Esta entrevista, apresentada em parceria com PLANE—SITE, Jack Self—cocurador do Pavilhão Britânico na Bienal de Veneza de 2016—revela como o "fronte" da arquitetura britânica hoje em dia não é apenas uma crise imobiliária, mas "uma crise do lar". Ao apresentar provocadoramente "o banal", Self revela porquê a participação britânica na Bienal de Veneza de 2016 propõe cinco novos modelos para a vida doméstica, cada um curado pelo tempo da ocupação doméstica.
Veneza: O mais recente de arquitetura e notícia
Vídeo: Projetando através do tempo – Economia doméstica na Bienal de Veneza 2016
Zaha Hadid é tema de exposição em Veneza

Em celebração às quatro décadas da carreira de Zaha Hadid, a Fondazione Berengo receberá uma exposição com suas pinturas, desenhos e modelos que acontecerá no Palazzo Franchetti, construído no século XVI em Veneza, coincidindo com a Bienal de Veneza 2016. A exposição exibirá a gama completa dos trabalhos de Zaha, daqueles em construção àqueles jamais realizados. Entre os trabalhos mais antigos estão o Malevich’s Tektonic, uma proposta de ponte para o rio Tâmisa, que Hadid desenvolveu quando ainda era estudante da Architectural Association, além do Peak Club em Hong Kong, o Hafenstrasse em Hamburgo, os Grand Buildings em Londres, o masterplan Victoria City para Berlim e a Cardiff Bay Opera House.
Home Economics: Por dentro do Pavilhão britânico na Bienal de Veneza 2016
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Jack Self é arquiteto e escritor. Foi curador do Pavilhão britânico com Finn Williams e Shumi Bose. Home Economics foi comissionado pelo British Council.
Como parte da cobertura do ArchDaily Brasil na Bienal de Veneza 2016, apresentamos uma série de artigos escritos pelos curadores das exposições e instalações à mostra no evento.
Il Fondaco dei Tedeschi / OMA
12 coisas que você precisa ver na Bienal de Veneza 2016

Há uma enorme intensidade de informações, conhecimentos e ideias na Bienal de Arquitetura em Veneza este ano, intitulada Reporting From the Front. Com todos os editores executivos e editores-chefe do ArchDaily Inglês, Espanhol e Português reunidos em Veneza para a abertura - além do co-fundador David Basulto e do editor James Taylor-Foster, curadores do Pavilhão Nórdico -selecionamos este ano doze das nossas exposições favoritas que devem ser visitadas.
De volta ao Fronte Ignorado: Pavilhão Chinês revela seu tema para a Bienal de Veneza 2016

A comissão organizadora do Pavilhão da China na Bienal de Veneza 2016 (a Agência Internacional de Exposições China) revelou que a exposição será intitulada De Volta ao Fronte Ignorado, abordando temas em torno de "coisas e desenhos que incorporam tradições do passado e são duradouras." Baseado na premissa de que a arquitetura chinesa tem sido pioneira na modernização da nação das últimas três décadas, a exposição, que estará no Arsenale, pretende abordar como esses "desenvolvimentos geralmente se concentram apenas na nova fronteira 'futurista'." Edifícios 'espetaculares' e cidades são, em suas palavras, "erguidos uns após outros, e raramente tem um olhar para as coisas que passaram - antigas tradições e vida cotidiana."
RAAAF "recupera" o Giardini de Veneza com cobertura têxtil sobre os pavilhões nacionais

Poucas pessoas alguma vez já pararam para pensar como é o Giardini — o parque dos pavilhões nacionais na Bienal de Arte e Arquitetura de Veneza—durante o inverno. Na verdade, em épocas "fora de temporada", os jardins, geralmente, acabam ficando abandonados. RAAAF—um estúdio multidisciplinar de Amsterdam, em parceria com o arquiteto Marcel Moonen—propôs uma série de instalações com o intuito de "reivindicar valor a este espaço público" localizado no coração de uma cidade geralmente muito movimentada.
Seicheles fazem sua primeira aparição na Bienal de Veneza com a mostra "Between Two Waters"
A República das Seicheles fará sua primeira aparição na Bienal de Veneza com uma exposição intitulada Between Two Waters, Searching for Expression in the Seychelles. Com curadoria de Andrés F. Ramírez e exibindo trabalhos do escritório ADD.locus, a exposição será localizada de frente para o Grand Canal e "transportará os visitantes para o arquipélago composto por 115 ilhas - a nação menos populosa da África", explorando a identidade deste país e, ao mesmo tempo, investigando a arquitetura da vida cotidiana nestas ilhas paradisíacas.
Resultados do concurso 015 Projetar.org - Brasil em Veneza

O concurso 015 - Brasil em Veneza, promovido pela Projetar.org, propôs aos estudantes que projetassem um novo pavilhão brasileiro para a Bienal de Veneza. A proposta deveria ser símbolo nacional de fácil reconhecimento, tanto por estrangeiros quanto por brasileiros, em um dos mais importantes eventos internacionais de arquitetura e arte. O concurso contou com 110 projetos entregues de equipes compostas de participantes de diversos estados brasileiros.
6o. Curso Internacional de Extensão Universitária: um itinerário de estudos nas cidades de Veneza (Bienal de Arquietura), Hamburgo(e cidades do Emscher Park), Moscou e Sao Petrsburgo

O 6o. Curso Internacional de Extensão Universitária: um itinerário de estudos nas cidades de Veneza (Bienal de Arquietura), Hamburgo(e cidades do Emscher Park), Moscou e Sao Petrsburgo.
Divulgados os membros do júri da Bienal de Veneza 2016

O Conselho Administrativo da Bienal de Veneza, sob a recomendação de Alejandro Aravena, divulgou os nomes dos jurados da próxima Bienal de Veneza, que concederá o Leão de Ouro pela Melhor Participação Nacional, o Leão de Ouro pela Melhor Participação na Exposição Internacional Reporting From the Front, e o Leão de Prata para o Jovem Participante Promissor na Exposição Internacional Reporting From the Front. Eles também terão a oportunidade de premiar com menção especial mais uma participação nacional e dois participantes da exposição internacional.
Paulo Mendes da Rocha recebe o Leão de Ouro por sua trajetória

O Conselho de Diretores da La Biennale di Venezia, mediante recomendação de Alejandro Aravena, anunciou o arquiteto brasileiro, Prêmio Pritzker, Paulo Mendes da Rocha como o vencedor do Leão de Ouro por sua trajetória na 15ª Exposição Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza - Reporting From the Front. Citando a "eternidade" de seu trabalho, "tanto física quanto estilisticamente" como "o atributo mais marcante de sua arquitetura", o conselho também afirmou que "esta consistência surpreendente pode ser consequência de sua integridade ideológica e gênio estrutural."
Pavilhão russo na Bienal de Veneza 2016 examina a V.D.N.H. - Parque de diversões soviético de Moscou

A contribuição russa na Bienal de Veneza de 2016 será "um relato de como a V.D.N.H. (a 'Exposição das Realizações Econômicas Nacionais') — um complexo único, tanto em relação à escala, quanto à arquitetura — está sendo transformado em um espaço multifuncional educacional e cultural, acessível a todos. Intitulada V.D.N.H. Urban Phenomenon, a mostra examinará o significado global do parque, "dado que o mundo inteiro se preocupa com a questão de como desenvolver o potencial intelectual da sociedade e como criar mecanismos efetivos para uma assimilação cultural". Após a Bienal, a exposição será permanentemente relocada para a V.D.N.H. em Moscou.
The Pool: Exposição da Austrália na Bienal de Veneza 2016

Após o anúncio de que uma piscina - um dos maiores símbolos culturais da Austrália - fará parte da exposição australiana na Bienal de Veneza de 2016, mais informações foram reveladas sobre o que será apresentado.
De acordo com os organizadores, "oito líderes culturais importantes de diversas áreas foram selecionados para compartilhar suas próprias histórias, fazendo uso do elemento piscina como plataforma para explorar a relação entre a arquitetura e a identidade cultural australiana". São eles: os nadadores olímpicos Ian Thorpe e Shane Gould, o ecologista Tim Flannery, os estilistas Romance Was Born, os escritores Christos Tsiolkas e Anna Funder, o curador de arte indígena Hetti Perkins e o músico Paul Kelly.
Exposição "Time - Space - Existence" reune fotografias de Ricardo Oliveira Alves em Veneza

A Bienal de Arquitetura de Veneza é a exposição internacional de arquitetura de maior relevância a nível mundial, onde se juntam os nomes mais proeminantes e relevantes da área. Para a edição deste ano, a GAAF - Global Art Affairs Foundation - convidou o português Ricardo Oliveira Alves para contribuir com a área de fotografia de arquitetura, que pela primeira vez é englobada na exposição.
Ricardo é o único fotógrafo português a participar na exposição “Time - Space - Existence”, com curadoria da GAAF. Sua vasta experiência, sempre com uma perspetiva artística e criativa muito próprias de abordagem ao mundo arquitetônico, levaram-no a desenvolver projetos destacados, rendendo-lhe um A+ Awards por um de seus filmes ArchiLapse (timelapse de arquitetura) do projeto “The Fragrante House”.
Território sem chão: projetando no deserto do Saara

O pavilhão do Marrocos na 14ª Bienal de Veneza, intitulada Fundamentals, focou em especulações territoriais no deserto do Saara e tinha como título Inhabiting the Uninhabitable. Para a exposição, que foi a primeira aparição do país na Bienal de Veneza, o escritório parisiense OUALALOU+CHOI propôs uma estrutura urbana para o território desértico - "um modo de fixar raízes, estabelecendo urbanidade e civilização. O Saara, com suas condições geográficas e climáticas extremas, permanece um território inexplorado para a especulação arquitetônica."
Clássicos da Arquitetura: Palazzo Santa Sofia / The Ca d’Oro

A edificação implanta-se na margem norte do Grand Canal de Veneza, e a fachada de mármore esculpida evidencia seu esplendor original. O Palazzo Santa Sofia — ou o Ca D'Oro (Casa do Ouro) — como também é conhecido, é um dos exemplos mais notáveis da arquitetura gótica tardia veneziana, que combinou elementos existentes na arquitetura gótica, mourisca e bizantina em uma estética única, que simbolizava o império mercantil cosmopolita da República Veneziana. Construído para servir como residência do rico empresário e político veneziano Marin Contarini, o palácio passou por um grande número de proprietários e renovações durante sua vida útil antes de finalmente tornar-se um museu para a pintura medieval e escultura. [1]
Curadores revelam o tema do Pavilhão Báltico na Bienal de Veneza de 2016

O Pavilhão Báltico da Bienal de Veneza de 2016, representando a Estônia, Letônia e Lituânia, explorará os "esforços transformativos em andamento" que estão atualmente "reprogramando uma região inerte além das delimitações dos Estados-nação separados". Isso "pretende explorar o entorno edificado dos Estados Bálticos como um espaço compartilhado de ideias". Localizado no Palasport Arsenale Giobatta Gianquinto, projetado por Enrichetto Capuzzo, um pavilhão desportivo de arquitetura brutalista, situado perto do Arsenale, a exposição será também acompanhada por uma série de eventos correlatos que será apresentada através de um corte transversal do espaço Báltico, desdobrando-se com uma "estratégia não-linear".
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