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South Korea: O mais recente de arquitetura e notícia

Subindo em espiral: 6 projetos que utilizam rampas helicoidais para circulação vertical

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Na maioria dos projetos de arquitetura, a circulação vertical é expressa como um elemento puramente funcional, oculta atrás de portas corta-fogo ou de um poço de elevador. No entanto, por vezes as equipes de arquitetura também recorrem a espirais para resolver variações de cota no terreno. Na escala adequada, esses elementos permitem uma expressão formal mais artística que atende a propósitos utilitários e estéticos, sem a necessidade de elevadores ou caixas de escada. Sistemas estruturais como treliças metálicas em balanço e lajes de concreto armado permitem que esses elementos helicoidais se projetem para fora como coberturas de entrada abrigadas ou se desenvolvam em torno de átrios centrais abertos. Funcionalmente, esses caminhos de circulação podem se expressar de diversas maneiras: como escadas, a exemplo do Palácio do Itamaraty em Brasília, ou como rampas, que oferecem a possibilidade de mitigar barreiras de acessibilidade para as pessoas que visitam o local. Em ambos os casos, o desenho helicoidal proporciona transições suaves entre os diferentes níveis de piso, ao mesmo tempo que mantém linhas de visão desimpedidas em todo o programa.

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Escapando dos sistemas: arquitetura além do território conhecido

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As cidades dependem de sistemas que já existem ao seu redor. Quando se projeta sobre a água ou além da Terra, esses sistemas deixam de estar disponíveis. Sem um solo firme ou redes próximas de energia, água, transporte e resíduos, a arquitetura precisa assumir funções que, em condições normais, seriam fornecidas pela estrutura urbana mais ampla.

A motivação para ir além do território conhecido também varia de um projeto para outro. Nas Maldivas, construir sobre a água responde à vulnerabilidade das terras existentes. Em Busan, o desenvolvimento flutuante abre uma nova direção para a expansão urbana. Na Lua, por sua vez, o desafio é absoluto: simplesmente não existe infraestrutura prévia à qual se conectar.

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Microecossistemas: A resposta da Coreia do Sul ao morar de uso misto em alta densidade

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Com mais de 80% de sua população vivendo em centros urbanos e uma densidade nacional que supera 500 pessoas por quilômetro quadrado — chegando a mais de 15.000 em Seul —, a Coreia do Sul enfrenta uma disputa acirrada por terras aproveitáveis. Diante disso, a arquitetura contemporânea sul-coreana oferece exemplos contundentes de intervenções de uso misto que lidam com lotes urbanos estreitos para articular engajamento público e utilidade de alta eficiência. Ao sobrepor verticalmente programas distintos, integrando centros de arte pública, sedes corporativas e polos comerciais a funções residenciais e outras atividades, esses empreendimentos multifacetados transformam restrições espaciais em interfaces urbanas dinâmicas.

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O edifício como escultura: 5 projetos de museus não construídos enviados pela comunidade do ArchDaily

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O conceito de museu historicamente suscita reflexões sobre identidade, representação e estruturas institucionais. Atualmente, os museus são concebidos como espaços cada vez mais complexos, que combinam áreas de exposição com outras funções culturais e educativas, estimulando o engajamento cívico, a experimentação artística e a responsabilidade arquivística. Ao longo deste ano, inúmeros projetos de museus foram anunciados e avançaram em várias regiões do mundo, com cronogramas de conclusão que se estendem, em sua maioria, de 2026 a 2030. A essa variedade soma-se a ampla gama de conceitos desenvolvidos no campo das ideias, propostas e especulações. É nesse território que se insere esta seleção de projetos enviados pela comunidade de leitores do ArchDaily: propostas cujos desenhos expandem os limites da nossa imaginação.

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O Embate Produtivo: Interiores Patrimoniais, Projetos Contemporâneos e o Valor da Imperfeição

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Cada vez mais raramente o patrimônio em interiores resume-se a uma questão de mera preservação. Com mais frequência, ele se manifesta como fricção: o encontro entre o que um edifício já é — a lógica de sua planta, suas cicatrizes, suas inconsistências estruturais — e o que a vida contemporânea dele exige.

Alguns dos projetos mais potentes da atualidade não são aqueles que "restauram" um interior de volta a um momento específico, nem os que apagam o passado sob uma nova pele homogênea. São, antes, aqueles que encenam uma relação entre o antigo e o novo — permitindo que o contraste vá além do mero relato histórico, e fazendo do embate uma ferramenta pragmática de viabilidade construtiva, orçamentária e de execução.

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Casa Ooort / 100A associates

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Gyeonggi-do, Coreia do Sul, Coreia do Sul
  • Arquitetos: 100A associates
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  68 m²
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2024

Arquitetura para glamping: a tendência de apreciar a natureza com conforto

Permanecer temporariamente em um local ao ar livre, instalar-se de maneira provisória, assentar-se em um campo. As definições do verbo acampar presentes nos dicionários indicam duas características fundamentais para a prática: natureza e temporalidade. Na arquitetura, as tendas materializam essas qualidades configurando uma tipologia que atravessa séculos e culturas sendo, sobretudo, associada a precariedade e fragilidade.

Diante dessa constatação comum, no início dos anos 2000 surgiu a palavra glamping como uma junção entre camping e glamour, sugerindo aliar a prática do acampamento com comodidades luxuosas. No entanto, apesar da popularização, a ideia está longe de ser original. Nem sempre o ato de acampar foi entendido como o oposto do luxo.

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O uso de madeira e vidro em 11 projetos de arquitetura contemporânea

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Alguns materiais mudam a história da arquitetura a partir do momento que começam a ser empregados. Os primeiros materiais usados na construção certamente o fizeram: barro, pedra, madeira. A possibilidade de construir pode ser considerada a origem da disciplina. Com o desenvolvimento tecnológico, as técnicas também se apuraram e, no século XIX, a industrialização disseminou o uso de outros materiais, alterando e ampliando a possibilidade construtiva: ferro e vidro.

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Studio Origin representa Seul no Congresso Mundial da UIA 2014

O Congresso Mundial da UIA deste ano aconteceu em Durban, África do Sul, e contou com a participação de muitos escritórios respeitados. Representando a Coreia do Sul estavam Kang Jun Lee e Yung A Kim do Studio Origin, cujo pavilhão destacava a cidade de Seul. Criado para anunciar a cidade como sede do Congresso Mundial de 2017, o projeto cuidadosamente concebido oferecia espaço para diversos expositores promocionais. Veja a seguir os detalhes da estrutura.

Consórcio SYNWHA vence concurso para projetar o parque da orla de Busan North Port

As Autoridades de Busan Port (BPA) selecionaram o Consórcio SYNWHA como vencedor do concurso internacional para o empreendimento Busan North Port, na Coreia do Sul. A proposta vencedora é um "Pier Interativo" que pretende transformar o porto original em um centro cultural que celebra a união de montanhas, rio e mar, ao passo que cria conexões dinâmicas entre a cidade de Busan e sua costa.

Consórcio SYNWHA vence concurso para projetar o parque da orla de Busan North Port - ParqueConsórcio SYNWHA vence concurso para projetar o parque da orla de Busan North Port - ParqueConsórcio SYNWHA vence concurso para projetar o parque da orla de Busan North Port - ParqueConsórcio SYNWHA vence concurso para projetar o parque da orla de Busan North Port - ParqueConsórcio SYNWHA vence concurso para projetar o parque da orla de Busan North Port - Mais Imagens+ 6

Exposição “Crow's Eye View” – Coréia é premiada com o Leão de Ouro na Bienal de Veneza 2014

Atualmente a Coréia apresenta um exemplo extremos de polarização pós-guerra: dois sistemas políticos e econômicos opostos, constantemente apresentados em contraste/conflito pela mídia global, que ainda mantém uma relação estreita e complicada. O papel da arquitetura nessa polarização foi instrumental. A Coréia do Norte buscou representar as aspirações de uma nova nação comunista num contexto devastado após a guerra - a tabula rasa a partir da qual as adaptações do modernismo poderiam surgir. Na Coréia do Sul, o rápido crescimento econômico alimentou uma forma de modernização que representava os ideais de um mundo globalizado. 

Estas distintas absorções da modernidade, e a relação entre estas duas nações vizinhas, estão representadas no Pavilhão da Coréia através de uma exposição chamada Crow’s Eye View, vencedora do Leão de Ouro na Bienal de Veneza 2014. A densa exposição, com curadoria de Minsuk Cho juntamente com Hyungmin Pai e Changmo Ahn, utilizou cada canto do pavilhão para representar o tema. Os curadores convidaram um grupo multidisciplinar de arquitetos, urbanistas, poetas, escritores, artistas, fotógrafos, cineastas, curadores e colecionadores a demonstrar (graças às suas disponibilidades, já que cooperações oficiais com instituições da Coréia do Norte se provaram impossíveis) as interseções e divisões arquitetônicas entre as Coréias do Norte e do Sul.

Reconhecida pelo júri como "pesquisa em ação", Crow’s Eye View proporcionou uma adição valiosa a um discurso que vem sendo predominantemente efetivado por narrativas ocidentais. E é precisamente isso que, segundo rumores, fazem deste o pavilhão favorito de Koolhaas.

Exposição “Crow's Eye View” – Coréia é premiada com o Leão de Ouro na Bienal de Veneza 2014 - Image 1 of 4Exposição “Crow's Eye View” – Coréia é premiada com o Leão de Ouro na Bienal de Veneza 2014 - Image 2 of 4Exposição “Crow's Eye View” – Coréia é premiada com o Leão de Ouro na Bienal de Veneza 2014 - Image 3 of 4Exposição “Crow's Eye View” – Coréia é premiada com o Leão de Ouro na Bienal de Veneza 2014 - Image 4 of 4Exposição “Crow's Eye View” – Coréia é premiada com o Leão de Ouro na Bienal de Veneza 2014 - Mais Imagens+ 15