
Os anos 2020 chegaram, e a Geração Z anuncia sua chegada ao mundo com perspectivas ousadas e uma estética ainda mais audaciosa. Experimentando constantemente suas próprias identidades, esses jovens cresceram em uma internet repleta de opiniões e atravessaram o período caótico dos lockdowns da pandemia, trazendo consigo uma mudança cultural na qual formas orgânicas, elementos coloridos e padrões contrastantes dominam a arte, a mídia, a moda e o design de interiores. Esta tendência afasta-se do minimalismo outrora dominante, transformando a famosa frase de Robert Venturi em seu próprio lema: “menos é tédio”.
Transcendendo os algoritmos das redes sociais, estéticas complexas e densas atraem cada vez mais seguidores. Suas características marcam o ressurgimento de uma tendência cíclica: o maximalismo. Como o próprio nome sugere, o maximalismo consiste em aproveitar ao máximo todos os recursos, de tons e texturas a materiais e formas. No design de interiores, isso se traduz em espaços hiperpersonalizados e repletos de estímulos visuais. “Coisa boa nunca é demais”, afirma Ms. Pink, do estúdio Quirk & Rescue, resumindo perfeitamente a mentalidade maximalista.







