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A religião da cidade: carros, transporte coletivo e Coronavírus

A religião é uma realidade exclusivamente humana. Assim como as cidades. À medida que emergimos de nosso isolamento, as cidades silenciosas e locais de adoração serão novamente humanizados, em comparação com a triste memória do que já foram.

Vamos nos recuperar dessa estranha realidade, a pandemia e, quando o fizermos, seremos forçados a responder a algumas questões. Antes deste século, o automóvel já foi visto como a forma como os americanos podiam criar uma nova realidade: uma enorme classe média que podia controlar sua vida usando a liberdade que os carros lhes davam para ir onde quisessem, quando quisessem e viver onde eles quisessem viver. Entretanto, antes do isolamento, essa visão do que os carros significavam para nossa cultura estava mudando - especialmente nas cidades.

O transporte público, a força vital de muitas cidades, é visto como um bem universal como a direção inevitável que toda a humanidade deve seguir. A crise climática significa que quanto mais pessoas viajam juntas, menos carbono é criado. Portanto, o transporte em massa foi uma resposta, até que seu uso infectou milhões de pessoas com o Coronavírus.

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Sobre este autor
Cita: Dickinson, Duo. "A religião da cidade: carros, transporte coletivo e Coronavírus " [The Religion of the City: Cars, Mass Transit and Coronavirus] 05 Mar 2021. ArchDaily em Português. (Trad. Sbeghen Ghisleni, Camila) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/pt/957839/a-religiao-da-cidade-carros-transporte-coletivo-e-coronavirus> ISSN 0719-8906

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