1. ArchDaily
  2. Artigos

Artigos

Como não construir: arquitetura pela ausência de intervenção

Acesso exclusivo | 

Seja para concursos de projeto ou prêmios de arquitetura, os edifícios são frequentemente julgados pelo que oferecem — as funções programadas, a forma ou o deleite visual. Em uma minoria de casos, é a ausência ou a redução da intervenção que torna um projeto bem-sucedido. Em 1971, um renomado concurso de arquitetura em Paris foi vencido por uma proposta que utilizava apenas metade do terreno disponível, destinando o restante como espaço urbano para a cidade. Em Londres, uma proposta de conversão de uma usina de energia desativada com adições mínimas, deixando grandes espaços intocados, venceu um concurso de projeto em 1994. O Stirling Prize, o prêmio de arquitetura mais prestigiado do Reino Unido, foi vencido em 2017 por uma proposta que consistia em pouco mais do que uma plataforma vazia. Esses exemplos de edifícios culturais no noroeste da Europa ilustram como a ausência de intervenção pode oferecer mais.

Como não construir: arquitetura pela ausência de intervenção - 1 的图像 4Como não construir: arquitetura pela ausência de intervenção - 2 的图像 4Como não construir: arquitetura pela ausência de intervenção - 3 的图像 4Como não construir: arquitetura pela ausência de intervenção - 4 的图像 4Como não construir: arquitetura pela ausência de intervenção - Mais Imagens+ 14

Sabedoria Ancestral Encontra a Realidade Urbana: O Papel do Vastu nas Cidades Indianas Contemporâneas

Acesso exclusivo | 

A Índia carrega uma linhagem milenar de tradições que há muito molda a própria concepção e a construção de suas cidades. O Vastu Shastra é uma dessas tradições — mais uma ciência do que uma crença —, intimamente integrada aos princípios do projeto arquitetônico. A prática continua amplamente difundida e valorizada, com 93% das residências projetadas para se alinharem aos princípios do Vastu. À medida que a Índia se urbaniza a um ritmo sem precedentes, com projeção de atrair mais 416 milhões de habitantes para as áreas urbanas até 2050, o Vastu Shastra continua a influenciar bilhões de decisões imobiliárias em meio aos desafios da vida urbana moderna. Como uma ciência espacial de 8.000 anos poderia evoluir para orientar o desenho de cidades que abrigam milhões de pessoas?

Sabedoria Ancestral Encontra a Realidade Urbana: O Papel do Vastu nas Cidades Indianas Contemporâneas - Imagem 1 de 4Sabedoria Ancestral Encontra a Realidade Urbana: O Papel do Vastu nas Cidades Indianas Contemporâneas - Imagem 2 de 4Sabedoria Ancestral Encontra a Realidade Urbana: O Papel do Vastu nas Cidades Indianas Contemporâneas - Imagem 3 de 4Sabedoria Ancestral Encontra a Realidade Urbana: O Papel do Vastu nas Cidades Indianas Contemporâneas - Imagem 4 de 4Sabedoria Ancestral Encontra a Realidade Urbana: O Papel do Vastu nas Cidades Indianas Contemporâneas - Mais Imagens+ 2

Criando espaços seguros para o aprendizado: explore os projetos educacionais de Solis Colomer Arquitectos na América Latina

Acesso exclusivo | 

Fundado em 2002, o escritório Solis Colomer Arquitectos consolidou uma sólida reputação ao longo das últimas duas décadas, projetando e construindo obras com impacto tanto social quanto comercial em toda a América Latina. Com mais de 200 projetos concluídos, a equipe se especializa em arquitetura institucional de impacto social e em arquitetura comercial centrada no usuário. Sua missão é clara: utilizar a arquitetura como uma ferramenta para dignificar la experiencia humana, especialmente para as populações mais vulneráveis.

Criando espaços seguros para o aprendizado: explore os projetos educacionais de Solis Colomer Arquitectos na América Latina - Imagen 1 de 4Criando espaços seguros para o aprendizado: explore os projetos educacionais de Solis Colomer Arquitectos na América Latina - Imagen 2 de 4Criando espaços seguros para o aprendizado: explore os projetos educacionais de Solis Colomer Arquitectos na América Latina - Imagen 3 de 4Criando espaços seguros para o aprendizado: explore os projetos educacionais de Solis Colomer Arquitectos na América Latina - Imagen 4 de 4Criando espaços seguros para o aprendizado: explore os projetos educacionais de Solis Colomer Arquitectos na América Latina - Mais Imagens+ 4

Três continentes, uma missão: repensando o futuro das cidades com o Norman Foster Institute

O programa de mestrado em Cidades Sustentáveis combina experiência prática com reflexões acadêmicas da rede global de especialistas da Norman Foster Foundation. Codirigido por Norman Foster, presidente da fundação, e pelo professor Kent Larson, diretor do City Science Group no MIT Media Lab, o programa coloca estudantes na vanguarda da inovação urbana. A cada ano, estudantes vivenciam uma imersão em três cidades-piloto, colaborando diretamente com planejadores/as e gestores/as locais para enfrentar desafios urbanos urgentes.

Após o sucesso das cidades-piloto deste ano na África, a edição de 2026 do programa expande seus horizontes geográficos para abranger três continentes: Ásia, Europa e América Latina. As cidades-piloto serão anunciadas nos próximos meses.

Renovando o design e a segurança de piscinas com soluções em porcelanato

Acesso exclusivo | 

As piscinas sempre simbolizaram luxo, lazer e interação social. Além de seu apelo estético — no qual a água dialoga com texturas, movimentos e reflexos —, elas também cumprem funções práticas, proporcionando relaxamento, atividade física e entretenimento. Sua história remonta a mais de 5.000 anos, com o Grande Banho de Mohenjo-Daro, no Vale do Indo (atual Paquistão), possivelmente utilizado para rituais e práticas comunitárias. Posteriormente, gregos e romanos refinaram o conceito, criando piscinas elaboradas para banho, esportes e encontros sociais. As famosas termas romanas, muitas vezes aquecidas e adornadas com mosaicos complexos, lançaram as bases para a cultura moderna de spa e bem-estar, reforçando a relação entre arquitetura, água e qualidade de vida.

Durante o Renascimento, as piscinas eram associadas principalmente a propriedades da elite; contudo, no final do século XIX e início do século XX, as piscinas públicas tornaram-se mais comuns, impulsionadas pela urbanização e pela promoção da higiene. A ascensão das competições olímpicas de natação no início dos anos 1900 popularizou ainda mais o conceito, levando ao aumento da construção de piscinas tanto residenciais quanto de competição em todo o mundo. Hoje, as piscinas continuam a evoluir, incorporando materiais e designs avançados que aumentam a segurança e a sustentabilidade. Seja por lazer, estética ou bem-estar, as piscinas continuam sendo um elemento central da arquitetura e do estilo de vida contemporâneos.

Vozes do ArchDaily: Susanna Moreira

Acesso exclusivo | 

A trajetória de Susanna Moreira na arquitetura foi moldada precocemente por seu envolvimento com a teoria e a pesquisa arquitetônica durante a graduação. Nascida em Salvador, ela também viveu e estudou em Milão e São Paulo — experiências que enriqueceram sua compreensão das dinâmicas interseções entre arte, arquitetura e ambientes urbanos. Esses interesses interdisciplinares continuam a fundamentar sua abordagem curatorial e seu trabalho editorial.

Como Curadora de Projetos do ArchDaily para países de língua portuguesa, Susanna busca projetos que ofereçam contribuições significativas para o debate arquitetônico. Ela valoriza a originalidade, a qualidade e a relevância, questionando constantemente quais lições uma obra pode oferecer em termos de materiais inovadores, técnicas construtivas ou abordagens conceituais. Em uma era de sobrecarga de informações, ela acredita que uma curadoria criteriosa é essencial para construir confiança, aprimorar o aprendizado e destacar trabalhos que realmente se sobressaem.

Como os kits de ferramentas de código aberto estão democratizando o patrimônio construído

Acesso exclusivo | 

A demolição parece mais barata do que o restauro quando os custos econômicos do patrimônio intangível são ignorados. Quando o conhecimento técnico de conservação fica restrito a honorários profissionais elevados, proprietários/as que enfrentam a deterioração de um edifício enxergam apenas dois valores: o custo da obra e o custo dos honorários. O primeiro é o custo de contratar um/a arquiteto/a de conservação, um/a engenheiro/a estrutural e prestadores de serviços especializados para uma avaliação e um plano de restauro. O outro é o custo de uma licença de demolição e de uma nova construção. A demolição vence — não por ser de fato mais econômica quando se consideram a energia incorporada nos materiais, os custos de infraestrutura e o valor do ciclo de vida, mas porque o conhecimento necessário para restaurar de forma viável permanece inacessível.

Como os kits de ferramentas de código aberto estão democratizando o patrimônio construído - Imagen 1 de 4Como os kits de ferramentas de código aberto estão democratizando o patrimônio construído - Imagen 2 de 4Como os kits de ferramentas de código aberto estão democratizando o patrimônio construído - Imagen 3 de 4Como os kits de ferramentas de código aberto estão democratizando o patrimônio construído - Imagen 4 de 4Como os kits de ferramentas de código aberto estão democratizando o patrimônio construído - Mais Imagens+ 4

The Second Studio Podcast: As Funções de Arquiteto/a Executivo/a e Arquiteto/a de Concepção Explicadas

Acesso exclusivo | 

O The Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelos/as arquitetos/as David Lee e Marina Bourderonnet, o programa recebe diferentes profissionais das áreas criativas em conversas espontâneas que dão espaço a reflexões profundas e discussões pessoais.

Diversos temas são abordados com franqueza e bom humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros oferecem dicas para colegas de profissão, análises de edifícios e outros projetos, ou explorações informais sobre a vida cotidiana e o design. O The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.

Esta semana, David e Marina, do escritório FAME Architecture & Design, discutem as responsabilidades e os papéis do/a Arquiteto/a de Design e do/a Arquiteto/a de Registro (AOR), também conhecido/a como Arquiteto/a Executivo/a, ao trabalharem em conjunto em cada etapa do projeto — desde o pré-projeto ao estudo preliminar, anteprojeto, desenvolvimento do projeto, detalhamento técnico, licitação e obra. A dupla também aborda responsabilidades legais, diferenças de honorários, a sobreposição de conhecimentos e muito mais.

Memória Material: O que perdemos ao demolir edifícios

Acesso exclusivo | 

Concreto, aço, madeira, vidro. Todos os anos, milhões de toneladas de materiais de construção são descartadas, acumuladas em aterros e silenciadas sob o peso do próximo edifício. Estruturas inteiras desaparecem para dar lugar a outras, reiniciando um ciclo voraz de extração de recursos, produção de materiais e substituição. Junto com o entulho que se acumula, perde-se também algo mais profundo: o tempo, o trabalho humano, as histórias e a memória coletiva incorporadas na matéria. Em um momento no qual as metas climáticas exigem a redução de emissões e o prolongamento da vida útil do que já existe, a demolição é cada vez mais reconhecida como uma forma de amnésia urbana — que apaga não apenas a continuidade cultural, mas também a energia incorporada dos edifícios. E, embora se diga frequentemente que o edifício mais sustentável é aquele que já existe, esse princípio raramente sobrevive quando outros interesses entram em jogo.

As curvas podem abrir caminho para uma melhor experiência do hóspede?

Profissionais de arquitetura e design em todo o mundo estão expandindo os limites do design contemporâneo, e a Corian® Solid Surface está sendo moldada, curvada e flexionada para viabilizar as visões mais ousadas de arquitetos/as e designers.

Em espaços de hotelaria, por exemplo, cada superfície tem o potencial de moldar a experiência do/a hóspede desde o primeiro instante de acolhimento. Designers visionários/as utilizam seu talento para contar a história de um lugar, transmitir a emoção de uma estética e expressar a essência de uma marca. Com o material adequado, é possível influenciar profundamente a atmosfera e a funcionalidade de um espaço para os/as visitantes, utilizando desde balcões de recepção elegantes e acolhedores até áreas de banho relaxantes que remetem a spas, ou painéis escultóricos retroiluminados imponentes como tela de criação.

Dia da Terra 2025: Nosso papel ao repensar a sustentabilidade em cidades, escalas e setores

Acesso exclusivo | 

No Dia da Terra de 2025, celebrado anualmente em 22 de abril, somos mais uma vez lembrados dos urgentes desafios ambientais e de sustentabilidade que o nosso planeta enfrenta — desafios que continuam a evoluir juntamente com as transformações econômicas, políticas e culturais globais. O setor da construção civil continua sendo um dos mais críticos no esforço para gerenciar e reduzir as emissões globais de carbono. Este ano, essas questões estão sendo abordadas sob perspectivas cada vez mais diversas, exigindo abordagens mais holísticas e integradas. É fundamental que encaremos a sustentabilidade não como uma solução única e universal, mas sim como um esforço multiescalar — que abrange desde o desenvolvimento urbano em grande escala e o planejamento estratégico até o avanço de materiais sustentáveis e, inclusive, intervenções temporárias e provocativas, como exposições e instalações. Ao fazê-lo, reafirmamos nosso compromisso de reduzir nossa pegada de carbono coletiva, ao mesmo tempo em que moldamos um ambiente construído que promove o bem-estar humano e a saúde do planeta.

Dia da Terra 2025: Nosso papel ao repensar a sustentabilidade em cidades, escalas e setores - Image 1 of 4Dia da Terra 2025: Nosso papel ao repensar a sustentabilidade em cidades, escalas e setores - Image 2 of 4Dia da Terra 2025: Nosso papel ao repensar a sustentabilidade em cidades, escalas e setores - Image 3 of 4Dia da Terra 2025: Nosso papel ao repensar a sustentabilidade em cidades, escalas e setores - Image 4 of 4Dia da Terra 2025: Nosso papel ao repensar a sustentabilidade em cidades, escalas e setores - Mais Imagens+ 23

Design Olfativo: Espaços que despertam memórias

Acesso exclusivo | 

A cada uma das mais de 23.000 respirações diárias que realizamos, o ar viaja pelo sistema respiratório até os pulmões, onde ocorre uma troca gasosa vital: o oxigênio é absorvido e o dióxido de carbono é expelido. Esse ato involuntário e essencial também desencadeia outro processo, menos visível, mas profundamente impactante: a nossa percepção do olfato. À medida que o ar passa pela cavidade nasal, as moléculas de odor entram em contato com receptores olfativos localizados no epitélio olfativo. Esses receptores enviam sinais diretamente para o bulbo olfativo, que faz parte do sistema límbico — a área do cérebro associada à memória e às emoções. Longe de ser um sentido secundário, o olfato atua como uma ponte direta entre o ambiente e as nossas respostas emocionais mais profundas. Os aromas carregam o poder singular de evocar memórias vívidas, provocar conforto ou aversão imediata e influenciar nosso estado emocional de forma quase instantânea.

Projetando para as Artes Cênicas: A Arquitetura como Palco para a Experiência

Acesso exclusivo | 

Teatros, salas de concerto e casas de ópera são muito mais do que simples locais de apresentação — constituem ambientes meticulosamente orquestrados onde arquitetura, tecnologia e emoção humana convergem. Ao contrário de edifícios convencionais, esses espaços precisam acomodar uma interação dinâmica entre acústica, linhas de visão, engenharia de palco e engajamento do público, mantendo ao mesmo tempo uma identidade arquitetônica capaz de ressoar tanto com os artistas quanto com o público. Seja no acolhimento imersivo de uma sala de concerto em estilo "vinhedo" (vineyard) ou na imponência de um palco italiano, cada decisão de projeto molda a maneira como as apresentações são vivenciadas e lembradas.

A publicação recente SET PIECES: Architecture for the Performing Arts in Fifteen Fragments , do escritório Diamond Schmitt Architects, explora essas complexidades por meio de estudos de caso e reflexões. Inspirado nessas perspectivas, este artigo examina considerações fundamentais de projeto para espaços de apresentação, desde a engenharia acústica até o papel em evolução dos teatros na vida urbana.

Projetando para as Artes Cênicas: A Arquitetura como Palco para a Experiência - 1 的图像 4Projetando para as Artes Cênicas: A Arquitetura como Palco para a Experiência - 2 的图像 4Projetando para as Artes Cênicas: A Arquitetura como Palco para a Experiência - 3 的图像 4Projetando para as Artes Cênicas: A Arquitetura como Palco para a Experiência - 4 的图像 4Projetando para as Artes Cênicas: A Arquitetura como Palco para a Experiência - Mais Imagens+ 60

Centro Nacional de Atletismo: Transformando o antigo cinturão industrial de Budapeste em um espaço comunitário vibrante

O Centro Nacional de Atletismo de Budapeste representa um marco significativo na regeneração urbana e na inovação arquitetônica. Situado em uma antiga área industrial às margens do Danúbio, este projeto transformador revitaliza um terreno degradado (*brownfield*), transformando-o em um polo vibrante de esportes, lazer e engajamento comunitário. Com projeto assinado por Marcel FERENCZ, da NAPUR Architect Ltd., paisagismo desenvolvido pela S-TÉR e centenas de peças de mobiliário da VPI Concrete, o Centro é fundamental para conectar o norte de Csepel à cidade e impulsionar o desenvolvimento urbano.

Imaginando um mundo sem limites: Orama Minimal Frames na BAU Munich 2025

A prestigiada BAU Munique, a principal feira mundial de arquitetura, materiais e sistemas, serviu de palco para as mais recentes inovações da Orama Minimal Frames em tecnologia de esquadrias arquitetônicas. A exposição ofereceu uma plataforma para conexões do setor e apresentou avanços que desafiam os limites convencionais no design de esquadrias.

Navegando limites: o legado arquitetônico dos faróis

Acesso exclusivo | 

Os faróis se erguem ao longo das margens de continentes e ilhas há séculos como pontos de luz em vastos territórios marítimos. Solitárias sobre falésias rochosas, recifes e cabos, essas torres funcionavam como ferramentas de navegação e instrumentos de clareza espacial, moldando litorais e definindo o limite entre a terra e o mar. Construídas para guiar, alertar e localizar, elas constituíam uma rede global de visibilidade muito antes do advento do mapeamento digital. No entanto, à medida que as tecnologias marítimas evoluíram, muitas dessas estruturas perderam seu propósito original. A tipologia, outrora essencial, encontra-se hoje à beira da obsolescência. O que resta não é meramente uma relíquia arquitetônica, mas uma forma espacial poderosa — resiliente, simbólica e cada vez mais aberta a reinterpretações.

Navegando limites: o legado arquitetônico dos faróis - Imagen 1 de 4Navegando limites: o legado arquitetônico dos faróis - Imagen 2 de 4Navegando limites: o legado arquitetônico dos faróis - Imagen 3 de 4Navegando limites: o legado arquitetônico dos faróis - Imagen 4 de 4Navegando limites: o legado arquitetônico dos faróis - Mais Imagens+ 26

De Vancouver a Kyiv: Architecture Now apresenta projetos globais que moldam espaços sagrados, cívicos e culturais

Acesso exclusivo | 

À medida que as cidades e comunidades se adaptam a novas realidades culturais, ambientais e sociais, a arquitetura assume um papel cada vez mais amplo na criação de espaços de resiliência, encontro e imaginação. Esta edição do Architecture Now destaca seis projetos recentes que abrangem diferentes continentes e tipologias — desde a requalificação de paisagens pós-industriais até a arquitetura sacra, pavilhões culturais e centros cívicos. Seja por meio de inovações em madeira engenheirada em Vancouver e Jülich, reuso adaptativo em Ostrava, um pavilhão infantil em Londres, um centro espiritual na Índia ou uma igreja paramétrica em Kyiv, cada projeto demonstra como o design pode conectar patrimônio e inovação ao mesmo tempo em que promove conexão, cuidado e comunidade.

De Vancouver a Kyiv: Architecture Now apresenta projetos globais que moldam espaços sagrados, cívicos e culturais - Image 1 of 4De Vancouver a Kyiv: Architecture Now apresenta projetos globais que moldam espaços sagrados, cívicos e culturais - Image 2 of 4De Vancouver a Kyiv: Architecture Now apresenta projetos globais que moldam espaços sagrados, cívicos e culturais - Image 3 of 4De Vancouver a Kyiv: Architecture Now apresenta projetos globais que moldam espaços sagrados, cívicos e culturais - Image 4 of 4De Vancouver a Kyiv: Architecture Now apresenta projetos globais que moldam espaços sagrados, cívicos e culturais - Mais Imagens+ 17

Ornamentação na era dos algoritmos e da robótica: a tecnologia pode trazer de volta o detalhe arquitetônico?

Acesso exclusivo | 

O ornamento arquitetônico tem sido um tema recorrente de debate no setor há décadas. Essa prática, amplamente abandonada durante o movimento modernista, pode agora estar diante de uma plataforma que viabilize seu ressurgimento, graças à convergência atual entre robótica, inteligência artificial (IA) e fabricação digital. A tecnologia parece ter eliminado o principal obstáculo ao detalhamento decorativo: o alto custo da mão de obra manual qualificada. No entanto, essa nova capacidade técnica exige um exame crítico: o que a ornamentação realmente representa e o que ganhamos ou perdemos ao ressuscitá-la por meio do design algorítmico?

Ornamentação na era dos algoritmos e da robótica: a tecnologia pode trazer de volta o detalhe arquitetônico? - Image 1 of 4Ornamentação na era dos algoritmos e da robótica: a tecnologia pode trazer de volta o detalhe arquitetônico? - Image 2 of 4Ornamentação na era dos algoritmos e da robótica: a tecnologia pode trazer de volta o detalhe arquitetônico? - Image 5 of 4Ornamentação na era dos algoritmos e da robótica: a tecnologia pode trazer de volta o detalhe arquitetônico? - Image 3 of 4Ornamentação na era dos algoritmos e da robótica: a tecnologia pode trazer de volta o detalhe arquitetônico? - Mais Imagens+ 3

Maison Guiette: o posto avançado modernista de Le Corbusier em Antuérpia, Bélgica

Acesso exclusivo | 

Entre as ruas tradicionais de Antuérpia, onde sobrados centenários resistem como remanescentes de uma histórica cidade europeia, um volume branco e austero afirma discretamente sua presença. A Maison Guiette, projetada por Le Corbusier em 1926, é uma anomalia em seu entorno — uma afirmação ousada de modernidade em um contexto que ainda não a havia abraçado.

Embora hoje seja ofuscada pelas obras mais famosas do/a arquiteto/a, esta casa ocupa um lugar único na história: foi o primeiro projeto construído de Le Corbusier fora da França, um precursor de seus experimentos arquitetônicos posteriores e uma manifestação de seus princípios modernistas emergentes. Apesar de sua escala modesta, tratava-se de um manifesto em forma construída — uma casa que encapsulava a essência de uma revolução arquitetônica.

Maison Guiette: o posto avançado modernista de Le Corbusier em Antuérpia, Bélgica - Image 1 of 4Maison Guiette: o posto avançado modernista de Le Corbusier em Antuérpia, Bélgica - Image 2 of 4Maison Guiette: o posto avançado modernista de Le Corbusier em Antuérpia, Bélgica - Image 6 of 4Maison Guiette: o posto avançado modernista de Le Corbusier em Antuérpia, Bélgica - Image 7 of 4Maison Guiette: o posto avançado modernista de Le Corbusier em Antuérpia, Bélgica - Mais Imagens+ 7

Como os materiais compostos tornam construtíveis os projetos complexos?

Acesso exclusivo | 

Antes restritos às indústrias aeroespacial e automotiva, os materiais compósitos passaram a desempenhar um papel cada vez mais central na arquitetura contemporânea. Ao associar dois ou mais componentes, como fibras e polímeros, eles oferecem leveza e resistência, alta durabilidade, liberdade formal e um melhor desempenho ambiental. Sua incorporação à prática arquitetônica marca uma profunda transformação na maneira como projetamos, fabricamos e habitamos o espaço.

A evolução da prática de projetar a luz em ambientes escandinavos

Acesso exclusivo | 

A Escandinávia é moldada por condições ambientais que testam tanto a resistência humana quanto a engenhosidade arquitetônica, com invernos longos definidos pela luz do dia limitada, baixos ângulos solares, neve profunda e ventos gelados que transformam o movimento cotidiano, o encontro e o habitar em atos deliberados. Nesse contexto, a arquitetura nunca é neutra, e a hospitalidade nunca é incidental. Edifícios que acolhem visitantes em cidades, florestas e litorais devem responder diretamente à escuridão e ao frio, não ao negá-los, mas ao criar mundos interiores que oferecem orientação, calor e alívio psicológico. O ato de acolher na Escandinávia é, portanto, indissociável do clima, fundamentado na compreensão de que o abrigo, a luz e a presença humana são recursos fundamentais em ambientes árticos.

A evolução da prática de projetar a luz em ambientes escandinavos - Image 1 of 4A evolução da prática de projetar a luz em ambientes escandinavos - Image 2 of 4A evolução da prática de projetar a luz em ambientes escandinavos - Image 3 of 4A evolução da prática de projetar a luz em ambientes escandinavos - Image 4 of 4A evolução da prática de projetar a luz em ambientes escandinavos - Mais Imagens+ 18

Um Éden no ambiente de trabalho: módulos flexíveis com design biofílico e centrado no ser humano

Acesso exclusivo | 

Winston Churchill declarou sabiamente uma vez: "Nós moldamos nossos edifícios e, por sua vez, eles nos moldam", uma reflexão que destaca como a arquitetura, em sua natureza dinâmica, responde às necessidades funcionais e molda as experiências das pessoas que utilizam os espaços. Os ambientes de trabalho não são exceção, evoluindo junto às transformações sociais e tecnológicas que redefiniram nossa compreensão das interações organizacionais. Quase em um piscar de olhos, os antigos e restritivos cubículos e escritórios fechados deram lugar a layouts abertos, enquanto modelos híbridos transformaram os escritórios em espaços de destino. Elementos de mobiliário, como as cabines acústicas (pods), estão na vanguarda dessa mudança — equilibrando colaboração e privacidade. Projetadas para se adaptar, elas evoluem continuamente junto às demandas dinâmicas dos espaços de trabalho modernos e de quem os habita.

Luz, Material, Reação: Como as Active Surfaces® transformam a sede da Cybernet Systems em Tóquio

A nova sede da Cybernet Systems foi projetada com base no conceito arquitetônico japonês de flexibilidade, promovendo bem-estar, colaboração e produtividade. Como líder global em Engenharia Auxiliada por Computador, que apoia a produção industrial por meio de soluções digitais avançadas, a empresa materializa na sede — localizada no edifício Fuji Soft Akihabara, em Tóquio — seu compromisso de criar uma comunidade dinâmica e voltada para a tecnologia.  

Desenvolvido pelo escritório MB-AA (Matteo Belfiore Architect & Associates) e pela Shukoh, em colaboração com a Cybernet Systems, o projeto traduz os valores corporativos em design espacial. Minimalismo, iluminação natural e amplitude definem o ambiente. Divisórias transparentes e layouts adaptáveis estimulam a comunicação, ao mesmo tempo que permitem a cada colaborador/a personalizar seu espaço de trabalho. Bem-estar, criatividade, flexibilidade e tecnologia constituem o cerne do projeto.

Guiados pela luz natural: um vislumbre do interior da Casa junto ao Jardim de Vênus

Uma casa ancestral no vilarejo rural de Willendorf in der Wachau parece vigiar um pomar de árvores frutíferas. As árvores resistem há gerações e, até hoje, fornecem os frutos que servem de base para o negócio da família. Delimitados de um lado pelo rio Danúbio e do outro pela encosta do vale, tanto a casa quanto o pomar testemunharam juntos a passagem de inúmeras estações. A cada transição entre a escuridão e a luz, do inverno ao verão, surge a inevitabilidade da mudança.

¡Você seguiu sua primeira conta!

Você sabia?

Agora você receberá atualizações das contas que você segue! Siga seus autores, escritórios, usuários favoritos e personalize seu stream.