As etapas iniciais de ideação podem ser, ao mesmo tempo, a parte mais empolgante e a mais desafiadora do processo de projeto. As ideias fluem rapidamente, mas podem ser abstratas e difíceis de comunicar. Isso pode gerar frustração e desperdiçar um tempo precioso.
Hoje, arquitetos/as, designers e artistas podem encurtar a distância entre o primeiro esboço e uma decisão de projeto significativa ao aliar técnicas tradicionais de ideação a ferramentas de visualização baseadas em IA, desenvolvidas para aprimorar — e não substituir — a criatividade humana. As ferramentas da Chaos mantêm as mentes criadoras firmemente no centro do processo, proporcionando agilidade e clareza sem que se perca a autoria ou o controle.
Comayagua é uma cidade no centro de Honduras situada em um vale de mesmo nome. A cidade ocupa um lugar central na história do país, tendo servido como sua capital colonial e do início do período republicano por mais de 300 anos. No entanto, quando a capital foi transferida para Tegucigalpa em 1880, a expansão urbana de Comayagua estagnou, o que acabou por preservar, involuntariamente, um rico e vasto patrimônio. No início da década de 1990, grande parte do legado arquitetônico da cidade encontrava-se em estado de deterioração. Diante da necessidade urgente de protegê-lo, os governos de Honduras e da Espanha iniciaram um esforço conjunto com o objetivo de lançar um programa de restauração de longo prazo, criando uma estrutura de diretrizes políticas que garantisse a preservação do centro histórico da cidade para as gerações futuras.
Ao trabalhar com o lugar, e não contra ele, a exposição "Arquitetura é Cooperação", com curadoria de Josep Ferrando, enfatiza o valor da cooperação na essência da arquitetura. Apresentando o trabalho de profissionais, organizações e comunidades em projetos de cooperação promovidos a partir da Espanha, a instalação se materializa por meio de uma expografia em terra e madeira. Dessa forma, compreende-se a escolha desses materiais não apenas por sua estética ou simbolismo, mas por sua funcionalidade e compromisso com os princípios da economia circular. Até 30 de setembro de 2025, a mostra fica em exibição na Casa de la Arquitectura, em Madri, ressaltando a necessária atenção da arquitetura às demandas das sociedades e coletivos mais vulneráveis, alinhando a linguagem construtiva ao conteúdo da exposição.
In Jacques Tati's Mon Oncle (1958), a própria arquitetura se torna uma personagem: portas de correr, uma fonte automática, portões que emitem sons mecânicos, dispositivos que ao mesmo tempo encantam e frustram os habitantes. A comédia surge justamente do fato de que esses sistemas aparentemente triviais moldam silenciosamente a vida cotidiana. Mais de seis décadas depois, a observação parece profética. Nos edifícios contemporâneos, inúmeros sistemas funcionam de maneira autônoma e discreta, passando despercebidos quando operam corretamente. Entre eles, as portas automáticas, tradicionalmente vistas como elementos secundários, despontam como parte de uma nova "infraestrutura invisível": sistemas conectados, eficientes e inteligentes que apoiam o conforto, a sustentabilidade e a resiliência operacional.
O conceito de guarda-roupa cápsula, popularizado nos anos 1970 por Susie Faux, propõe um exercício de síntese: um conjunto compacto de peças versáteis, capazes de se combinar de inúmeras maneiras para se adaptar a diferentes ocasiões. Na cultura visual, existem algumas metáforas para isso: em desenhos animados como Doug Funnie ou O Laboratório de Dexter, abrir o armário revelava fileiras de roupas idênticas, prontas para simplificar a vida (e, no caso de quem desenhava, o próprio trabalho). No mundo real, personalidades como Steve Jobs transformaram essa lógica em método ao adotar um uniforme diário, eliminando a pequena — mas recorrente — decisão de "o que vestir?" e poupando tempo e energia para questões mais importantes.
Para outras pessoas, no entanto, essa escolha está longe de ser um fardo. Escolher o que vestir é um momento de prazer, capaz de definir o tom do dia e influenciar o humor. Sob essa perspectiva, o guarda-roupa também se torna uma extensão da identidade, um espaço onde as escolhas práticas e simbólicas se encontram. Não por acaso, expressões como "sair do armário" ou "ter um esqueleto no armário" estão profundamente enraizadas na linguagem, revelando a dimensão cultural desse elemento doméstico. No design de interiores contemporâneo, essa noção ganha novas camadas: o armário pode definir o caráter de um espaço, guiar a circulação, influenciar a percepção e até moldar a atmosfera de um ambiente.
Your greenhouse is your living room. Office for Roundtable e JXY Studio. Leyuan Li. Image Cortesia de Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo
Entre 18 de setembro e 19 de outubro de 2025, a 14ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, organizada pelo IABsp, ocupará o Pavilhão da Oca, no Parque Ibirapuera, para discutir como a arquitetura, o urbanismo, o design e o paisagismo podem enfrentar as mudanças climáticas e os eventos extremos.
O conceito curatorial parte do entendimento que vivemos em tempos de extremos, exigindo soluções radicais e inovadoras. Nos quatro pisos da Oca, os curadores propõem reunir ciência e inovação, saberes tradicionais, práticas cotidianas, propostas de mercado e ações do Estado, afirmando que o desafio climático deve ser enfrentado por toda a sociedade.
À medida que as cidades continuam a se desenvolver, observamos abordagens cada vez mais bem planejadas, meticulosamente executadas e rigidamente regulamentadas para moldar os centros urbanos e seus espaços adjacentes — para o bem e para o mal. Conforme os códigos, restrições e diretrizes se aprimoram e se tornam mais rigorosos, os ambientes urbanos tornam-se mais seguros, equilibrados e menos propensos a surpresas. No entanto, o outro lado dessa moeda é que distritos altamente controlados podem tender a uma ordem excessiva e à higienização, desfazendo-se do caráter informal e cumulativo que outrora gerava becos, espaços residuais e sequências inesperadas de movimento — condições muitas vezes nascidas da constante improvisação comunitária nas zonas cinzentas da regulamentação.
Em resposta a isso, um número crescente de iniciativas em todo o mundo propõe instalações urbanas temporárias que testam futuros alternativos para as cidades. Essas intervenções buscam provocar um diálogo entre o que a cidade é e o que ela poderia oferecer às suas comunidades por meio de práticas espaciais reflexivas e específicas de cada contexto. Um exemplo notável é o Concéntrico, festival internacional em Logroño, Espanha, concebido como um laboratório de inovação urbana. Comemorando sua décima edição, o festival está prestes a publicar Concéntrico: Urban Innovation Laboratory, um livro que traça um panorama de uma década de desenho urbano e transformação coletiva moldados ao longo de suas sucessivas edições. O lançamento é acompanhado por uma turnê internacional voltada a compartilhar uma década de aprendizados sobre transformação e design coletivos.
A arquitetura, por si só, define a maneira como habitamos um espaço? Está cada vez mais claro que não. Os objetos em um espaço — em especial o mobiliário e outras peças de design — não apenas cumprem funções práticas, mas também moldam ativamente a experiência espacial e humana. À medida que escolas, residências e escritórios evoluem para acomodar novas formas de trabalhar, viver e socializar, o mobiliário acompanha essas transições, estimulando diálogos que vão além do funcional e dialogam com a dimensão corporal implícita em seu uso.
Há várias décadas, a dupla de arquitetura britânica Alison e Peter Smithson já explorava a relação entre o corpo, a experiência cotidiana e o espaço em escala arquitetônica. Desde então, conceitos contemporâneos de flexibilidade e conforto ampliaram esse panorama para abranger outras escalas, como o mobiliário. Essas transformações impulsionaram a consolidação de sistemas de assentos modulares cuja flexibilidade e adaptabilidade respondem a diversas formas de viver e se relacionar com o espaço. Nesse contexto, surgem propostas inovadoras, como a linha completa de assentos e mesas Beau — um sistema expansivo de sofás modulares projetado para múltiplas possibilidades, com forte ênfase no conforto e no apelo sensorial.
https://www.archdaily.com.br/pt/1143200/um-sistema-expansivo-de-sofas-modulares-reimaginando-o-conforto-para-alem-do-sentarEnrique Tovar
O surfe é, sem dúvida, um dos esportes mais impactantes visualmente e fascinantes. Uma coreografia fluida que combina força e delicadeza, como uma dança sobre as ondas, atrai entusiastas por todos os oceanos do mundo. No entanto, por trás dessa imagem de liberdade e conexão com a natureza, o esporte também carrega contradições. É um símbolo de vida ao ar livre e respeito pelo oceano, mas, por outro lado, é marcado por disputas territoriais pelas ondas e por uma pegada ambiental que raramente recebe a mesma atenção dedicada à sua estética. Em tempos de crise climática, esse paradoxo se torna ainda mais evidente. O surfe depende diretamente da saúde dos ecossistemas marinhos — justamente os mais afetados pela poluição e pelo aquecimento global. Essa tensão tem impulsionado uma nova geração de shapers, arquitetos/as e designers de materiais a buscar alternativas, desde espumas biodegradáveis e recicladas até o reaproveitamento de resíduos industriais, a fim de reconectar o esporte à sua dimensão ecológica.
O sobredimensionamento pode ser visto como uma estratégia arquitetônica sob a ótica da resiliência — tornando os espaços adaptáveis a mudanças, reinterpretações e necessidades futuras. Contudo, será que o sobredimensionamento também poderia oferecer uma perspectiva produtiva para repensar o design espacial? Existem paralelos na teoria ou na prática arquitetônica que se alinhem a esse conceito, conforme explorado por figuras notáveis no discurso sobre o espaço?
Essa questão torna-se particularmente relevante no design residencial, sobretudo em regiões como Hong Kong ou Tóquio, onde a demanda para maximizar o espaço é uma norma cultural e prática. Profissionais de design são frequentemente desafiados/as a "aproveitar cada centímetro" para armazenamento ou funcionalidade, refletindo uma tendência entre os/as moradores/as de acumular pertences de forma desproporcional aos seus espaços de vida.
O setor de Arquitetura, Engenharia, Construção e Operação (AECO) vem atravessando, nas últimas décadas, um processo de transformação digital sem precedentes. Desde os tempos em que os projetos eram representados exclusivamente em papel, uma realidade que perdurou até o início dos anos 1980, a área já passou por marcos importantes com a adoção do CAD (Desenho Assistido por Computador) e, mais recentemente, do BIM (Modelagem da Informação da Construção). Agora, uma nova transição se impõe, e promete ser ainda mais profunda. A Inteligência Artificial (IA), que até pouco tempo parecia restrita a laboratórios ou conceitos futuristas, começa a ocupar um lugar prático e estratégico na forma como projetamos, construímos e gerenciamos nossos edifícios e cidades.
O modelo Design-Build é um método de entrega de projetos cada vez mais atraente, oferecendo benefícios como maior controle, redução de riscos, eficiência de custos e prazos de conclusão mais rápidos. No cerne dessa abordagem estão o trabalho em equipe e a colaboração, contrastando fortemente com o método tradicional, que separa a etapa de projeto da licitação com preço fechado por parte das construtoras. O Design-Build motiva naturalmente todos os envolvidos a buscar formas de aumentar a produtividade e a qualidade, garantindo equidade e transparência nos custos.
https://www.archdaily.com.br/pt/1142844/trabalho-em-pequim-heli-architects-arquiteto-a-de-conceito-arquiteto-a-de-projeto-designer-de-detalhamento-de-interiores-estagiario-a韩爽 - HAN Shuang
Todos os materiais têm uma origem, inseridos em uma cadeia de extração, fornecimento, produção e descarte que, a depender de sua escala, deixa marcas mais ou menos profundas no meio ambiente. Na arquitetura, costumamos abordar essa trajetória sob a ótica da circularidade dos materiais, considerando como eles podem reingressar nos ciclos de produção em vez de se tornarem resíduos. No entanto, ampliar nosso olhar para lugares inesperados revela sistemas paralelos nos quais os subprodutos de uma indústria se transformam em recursos para outra. Essa abordagem encontrou terreno fértil no reaproveitamento de resíduos orgânicos transformados em biomateriais, sendo um dos exemplos mais recentes o trabalho do coletivo Fahrenheit Works. Com a instalação "From the Tagus to the Tile" (Do Tejo ao Azulejo), o grupo reaproveita conchas de ostras inicialmente descartadas pela indústria alimentícia para criar uma releitura dos icônicos azulejos de Lisboa.
Fundado em Xangai em 2016, a atuação do Atelier Tao&C abrange projetos de diversas escalas e tipologias, desde uma luminária de suspensão até um quarteirão inteiro, de interiores de microapartamentos urbanos à reforma de antigas casas rurais, de pequenas lojas de rua a residências compartilhadas para jovens. Alinhados à nossa prática projetual, também nos dedicamos a pesquisas voltadas para a reabilitação de edifícios existentes e a organização espacial de habitações.
Nossos projetos não se limitam por tipologia ou escala. Em cada processo de design, dedicamos atenção especial à escala, à tectônica, às relações de proximidade e intimidade, e à harmonia entre o passado e o imediato. Por meio da investigação e compreensão das tipologias, buscamos revelar o potencial latente de cada local.
Nossa abordagem metodológica consiste em recuar para o interior, permitindo que o espaço se desenvolva de dentro para fora e rompa seus limites, estabelecendo conexões no interstício frequentemente negligenciado entre a arquitetura e os espaços internos. Buscamos criar uma percepção de escala global, sutil e equilibrada entre o exterior e o interior por meio de formas elementares, proporções claras e variações inesperadas de corte. Ao resgatar materiais locais diretos e cotidianos, bem como técnicas vernáculas de construção, traduzimo-los em uma expressão profunda de artesanato e detalhamento, permitindo que a vida cotidiana se desdobre com toda a sua complexidade a partir da simplicidade.
As obras do escritório foram publicadas em livros de editoras renomadas como Gestalten e Phaidon, além de amplamente divulgadas em importantes mídias de arquitetura e design nacionais e internacionais, tais como The Architectural Review, Domus, The Plan, AIT, Azure, Wallpaper*, ArchDaily, Dezeen, Yellowtrace e Divisare.
O concreto está longe de ser um consenso. Há quem o ame e quem o odeie. Pode parecer tão duro quanto o granito ou tão macio quanto o veludo — tudo dependendo de quais mãos o moldam. Tratado com precisão de engenharia ou com um toque de sensibilidade artística, o concreto deixa de ser apenas um material e passa a ter vida própria. Brinca com a luz, surpreende pela textura e, de alguma forma, dá forma ao silêncio. Embora denso e estrutural, o concreto pode assumir uma presença quase imaterial: leve, etérea e contemplativa. Em certos espaços, parece desaparecer, dissolvendo-se nas sombras ou vibrando com a luz circundante. Mais do que um simples elemento construtivo, torna-se uma linguagem, capaz de evocar emoção, espiritualidade e tempo.
Por Jeanette Fich Jespersen, MA, Diretora do Instituto do Brincar KOMPAN, Presidente do comitê diretivo do Instituto Mundial de Pesquisa sobre Parques Infantis, Universidade do Sul da Dinamarca, Vice-presidente da Associação Internacional do Brincar, Dinamarca.
"Não, não quero ir a esse parquinho. É chato!". Isso pode parecer algo que nenhuma criança jamais diria. No entanto, as crianças têm opiniões claras sobre os parques infantis de que gostam desde muito cedo. A razão pela qual não apenas os pais e cuidadores/as, mas também os/as urbanistas e arquitetos/as devem ouvir e se adaptar é mais importante do que nunca.
Por Jeanette Fich Jespersen, MA, Diretora do KOMPAN Play Institute, Presidente do comitê diretivo do World Playground Research Institute, Universidade do Sul da Dinamarca, Vice-presidente da International Play Association, Dinamarca.
Por Jeanette Fich Jespersen, MA, Diretora do Instituto do Brincar KOMPAN, Presidenta do comitê diretivo do Instituto Mundial de Pesquisa sobre Parques Infantis, Universidade do Sul da Dinamarca, Vice-presidenta da Associação Internacional do Brincar, Dinamarca.
"Não, não quero ir àquele parquinho. É chato!". Isso pode parecer algo que nenhuma criança jamais diria. No entanto, as crianças têm opiniões claras sobre os parques infantis de que gostam desde muito cedo. A razão pela qual não apenas pais, mães e cuidadores/as, mas também urbanistas e arquitetos/as devem ouvir e se adaptar é mais importante do que nunca.
Na arquitetura contemporânea, as fachadas evoluíram além de seu papel tradicional como envoltórios de proteção externa — hoje, elas servem como expressões potentes de identidade, criatividade e sustentabilidade. Sendo o portal visual de um edifício, as fachadas desempenham uma função dupla: proteger as estruturas contra fatores de estresse ambiental ao mesmo tempo em que potencializam seu apelo estético e caráter arquitetônico.
Assim como o design de interiores reflete a personalidade de seus ocupantes, a fachada comunica a essência de um edifício. Ela constitui a primeira impressão e serve como uma tela para a narrativa arquitetônica, frequentemente materializando a visão e a criatividade do/a arquiteto/a.
Play Landscape be-MINE / Carve + OMGEVING. Imagem cortesia de Carve
Playgrounds são instrumentos espaciais por meio dos quais a sociedade projeta suas expectativas sobre a infância, testando os limites entre controle e autonomia, exposição e proteção. Eles regulam como as crianças se relacionam com o espaço, com as outras pessoas e com seus próprios corpos — codificando, muitas vezes de forma invisível, normas sociais, medos e aspirações. Nesse sentido, os playgrounds não são espaços periféricos de lazer; são construções políticas moldadas por ideologias específicas sobre o que é a infância e como ela deve se desenvolver. Desde 1989, o direito de brincar é formalmente reconhecido na Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança, afirmando que o brincar é uma parte fundamental do desenvolvimento humano. Projetar um playground não se resume a traçar linhas em uma planta ou instalar equipamentos em um parque; significa definir as condições sob as quais o brincar é permitido, imaginado ou restringido.
O travertino é um daqueles materiais que, independentemente da época, do tipo de edifício ou da corrente dominante, encontra seu lugar com naturalidade: seja em um projeto situado em uma cidade italiana ou, consistentemente, em diversas obras de Mies van der Rohe. Sua maior virtude talvez seja essa versatilidade que não se esgota nem se dilui, permitindo que, de tempos em tempos, ele resurja e seja redescoberto como um material relevante na produção arquitetônica. Hoje, continua sendo explorado em projetos contemporâneos por meio de novos formatos, combinações e aplicações que destacam sua continuidade visual, bem como sua textura e calidez, elementos que se alinham às linguagens materiais da arquitetura atual.
https://www.archdaily.com.br/pt/1143302/guia-essencial-para-integrar-travertino-em-projetos-de-arquitetura-e-design-de-interioresEnrique Tovar