
Ao longo da história da cidade, as edificações passam por mudanças de uso e de programa. Não teria como ser diferente, já que cada época possui suas questões e necessidades específicas. O tipo de moradia, a densidade demográfica em determinadas regiões e os novos comércios e serviços alteram a configuração da cidade, sem que as construções acompanhem as mudanças na mesma velocidade. Sendo assim, a requalificação – ou reabilitação – das construções não só fazem sentido, como também são necessárias.
Posto que a demolição completa da cidade para reconstrução é inviável e onerosa ambientalmente, as novas atividades passam a ocorrer nas construções existentes com adaptações e reformas, para que se atendam as novas demandas. Esse ponto tampouco é novidade na história das cidades. Contudo, alterações extensivas e mais contemporâneas – no sentido de atuais ao seu próprio tempo, independente de qual seja – oferecem soluções mais utilitárias e criativas para cada contexto.















