e nosso caminho projetual reflete de forma clara três eixos principais: contexto histórico, engajamento comunitário e futuro inteligente. Nos últimos anos, amparados por uma visão arquitetônica diversa, complexa e aberta, buscamos criar cenários e espaços dinâmicos a partir da narrativa singular de cada projeto, em busca de valor e poesia atemporais. Nosso objetivo é conceber, por meio de uma linguagem arquitetônica precisa e poética, ambientes habitáveis que proporcionem dignidade à sociedade.
Desde 2021, com o objetivo de oferecer um atendimento mais refinado aos projetos locais em Hangzhou e na região do Delta do Rio Yangtze, o ALYA estabeleceu seu escritório em Hangzhou e, simultaneamente, estruturou uma equipe de desenho urbano. Ao longo dos anos, o escritório tem recebido ampla atenção da mídia internacional, acumulando diversos prêmios e participações em exposições. Entre os reconhecimentos destacam-se a Medalha de Ouro da ARCASIA (Associação de Arquitetos da Ásia), o prêmio principal de Hotel do Ano do Dezeen Awards, o prêmio de Escritório de Design do Ano e Arquitetura Sustentável da BUILD, o prêmio DFA (Design for Asia Awards), a Bienal de Arquitetura de Veneza, o Wallpaper* Design Awards, o WA Chinese Architecture Award e o Future Award da IDEAT. Em 2021, o fundador do ALYA, Liu Yuyang, foi nomeado pelo Hangzhou Canal Group como consultor-chefe de planejamento e design para a integração cultural e turística do Grande Canal de Hangzhou. Após o período singular de três anos de pandemia global, o ALYA celebra em 2023 a conclusão de uma série de projetos construídos, além do desenvolvimento ordenado de novas propostas de alta qualidade, refinamento, sustentabilidade e inovação alinhadas às tendências do futuro.
Se você acompanha o desenvolvimento saudável dos escritórios de arquitetura de excelência na China, possui um espírito profissional voltado à inovação e ao detalhe, demonstra entusiasmo para explorar o desconhecido e coragem para enfrentar desafios, e deseja crescer junto a uma equipe de design profissional sediada no Delta do Rio Yangtze com projeção global, convidamos você — que compartilha de nossos valores e deseja se engajar plenamente — a se juntar ao ALYA!
Casa VM01 / Blue Heron. Imagem cortesia de Western Window Systems
A entrada de uma residência costuma causar a primeira impressão, e profissionais da arquitetura contemporânea têm utilizado panos de vidro em grande escala para criar impactos dramáticos, surpreendentes e singularmente acolhedores. Veja como seis profissionais projetaram entradas exclusivas para residências de diferentes tamanhos e localizações.
Estive na China pela primeira vez em 2002, um ano após o Comitê Olímpico Internacional conceder os Jogos de Verão de 2008 a Pequim. Aquela viagem inicial teve como foco explorar a natureza, a culinária, templos antigos, sítios arqueológicos e, de modo geral, vivenciar o estilo de vida no país, principalmente fora das grandes metrópoles. Minha motivação era a pura curiosidade de quem, como turista ocidental, viajava a um país oriental em busca do velho mundo, do exótico, na esperança de vislumbrar uma rica cultura tradicional às vésperas de sua inevitável e radical transformação. Naquela época, não se podia falar em uma arquitetura moderna — ou melhor, contemporânea — na China. Havia apenas os primeiros indícios promissores do desenvolvimento de uma linguagem arquitetônica potencialmente nova, elaborada por um punhado de arquitetos/as independentes que atuavam quase inteiramente fora do radar.
O anúncio da criação de um novo campus universitário costuma ser motivo de celebração, pois sinaliza oportunidades econômicas e crescimento urbano. Os Estados Unidos abrigam mais de 700 cidades universitárias que prosperaram com a inauguração de instituições de ensino, como Boulder, onde fica a Universidade do Colorado, e Chapel Hill, sede da Universidade da Carolina do Norte. Diante desse desenvolvimento, no entanto, a gentrificação infelizmente tornou-se um tema polêmico nessas localidades em todo o país. Embora a transformação dessas cidades traga expansão econômica e efervescência cultural, ela frequentemente ocorre às custas do desalojamento de moradores antigos, do apagamento do caráter histórico e da alteração da própria essência local. As cidades universitárias norte-americanas oferecem uma perspectiva única sobre como os centros urbanos podem equilibrar progresso e preservação.
Olá! Boas-vindas à segunda Supporters Newsletter, criada exclusivamente para você. Dedicamos esta segunda edição ao conceito de Teoria e Prática. Com a participação de Fabian Dejtiar, editor-chefe do ArchDaily em espanhol, vamos nos aprofundar na discussão sobre as interações entre pesquisa e prática e como o conteúdo do ArchDaily incorpora ambos os campos. Além disso, oferecemos aos nossos Supporters um curso gratuito de Revit Flow, informações sobre oportunidades de trabalho no BIG e nossas recomendações de ferramentas digitais.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138362/newsletter-dos-apoiadores-edicao-no-2ArchDaily Team
O maior portal de arquitetura do mundo, com um público diário de mais de 500 mil pessoas e atualmente disponível em sete idiomas, alcança até 160 milhões de visualizações de página por dia. É a plataforma oficial de lançamento de prêmios de prestígio como o Pritzker e o Mies van der Rohe, consolidando-se como a maior comunidade de mídia especializada em arquitetura e reconhecida com diversas certificações de plataformas do setor. Fundado no Chile em 2008 e integrado ao grupo suíço de capital aberto NZZ em 2020, o portal dedica-se à publicação de projetos de arquitetura, design de interiores, paisagismo, desenho urbano e design de materiais. Além disso, divulga informações sobre exposições, concursos, fóruns e prêmios, colaborando ativamente com grandes eventos globais, como a Bienal de Arquitetura de Veneza, a Bienal de Urbanismo/Arquitetura de Shenzhen/Hong Kong (UABB), a Semana de Design de Milão, a Shanghai Urban Space Art Season e o Design Shanghai. Em 2020, em parceria com a ArchTonic — a maior plataforma europeia de comércio de produtos de design e materiais de construção —, uniu forças para construir uma comunidade de recursos voltada para o mercado imobiliário, materiais de construção e mobiliário. O ArchDaily é amplamente reconhecido como a plataforma de referência para profissionais de arquitetura, design de interiores, paisagismo e urbanismo, além de acadêmicos/as, fabricantes de materiais e mobiliário, atraindo também um vasto público interessado em design.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138365/archdaily韩爽 - HAN Shuang
A primavera é uma época de renascimento, de deixar o antigo para trás e vivenciar novos começos. Qualquer pessoa que tenha passado os últimos meses cruzando o globo para participar de feiras presenciais pode atestar que essa tendência de renovação sazonal não poupou o setor de arquitetura e design. Impulsionados por uma energia pós-pandemia e pelo desejo de recuperar o tempo perdido devido à Covid-19, as equipes de organização, o público participante e as marcas expositoras estavam determinados a agitar o cenário em 2023.
A Koelnmesse não foi exceção. A equipe organizadora da imm cologne não apenas desafiou as expectativas ao transferir a feira para o período da primavera europeia, de 4 a 7 de junho, mas também viu a oportunidade de finalmente implementar mudanças de formato que vinham sendo planejadas muito antes de o mundo se fechar pela maior parte de três anos.
A história da visualização na arquitetura passou por diversas transformações ao longo dos séculos. Sua relação intrínseca com a própria arquitetura desencadeou manifestações e críticas que, além de servirem como ferramenta para representar o mundo habitado, influenciam diretamente a percepção deste e a produção dos objetos construídos. No ArchDaily, exploramos, por meio de diversos artigos, as histórias que compõem a representação pós-digital e, especificamente no México, este é um tema que tem sido profundamente explorado.
O Concurso Pavilhão TEMA nasce com a intenção de oferecer oportunidades a jovens arquitetos/as, estudantes da comunidade acadêmica da Universidade de Guadalajara, para realizar um projeto de características efêmeras que expresse ideias diferentes daquelas exigidas por uma universidade ou faculdade de arquitetura e design.
Bate Borisov Arena / OFIS Architects. Imagem cortesia de Euramax
As envoltórias dos edifícios criam um limite físico ou uma casca integrada à pele externa de uma estrutura, separando os ambientes interno e externo. Ao reunir componentes arquitetônicos como paredes, coberturas, janelas e portas, o edifício é fechado para fornecer proteção e isolamento, desempenhando um papel determinante na eficiência energética, no conforto, na estrutura e na durabilidade do projeto. Com múltiplos estilos e formas, elas são fundamentais para conferir caráter ao edifício, definindo sua aparência visual e sua integração com o entorno.
Mantendo as funções fundamentais de uma envoltória e, ao mesmo tempo, explorando possibilidades estéticas, as soluções personalizadas de revestimento metálico da Euramax criam envoltórias coloridas e não convencionais que permitem projetar com geometrias, padrões e configurações inovadoras.
Este ano marca o centenário da primeira edição de Vers Une Architecture, o livro que marcou época de Le Corbusier. Embora uma nova tradução para o inglês tenha surgido em 2007 sob calorosos elogios, a maioria dos(as) arquitetos(as) em atividade leu a primeira edição em inglês, publicada em 1928 sob o título Towards a New Architecture. Comparar as três edições é instrutivo, em especial por um aspecto crucial: a inserção da palavra "novo" no título. O livro não tratava propriamente de uma nova arquitetura, uma vez que muito pouco de seu conteúdo exibia edifícios no Estilo Internacional. Em vez disso, era sob muitos aspectos uma diatribe astuta destinada a convencer os europeus de que não tinham outra escolha senão renunciar a qualquer tipo de arquitetura construída antes da Grande Guerra e recomeçar do zero. A obra foi extraordinariamente bem-sucedida em alcançar esse objetivo.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138317/afastando-se-da-antiga-arquitetura-o-que-le-corbusier-realmente-quis-dizerMark Alan Hewitt
Algumas das exposições mais memoráveis e impactantes são aquelas que simplificam sua cenografia, iluminando objetos e narrativas enquanto desviam o foco de todo o resto. Uma apresentação minimalista, porém meticulosa – e, acima de tudo, moderna –, é o objetivo do/a curador/a de museu. O processo de montagem não deve ser trabalhoso. A assinatura do/a arquiteto/a não deve ser visível. O olhar do/a visitante busca contemplar silhuetas contínuas de peças de alta costura, tesouros arqueológicos e esculturas. Exposições contam histórias, e o design de cada mostra é o meio para isso. A apresentação deve ser nítida, clara e leve. Uma sensação de perfeição exalta a singularidade de uma coleção de objetos; junções quase imperceptíveis, linhas limpas e um sentimento geral de transparência tornam isso possível.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138316/elevando-o-design-de-exposicoes-contemporaneo-com-sistemas-de-paineis-de-vidro-deslizantesMark C. O'Flaherty
Integrar a vida interna e externa em uma residência não se limita apenas a climas quentes e propriedades à beira-mar. Conectar as casas à natureza por meio de grandes panos de vidro cria ambientes serenos, ao mesmo tempo em que mantém as temperaturas internas estáveis. A seguir, veja como cinco residências utilizam portas de correr de vidro, independentemente das condições climáticas, mantendo a eficiência energética.
Como parte da agenda cultural do LIGA, Espaço para Arquitetura na Cidade do México, no início deste mês foi inaugurada a mostra "Al otro lado", de Juan Campanini e Josefina Sposito, que estabeleceram seu escritório em 2017 na cidade de Buenos Aires (Arg) e, desde então, vêm focando sua prática tanto no desenvolvimento de projetos arquitetônicos quanto no ensino e na pesquisa. Trata-se de uma intervenção que consiste em uma nova fachada, a qual propõe uma releitura da paisagem da Cidade do México como um tecido fragmentado composto por múltiplas partes reconhecíveis.
Ao imaginar uma realidade alternativa e redescobrir sua bagagem cultural, o arquiteto Jae Kyung Kim, do escritório JK-AR, consolidou sua identidade profissional ao fundar seu próprio estúdio, selecionado como um dos Novos Escritórios 2023 do ArchDaily. Após estudar e trabalhar na Coreia do Sul e nos EUA, ele notou uma ausência de arquitetura tradicional asiática, o que despertou seu interesse. Ele começou a investigar profundamente a possibilidade de que as construções tradicionais de madeira do Leste Asiático tivessem permanecido relevantes e continuado a evoluir.