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Sustentabilidade: O mais recente de arquitetura e notícia

Greenbuilding Brasil 2022

Conferência Internacional do Green Building Brasil tem inscrições gratuitas, começa no dia 21 e terá dezenas de conteúdos abertos aos participantes.

Software de simulação de pedestres para projetos centrados no ser humano

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De smartphones a foguetes espaciais e carros autônomos, o poder da tecnologia nesta era digital moderna é enorme (e praticamente ilimitado). Isso impactou todos os aspectos de nossas vidas e continuará a abrir possibilidades que hoje não podemos nem vislumbrar. Quando aplicada de maneira social e ambientalmente responsável, a tecnologia tem o poder de melhorar a produtividade, a comunicação e a sustentabilidade, permitindo que as comunidades globais funcionem com eficiência, atendendo às necessidades cotidianas das pessoas e melhorando sua qualidade de vida. Simplificando, a boa tecnologia serve para a humanidade. E, assim como as indústrias de saúde ou manufatura aproveitaram isso, o mundo da arquitetura, design e construção não pode ficar para trás.

O que é arquitetura “cradle to cradle”?

O termo “cradle to cradle” foi cunhado pelo arquiteto estadunidense William McDonough e pelo engenheiro químico alemão Michael Braungart em seu livro-manifesto Cradle to Cradle: Remaking the Way We Make Things, lançado em 2002. Trata-se de uma teoria que não é meramente arquitetônica, mas se aplica em qualquer produto, promovendo uma abordagem biológica à fabricação na qual os componentes são considerados nutrientes em um “metabolismo saudável”.

Quais materiais podem promover a saúde na arquitetura de interiores?

Estatísticas recentes sugerem que, se alguém vive até os 80 anos, cerca de 72 desses anos serão gastos dentro de edifícios. Isso faz sentido se tivermos em mente que, quando não estamos em casa, os humanos estão trabalhando, aprendendo ou se envolvendo em atividades divertidas principalmente em ambientes construídos. Contemplando eventos atuais, no entanto, esse número deve crescer. Em um mundo cada vez mais caótico e incerto, marcado pelos efeitos contínuos das mudanças climáticas e pela pandemia global, o desejo de permanecer dentro de casa em um ambiente protegido, controlado e pacífico está mais forte do que nunca. Os arquitetos enfrentam um desafio importante: criar interiores confortáveis, produtivos e saudáveis ​​com parâmetros bem regulamentados, considerando fatores como qualidade do ar interno, luz natural e características biofílicas dos estágios iniciais do design. Obviamente, isso envolve a escolha de materiais de maneira sensível e adequados, seja evitando certos componentes prejudiciais à saúde ou integrando produtos atóxicos que acalmam e promovem o bem-estar.

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O que Lula e Bolsonaro dizem sobre cidades, habitação, sustentabilidade e meio ambiente

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Foi por pouco, mas o primeiro turno das eleições para Presidente da República infelizmente não bastou para definir quem será o próximo líder político do país e os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores, e Jair Bolsonaro, do Partido Liberal, receberão mais uma vez o voto popular no próximo dia 30 de outubro.

O próximo Presidente terá, entre muitas outras, a tarefa de oferecer aporte federal ao desenvolvimento das cidades brasileiras — local onde vivem cerca de 87% da população do país. Visando contribuir com o debate e, se a tarefa couber ao ArchDaily, ajudar os indecisos a se resolverem, reunimos a seguir as propostas de ambos os presidenciáveis para o futuro das cidades, de acordo com seus respectivos planos de governo, considerando temas como habitação, infraestrutura, transporte, cultura, sustentabilidade, meio ambiente e energia. 

MAST projeta sistema modular sustentável de arquitetura flutuante

O Danish Maritime Architecture Studio MAST desenvolveu o projeto "Land on Water", um sistema que oferece uma solução adaptável para construir quase tudo na água: casas flutuantes, acampamentos, até mesmo pequenos parques e centros comunitários. O projeto é uma resposta ao reconhecimento da elevação do nível do mar e do aumento dos riscos de inundações urbanas, o que levou a um crescente interesse em adaptar a arquitetura para ser construída sobre a água. O "Land on Water" propõe uma solução flexível e sustentável, um ponto de partida para as soluções anteriores, que se provaram serem de difícil adaptação, transporte e estão frequentemente utilizando materiais insustentáveis, tais como fundações de concreto preenchidas com poliestireno ou pontões plásticos. O projeto é desenvolvido com o apoio de Hubert Rhomberg & venture studio FRAGILE.

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Declaração de San Marino para arquitetura sustentável e inclusiva recebe assinaturas de Norman Foster e Stefano Boeri

Embora as Nações Unidas venham incitando arquitetos, engenheiros e modeladores de cidades a colocar a agenda de 2030 e os ODS em ação, e pesquisas do IPCC tenham revelado intensificação das mudanças climáticas, provocando ampla discussão sobre ações insuficientes, a 83ª sessão da Comissão Econômica das Nações Unidas para a Europa - Comitê de Desenvolvimento Urbano, Habitação e Gerenciamento de Terras da UNECE, que ocorre em San Marino, acaba de emitir uma declaração especial sobre "como construir cidades melhores, com mais segurança, mais inclusão e mais resiliência", à frente da COP27. Este conjunto de “Princípios para Design e Arquitetura Urbana Sustentáveis e Inclusivos”, ou Declaração de San Marino, reuniu as assinaturas de Norman Foster e Stefano Boeri.

Como ocorre a mudança de hábitos – e o que isso tem a ver com mobilidade sustentável

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É notório que cidades em todo o mundo precisam empreender esforços para que mais pessoas optem pelos meios mais sustentáveis de transporte – a caminhada, a bicicleta e o transporte coletivo – em detrimento de carros e motos. Mas o que nos leva a escolher um meio de transporte em vez de outro? Quais fatores estão por trás da nossa escolha? Será que são, de fato, decisões conscientes ou apenas “hábitos automáticos”? Compreender este processo é passo importante na promoção de ações para a mobilidade sustentável.

"Todo projeto é uma boa oportunidade": entrevista com Estúdio 41

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Estúdio 41 é um nome frequentemente visto em listas de vencedores de concursos de projetos pelo Brasil. Sediado em Curitiba, é um escritório de arquitetura criado pela colaboração entre arquitetos formados na UFPR, e que tem investido energia em desenvolver propostas para concorrências, onde questionamentos, experimentações e inovações encontram terreno fértil. O que impressiona é que a equipe formada por João Gabriel Rosa, Martin Kaufer Goic, Eron Costin, Emerson Vidigal e Fabio Henrique Faria tenha um índice de sucesso expressivo, com obras como a Estação Antártica e a Sede da Fecomércio já construídas.

"Todo projeto é uma boa oportunidade": entrevista com Estúdio 41 - Image 1 of 4"Todo projeto é uma boa oportunidade": entrevista com Estúdio 41 - Image 2 of 4"Todo projeto é uma boa oportunidade": entrevista com Estúdio 41 - Image 3 of 4"Todo projeto é uma boa oportunidade": entrevista com Estúdio 41 - Image 4 of 4Todo projeto é uma boa oportunidade: entrevista com Estúdio 41 - Mais Imagens+ 9

Duas cidades brasileiras buscam abordagens locais inovadoras para a crise climática

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A mitigação das mudanças climáticas e a adaptação aos riscos gerados por eventos extremos mais frequentes demandam uma transformação rápida e radical das cidades de todo o mundo, uma vez que elas são responsáveis pela maior parte das emissões globais de gases de efeito estufa. Os impactos de um clima em transformação, no entanto, não são compartilhados de modo uniforme por todas as cidades, e quem sente os seus efeitos mais intensos são justamente as populações mais vulnerabilizadas. Para transformações urbanas de baixo carbono inclusivas e adaptadas aos diferentes contextos urbanos, é necessário aproximar a agenda global do clima à escala local – às pessoas que vivem e conhecem os seus territórios.

10ª Bienal de Arquitetura de Roterdã explora passado e futuro das mudanças climáticas

"It’s About Time", a 10ª edição da Bienal de Arquitetura de Rotterdam, é um manifesto de sete semanas que mostra cursos realistas em direção a um futuro habitável em um momento em que as consequências das mudanças climáticas estão se tornando cada vez mais aparentes. Há meio século, as consequências das mudanças climáticas foram previstas no relatório Os Limites do Crescimento, de 1972. Ele descreve as possíveis consequências de um aumento exponencial da população, da produção agrícola e da extração de recursos. O relatório é visto por muitos como o início da conscientização ambiental. A Bienal de Arquitetura de Roterdã tem como objetivo colocar essas mudanças em perspectiva, olhando tanto para o passado quanto para o futuro possível.

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“Taxação” de energia solar passa a valer em janeiro

Em janeiro deste ano, um marco legal para a microgeração e a minigeração distribuída de energia foi instituído na forma da Lei 14.300/2022. O texto garantiu que as antigas regras do setor fossem mantidas até 2045 para quem já possuía a instalação solar e para novos clientes no período de 12 meses. Agora, a três meses para acabar o ano, o assunto volta à tona, pois o prazo para garantir, por exemplo, a isenção de alguns componentes tarifários está prestes a terminar.

Paisagismo em cafés: 10 projetos que integram o verde à arquitetura

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Seja para um momento de pausa, descontração ou até mesmo para um wifi gratuito, as cafeterias costumam abrigar uma série de situações que envolvem mais que apreciar uma xícara de café. Um lugar tranquilo e agradável, que além de tudo ofereça uma boa bebida quente, é um grande atrativo para quem busca por uma cafeteria para passar algumas horas.

Nesse sentido, um projeto paisagístico que integre o verde a estes ambientes pode aumentar significativamente o conforto dos clientes, ao amenizar temperaturas e oferecer uma barreira contra a poluição atmosférica, sonora e visual. Além disso, após as restrições impostas pela pandemia de Covid-19, espaços abertos, com ventilação natural e jardins passaram a ser prioridades para muitos projetos, inclusive cafeterias.

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Brasileiro desenvolve a primeira telha hidropônica do mundo em escala comercial

A vontade de simplificar e criar novas formas para levar mais verde às construções e cidades foi o que motivou o engenheiro agrônomo Sérgio Rocha a criar a Kaatop, uma telha hidropônica onde é possível cultivar diversas espécies de plantas. O lampejo para a criação da telha veio da atuação profissional no desenvolvimento de telhados verdes e jardins suspensos. Há mais de 10 anos trabalhando no ramo, o agrônomo percebeu como as técnicas e sistemas disponíveis no mercado eram difíceis de ganhar espaço nas obras.

Dia Mundial da Arquitetura 2022: projetando para o bem-estar e promovendo espaços para todos

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A primeira segunda-feira de outubro de cada ano marca o Dia Mundial da Arquitetura e o Dia Mundial do Habitat. Celebrados simultaneamente, buscam lançar luz sobre o ambiente construído e seus desafios, assumindo um tema diferente a cada nova edição. Este ano, através do Dia Mundial da Arquitetura, a UIA aposta na “Arquitetura para o bem-estar”, alinhada com a designação de 2022 como o Ano UIA do Design para a Saúde em edifícios e cidades. Paralelamente, o Dia Mundial do Habitat da ONU está centrado em “não deixar ninguém para trás”, e visa abordar para o problema da desigualdade e desafios nas cidades e assentamentos humanos em decorrência da pandemia de Covid-19, das mudanças climáticas e de conflitos de todo tipo.

Apresentando o Outubro Urbano, 31 dias para promover um futuro urbano melhor, o Dia Mundial da Arquitetura e o Dia Mundial do Habitat impulsionam os debates sobre sustentabilidade urbana. Posicionando-se no debate, o ArchDaily participa promovendo conteúdos que abordam os principais tópicos dessas datas, conscientizando, apresentando soluções, engajando a comunidade internacional e empoderando aqueles que fazem arquitetura para melhorar a qualidade de vida das pessoas.

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Casa é impressa com terra, babosa e clara de ovo em sete semanas

Unindo novas e velhas técnicas construtivas, os pesquisadores do Instituto de Arquitetura Avançada da Catalunha (IAAC) ergueram uma pequena estrutura de terra com impressão 3D. É o primeiro projeto do tipo realizado na Espanha.

“Trata-se de um protótipo que representa a ponte entre o passado – arquitetura vernacular de barro – e o futuro – tecnologia de impressão 3D em larga escala – que não só servirá para mudar a arquitetura do futuro, mas também será muito útil para enfrentar o clima atual e a crise habitacional em todo o mundo”, afirma o Instituto.

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Como as cidades podem adquirir madeira de origem sustentável

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O espaço ocupado pelas construções nas cidades tem crescido rapidamente. Em todo o mundo, a área ocupada pelo piso de edifícios pode dobrar até 2060. Construir e manter a infraestrutura urbana exige quantidades significativas de energia e recursos materiais. Dessa forma, a maneira como as cidades constroem – e com quais materiais – exerce um impacto sobre até que ponto as metas de sustentabilidade são atingíveis ou mesmo realistas. As cidades precisam se certificar de que estão usando materiais de baixo impacto para o planeta e que possam ser renovados. Esse cenário aponta uma oportunidade para a madeira.

Florestas conservadas e restauradas melhoram a qualidade da água de Campinas e região

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A Região Metropolitana de Campinas é um dos maiores centros urbanos do país. Com mais de três milhões de habitantes e um PIB superior a R$ 150 bilhões por ano, é uma das regiões econômicas mais dinâmicas do Brasil.

Porém, ao mesmo tempo, trata-se de uma área vulnerável à mudança climática. O aumento da mancha urbana e a crescente demanda por água na região colocam Campinas no mapa das áreas com alto risco de déficit hídrico, segundo a ferramenta Aqueduct, do WRI.