
A arquitetura não ilustra nem imita ideias nascidas da filosofia, da literatura, da pintura ou de qualquer outra forma de representação artística; mas, sim, constitui um modo de pensamento por direito próprio: o pensamento arquitetônico. Esse modo de discorrer, de fazer, necessita de suas próprias ferramentas como único meio para traduzir todas essas ideias em algo concreto, em algo real, capaz de se comunicar por si mesmo. Uma dessas ferramentas, talvez a mais indispensável, é o desenho.

