Sameer Makarius nasceu no Cairo em 1924. Em 1933, emigrou com sua família para Berlim. Aos dez anos, seu pai lhe deu uma câmera com a qual ele iniciou sua história na fotografia. Após o início da Segunda Guerra Mundial, em 1940, eles se mudaram para Budapeste, onde ele completou seus estudos secundários, começou sua formação artística e estabeleceu uma relação com os protagonistas da vanguarda local. Em 1946, ele retornou ao Egito, passando por Zurique. Lá, ele organizou uma exposição de arte moderna húngara com o apoio de Max Bill. De volta ao Cairo, trabalhou com arte para publicidade e também para um escritório de arquitetura e construção.
Sua obra plástica chegou ao Rio da Prata alguns anos antes dele, por meio de sua companheira Eva Reiner, que já vivia na Argentina com sua família. Em 1948, ela emprestou uma de suas obras para a exposição de arte MADI, organizada no estúdio do escultor alemão Martin Blaszko. Depois de se casar com Eva no Egito, em 1952, eles viajaram juntos para Paris, onde trabalharam como designers de estampas. Finalmente chegaram a Buenos Aires em abril de 1953, a cidade que se tornaria seu local de residência permanente. Sua jornada migratória foi marcada pelo drama da guerra e, ao mesmo tempo, durante esses deslocamentos, Makarius construiu uma rede de relacionamentos em torno da fotografia, das artes visuais e da arquitetura, o que lhe permitiu projetar seu trabalho em diferentes territórios e formatos.
Diante das mudanças nos movimentos e estilos arquitetônicos, o design de mobiliário também evoluiu ao longo dos anos, transitando de linhas curvas elaboradas e materiais opulentos para layouts simples e funcionais, e vice-versa, em um movimento constante. Em sua evolução contínua, o design de mobiliário contemporâneo é frequentemente influenciado por avanços tecnológicos, explorando a fabricação digital e o design centrado no/a usuário/a, ao mesmo tempo em que responde a estratégias sustentáveis. Essas inovações elevaram o design de mobiliário personalizado, criando peças exclusivas sob medida para as necessidades, preferências e especificidades de cada espaço.
Com a capacidade de se adaptar a cada usuário/a, o design de mobiliário sob medida cria peças exclusivas, desenvolvidas para atender a necessidades, preferências e especificações espaciais individuais. Aprofundando-se na realidade aumentada (RA) e na realidade virtual (RV), a Tylko desenvolve soluções personalizadas, duráveis e sustentáveis para aparadores, armários de parede, estantes, guarda-roupas e racks de TV. Ao analisar sua abordagem tecnológica para criar infinitas possibilidades de móveis sob medida, apresentamos a experiência de seu processo de design, juntamente com seu configurador online intuitivo e aplicativo de realidade aumentada.
A narrativa arquitetônica da Lituânia é um mosaico de diversas influências e estilos, representando sua evolução histórica, patrimônio cultural e resiliência ao longo do tempo. Apesar do foco no artesanato tradicional, no minimalismo funcional e em materiais sustentáveis, a linguagem de design do país foi profundamente influenciada por sua posição geopolítica e por acontecimentos históricos, resultando em uma mescla de estilos de diferentes épocas. No entanto, um fator fundamental que atravessa todas as suas expressões é a conexão fluida da arquitetura lituana com o seu entorno natural.
O papel da escola é preparar as crianças para a vida. No entanto, em um mundo que se transforma de maneira cada vez mais acelerada, as instituições de ensino precisam se adaptar com a mesma rapidez. Inclusões recentes nos currículos escolares refletem as complexidades da vida moderna, trazendo temas como crises ambientais, injustiças sociais e os perigos das redes sociais para o centro do debate pedagógico.
Embora se costume dizer que as transformações de longo prazo começam na base, mudar nunca é fácil, independentemente de onde o processo se inicie. Por exemplo, aponta-se que currículos focados em questões ambientais têm provocado casos crescentes de ecoansiedade em crianças — um dos fatores por trás de outra crise atual, a da saúde mental infantojuvenil.
Embora hoje seja considerada uma prática comum, o conceito de higiene das mãos não era inicialmente tão arraigado na sociedade. Foi apenas em 1847 que o médico húngaro Ignaz Semmelweis, amparado por evidências científicas, propôs que a lavagem das mãos era uma medida de higiene com impacto direto na saúde das pessoas. A partir de então, o resto é história. A higiene das mãos tornou-se uma prática generalizada, que vai do lavar ao secar, acompanhada de diversos acessórios que desempenham papéis específicos nesse processo.
Em ambientes contemporâneos, especialmente no contexto do bem-estar coletivo, os banheiros públicos tornaram-se um ponto focal. Essa mudança de foco é, em parte, uma resposta à ênfase pós-pandemia na higiene e ao papel dos acessórios de banheiro nesses ambientes. Entre as opções disponíveis, os secadores de mãos ganharam grande relevância, transcendendo até mesmo sua função primária. Diante disso, a Mediclinics inovou ao introduzir um novo conceito de secador de mãos que prioriza a melhoria da experiência do/a usuário/a, ao mesmo tempo em que oferece um equipamento inovador com um design diferenciado em forma de U.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138271/do-hands-in-ao-hands-through-uma-nova-geracao-de-secadores-de-maos-higienicos-e-esteticosEnrique Tovar
Como um dos quatro elementos essenciais que sustentam a vida neste planeta, a água é crucial para a sobrevivência de todas as espécies. Assim como os animais selvagens têm uma afinidade pelos corpos d'água, nós, humanos, também nos atraímos por eles.
Embora nossos portos, lagos e vias navegáveis não desempenhem mais o papel de centros internacionais de transporte e áreas de alimentação como no passado, a melhoria na qualidade do ar, o clima mais ameno e o aumento no relaxamento e na atenção plena proporcionados pela presença de água fresca ou corrente significam que espaços como bares na orla de um rio, hotéis à beira-mar e casas diante de lagos estão entre os mais populares de suas categorias.
As residências a seguir demonstram como corpos d'água próximos podem ser mais bem aproveitados com uma arquitetura e design excepcionais.
Desde o surgimento do modernismo, os arquitetos têm enfrentado um dilema ao lidar com a realidade do tempo. Isso se torna um problema, pois o tempo e a gravidade são duas forças universais. Os arquitetos são extremamente bons em lidar com a gravidade — ela está presente em tudo o que projetamos e realiza uma dança simbiótica com a estrutura. Não importa o quanto um projeto simule a ausência de peso, sua massa não pode ser negada. Os arquitetos devem enfrentar a gravidade, seja nas varandas da Casa da Cascata de Frank Lloyd Wright, ou nos edifícios paramétricos potencializados pelos softwares da atualidade.
O patrimônio da Cidade do México é extremamente rico e diverso, fruto de uma longa história que se sobrepõe em camadas ao tecido urbano desde a época pré-hispânica. Atualmente, é uma das maiores cidades do mundo e seu patrimônio se reflete na arquitetura, nos museus, nos sítios históricos, nas tradições culturais, nas áreas de preservação, na gastronomia e em muitos outros aspectos. Essa cronologia é evidenciada por diferentes registros históricos. No entanto, o registro contemporâneo mostra-se essencial em um momento em que escrevemos a história de forma imediata por meio das ferramentas digitais.
Terminal de Passageiros do Porto de Nanaimo. Imagem cortesia de Checkwitch Poiron Architects & HA Photography
A segurança projetual é crucial para a equipe do escritório Checkwitch Poiron Architects. Ao ter confiança em suas propostas, torna-se muito mais fácil defendê-las junto aos clientes. A equipe constrói essa segurança por meio de softwares flexíveis e de uma profunda consciência cultural.
Pautado pela visão oriental de construção sustentável e pelo conceito criativo de renovar o antigo a partir do tradicional, o Zhuanshan Yingzao dedica-se a desconstruir e reconstruir a carpintaria tradicional em madeira. Utilizando o pensamento e as técnicas de design contemporâneos, o escritório busca transformá-la em uma “nova estrutura de madeira” que responda aos sistemas estéticos, processos de fabricação e demandas funcionais da atualidade, restabelecendo a conexão entre o ser humano e a natureza e promovendo um novo estilo de vida na era digital.
Mais do que um escritório de design: produtores de espaços culturais e paisagísticos Os projetos do Zhuanshan Yingzao distribuem-se por paisagens naturais exuberantes, abrangendo diferentes zonas climáticas, do tropical ao subtropical. A atuação do estúdio cobre todo o ciclo de vida da arquitetura — desde a pesquisa e desenvolvimento (P&D), design e fabricação inteligente até a execução da obra, curadoria, operação e reciclagem. Esculpir a paisagem, marcar o território.
Além da arquitetura: um ecossistema diverso e dinâmico Tendo a equipe de arquitetura como proponente e idealizadora, o Zhuanshan Yingzao reúne artesãos/ãs, engenheiros/as, artistas e outras mentes criativas. Por meio de um intercâmbio dinâmico e de rápida evolução, o grupo cria e opera produtos espaciais únicos que integram cultura e paisagem.
Criação nômade digital: um estilo de vida sob medida para a criatividade Além do escritório na Wukang Road, em Xangai, o Zhuanshan Yingzao possui estações de trabalho em destinos de destaque em Hainan e Anhui, oferecendo aos/às profissionais de criação um ambiente de trabalho de alta flexibilidade. Incentivamos a vida digital e a criação local, com uma imersão profunda na cultura e costumes regionais para inspirar novos projetos; o aprimoramento profissional se dá na prática diária em todas as fases dos projetos, permitindo que talentos floresçam por meio da troca constante de experiências entre profissionais afins.
Se você, assim como nós, deseja materializar seus ideais no território, junte-se à nossa equipe!
Nos últimos três anos, passamos de nos perguntar como viveremos juntos a duvidar se algum dia conseguiremos viver juntos.
Apesar do fim da pandemia de COVID-19, as transformações urbanas previstas como consequência dela ainda não se concretizaram. A polarização global e a agitação geopolítica nos mantêm concentrados em questões imediatas, ofuscando nossa visão de futuro.
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Chris Bosse fundou o escritório LAVA (Laboratory for Visionary Architecture) com seus sócios Tobias Wallisser e Alexander Rieck no mesmo ano em que o Watercube, o Centro Aquático Nacional dos Jogos Olímpicos de Verão de Pequim 2008, foi concluído. Bosse foi um dos principais designers do Watercube durante seu período na PTW Architects, em Sydney. Atualmente, o LAVA conta com cerca de 100 colaboradores distribuídos em quatro escritórios: Ho Chi Minh,Sydney, Stuttgart e Berlim. O escritório possui ainda duas filiais satélites em Honduras e em Parma, na Itália, lideradas por ex-associados. O portfólio de projetos abrange desde mobiliário, residências e hotéis até planos diretores, centros urbanos e aeroportos no Oriente Médio, América Central, Europa, Austrália e Vietnã.
Bradbury Works / [Y/N] Studio. Imagem cortesia de [Y/N] Studio
No contexto contemporâneo, o aquecimento global marcou um ponto de virada na forma como pensamos a arquitetura. Estamos testemunhando temperaturas recordes em nosso planeta e um cenário desafiador em muitas grandes cidades, caracterizado por ondas de calor e, em alguns casos, invernos mais rigorosos. Essas circunstâncias desencadearam um ciclo no qual a demanda por sistemas de aquecimento e resfriamento aumenta, o que, por sua vez, se traduz em custos de energia e de operação mais elevados para os edifícios.
Diante dessa situação, torna-se imperativo projetar edifícios energeticamente eficientes para reduzir tanto o impacto ambiental quanto os custos associados. Uma das estratégias para alcançar esse objetivo é planejar adequadamente a fachada que, atuando como uma espécie de pele do edifício, pode ajudar a reduzir a energia necessária para aquecimento e resfriamento. Nesse contexto, os painéis de policarbonato desenvolvidos pela Rodeca contribuem para a eficiência energética das edificações, além de proporcionarem uma construção leve, esbelta e de estética translúcida.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138297/ecologica-leve-e-esbelta-arquitetura-energeticamente-eficiente-com-policarbonato-translucidoEnrique Tovar
Montagem feita sobre o trabalho "Intentos por São Paulo: Ensaio Minhocão" de Julia Getschko
Após ao menos cinco anos de muitos croquis, desenhos, maquetes, leituras e cálculos, chega o momento dos alunos de Arquitetura e Urbanismo apresentarem seus trabalhos finais de graduação - chamados frequentemente de TCC, TFG ou Projeto de Final de Curso. Ao escolher o tema, os estudantes evidenciam projetos civis, urbanos ou teóricos que além de demonstrar que o estudante está apto para sua formação, também possuem uma grande importância por levantarem debates sobre o futuro de nossas cidades, do ambiente construído, da infraestrutura urbana, da mobilidade e tantos outros tópicos fundamentais para discutir e desenvolver o modo como habitamos o espaço.
https://www.archdaily.com.br/pt/1009040/os-melhores-trabalhos-de-conclusao-de-curso-em-2023-envie-o-seuArchDaily Team
Como é possível reduzir o consumo energético de nossas residências? Que estratégias em termos de projeto, materiais e/ou tecnologia podem ser desenvolvidas para alcançar o conforto interno e, ao mesmo tempo, combater a crise climática? Embora atingir a eficiência energética dependa, entre outros fatores, do estado de conservação das habitações, existem diversas estratégias voltadas para a implementação de energias renováveis, tecnologias de climatização, entre outras, que podem ser aplicadas levando em consideração as políticas governamentais, leis, regulamentos e normas de cada região.
Na arquitetura e no design, as tendências surgem devido a diversos fatores, como avanços tecnológicos, mudanças culturais, preocupações ambientais e considerações estéticas. Elas se manifestam por meio de preferências na escolha de materiais, cores e texturas, bem como nas formas de conceber e organizar os espaços.
No caso dos materiais, a presença de elementos naturais como o mármore dá vida ao estilo marmorizado, uma tendência versátil e atemporal que se destaca por conferir uma sensação de aconchego, naturalidade e sofisticação aos espaços. Alinhada às tendências contemporâneas de design de interiores, a Daltile desenvolve soluções de porcelanato polido como uma alternativa que conserva a versatilidade estética do mármore, porém com maior durabilidade e resistência.
Sejamos sinceros. O futuro da imm cologne tem sido alvo de especulações nos últimos tempos. Trata-se da feira internacional de mobiliário que tradicionalmente abre o calendário anual, servindo como bússola para o cenário do design nos doze meses seguintes. Como qualquer feira de negócios física, o evento precisou navegar por águas turbulentas: restrições da pandemia, uma macroeconomia instável e a contínua expansão de canais alternativos.
A indústria de arquitetura e construção passou por uma transformação com a integração de diversas ferramentas digitais, agora essenciais para o processo de design. A adoção dessas tecnologias tem efetivamente acelerado as operações, aprimorado a eficiência e elevado a qualidade do design. No entanto, essa mudança digital também gerou uma divisão digital que vai além da acessibilidade às ferramentas e softwares. Ela abrange o desafio crucial de integrar comunidades tradicionais e indígenas no contexto do desenvolvimento urbano. Será que a tecnologia avançada pode apoiar o crescimento da arquitetura vernacular? Será que as práticas construtivas indígenas podem encontrar um lugar na visão de um futuro digitalizado?
A palavra "rede" tradicionalmente remete à um entrelaçamento de fios. Na concepção contemporânea, entretanto, adquire um significado relacionado à conexão, colaboração e integração, seja de ideias, de pessoas ou de processos. Não por acaso, essas são justamente as diretrizes fundamentais do Rede Arquitetos, ateliê colaborativo de arquitetura fundado em 2011 na cidade de Fortaleza, Ceará, pelos arquitetos Bruno Perdigão, Epifanio Almeida, Igor Ribeiro e Bruno Braga. Atualmente, a equipe é liderada por Braga, Luiz Cattony e João Torquato e tem como princípio o trabalho coletivo, acreditando no encontro, e não na sobreposição de ideias, como estratégia para alcançar as melhores soluções.
O século XX marcou uma mudança definitiva no campo da arquitetura, à medida que o movimento modernista rompeu com os estilos tradicionais de construção e encorajou a experimentação e inovação. Com a ajuda de novos materiais e tecnologias, essa época representa um momento crucial na história da arquitetura, já que tanto as cidades quanto as técnicas de construção evoluíram em um ritmo sem precedentes. No entanto, muitas estruturas – que até hoje permanecem como testemunho – estão perto de completar cem anos de idade. O design austero dessas estruturas nem sempre são acolhidas pelo público, enquanto os princípios funcionalistas muitas vezes dificultam a adaptabilidade dos seus espaços interiores. Considerando que muitas vezes ocupam posições centrais dentro da cidade, há uma pressão crescente para demolir essas estruturas e reconstruir essas áreas completamente.
Certificações de construção sustentável podem desempenhar um papel crucial na mitigação das mudanças climáticas ao estabelecer critérios sólidos para fomentar práticas ecologicamente responsáveis na indústria da construção. Elas não apenas conferem visibilidade pública e monitoram o desempenho, assegurando a conformidade com regulamentações, mas também estimulam a redução do impacto ambiental, ao mesmo tempo em que recompensam edifícios que cumprem rigorosos padrões de sustentabilidade. Ao estabelecer níveis mais elevados de excelência em projetos e construções, essas certificações exercem influência na evolução dos códigos de construção, na capacitação dos profissionais e nas estratégias corporativas.
O desestímulo ao uso de carros particulares é uma medida fundamental para o enfrentamento às mudanças climáticas, melhoria da qualidade do ar e redução dos sinistros de trânsito. As cidades precisam encontrar maneiras de reduzir o tráfego e priorizar o bem-estar das pessoas, além de considerar os impactos ambientais e sociais do uso do automóvel, oferecendo opções de transporte que gerem menos emissões de carbono.
Recentemente, as zonas de baixa emissão (LEZ, na sigla em inglês para low emission zones) têm se tornado uma estratégia popular em diversas cidades do mundo e as ações implementadas nessas áreas são eficazes para as pessoas dependerem menos dos carros, a partir da oferta de alternativas de transporte mais limpas, econômicas e acessíveis.
https://www.archdaily.com.br/pt/1008042/o-que-e-uma-zona-de-baixa-emissaoITDP Brasil
Os painéis de concreto CPC são resultado da tecnologia de "concreto protendido com carbono", que teve sua origem em um extenso projeto de pesquisa realizado em colaboração entre a Universidade de Ciências Aplicadas de Zurique (ZHAW) e a empresa Silidur AG, sediada em Andelfingen. Esses painéis são reforçados com fios de carbono pré-tensionados, o que possibilita que sejam significativamente mais finos e leves, mantendo a mesma capacidade de carga dos painéis reforçados convencionais.
A abordagem inovadora da CPC na fabricação de painéis de concreto reduz o consumo de materiais em 75% e minimiza a pegada de carbono na produção de concreto. O ArchDaily entrevistou o Professor Josef Kurath, do Departamento de Design de Arquitetura e Engenharia Civil da Universidade de Ciências Aplicadas de Zurique (ZHAW), que desempenhou um papel crucial no desenvolvimento desses painéis de concreto. Na entrevista, discutimos sua perspectiva sobre a descarbonização na arquitetura e as motivações que impulsionaram a criação dos painéis da CPC. Além disso, comparamos o CPC com o concreto tradicional e as possibilidades de escalabilidade e acessibilidade no futuro.