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Arquitetos: Kengo Kuma & Associates
- Área: 585 m²
- Ano: 2024


A Visita Guiada criada pelo escritório Felipe Caboclo Arquitetura é especialmente concebida para envolver e inspirar estudantes de arquitetura, recém-formados na área e profissionais atuantes. Agendada para a sua segunda edição no dia 28 de setembro, uma quinta-feira, o local escolhido para sediar esse encontro estimulante é a belíssima Fazenda Boa Vista, situada em Porto Feliz, São Paulo.

Seguindo as descobertas de um estudo publicado na revista científica Nature Ecology & Evolution em abril, tornou-se conhecimento público que a ilha artificial de lixo plástico conhecida como Great Pacific Garbage Patch (uma área de mais de 1,6 milhões de quilômetros quadrados entre a Califórnia e o Havaí) serve como lar de um ecossistema costeiro inteiro. A vida marinha está usando a enorme área aglomerada de resíduos plásticos humanos como habitat flutuante, e os cientistas ficaram chocados com o número de espécies que conseguiram estabelecer vida nesse ambiente hostil.
A notícia mais uma vez traz à tona não apenas questões urgentes de mudanças climáticas e poluição do oceano, mas também a questão da migração induzida pelo meio ambiente, mesmo em nível microbiano. A arquitetura está se movendo cada vez mais para reinos experimentais quando se trata de considerar locais para as comunidades do nosso futuro. O aumento do nível do mar colocou a água ao topo da lista desses locais. Mas essas deliberações não são tão recentes quanto se poderia pensar: cidades flutuantes existem há séculos e casas na água são comuns em áreas do Benin, Peru ou Iraque, entre outros.




A companhia chinesa ZhuoDa montou uma casa de dois pavimentos em tempo recorde: a residência modular, composta por seis módulos feitos a partir de impressão 3D, foi montada in loco em menos de três horas. Comparada a um LEGO, a casa pré-fabricada teve 90% de seus elementos construídos fora do canteiro antes que seus módulos fossem transportados para o terreno. Segundo o jornal Inhabitat, a casa levou menos de 10 dias para ser feita do início ao fim.


Com o objetivo de duplicar sua produção de energia renovável até 2030, o Japão começou a converter campos de golfe abandonados em grandes usinas solares. Segundo o jornal Quartz, a Kyocera, companhia, conhecida por suas usinas solares flutuantes, começou a construção de uma usina de 23 megawatts em um antigo campo de golpe em Tóquio (com inauguração prevista para 2017). A companhia também planeja construir ano que vem uma estrutura semelhante, de 92 megawatts, em Kagoshima. A empresa Pacifico Energy também está embarcando em iniciativas similares; com a ajuda da GE Energy Financial Services, a companhia está supervisionando dois projetos em campos de golfe em Okayama. A ideia está se difundindo com rapidez e os EUA já planejam transformar antigos campos de golpe nos estados de Nova Iorque e Minessota em fontes de energia renovável.