1. ArchDaily
  2. Meio Ambiente

Meio Ambiente: O mais recente de arquitetura e notícia

Acesso exclusivo

Arquitetura da moda: tijolos produzidos a partir de resíduos têxteis

Segundo pesquisas recentes, o mercado da moda movimenta anualmente cerca de 2,4 trilhões de dólares no mundo. Um número exorbitante que, infelizmente, compara-se aos dados do seu desperdício. Estima-se que, a cada segundo, o equivalente a um caminhão de lixo cheio de sobras de tecidos é queimado ou descartado em aterros sanitários. Levando em conta que tecidos como o poliéster, amplamente utilizado na confecção, demora em média 200 anos para se decompor, é fácil prever o futuro catastrófico dessa operação. Nesse sentido, notícias alarmantes constantemente vêm à tona como as imagens do imenso cemitério de roupas usadas no deserto do Atacama divulgadas alguns anos atrás ou o relato de que a famosa marca de luxo britânica Burberry incinerou roupas, acessórios e perfumes não vendidos no valor de 28,6 milhões de libras no ano passado para preservar a marca, alegando que a o gás carbônico emitido com a ação foi compensado, tornando a atitude “ambientalmente sustentável”.

Barreira para conter lixo é instalada na Baía de Guanabara

Uma barreira experimental para a coleta de lixo flutuante na Prainha da Ilha do Fundão, localizada na área costeira da Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, foi instalada no início de junho, pelo Projeto Orla Sem Lixo. A iniciativa tem por objetivo encontrar uma alternativa sustentável para a questão do resíduo flutuante em áreas costeiras e oceânicas adjacentes, em uma dinâmica de troca de conhecimento entre a comunidade local pesqueira e pesquisadores.

Limpar o rio Tietê é possível ou uma utopia?

Nadar no Tietê. Embora muita gente tenha feito isso até os anos 1930 — quando o rio já estava poluído, mas muito menos que agora, e havia competições de natação e remo até no trecho dentro da capital paulista —, ninguém acredita que isso será possível nos próximos anos. Limpar o rio, porém, é uma ambição factível; desde que se entenda que há várias gradações dentro da categoria “limpo”.

Acesso exclusivo

Lugares de origem, arqueologias do futuro: pavilhão "Terra" do Brasil na Bienal de Veneza

Terra é o título da participação do Brasil na Bienal de Arquitetura de Veneza 2023, uma exposição com curadoria de Gabriela de Matos e Paulo Tavares que ocupa os espaços do pavilhão brasileiro no Giardini. Dividida em duas galeiras, a mostra propõe questionar os cânones da arquitetura moderna ao mesmo tempo que busca em narrativas ancestrais invisibilizadas alternativas para um futuro de-colonizado e descarbonizado. Terra é o primeiro pavilhão brasileiro a ser reconhecido com o prêmio máximo da Bienal de Arquitetura de Veneza, o Leão de Ouro.

Num esforço para ampliar o acesso ao conteúdo exposto em Veneza, apresentamos aqui os textos e imagens da segunda galeria, chamada Lugares de origem, arqueologias do futuro. A primeira galeria, De-colonizando o cânone, pode ser revista aqui. O ArchDaily agradece à Fundação Bienal de São Paulo, que generosamente cedeu o material do pavilhão Terra para esta publicação.

Lugares de origem, arqueologias do futuro: pavilhão "Terra" do Brasil na Bienal de Veneza - Image 1 of 4Lugares de origem, arqueologias do futuro: pavilhão "Terra" do Brasil na Bienal de Veneza - Image 2 of 4Lugares de origem, arqueologias do futuro: pavilhão "Terra" do Brasil na Bienal de Veneza - Image 3 of 4Lugares de origem, arqueologias do futuro: pavilhão "Terra" do Brasil na Bienal de Veneza - Image 4 of 4Lugares de origem, arqueologias do futuro: pavilhão Terra do Brasil na Bienal de Veneza - Mais Imagens+ 15

O papel da arquitetura e do urbanismo no combate aos fenômenos de desertificação e seca

Designado pela Organização das Nações Unidas (ONU), 17 de junho foi definido como Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca, uma data que serve para sensibilizar as pessoas em relação a esses fenômenos, bem como promover ações de enfrentamento. Em linhas gerais, a desertificação refere-se ao processo de degradação da terra em regiões mais áridas, causado principalmente por atividades humanas e variações climáticas. Esse fenômeno leva à perda de cobertura vegetal, erosão do solo e redução da produtividade agrícola, entre outras consequências negativas. A seca, por outro lado, é um período prolongado de chuvas anormalmente baixas, resultando em escassez de água, que pode ter impactos severos nos ecossistemas, na agricultura e na subsistência humana.

O papel da arquitetura e do urbanismo no combate aos fenômenos de desertificação e seca - SustentabilidadeO papel da arquitetura e do urbanismo no combate aos fenômenos de desertificação e seca - SustentabilidadeO papel da arquitetura e do urbanismo no combate aos fenômenos de desertificação e seca - SustentabilidadeO papel da arquitetura e do urbanismo no combate aos fenômenos de desertificação e seca - SustentabilidadeO papel da arquitetura e do urbanismo no combate aos fenômenos de desertificação e seca - Mais Imagens+ 10

Acesso exclusivo

Quanto mais gente, menos árvores?

Diante da crise climática, ruas arborizadas, que já eram algo desejável, tornaram-se um atributo imprescindível para a qualidade de vida em São Paulo. O adensamento populacional no centro expandido, rico em infraestrutura, por sua vez, parece ser o caminho mais eficiente para o crescimento da capital. Será, contudo, que os dois objetivos são conflitantes, que adensamento populacional está correlacionado a mais concreto e menos árvores?

Quanto mais gente, menos árvores? - Imagem 1 de 4Quanto mais gente, menos árvores? - Imagem 2 de 4Quanto mais gente, menos árvores? - Imagem 3 de 4Quanto mais gente, menos árvores? - Imagem 4 de 4Quanto mais gente, menos árvores? - Mais Imagens+ 1

Acesso exclusivo

De-colonizando o cânone: pavilhão "Terra" do Brasil na Bienal de Veneza

Terra é o título da participação do Brasil na Bienal de Arquitetura de Veneza 2023, uma exposição com curadoria de Gabriela de Matos e Paulo Tavares que ocupa os espaços do pavilhão brasileiro no Giardini. Dividida em duas galeiras, a mostra propõe questionar os cânones da arquitetura moderna ao mesmo tempo que busca em narrativas ancestrais invisibilizadas alternativas para um futuro de-colonizado e descarbonizado. Terra é o primeiro pavilhão brasileiro a ser reconhecido com o prêmio máximo da Bienal de Arquitetura de Veneza, o Leão de Ouro.

Num esforço para ampliar o acesso ao conteúdo exposto em Veneza, apresentamos aqui os textos e imagens da primeira galeria, chamada De-colonizando o cânone. A segunda galeria, Lugares de origem, arqueologias do futuro, pode ser vista aqui. O ArchDaily agradece à Fundação Bienal de São Paulo, que generosamente cedeu o material do pavilhão Terra para esta publicação.

De-colonizando o cânone: pavilhão "Terra" do Brasil na Bienal de Veneza - Image 1 of 4De-colonizando o cânone: pavilhão "Terra" do Brasil na Bienal de Veneza - Image 2 of 4De-colonizando o cânone: pavilhão "Terra" do Brasil na Bienal de Veneza - Image 3 of 4De-colonizando o cânone: pavilhão "Terra" do Brasil na Bienal de Veneza - Image 4 of 4De-colonizando o cânone: pavilhão Terra do Brasil na Bienal de Veneza - Mais Imagens+ 16

Acesso exclusivo

Arquiteturas que celebram o sol: o solstício incorporado ao projeto

Em dois dias específicos do ano, 21 de junho e 21 de dezembro, se você olhar para o céu vai perceber que o sol parece estagnado em seu limite sul ou norte, antes de completar seu caminho diário e interver a direção. Essa impressão de que o astro rei está parado no espaço fez com que o evento fosse denominado de solstício, derivado das palavras em latim 'sol' e 'sistere' que significa parado. Ele ocorre quando o sol atinge seu arco diurno mais ao norte ou sul em relação ao Equador, portanto, há dois solstícios que acontecem anualmente e marcam o início do inverno e o início do verão nos hemisférios.

Historicamente, este momento é muito importante para diferentes culturas, indicando feriados, rituais, festivais e cerimônias que, por sua vez, envolvem a religião, a agricultura e simbolizam a fertilidade. Ao reconhecer a importância desses rituais para o patrimônio cultural e suas tradições milenares, a ONU instituiu dia 21 de junho como Dia Internacional da Celebração do Solstício procurando assim incentivar o respeito mútuo entre as diferentes culturas.

Arquiteturas que celebram o sol: o solstício incorporado ao projeto - Imagem 1 de 4Arquiteturas que celebram o sol: o solstício incorporado ao projeto - Imagem 2 de 4Arquiteturas que celebram o sol: o solstício incorporado ao projeto - Imagem 3 de 4Arquiteturas que celebram o sol: o solstício incorporado ao projeto - Imagem 4 de 4Arquiteturas que celebram o sol: o solstício incorporado ao projeto - Mais Imagens+ 23

Acesso exclusivo

Campinas integra soluções baseadas na natureza em planos ambientais

Campinas revisou seus planos ambientais e formalizou as soluções baseadas na natureza (SBN) como parte central das políticas, ações e metas para o meio ambiente do município. Instituída por decreto municipal, a revisão fortalece o compromisso da cidade paulista com a adaptação climática, resiliência, visão de longo prazo e priorização de um desenvolvimento urbano sustentável, equitativo e inclusivo.

Uma metrópole fluvial: projeto para a Bacia Hidrográfica do Lageado em São Paulo

Rios urbanos, nas suas diferentes escalas, podem ser eixos estruturadores de uma urbanização com qualidade ambiental urbana. O objeto deste artigo, que se baseia em conceitos desenvolvidos pelo Grupo Metrópole Fluvial, é a Bacia Hidrográfica do córrego Lageado, situada no extremo leste do município de São Paulo e parte do município de Ferraz de Vasconcelos. O Tietê, rio para onde confluem as águas dessa bacia, o Lageado e seus afluentes estabelecem três escalas de rios e de urbanização, que comportam programas distintos relacionados aos usos da água: da navegação e energia, no âmbito regional, ao parque fluvial do bairro, passando pelo abastecimento, drenagem, energia e irrigação.

Uma metrópole fluvial: projeto para a Bacia Hidrográfica do Lageado em São Paulo - Imagen 1 de 4Uma metrópole fluvial: projeto para a Bacia Hidrográfica do Lageado em São Paulo - Imagen 2 de 4Uma metrópole fluvial: projeto para a Bacia Hidrográfica do Lageado em São Paulo - Imagen 3 de 4Uma metrópole fluvial: projeto para a Bacia Hidrográfica do Lageado em São Paulo - Imagen 4 de 4Uma metrópole fluvial: projeto para a Bacia Hidrográfica do Lageado em São Paulo - Mais Imagens+ 16

Acesso exclusivo

Snøhetta e MADWORKSHOP criam instalações para a mostra "Time Space Existence" na Bienal de Veneza 2023

Na Bienal de Arquitetura de Veneza deste ano, o Centro Cultural Europeu (ECC) apresentou a sexta edição de sua extensa exposição de arquitetura intitulada Time Space Existence. A edição de 2023 da mostra coletiva chama a atenção para as expressões de sustentabilidade em suas várias formas, abrangendo desde o foco no meio ambiente e paisagem urbana até debates sobre inovação, reuso, comunidade e inclusão. 217 projetos de participantes renomados como Snøhetta ou MADWORKSHOP e profissionais emergentes como Urban Radicals ou ACTA estão atualmente em exibição até 26 de novembro de 2023, nos Palazzos Bembo e Mora, e nos Jardins de Marinaressa em Veneza.

Em resposta às mudanças climáticas, as instalações apresentadas investigam novas tecnologias e métodos de construção que reduzem o consumo de energia por meio de design circular e desenvolvem materiais de construção inovadores, orgânicos e reciclados. Os participantes também abordam a justiça social ao apresentar soluções habitacionais idealizadas para comunidades deslocadas e minorias, enquanto outros examinam as tensões entre o ambiente urbano construído e a natureza que o cerca para identificar oportunidades de coexistência.

Snøhetta e MADWORKSHOP criam instalações para a mostra "Time Space Existence" na Bienal de Veneza 2023 - Image 1 of 4Snøhetta e MADWORKSHOP criam instalações para a mostra "Time Space Existence" na Bienal de Veneza 2023 - Image 2 of 4Snøhetta e MADWORKSHOP criam instalações para a mostra "Time Space Existence" na Bienal de Veneza 2023 - Image 3 of 4Snøhetta e MADWORKSHOP criam instalações para a mostra "Time Space Existence" na Bienal de Veneza 2023 - Image 4 of 4Snøhetta e MADWORKSHOP criam instalações para a mostra Time Space Existence na Bienal de Veneza 2023 - Mais Imagens+ 9

Acesso exclusivo

5 Mudanças para acelerar a reintegração da natureza em cidades brasileiras

Com os impactos cada dia mais frequentes e intensos das mudanças climáticas sobre as cidades, as soluções baseadas na natureza (SBN) têm despontado como parte da estratégia de adaptação a essa realidade.

A natureza e os ecossistemas prestam serviços valiosos às pessoas, da regulação do clima à promoção da saúde e do bem-estar. Reintegrar esses serviços à paisagem urbana é parte da transformação necessária para que cidades enfrentem desafios complexos, como os impactos das chuvas cada vez mais intensas, o calor extremo e a poluição. Ao mesmo tempo, pode ampliar a resiliência e o acesso das populações mais vulneráveis a infraestruturas essenciais, espaços para o lazer e oportunidades econômicas.

Acesso exclusivo

10 Patrimônios ambientais tombados que podem ser visitados no estado de São Paulo

Estudos relacionam áreas verdes com redução na ansiedade e depressão, aumento da imunidade para crianças, alívio à solidão nas cidades para adultos e até ao aumento da inteligência. A busca por atividades de lazer ao ar livre ligadas ao contato com a natureza traz inúmeros benefícios. Para ajudar na escolha de lugares interessantes que podem ser visitados no estado de São Paulo, apresentamos uma lista, criada pela Secretaria da Cultura e Economia Criativa do Estado de SP, com dez patrimônios ambientais tombados.

De acordo com a Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente, o Estado de São Paulo possui 5.670.532 hectares de vegetação nativa em vários estágios de recomposição. A área equivale a 22,9% do território paulista. Confira abaixo alguns dos espaços que resguardam o verde. Além de parques urbanos, trilhas, campings e até a Nascente do Rio Tietê estão presentes na lista.

10 Patrimônios ambientais tombados que podem ser visitados no estado de São Paulo - Image 1 of 410 Patrimônios ambientais tombados que podem ser visitados no estado de São Paulo - Image 2 of 410 Patrimônios ambientais tombados que podem ser visitados no estado de São Paulo - Image 3 of 410 Patrimônios ambientais tombados que podem ser visitados no estado de São Paulo - Image 4 of 410 Patrimônios ambientais tombados que podem ser visitados no estado de São Paulo - Mais Imagens+ 8

Acesso exclusivo

O que é mineração urbana?

A mineração urbana busca explorar e recuperar recursos valiosos presentes nos resíduos descartados nas cidades. Enquanto a mineração tradicional extrai matérias-primas diretamente da terra, o conceito em questão concentra-se naquelas ocultas nos produtos descartados pela população, como plástico, vidro e metais ferrosos e não-ferrosos (ferro, ouro, prata, alumínio, cobre etc) reutilizáveis pela indústria.

Para simplificar, enquanto a atividade realizada tradicionalmente foca nos minerais virgens, a mineração urbana reciclae coloca novamente em circulação esses materiais, a partir dos itens que foram entregues pelos consumidores após o uso. Quando eles são destinados inadequadamente (no lixo comum ou no meio ambiente), podem acabar indo para lixões ou descartados a céu aberto e com isso prejudicar a flora, a fauna e a saúde humana.

Como construir sem água?

Como construir edifícios usando menos água? O processo de construção consome uma grande quantidade de recursos hídricos e é hora de pensar em como reduzir esse impacto no meio ambiente.

Curso "O Projeto de Arquitetura da Paisagem"

Viemos comunicar que nosso próximo curso do Programa de Educação Continuada do IAB-RJ já tem data para acontecer!

Acesso exclusivo

4 Maneiras de reaproveitar água em casa o ano todo

Cada pessoa necessita de cerca de 110 litros de água para atender as necessidades diárias de consumo e higiene. No entanto, no Brasil, o consumo por pessoa pode chegar a mais de 200 litros/dia, de acordo com a Sabesp. Devido à pressão da água em edifícios e apartamentos, o consumo pode ser maior. Além disso, o país perde cerca de 40% de toda a água potável captada, segundo dados levantados pelo Instituto Trata Brasil em 2022. Mas, ao menos dentro de casa, é possível amenizar esse gasto de água limpa inserindo algumas mudanças simples.

Acesso exclusivo

Arranha-céus: a solução é crescer para cima com térreos amigáveis

Singapura, China, Dubai (Emirados Árabes Unidos), Londres (Inglaterra), Toronto (Canadá), Hong Kong, Nova York (EUA) e Paris (França) são exemplos de lugares que vêm se verticalizando mais intensamente nos últimos anos e adotando uma série de medidas para conter a expansão de seus territórios ao mesmo tempo em que buscam atender à demanda por mais moradias e infraestrutura. Nesse sentido, essas regiões têm visto crescer cada vez mais o número de arranha-céus ou prédios altos — como também são chamados — sendo construídos em seus bairros, inclusive em áreas centrais e históricas.

Arranha-céus: a solução é crescer para cima com térreos amigáveis - Image 1 of 4Arranha-céus: a solução é crescer para cima com térreos amigáveis - Image 2 of 4Arranha-céus: a solução é crescer para cima com térreos amigáveis - Image 3 of 4Arranha-céus: a solução é crescer para cima com térreos amigáveis - Image 4 of 4Arranha-céus: a solução é crescer para cima com térreos amigáveis - Mais Imagens