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Cidade ativa: o que Amsterdã pode ensinar sobre saúde e mobilidade?

Uma cidade ativa é aquela que estimula seus habitantes a serem fisicamente ativos em seu cotidiano. Isso não quer dizer que ela almeja transformar os cidadãos em atletas olímpicos, mas que dispõe de espaços para ciclistas e pedestres se locomoverem com segurança e de infraestrutura adequada para que pessoas de todas as idades possam praticar esportes, se divertir e relaxar ao ar livre. Dessa forma, as atividades físicas, em maior ou menor intensidade, se tornam parte natural do dia-a-dia da população. 

O resultado positivo desse design ativo no espaço urbano é observado não apenas na melhoria da saúde física e mental dos cidadãos, mas também no aumento da atratividade da cidade e de sua vitalidade econômica. Atividades físicas são importantes para todos, de crianças à idosos. Sua prática contribui para o combate à depressão, propicia maior interação social e ocupação dos espaços públicos. Por outro lado, a ausência de atividades físicas contribui para o excesso de peso e a obesidade, o surgimento de doenças cardiovasculares e a diminuição da expectativa de vida nas cidades. 

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Sobre este autor
Cita: Urban Studies. "Cidade ativa: o que Amsterdã pode ensinar sobre saúde e mobilidade?" 27 Nov 2021. ArchDaily em Português. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/pt/970850/cidade-ativa-o-que-amsterda-pode-ensinar-sobre-saude-e-mobilidade> ISSN 0719-8906

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