Esta semana, questões sobre habitação, segurança e o futuro das cidades ganharam destaque, desde o impacto de desastres naturais até o papel da arquitetura na construção de ambientes urbanos mais inclusivos. O Dia Internacional para a Redução do Risco de Desastres, celebrado em 13 de outubro sob o tema "A resiliência começa em casa", colocou essas questões em evidência apenas alguns dias após um terremoto de magnitude 7,7 atingir o Panamá, danificando edifícios e provocando evacuações em todo o país. Para além da preparação para desastres, os acontecimentos da semana também refletem esforços mais amplos para atender às necessidades habitacionais, dar novos usos a edifícios existentes e criar espaços voltados para a educação, a cultura e a vida pública.
A cidade neozelandesa de Auckland lidera a classificação geral na pesquisa anual das melhores cidades para se viver da Economist Intelligence Unit (EIU). Listando 140 cidades, as quais foram avaliadas segundo cinco diferentes categorias, incluindo estabilidade, saúde, cultura e meio ambiente, educação e infraestrutura, a edição da EIU deste ano foi totalmente influenciada pela pandemia de COVID-19. Austrália, Japão e Nova Zelândia assumiram as primeiras posições, disparadas na frente de outras cidades e países que costumam figurar entre as melhores colocadas do ranking.
O escritório REX desenvolveu o projeto de uma torre de uso misto em Perth, Austrália. Localizado ao longo da Elizabeth Quay, o novo projeto combina hotel, comércio, escritórios e residências, divididos em duas torres. A versão mais atual do projeto foi submetida às autoridades municipais e, se aprovada, dará lugar ao arranha-céu mais alto de Perth.
Norman Foster, Jean Nouvel e Rem Koolhaas foram pré-selecionados no concurso para projetar o Western Australian Museum (WA Museum), novo equipamento que fará parte do Perth Cultural Center. Segundo informou o jornal The West Australian, os renomados arquitetos fazem parte da lista de consórcios escolhidos para desenvolver o projeto, cujo orçamento atinge US$ 428 milhões. Cada equipe está atualmente trabalhando com as autoridades em suas propostas. O vencedor do concurso será anunciado ainda este ano e o museu deverá ser inaugurado em 2020.