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Tecnologia: O mais recente de arquitetura e notícia

De onde virá a inovação na arquitetura?

Agora, mais do que nunca, a arquitetura precisa de inovação. A pandemia nos fez repensar fundamentalmente o funcionamento de nossas cidades, espaços públicos, prédios e casas. Enquanto isso, os recentes protestos do Black Lives Matter e a justiça racial nos questionam sobre cumplicidade da arquitetura em questões socioeconômicas mais amplas. Esses desafios são prementes, e não podemos mais adiar as mudanças na arquitetura.

Como a digitalização e a construção remota mudarão nosso cotidiano na arquitetura?

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Arquitetos não constroem edifícios. Arquitetos fazem desenhos de edifícios. Mas é claro, alguém tem que construir o edifício. A indústria da construção é um dos maiores setores econômicos e todos interagimos diariamente com o ambiente construído, mas o trabalho real de obter um edifício do desenho à estrutura evoluiu pouco ao longo das décadas. Enquanto o restante do mundo esteja mudado para a Indústria 4.0, o setor da construção não acompanhou o ritmo. A arquitetura começou a adotar alguma digitalização. Afinal, a maioria de nós já não trabalha com compassos e nanquins sobre pranchetas. Assim, com o vínculo eterno do setor de arquitetura ao setor de construção, este último adotará alguns novos artifícios tecnológicos por associação? E quando isso acontecer, como isso mudará o papel do arquiteto?

Sistemas para projetar uma residência inteligente e "Contactless"

Sistemas para projetar uma residência inteligente e "Contactless" - Image 1 of 4Sistemas para projetar uma residência inteligente e "Contactless" - Image 2 of 4Sistemas para projetar uma residência inteligente e "Contactless" - Image 3 of 4Sistemas para projetar uma residência inteligente e "Contactless" - Image 4 of 4Sistemas para projetar uma residência inteligente e Contactless - Mais Imagens+ 10

Casas inteligentes (smart homes), a Internet das Coisas e as tecnologias Contactless (sem contato) tornaram-se parte indelével das indústrias de arquitetura e design de interiores, assim como iluminações e unidades AVAC (Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado) inteligentes, assim como alto-falantes como Alexa ou Google Home se tornando parte principal das residências mais modernas. À medida que novos dispositivos e sistemas concorrentes são lançados continuamente, listamos algumas das tecnologias domésticas mais populares desenvolvidas pela Lutron, juntamente com dicas de como integrá-las e escolher a mais adequada.

DigitalFUTURES

O evento chama-se DigitalFUTURES. Serão várias palestras de arquitetos sensacionais e workshops mto bacanas de arquitetura/design relacionados a bio-design / AI / VR/ VA com professores famosos da AA School, UCL Bartlett, ETH Zurique, ICD Stuttgart, Harvard GSD, UMichigan, UPenn, UCLA, SCI-Arc, Clemson, FIU, FAU, SUDT, RMIT, Angewandte, IAAC, CITA, Universidade Católica do Chile, NYU Shanghai, Universidade de Tongji, Sudeste, Code-It, Archi-Union e Zaha Hadid Architects, entre outros.

Visualizando o invisível: graficação de análises estruturais e de conforto

Quando falamos em visualização de arquitetura, logo imaginamos croquis, renderizações computacionais e desenhos. Isso porque quase sempre associamos o termo à graficação de ideias, a mostrar um projeto que ainda não está construído, seja para a validação de decisões estéticas e funcionais ou para entendimento do próprio cliente, muitas vezes não familiarizado com desenhos técnicos. Mas além além das camadas superficiais de materiais, planos, texturas e cores, ao concretizar um projeto o arquiteto precisa estar ciente de questões técnicas e invisíveis a olho nu, que poderão influenciar diretamente no projeto ou no uso futuro da edificação ocupada.

10 Projetos nos quais o BIM foi essencial

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A tecnologia BIM (Building Information Modeling) permite organizar de maneira estruturada e disciplinada o processo projetual ao manter num mesmo arquivo desenho, modelo e documentação de cada projeto. Seja através do ArchiCAD ou Revit, cada vez mais os escritórios migram para este tipo de ferramenta pelo auxílio que elas prestam aos arquitetos. Aqui, selecionamos dez obras, de distintas escalas, que foram realizadas através de softwares BIM.

Fabricação digital na arquitetura: onde chegamos e até onde podemos chegar

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Há alguns anos, a fabricação digital começava a despontar como uma das grandes novidades no cenário da arquitetura, prometendo transformar para sempre a nossa disciplina e a forma como construímos nossos edifícios. Embora esta revolução arquitetônica de facto ainda não tenha se materializado de forma definitiva, infinitas novas possibilidades parecem surgir a cada ano que passa, principalmente como resultado do trabalho árduo de pesquisadores e profissionais dedicados ao desenvolvimento de novas tecnologias voltadas à prática da arquitetura e construção. Portanto, neste exato momento, parece oportuno dedicarmos um pouco do nosso tempo para mapear esse avanços, apresentando aos nossos leitores uma perspectiva mais abrangente sobre como a tecnologia está transformando efetivamente a prática da arquitetura dia após dia. Este artigo procura cobrir algumas das principais abordagens que já estão começando a gerar resultados bastante concretos, transformando os processos de projeto e construção e contribuindo definitivamente para a redefinição do potencial da arquitetura, recontextualizando da nossa disciplina na era da informação.

Fabricação digital na arquitetura: onde chegamos e até onde podemos chegar - Image 1 of 4Fabricação digital na arquitetura: onde chegamos e até onde podemos chegar - Image 2 of 4Fabricação digital na arquitetura: onde chegamos e até onde podemos chegar - Image 3 of 4Fabricação digital na arquitetura: onde chegamos e até onde podemos chegar - Image 4 of 4Fabricação digital na arquitetura: onde chegamos e até onde podemos chegar - Mais Imagens+ 6

Categorias, famílias e tipos: Como os modelos BIM são compostos?

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Em várias ocasiões, ouvimos falar dos Modelos BIM (Building Information Modeling) e da variedade de oportunidades que elas trazem para o setor de AEC (Arquitetura, Engenharia e Construção). Mas como esses modelos BIM são compostos? Este artigo explica os componentes dos modelos e suas características com base em um padrão BIM, abordando a importância dos catálogos e bibliotecas BIM.

A Inteligência Artificial só poderá ajudar a arquitetura se fizermos as perguntas certas

A inclusão da Inteligência Artificial (IA) na indústria da arquitetura provocou muito debate nos últimos anos - ainda que pareça que poucos de nós saibam exatamente o que é ou por que essa tempestade de emoções foi criada. Há profissionais pesquisando sobre o tema que sabem mais do que eu, mas tenho experiência prática usando IA e algoritmos em meu cotidiano nos últimos 10 anos por meio de vários projetos. Esse é um dos desafios que nosso campo enfrenta. Como podemos fazer uso prático dessas novas ferramentas?

Uma arquitetura sem contato: Sensores e novas tecnologias para a vida diária em ambientes fechados

Nos últimos 30 dias, as buscas na Amazon para produtos sem toque, como dispensadores, torneiras e termômetros automáticos aumentaram em até 2000%. Enquanto a ansiedade sobre a disseminação do COVID-19 por contato em superfícies compartilhadas continua a atormentar, essas tecnologias oferecem uma solução potencial para escritórios ou empresas que lutam para permanecer operacionais sem aumentar o risco de propagação viral.

Uma arquitetura sem contato: Sensores e novas tecnologias para a vida diária em ambientes fechados - Imagem 1 de 4Uma arquitetura sem contato: Sensores e novas tecnologias para a vida diária em ambientes fechados - Imagem 2 de 4Uma arquitetura sem contato: Sensores e novas tecnologias para a vida diária em ambientes fechados - Imagem 3 de 4Uma arquitetura sem contato: Sensores e novas tecnologias para a vida diária em ambientes fechados - Imagem 4 de 4Uma arquitetura sem contato: Sensores e novas tecnologias para a vida diária em ambientes fechados - Mais Imagens+ 6

Do traço aos dados: 12 exemplos de fachadas paramétricas

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A digitalização dos meios de produção e os recursos tecnológicos ligados ao desenvolvimento de ferramentas cada vez mais sofisticadas impactam diretamente na prática contemporânea da arquitetura e do urbanismo. Pensar cidades e edifícios a partir do pressuposto digital representa grandes possibilidades de inovação em termos de desenho, otimização de recursos e processos, melhoria no desempenho e acompanhamento para manutenção de obras, entre outros aspectos. Muitas ferramentas estão disponíveis atualmente, e vão desde inteligência artificial à impressão 3D, passando por diversos artifícios que alteram os paradigmas da profissão e demandam uma nova postura na hora de projetar.

Inteligência artificial e gestão urbana: 7 aplicações práticas

O uso da inteligência artificial (AI) se embasa na ideia de otimizar, dinamizar e ampliar o alcance das mais diversas operações. Seus sistemas são programados para identificar padrões e, com isso, tornarem-se aptos à realizar previsões e ações com velocidade e acurácia. A eficiência dos modelos depende da quantidade e qualidade dos dados, que podem ser obtidos por aplicativos, câmeras, sensores etc. No âmbito urbano, a tecnologia baseada no uso da inteligência artificial tem sido vista como forma de aperfeiçoar o gerenciamento destes territórios, sobretudo daqueles mais densos e de maior extensão.

Repensando os espaços de trabalho na era do Big Data

No mundo altamente conectado em que vivemos hoje, a tecnologia influencia e impacta quase todas as decisões que tomamos. Big Data, Inteligência Artificial (IA), e a Internet das Coisas (IoT) têm aperfeiçoado nossas vidas no âmbito digital, nos ajudado a entender melhor os espaços em que vivemos. Além dos sistemas e equipamentos inteligentes que já fazem parte de nossa vida cotidiana – os quais foram sendo incorporados ao nosso dia-a-dia ao longo das últimas décadas –, uma série de outras tecnologias estão surgindo e prometem revolucionar também os nossos espaços de trabalho, as quais – mais cedo ou mais tarde –, também deveremos nos adaptar. Frequentemente, o objetivo dessas novas tecnologias é a otimização de todos os processos, fornecendo dados para que as empresas possam tomar decisões mais acertadas e compreendendo melhor o fluxo de trabalho de seus funcionários.

7 Questões que estão moldando as cidades do futuro

7 Questões que estão moldando as cidades do futuro - Imagem de Destaque
Hong Kong . Image Courtesy of Soledad Sambiasi

Até 2050, a população mundial deverá ultrapassar os 10 bilhões de habitantes, fazendo a superlotação das cidades uma das questões mais prementes da atualidade. A análise de dados, os algoritmos de aprendizado de máquinas, o desenvolvimento de novos sistemas de transporte e a rápida evolução das novas tecnologias estão causando um impacto cada vez maior na maneira com que as pessoas se relacionam com o espaço urbano, algo que influenciará decisivamente o futuro das nossas cidades, e em maior medida, a vida de todos nós.

Smart Cities abrindo o caminho para um futuro inteligente

O movimento smart ganhou força e gerou agitação na última década, mas apesar de todo o hype, o que é uma cidade inteligente? Os princípios por trás de sua definição, e objetivos soltos têm sido bastante inconsistentes. Enquanto alguns afirmam que o sistema deve ser baseado na digitalização de todos os aspectos urbanos, outros argumentam que o aumento na coleta de dados pessoais é o único método para melhorar o estilo de vida urbana. Para uma pessoa, o mundo digital pode ser o paraíso na Terra, já para a outra, tecnofóbica, praticamente o dia do juízo final. Além da mera definição dessas cidades, qual o papel dos arquitetos e pesquisadores na criação desse cenário futurista, ainda pouco identificado? Assim como Corbusier definiu a casa como uma máquina para morar, é hora de redefinirmos como nossos edifícios podem abandonar o exterior passivo, e se tornarem verdadeiras máquinas de trabalho, como sempre deveriam ter sido.

O que esperar dos interiores do futuro

Em 2018, a ONU divulgou um artigo afirmando que 55% da população mundial já vivia em áreas urbanas, prevendo que em 2050 esse percentual chegará a 68%. Essa tendência à maior urbanização traz consigo várias implicações em relação à degradação ambiental e à desigualdade social. De acordo com a National Geographic, o crescimento urbano aumenta a poluição do ar, põe em perigo as populações de animais, promove a perda de cobertura urbana de árvores e aumenta a probabilidade de catástrofes ambientais, como inundações repentinas. Esses riscos à saúde e fenômenos catastróficos podem ter maior probabilidade de afetar as populações mais pobres, pois as cidades maiores geralmente demonstram taxas mais altas de desigualdade econômica e o crescimento descontrolado tende a produzir distribuições desiguais de espaço, serviços e oportunidades.

Para mitigar esses efeitos negativos da urbanização, arquitetos vêm priorizando cada vez mais a sustentabilidade e a maximização do espaço disponível - permitindo que mais pessoas ocupem menos espaço com uma área menor.

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MVRDV e Airbus apresentam projeto inovador que pretende transformar a mobilidade urbana de nossas cidades

Em parceria com a Airbus, a Bauhaus Luftfahrt, a ETH Zurich e a Systra, o MVRDV está desenvolvendo um projeto piloto para a Urban Air Mobility (UAM), uma iniciativa voltada a criação de um sistema de transporte aéreo seguro e eficiente que pretende transformar para sempre o mercado de transporte de bens e pessoas em nosso planeta. Como a culminação de uma extensa pesquisa, a Urban Air Mobility é uma iniciativa que pretende dar forma a um novo conceito de mobilidade urbana.

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A impressão 3D pode ser considerada artesanal?

A impressão 3D pode ser considerada artesanal? - Image 1 of 4A impressão 3D pode ser considerada artesanal? - Image 2 of 4A impressão 3D pode ser considerada artesanal? - Image 3 of 4A impressão 3D pode ser considerada artesanal? - Image 4 of 4A impressão 3D pode ser considerada artesanal? - Mais Imagens+ 8

O artesanal está de volta. Uma reivindicação dos ofícios frente à produção industrial em massa que caracterizou o século XX, refletida em uma nova sensibilidade às matérias-primas, na recuperação de técnicas locais e na defesa dos pequenos comércios. Materiais como a terra e a cerâmica, os têxteis e a madeira têm sido revalorizados por designers, artistas e arquitetos ao redor do mundo, em busca de seu próprio estilo e da representação da nostalgia coletiva.