Complexidade e alta entropia: em que medida ainda é possível planejar a cidade no século XXI?

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As aglomerações, do ponto de vista natural, representam uma nucleação semelhante ao “modelo gravitacional”, onde os fluxos de energia e matéria seriam “otimizados”, através da aproximação e articulação – o centro urbano. Etimologicamente, como sabemos, pólis, do grego, indica o caráter coletivo e político da formação do espaço urbano.

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Civitas, do latim, denota o caráter público, cívico, civilidade de uma sociedade organizada e regida por leis. A cidade, portanto, tem idealmente uma vocação coletiva e abrangente. Grande parte de seus problemas advêm do fato contraditório de serem predominantemente construídas por intermédio de decisões individualistas ou oligopolistas, desenhando os traços da chamada insustentabilidade (RIBEIRO, 2008). 

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Sobre este autor
Cita: José Augusto da Silveira. "Complexidade e alta entropia: em que medida ainda é possível planejar a cidade no século XXI?" 08 Mar 2020. ArchDaily em Português. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/pt/934846/complexidade-e-alta-entropia-em-que-medida-ainda-e-possivel-planejar-a-cidade-no-seculo-xxi> ISSN 0719-8906

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