
A história do desenho arquitetônico é tão antiga quanto a própria arquitetura e desenvolveu-se ao longo de sua linha do tempo. Outrora diagramas, os desenhos eram tão grandes quanto os zigurates e as pirâmides, traçados na escala de um para um no próprio canteiro de obras. Hoje, por outro lado, são praticamente inexistentes como objetos tangíveis. Existem apenas como dados digitais salvos no espaço virtual. A despeito de sua longa história e drástica evolução, um único fato a seu respeito nunca mudou: foram e continuam sendo um meio, um dispositivo intermediário que visualiza uma ideia e atravessa uma jornada de aventuras antes de se materializar. Ainda assim, há sempre o risco de que o mesmo conjunto de desenhos de um/a arquiteto/a possa ser traduzido em diferentes interpretações arquitetônicas.
*Este artigo é um trecho de Nothing vs Everything — um artigo mais longo publicado originalmente em RZLBD HOPSCOTCH.
