The Indicator: o que sobe não desce

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Todos nós sabemos o que o crítico de arquitetura Banksy pensa sobre 1 World Trade Center. Ele vergonhosamente o chamou de "shyscraper" em um artigo que o New York Times se recusou a publicar. Mas isso não impediu o artigo de circular e irritar moradores de Nova York. É possível encontrá-lo em seu site, ridicularizado para aparecer como uma manchete de primeira página.

Nele, ele escreve "Lembra uma criança muito alta em uma festa, deslocando desajeitadamente os ombros tentando não se destacar na multidão. É a primeira vez que vejo um arranha-céu tímido." É claro, isso não impediu o Council on Tall Buildings and Urban Habitat (CTBUH) de celebrá-lo recentemente como o edifício mais alto nos Estados Unidos da América. Uhull!

Mas quem se importa? Nova York tem muitas outras coisas acontecendo urbanisticamente e arquitetonicamente, que fazem a altura ser menos importante do que costumava ser, se não totalmente inútil. Intervenções de infraestrutura do tipo mais horizontal, como o High Line por exemplo, parecem mais significativas. Diante da complexidade urbana real e desenvolvimento desigual, buscar altura é simplista, enquanto os problemas reais permanecem pelas ruas, sem relação com direitos aéreos, vistas, ângulos de acesso a luz solar, e horizontes bloqueados. 

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Sobre este autor
Cita: Horton, Guy. "The Indicator: o que sobe não desce" [The Indicator: What Goes Up Does Not Come Down] 27 Jan 2014. ArchDaily em Português. (Trad. Helm, Joanna) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/pt/01-170560/the-indicator-o-que-sobe-nao-desce> ISSN 0719-8906

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