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Últimos dias de inscrição para o Concurso MICROHOME da Buildner-Kingspan – Aberto a todos!

O período de inscrições para o Concurso MICROHOME 2025 está chegando ao fim. O certame oferece uma premiação total de 100.000 EUR para celebrar soluções sustentáveis e inovadoras em habitação compacta. Patrocinado pela Kingspan, este concurso global convida arquitetos/as, designers e mentes criativas a redefinirem o conceito de moradia em pequena escala.

Acesse a página do concurso para se inscrever antes do prazo final, em 13 de fevereiro de 2025.

Design interdisciplinar: Mobiliário criado por arquitetos(as) argentinos(as)

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Wladimiro Acosta - Desenho técnico de cadeira com encosto móvel. Imagem © Fundación IDA, Investigación en Diseño Argentino. Fondo Acosta, Wladimiro

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Muitos arquitetos e arquitetas souberam diluir as fronteiras da disciplina e transferir seus conhecimentos em termos de projeto e desenho para outros campos tangenciais à arquitetura. Com a tecnificação, o desenvolvimento de materiais e a possibilidade de produzir objetos e móveis utilitários de forma industrial, muitos profissionais, paralelamente ao exercício da arquitetura, decidiram se dedicar a explorar o campo do design de mobiliário, objetos e produtos diversos que, seguindo o espírito da época, pudessem colaborar para melhorar a vida cotidiana das pessoas e responder aos novos cânones estéticos e modos de habitar.

Estes são os projetos vencedores da Bienal Panamericana de Arquitetura de Quito 2024

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Já consolidada internacionalmente, a Bienal Pan-Americana de Arquitetura de Quito (BAQ2024) realizou sua mais recente edição em novembro de 2024, no centro histórico da capital equatoriana. O evento reuniu especialistas do campo da arquitetura de todas as partes do mundo em um espaço de diálogo e reflexão sobre o futuro de nossas cidades, a arquitetura e a paisagem urbana contemporânea. Esta última edição, sob o tema CONVERGÊNCIAS: arquiteturas paisagem, propôs uma reflexão profunda sobre o papel da arquitetura na transformação da paisagem urbana — um debate especialmente relevante em tempos de desafios ambientais, urbanos e sociais.

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Viabilizando a arquitetura sustentável com materiais à base de madeira

A sustentabilidade está profundamente enraizada no DNA corporativo da EGGER desde 1961. Muito antes de se tornar um imperativo global, Fritz Egger Sr. reconheceu o imenso valor da madeira e lançou as bases para um modelo de negócios fundamentado no uso responsável dos recursos. O trabalho em ciclos fechados é um elemento central da filosofia corporativa. A empresa especialista em materiais à base de madeira concede múltiplas vidas a esse valioso recurso, assumindo uma ampla responsabilidade econômica, ecológica e social. 

Um Éden no ambiente de trabalho: módulos flexíveis com design biofílico e centrado no ser humano

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Winston Churchill declarou sabiamente uma vez: "Nós moldamos nossos edifícios e, por sua vez, eles nos moldam", uma reflexão que destaca como a arquitetura, em sua natureza dinâmica, responde às necessidades funcionais e molda as experiências das pessoas que utilizam os espaços. Os ambientes de trabalho não são exceção, evoluindo junto às transformações sociais e tecnológicas que redefiniram nossa compreensão das interações organizacionais. Quase em um piscar de olhos, os antigos e restritivos cubículos e escritórios fechados deram lugar a layouts abertos, enquanto modelos híbridos transformaram os escritórios em espaços de destino. Elementos de mobiliário, como as cabines acústicas (pods), estão na vanguarda dessa mudança — equilibrando colaboração e privacidade. Projetadas para se adaptar, elas evoluem continuamente junto às demandas dinâmicas dos espaços de trabalho modernos e de quem os habita.

A revolução modernista de Tegucigalpa: Metroplan e a mudança na identidade urbana de Honduras nos anos 1970

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Em 1975, Honduras estava sob um regime militar que já durava mais de uma década, liderado na época pelo general Juan Alberto Melgar Castro. Durante esse período, Tegucigalpa passou por transformações profundas e sem precedentes. O afluxo de pessoas vindas de várias partes do país devido à migração rural transformou a cidade de uma área urbana compacta em uma metrópole em expansão. Esse crescimento inesperado levou o governo a implementar um plano de desenvolvimento e planejamento municipal, projeto que viria a definir o futuro da cidade e a evolução de seu centro histórico. Este artigo foi desenvolvido com a colaboração do arquiteto hondurenho Lisandro Calderón, especialista em Planejamento Urbano e atualmente professor da Universidade Tecnológica de Centro-América (UNITEC), localizada em Tegucigalpa, Honduras.

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Do descartável ao sustentável: a transformação do poliuretano reciclado em produtos de alto desempenho

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O poliuretano (PU) surgiu como solução para a escassez de recursos na década de 1930, mas hoje consolidou-se como um material fundamental em diversos setores, desde o isolamento térmico até o estofamento. Desenvolvido em 1937 por Otto Bayer e sua equipe na Alemanha, o PU foi concebido originalmente como uma alternativa econômica e versátil à borracha. O material rapidamente ganhou popularidade em revestimentos e adesivos devido à sua forte aderência e propriedades protetoras. O poliuretano é produzido pela reação entre polióis e isocianatos que, ao gerar calor na presença de agentes de expansão (como água ou gases), cria bolhas que expandem o material, resultando em uma espuma de densidade e estrutura ajustáveis. Essa flexibilidade permitiu que o PU revolucionasse indústrias inteiras com produtos voltados ao isolamento e ao preenchimento. No entanto, sua durabilidade e natureza não biodegradável geraram crescentes preocupações ambientais. Diante disso, empresas como a Purman lideram iniciativas de reciclagem de resíduos de PU, ajudando a mitigar seu impacto ambiental ao mesmo tempo em que promovem alternativas mais sustentáveis.

Redefinindo o morar compacto: conheça o vencedor de € 40.000 do Concurso Kingspan-Buildner Microhomeof

No mundo da arquitetura, os concursos costumam servir de plataforma para a criatividade, a experimentação e a resolução de problemas. Para Daniel Rojas, sócio-fundador do Wandrian Studios, vencer o concurso MICROHOME 2023-2024, promovido pela Buildner e pela Kingspan, foi um momento transformador. Seu projeto, Urban Residential Pods, enfrenta a crise global de habitação ao reimaginar escritórios ociosos como moradias compactas e sustentáveis.

A proposta de Rojas equilibra inovação, funcionalidade e sustentabilidade, oferecendo um vislumbre de como a arquitetura pode responder a alguns dos desafios mais urgentes da atualidade. Com a aproximação da próxima edição do concurso, Rojas compartilha reflexões sobre seu projeto vencedor e oferece conselhos para futuros participantes.

Visite o site do concurso MICROHOME para obter detalhes sobre a edição de 2025, que está com inscrições abertas até o dia 13 de fevereiro.

Última chamada: Aproveite a oportunidade de se juntar aos principais agentes de mudança da sustentabilidade

O tempo está correndo para que arquitetos/as, urbanistas e engenheiros/as enviem seus projetos inovadores para o Holcim Foundation Awards. Com o encerramento das inscrições marcado para 11 de fevereiro de 2025, às 14h UTC, esta é a última oportunidade de obter reconhecimento global e concorrer a uma parte do prêmio total de US$ 1 milhão. A cerimônia de premiação acontecerá no Venice Forum em 20 de novembro de 2025, e os/as vencedores/as serão convidados/as a comparecer.

Como o BIM ajudou Notre-Dame a ressurgir das cinzas?

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Em muitas culturas, o fogo é um elemento sagrado, utilizado em rituais de renascimento e renovação. Ele carrega uma simbologia dicotômica, sendo ao mesmo tempo criador e destruidor, capaz de iluminar caminhos ou consumir tudo à sua volta. Na mitologia grega, por exemplo, Prometeu roubou o fogo dos deuses e o entregou à humanidade, marcando-o como um símbolo de progresso, conhecimento e poder criativo. No entanto, o fogo também evoca destruição, como nos contos bíblicos de Sodoma e Gomorra, onde foi usado como punição divina. Essa dualidade ficou evidente também no incêndio da Catedral de Notre Dame, em 2019, que devastou sua estrutura histórica. O desastre evidenciou uma onda de solidariedade e impulsionou avanços tecnológicos, com esforços de restauração utilizando ferramentas digitais, como escaneamento a laser e modelos BIM (Building Information Modeling), para recriar detalhes intrincados e preservar o legado arquitetônico.

Norman Foster e Buildner surpreendem mais uma vez: uma vitrine de projetos excepcionais para a revitalização da Praça da Liberdade de Kharkiv

A cidade de Kharkiv tem enfrentado desafios significativos devido à sua proximidade com a fronteira russa. Diante de tais circunstâncias, o prefeito de Kharkiv, Ihor Terekhov, destacou a necessidade de um novo marco urbano durante o Segundo Fórum de Prefeitos das Nações Unidas — um projeto que pudesse personificar renovação, resiliência e esperança. O Concurso Internacional para a Praça da Liberdade foi lançado como parte dessa visão, convidando especialistas locais e internacionais a proporem projetos inovadores para a Praça da Liberdade e para o Edifício da Administração Estatal Regional de Kharkiv.

Este concurso integra o escopo mais amplo do Conceito do Plano Diretor de Kharkiv (Kharkiv Masterplan Concept), uma iniciativa liderada pela Prefeitura de Kharkiv em colaboração com a Comissão Econômica das Nações Unidas para a Europa (UNECE), a Norman Foster Foundation, a Arup, além de arquitetos/as e especialistas locais. O Plano Diretor busca orientar a regeneração de Kharkiv ao promover um ambiente urbano vibrante, inclusivo e voltado para o futuro, sem deixar de honrar a identidade histórica da cidade.

Às vezes, basta um curso para destravar um novo futuro na arquitetura e no design.

Você está pensando em seguir carreira em arquitetura ou design ambiental? O College of Environmental Design (CED) da UC Berkeley oferece programas de verão imersivos que podem ajudar você a decidir se esses campos criativos são a escolha certa para o seu futuro. Independentemente de você já atuar como profissional ou de ser estudante de graduação ou do ensino médio, os Programas de Verão do CED oferecem uma oportunidade valiosa para explorar a arquitetura, o design urbano, o planejamento urbano sustentável e a arquitetura de paisagem.

Palha, terra e bambu: uso inovador de materiais naturais em projetos do Sul Global em 2024

A sustentabilidade há anos ocupa um papel central nas discussões arquitetônicas, envolvendo não apenas a responsabilidade da arquitetura frente às mudanças climáticas e à transição para economias de baixo carbono, mas também o resgate de heranças culturais e a valorização das tradições vernaculares. Em 2024, destacaram-se projetos e estudos que exploram o uso inovador de materiais naturais, com especial atenção às iniciativas do Sul Global. Essas propostas aliam criatividade e tecnologia ao aproveitamento de recursos renováveis, demonstrando como é possível criar espaços de alta qualidade que atendem às demandas contemporâneas de sustentabilidade e responsabilidade ambiental.

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Como os/as arquitetos/as preveem tendências? Em conversa com os/as codiretores/as de Pesquisa e Inovação da Perkins&Will

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A inovação assume diversas formas. O ano de 2025 promete ser marcado por avanços contínuos nas áreas de inteligência artificial, sustentabilidade e biotecnologia. Essas transformações costumam surgir da experimentação em setores como tecnologia e saúde, nos quais as empresas dispõem de equipes robustas de pesquisa e desenvolvimento, além de orçamentos significativos. Isso as capacita a gerar novos produtos e serviços que atendem às necessidades em constante evolução da sociedade.

Em um mundo confrontado por desafios complexos, a inovação na arquitetura desempenha um papel singular. Diferente de setores movidos por ciclos rápidos de inovação, a arquitetura precisa equilibrar criatividade com soluções práticas profundamente enraizadas na experiência humana. O que será necessário para que o setor da arquitetura aproveite plenamente seu potencial para moldar o futuro do nosso ambiente construído?

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Redefinindo a domesticidade urbana: como o SO-IL transforma o conceito de lar

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SO-IL (Solid Objectives – Idenburg Liu) é um escritório de arquitetura sediado no Brooklyn, Nova York, fundado em 2008 por Florian Idenburg e Jing Liu. Reconhecido por uma arquitetura profundamente engajada com os contextos social, cultural e ambiental, o estúdio concentra-se em explorar materiais inovadores, criar experiências espaciais fluidas e priorizar a sustentabilidade ecológica. O trabalho do SO-IL abrange diversas escalas e programas, refletindo sua abordagem versátil de projeto. Em 2024, seu projeto residencial 450 Warren, no Brooklyn, foi eleito pelo público como a Obra do Ano do ArchDaily na categoria habitação.

Em seu livro mais recente, In Depth: Urban Domesticities Today, o SO-IL explora a evolução do conceito de lar nos contextos urbanos contemporâneos, transformando-o "de uma fonte de vulnerabilidade em uma ferramenta de empoderamento". A publicação redefine a domesticidade como uma experiência ativa e compartilhada, e examina como arquitetos e arquitetas podem enfrentar desafios urbanos urgentes, tais como acessibilidade econômica, densidade e sustentabilidade. O trabalho do SO-IL defende uma habitação flexível e resiliente, que fomente o senso de comunidade ao mesmo tempo em que integra as dimensões ecológica e social. O ArchDaily conversou com a equipe de arquitetura sobre as soluções e ideias inovadoras apresentadas no livro, aprofundando-se em como seus projetos desafiam os sistemas convencionais e vislumbram um futuro no qual a arquitetura é um instrumento de emancipação.

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Salvando o patrimônio arquitetônico de Montreal: o legado de Phyllis Lambert de mudanças impulsionadas pela comunidade

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Phyllis Lambert tem sido uma figura fundamental na preservação do patrimônio cultural do Canadá. Como arquiteta e defensora da conservação patrimonial, Lambert deixou uma marca indelével em Montreal e em outras cidades ao redor do mundo. Suas contribuições para o cenário arquitetônico de Montreal não devem ser avaliadas apenas em termos de edifícios individuais, mas sim pela perspectiva da cidade como um todo. Ela não apenas cofundou o Centro Canadense de Arquitetura (CCA), mas também ajudou a remodelar a forma como cidades como Montreal pensam sobre o patrimônio e sobre a importância das vozes da comunidade no planejamento urbano.

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Cemitério de Järva: Criando uma paisagem natural de memória a partir do descarte urbano de Estocolmo

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Inaugurado em outubro de 2024, o Cemitério de Järva oferece a todas as pessoas, independentemente de credo ou crença, um espaço de memória, dando continuidade à longa tradição histórica de sepultamentos em Estocolmo. Após superar significativos obstáculos de planejamento, o local, projetado por Kristine Jensen Tegnestue e Poul Ingemann, foi criado para receber sepultamentos e cerimônias fúnebres, dispondo de opções para caixões, urnas, bosques de cinzas e uma floresta memorial. Durante a última edição do Open House Stockholm, o público pôde explorar as paisagens naturais do entorno e se conectar com o espaço.

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Upper Lawn: Uma manifestação da visão arquitetônica de Alison e Peter Smithson

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Situado próximo às ruínas da Abadia de Fonthill, no interior da Inglaterra, o Pavilhão Upper Lawn — também conhecido como Pavilhão Solar — é um experimento de arquitetura experimental modesto, mas profundo, projetado por Alison e Peter Smithson. Construído entre 1959 e 1962 como um refúgio de fim de semana e laboratório de ideias, o pavilhão incorpora o ethos da dupla de economia, honestidade material e respeito pelo contexto, refletindo o espírito pioneiro do Novo Brutalismo.

A cuidadosa interação de Upper Lawn entre o novo e o existente é particularmente instigante. Construído sobre os remanescentes de uma casa de campo inglesa do século XVIII, o pavilhão reaproveita as espessas paredes de alvenaria da estrutura original, incorporando ao projeto elementos como o poço, as árvores e o gramado. Utilizando materiais pré-fabricados como madeira, vidro e alumínio, os Smithson construíram um espaço repleto de luz que se harmoniza com o entorno, materializando seu princípio de "arquitetura como encontrada" — conceito fundamentado em honrar e se adaptar às condições preexistentes em vez de se impor a elas.

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Parte infraestrutura, parte paisagem, parte arquitetura: uma conversa com Marion Weiss e Michael Manfredi

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Os/as arquitetos/as de Nova York Marion Weiss e Michael Manfredi fundaram seu escritório, Weiss/Manfredi, em 1989, após vencerem dois importantes concursos — para o Military Women's Memorial no Arlington National Cemetery e para o Olympia Fields and Community Center, perto de Chicago —, ambos construídos na década de 1990. Entre suas obras construídas mais representativas estão o Centro de Visitantes do Brooklyn Botanic Garden, o Hunter's Point South Waterfront Park e o Barnard College Diana Center, todos na cidade de Nova York. O Olympic Sculpture Park do Seattle Museum of Art, projetado pela dupla, que venceu um concurso internacional e foi construído em 2007, foi aclamado pela crítica como um dos maiores parques de esculturas do mundo e um dos melhores exemplos de urbanismo de paisagem.

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Deveríamos prototipar mais arquitetura?

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A prototipagem é um elemento essencial em setores como o design automotivo e a tecnologia, onde o desenvolvimento iterativo possibilita testar, refinar e inovar. Trata-se de criar versões preliminares ou modelos iniciais para validar ideias e ajustar soluções antes da produção final de uma peça, sendo uma etapa crucial para identificar falhas, otimizar designs e reduzir riscos, economizando tempo e recursos na implementação definitiva. Na arquitetura, entretanto, a prototipagem segue como uma prática subutilizada. Embora a disciplina envolva projetos marcados por particularidades únicas — sejam programáticas, climáticas ou relacionadas à implantação —, sua aplicação poderia ser transformadora. A prototipagem permite que arquitetos experimentem materiais inovadores, validem técnicas construtivas e testem configurações espaciais de forma prática e mensurável. Com isso, não apenas reduz incertezas no processo criativo, mas também impulsiona soluções ousadas e eficientes, promovendo um equilíbrio mais robusto entre estética, funcionalidade e viabilidade.

Você tem o que é preciso para reimaginar o mercado imobiliário e a vida urbana ao estilo Harvard?

O Advanced Management Development Program (AMDP) consolida-se como o principal programa de liderança de Harvard para profissionais e executivos/as seniores do mercado imobiliário, oferecendo uma oportunidade única de reformular perspectivas sobre a evolução do ambiente construído. Voltado para profissionais de alto nível e líderes de empresas, o programa tem duração de apenas um ano, sendo cinco semanas vivenciadas no campus de Harvard, culminando no cobiçado título de ex-aluno/a da instituição. Como bem definiu um/a recém-formado/a: "Eu descreveria o programa como um curso intensivo sobre como pensar de forma diferente e, acima de tudo, uma oportunidade de encontrar pessoas inspiradoras na turma que buscam o mesmo objetivo".

O que é arquitetura low-tech: comparando as abordagens de Shigeru Ban e Yasmeen Lari

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O conceito de arquitetura de baixa tecnologia reconhece o impacto das tecnologias e práticas construtivas intensivas em carbono e propõe uma alternativa: a redescoberta de soluções práticas, racionais e localmente adaptadas que dependem de estratégias de projeto inteligentes, em vez de sistemas de alto consumo energético, para garantir um ambiente seguro e confortável. Longe de ser um retrocesso, o conceito permanece aberto a inovações, mas busca reequilibrar a dependência da indústria em relação à mecanização. Dessa forma, privilegia-se uma arquitetura de menos componentes, com dependência minimizada de soluções de alta tecnologia e preferência por materiais com baixo carbono incorporado.

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A ilusão do controle na cidade contemporânea

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A busca por reflexões sobre a cidade contemporânea invariavelmente esbarra nas limitações colocadas pelos métodos do Movimento Moderno. As ciências clássicas e seus métodos deterministas, que orientaram — e ainda orientam — o urbanismo desse tempo, descrevem os fenômenos do mundo por meio de relações fortes de causalidade e, consequentemente, os define em leis universais redutoras, que excluem contradições e incertezas. O resultado frequente dessas perspectivas é um mundo idealizado e mecanicista, que nega as complexidades da natureza real de fenômenos, como por exemplo, as cidades.

Espaços Inter-religiosos: Respostas Arquitetônicas à Diversidade Religiosa

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Em um mundo cada vez mais diverso, a emergência de espaços multirreligiosos representa uma mudança significativa no projeto de arquitetura, refletindo a evolução do panorama religioso da sociedade contemporânea. Esses espaços, que começaram a ser formalmente estabelecidos na década de 1950 em edifícios públicos como aeroportos e hospitais, funcionam como microcosmos de transformação social e coexistência pacífica. Eles permitem que diferentes tradições compartilhem ambientes de forma harmoniosa, incorporando princípios de inclusividade, flexibilidade e adaptabilidade.

À medida que as comunidades se tornam mais multiculturais e progressivamente diversas, esses locais servem como manifestações físicas de inclusão religiosa, incentivando a aceitação de minorias étnicas e religiosas em paisagens multiculturais. Sua proliferação reflete uma necessidade crescente de ambientes inclusivos que atendam a diversas necessidades espirituais e, ao mesmo tempo, promovam a compreensão inter-religiosa. Contudo, projetar e implantar esses espaços impõe desafios complexos, frequentemente gerando debates sobre representatividade, neutralidade e a própria natureza do espaço sagrado. Tais discussões evidenciam o delicado equilíbrio que profissionais de arquitetura devem encontrar ao criar ambientes que sejam ao mesmo tempo universalmente acolhedores e espiritualmente significativos.

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