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Sustentabilidade: O mais recente de arquitetura e notícia

Espaços comuns: Urbanismo, Sustentabilidade e a arte do Placemaking

O movimento sustentável está à beira do auge do sucesso, embora ainda há muito a ser feito para promover a cooperação e o investimento com o objetivo de enfrentar as emissões de carbono e as mudanças climáticas. A proliferação das considerações sobre o meio ambiente abarcaram quase todos os aspectos da vida cotidiana. Enquanto a maioria das pessoas de nossa sociedade hesitariam em se qualificar como ambientalistas, é inegável que há um crescente aparecimento da beleza natural e um desejo de harmonia para nosso desenho urbano. Sobre tudo, há um desejo básico de viver, agora e no futuro, em um lugar seguro, feliz e saudável. Em nenhuma parte isto é mais evidente do que no processo de projeto para a renovação dos espaços públicos, o que está se convertendo em uma atividade mais inclusiva e dirigida para e pela comunidade, com a finalidade de outorgar um grande benefício para o planeta e a população.

Bastidores da Última Torre do OMA com o Consultor de Sustentabilidade Arpan Bakshi

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Bastidores da Última Torre do OMA com o Consultor de Sustentabilidade Arpan Bakshi - Image 7 of 4
Essence Financial Building. Image © OMA

No mês passado, informamos sobre vencedor da OMA última competição: o Edifício Essência Financeiro, um edifício que OMA parceiro David Gianotten descrito como "uma nova geração de torre de escritórios" para a cidade de Shenzhen, na China. Para falar conosco por meio de recursos do edifício de ponta sustentáveis​​, falamos com Arpan Bakshi, um arquiteto, engenheiro e Gerente de Sustentabilidade no YR & G, os consultores da OMA de sustentabilidade, que conduziu o projeto ambiental para o projeto.

Saiba mais sobre o Edifício Essência Financeiro, abordagem colaborativa da OMA, e vistas Bakshi sobre o futuro do design sustentável - para a China e para o mundo - após o intervalo ...

Arup os Arranha-céus de 2050

Estima-se que até 2050, 75% da população mundial - que será de 9 bilhões - viverão nas cidades. A expansão urbana já é problemática e os planejadores são confrontados por novos desafios como o de construir verticalmente e não para o horizonte. Além disso, as cidades são cada vez mais confrontadas por mudanças climáticas, escassez de recursos, custos crescentes de energia e ainda a possibilidades de futuros desastres naturais ou provocados pelo homem. Em resposta a estas questões, a Arup propôs a sua visão de um edifício urbano na cidade do futuro.

Em sua proposta, intitulada "Está Vivo!", eles imaginam um ecossistema urbano de edifícios conectados e "vivos", que não só criam espaços, mas também criam um ambiente. De acordo com a Arup, edifícios do futuro não irão apenas produzir e consumir energia, mas irão fornecer aos seus ocupantes ar puro e água limpa.

Mais informações da visão da Arup

Toronto: nove passos para efetivamente diminuir as emissões de CO2

Toronto começa a esboçar políticas para redução das emissões de gases de efeito estufa nas próximas décadas. As autoridades da cidade propuseram: tornar mais “verde” a rede elétrica, proibir as lâmpadas incandescentes, promover a construção de tetos verdes em edifícios comerciais e a ampliação de normas mais restritas de eficiência energética para a construção civil. Quanto aos transportes, pretende-se ampliar a rede de ciclovias e a infraestrutura de ruas e rodovias, tudo isso enquanto antecipa que os veículos elétricos serão mais comuns.

Projeto "Hydropolis": Uma cidade aquática para o vale do Nilo, Egito

O projeto “Hydropolis” foi projetado pelas estudantes MArgauxLeycuras, Marion Ottmann e Anne-HinaMallette, da escola de arquitetura de Nantes, e ganhou recentemente um dos prêmios do concurso organizado pela Fundação Jacques Rougerie. “Hydropolis” é uma cidade aquática localizada no Vale do Nilo, Egito, que pretende explorar a seu favor o fenômeno do aumento do nível das águas ao invés de sofrer as consequências e reagir posteriormente.

Mais imagens e a descrição do projeto dada pela equipe de projeto, a seguir.

Nova tecnologia sustentável: Tijolos com papel reciclado

Pesquisadores da Universidad de Jaén, na Espanha, estão desenvolvendo um protótipo de tijolo composto por uma mistura de argila com resíduos de celulose. O resultado é um bloco resistente, de baixa condutividade térmica, com qualidades isolantes, econômico e de baixo impacto ao meio ambiente.

A indústria papeleira gera toneladas de resíduos todos os anos - em 1991, 27% dos resíduos tóxicos e perigosos na Espanha procediam desse ramo industrial, hoje em dia este número aumentou - é por isso que os pesquisadores investigam a possibilidade de unir ao material cerâmico os resíduos da celulose que provem das fábricas de papel - reciclado, neste caso - assim como os resíduos líquidos procedentes da depuração de suas águas residuais e gerar, desta forma, uma solução estrutural que é ao mesmo tempo econômica e ambientalmente correta.

Agricultura Urbana: Por uma “Agri-puntura” Urbana

Algumas semanas atrás, Michael Kimmelman do The New York Times abordou um problema comum à arquitetura e ao urbanismo. Diz-se assim: Era uma vez na década de 1990 a cidade de Medellín, na Colômbia, conhecida como "a capital mundial dos homicídios". Então, através dum planejamento urbano os bairros mais pobres foram conectados a cidade. Com esta medida, os índices de criminalidade despencaram e contra todas as probabilidades, a cidade se transformou.

Na verdade, sim e não.

Nascido para Observar / Glenn Murcutt

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Cynthia Davidson: O que “sustentável” significa pra você, especialmente com respeito ao seu trabalho?

Glenn Murcutt: É manter ou seguir levando; continuar. Coisas vivas podem ser sustentáveis se permitidas crescerem em equilíbrio com outros organismos e não consumirem em índices maiores do que é sustentável, como normalmente fazemos quando fazemos super-colheitas ou intoxicamos a terra. Nós não nos planejamos adequadamente para o futuro. Os povos aborígenes australianos têm a cultura mais longa  e contínua registrada no planeta. Eles sobreviveram por ao menos 40.000 anos –não através de competição, mas sim através de cooperação; trabalharam com a terra e não contra ela. Os povos aborígenes tradicionais têm vivido e trabalhado de maneira muito sustentável.

Concreto biológico para muros verdes

O Grupo de Tecnologia de Estruturas da Universidade Politécnica da Catalunha desenvolveu uma espécie de concreto que tem a capacidade de fazer crescer naturalmente organismos vegetais.

Proposta Vencedora da Praça do Mercado Sustentável / TomDavid Architects

© Cortesia de TomDavid Architects

Publicação: “Reclaim – Remediate Reuse Recycle”

Nesta semana, apresentamos uma publicação que é uma compilação de projetos urbanos de diferentes partes do mundo que têm sido parte de processos de reconversão de áreas que estavam abandonadas e que graças à gestão das autoridades, se posicionaram como lugares de encontro e entretenimento. Por exemplo, no espaço residual entre as linhas do trem que une Queens a Manhattan, em Nova York, se criou uma praça pública com jardins e áreas de descanso. Outro caso exposto é o que se desenvolveu no parque Cantinho do Céu em São Paulo, Brasil, onde se construiu uma rede de esgotos que evitou que as vias de circulação para ciclistas e pedestres fossem inundadas. Isto é só um resumo dos 82 casos presentes no livro, cada um classificado em um processo “RE” particular – seja de regeneração de territórios, reutilização de edifícios ou reciclagem de materiais – que altera a análise e discurso linear tradicional dos projetos de arquitetura urbana. 

2º Lugar: Praça do Mercado Sustentável / PMG Architects

© Cortesia de PMG Architects

“Urbanismo Ecológico”: Um aplicativo para “prever” o futuro das cidades

Solar Loop / MenoMenoPiu Architects + Paolo Venturella

© +imgs

Por incrível que pareça, a Suécia está sem lixo!

Participação do Cidadão: uma utopia para fazer cidade?

Intervenção urbana: ‘Cinema Centípede’ / Guimarães - Portugal

Seis Projetos de Interesse Público vencedores de SEED Awards