
As aglomerações, do ponto de vista natural, representam uma nucleação semelhante ao “modelo gravitacional”, onde os fluxos de energia e matéria seriam “otimizados”, através da aproximação e articulação – o centro urbano. Etimologicamente, como sabemos, pólis, do grego, indica o caráter coletivo e político da formação do espaço urbano.
Civitas, do latim, denota o caráter público, cívico, civilidade de uma sociedade organizada e regida por leis. A cidade, portanto, tem idealmente uma vocação coletiva e abrangente. Grande parte de seus problemas advêm do fato contraditório de serem predominantemente construídas por intermédio de decisões individualistas ou oligopolistas, desenhando os traços da chamada insustentabilidade (RIBEIRO, 2008).





