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Materials: O mais recente de arquitetura e notícia

Projetando para o futuro: a arquitetura focada em inovação de Henning Larsen

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O propósito da inovação é promover mudanças positivas e progresso em vários aspectos da vida. Isso envolve criar, desenvolver e implementar novas ideias, métodos, produtos ou processos que melhorem os existentes ou introduzam conceitos totalmente novos. A renomada empresa de arquitetura e design Henning Larsen, fundada em 1959 na Dinamarca, tem um sólido compromisso em abraçar a inovação como um elemento fundamental de sua obra. Com ênfase na excelência do design, sustentabilidade, colaboração e abordagens centradas no usuário, a inovação desempenha um papel fundamental em sua busca por criar marcos arquitetônicos icônicos e sustentáveis. Através de pesquisas e desenvolvimento dedicados, eles estão constantemente explorando novas ideias, materiais e tecnologias para melhorar a funcionalidade e elevar a experiência do usuário de seus edifícios. Para saber mais sobre essa abordagem visionária e seu impacto na eficiência arquitetônica, conversamos com Jakob Strømann-Andersen, que lidera um departamento especializado que combina inovação e sustentabilidade, destacando o compromisso da empresa em ultrapassar os limites da arquitetura sustentável.

Henning Larsen divulga projeto para terminal de balsas nas Ilhas Faroe

O escritório Henning Larsen acaba de divulgar o projeto da nova sede e terminal de balsas da Smyril Line em Torshavn, a capital das Ilhas Faroe. O edifício rende homenagem aos tradicionais barcos de pesca locais e ao histórico porto oriental, ao mesmo tempo em que envolve o pitoresco cenário natural. A nova sede terá três funções principais, sendo ao mesmo tempo um terminal de balsas, um edifício de escritórios e um centro logístico.

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Construindo com bambu: 4 sistemas estruturais básicos

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Os edifícios contemporâneos de bambu podem parecer inicialmente avassaladores para o observador inexperiente. No entanto, à medida que você aprende mais sobre a lógica estrutural desses volumes inspiradores, rapidamente perceberá que a maioria emprega um ou uma combinação dos sistemas estruturais que estamos prestes a explorar: o mistério se desfaz, transformando o que antes parecia complexo em uma composição clara de conceitos simples. Este artigo lança luz sobre quatro sistemas estruturais comumente empregados na construção de bambu:

Ziguezagues hipnotizantes: explorando o padrão de espinha de peixe na arquitetura

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Criado por uma série de linhas paralelas anguladas que formam um ziguezague hipnotizante, o padrão espinha de peixe resistiu ao teste do tempo e permanece presente em diversos estilos de design. Nomeado em homenagem à semelhança com os ossos de um peixe - como o arenque, por exemplo -, este padrão clássico em forma de V arranja blocos retangulares em diferentes proporções. Com proporções de comprimento de borda de bloco variando, como 2:1 ou às vezes 3:1, o design versátil se adapta a uma ampla gama de usos, dimensões e materiais.

A disposição dos blocos, mesmo quando usados em cores únicas, cria uma textura sutil e adiciona interesse visual. Embora a disposição em espinha de peixe possa parecer simples à primeira vista, a forte qualidade direcional das linhas com ângulo típico de 45 graus requer um cuidadoso processo de design para um visual perfeito e consistente. O padrão pode ser encontrado em paredes e pisos, de tecidos a madeira e azulejos. Ao brincar com formas geométricas, ele continua sendo uma tendência que infunde estilo e estrutura no design de interiores, complementando a estética geral do espaço. Abaixo, mergulhamos no catálogo do Architonic para apresentar diferentes maneiras de aplicá-lo, explorando padrões de espinha de peixe em cerâmica, madeira e sintéticos.

Concreto feito de cana-de-açúcar: de resíduo agrícola a estruturas sustentáveis

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Encontrar soluções eficazes e valiosas para o gerenciamento de resíduos agrícolas tem sido um desafio inspirador para pesquisadores. Subprodutos provenientes de monoculturas, como os resíduos da produção de soja, sabugos de milho, palha, sementes de girassol e celulose, são frequentemente destinados à compostagem de solo, utilizados como ração animal ou mesmo convertidos em energia, com o intuito de reduzir o desperdício e mitigar os impactos ambientais associados às atividades agrícolas. A produção de cana-de-açúcar, por exemplo, gera uma quantidade significativa de resíduos, totalizando cerca de 600 milhões de toneladas de resíduos de fibra de bagaço a partir de uma produção anual de dois bilhões de toneladas de cana-de-açúcar. Esses resíduos apresentam um potencial promissor para substituir sistemas de construção com alto consumo de energia, como o concreto e o tijolo, ao proporcionar materiais de construção que combinam sustentabilidade e eficiência estrutural.

Com essa perspectiva em mente, a Universidade de East London (UEL), em parceria com os arquitetos da Grimshaw e a fabricante de açúcar Tate & Lyle Sugar, desenvolveu um material inovador de construção denominado Sugarcrete™. O objetivo principal desse projeto é explorar soluções sustentáveis de construção por meio da reciclagem de resíduos biológicos provenientes da cana-de-açúcar, com o intuito de reduzir as emissões de carbono na indústria da construção, ao mesmo tempo em que se prioriza a sustentabilidade social e ambiental durante a produção e implementação desses materiais de construção.

Impressão 3D de paredes leves e isoladas usando espuma mineral sem cimento

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Aproveitando o poder da fabricação sem moldes por meio da impressão 3D robótica em larga escala, a pesquisa na ETH Zürich, em colaboração com a FenX AG, explora o uso de espuma mineral sem cimento feita a partir de resíduos reciclados. O objetivo é construir sistemas de parede monolíticos, leves e imediatamente isolados, minimizando o uso de materiais, mão de obra e custos associados.

Madeira engenheirada: primeira simulação de terremoto em um edifício de 10 pavimentos

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Quando se trata de resistência sísmica, existem vários mitos que questionam a capacidade da madeira de desempenhar um papel adequado no caso de um terremoto. No entanto, sua ductilidade permite que ela se deforme plasticamente sem quebrar, absorvendo e dissipando a energia gerada pelo movimento e vibração. Além disso, ao contrário do aço ou concreto, a madeira é um material leve com uma boa relação resistência-peso, permitindo que suporte forças sísmicas sem adicionar cargas excessivas à construção. Isso foi amplamente verificado em residências ao redor do mundo. No entanto, como se comporta um edifício de madeira engenheirada de grande altura diante de um terremoto?

Para dissipar dúvidas, o Projeto Tallwood recentemente construiu um prédio de 10 andares feito de madeira laminada cruzada (CLT) na Universidade da Califórnia, San Diego (UCSD). A estrutura foi testada em uma mesa de vibração que simulou o terremoto de Northridge de 1994, que teve magnitude 6,7, e o terremoto de Chi-Chi em Taiwan em 1999, com magnitude 7,7.

O que é madeira engenheirada?

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A madeira é o concreto do futuro. Provavelmente você já deve ter ouvido essa frase, visto que, as apostas nas construções em madeira estão cada vez mais altas. Entretanto, não estamos falando das técnicas construtivas tradicionais que utilizam madeira, mas sim, desse conhecido material aliado à tecnologia de ponta.

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Inovação em madeira: 10 projetos inspiradores do Hello Wood Festival

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Torres, passarelas, decks, cabines e casas de árvores. Desde o ano de 2010, o Festival Hello Wood tem erigido dezenas de construções temporárias, com um denominador comum: a madeira. Trata-se de uma iniciativa que busca democratizar o conhecimento em torno deste material, que apresenta um grande potencial para o futuro, mas que ainda sofre com inúmeros preconceitos na indústria da construção. Através da conexão entre designers e artistas de diferentes origens culturais, acadêmicas e profissionais, o evento utiliza a construção como plataforma para inovação, discussão e conhecimento. Oferece aos participantes a oportunidade única de experimentar métodos de design e construção sustentáveis, incentivando a aprendizagem através da experiência, realizado em uma área florestal próxima a Budapeste, Hungria.

Olson Kundig e a engenhosidade das partes móveis em sua arquitetura

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O escritório Olson Kundig, sediado em Seattle, é um exemplo de como o contexto e a cultura podem influenciar a abordagem projetual de uma empresa. Fundado em 1966 por Jim Olson e agora composto por centenas de colaboradores e treze diretores/proprietários, incluindo Tom Kundig, o escritório conta com um portfólio extenso e diversificado que abrange diferentes escalas e orçamentos. Em palestras e entrevistas, Kundig em particular, frequentemente aborda sobre como ter crescido em uma região de forte tradição mineradora e madeireira influenciou a estética industrial e racional de seus projetos, o uso de materiais duráveis e de baixa manutenção, bem como uma atenção especial à artesania na arquitetura. Em muitos dos projetos do escritório, no entanto, chama a atenção a engenhosidade e o destaque dado às partes móveis, embaçando os limites entre dentro e fora. Isso é geralmente alcançado através da incorporação de dispositivos manuais que permitem que os usuários ativem diretamente o edifício, conectando-os ao mesmo tempo ao contexto, mas também com a própria edificação e os mecanismos dinâmicos ali presentes.

Pesquisadores constroem abóbada de tijolo com ajuda de realidade aumentada

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As tecnologias atuais de desenho e fabricação podem ser incorporadas às técnicas de construção vernaculares e tradicionais? No campus da IE University, em Segovia, um grupo de pesquisadores da IE University, Princeton University e University of Bergamo construíram uma estrutura de alvenaria não reforçada chamada innixAR que demonstra como as tecnologias digitais podem contribuir com os trabalhos artesanais. Este experimento emprega as últimas inovações em realidade aumentada (AR) para auxiliar a construção de uma estrutura de alvenaria sem a necessidade de guias físicas e gabaritos temporários.

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Materiais e acabamentos disruptivos para o futuro dos interiores residenciais

Como as casas contemporâneas têm empurrado os limites da inovação para o futuro? Atualmente, estes espaços tendem a ter linhas limpas, cores neutras e espaços flexíveis, com a integração de recursos tecnológicos e automatização. Mas mesmo havendo certas características atemporais que definem os interiores contemporâneos neutros, podemos começar a identificar tendências futuras analisando projetos arquitetônicos que diferem do tradicional, reconhecendo materiais e acabamentos disruptivos para interiores guiados pelos avanços tecnológicos que estão a moldar casas complexas e em constante mudança do futuro. A seleção destes materiais inovadores transmite um processo de decisão meticuloso na construção da estrutura e identidade de um espaço. Dependendo do contexto e tipologia, há uma crescente consciência de como os materiais afetam um ambiente, e como novas tecnologias estão a criar soluções inteligentes que podem mitigar os seus efeitos nos interiores.

A inteligência artificial (IA) vem desempenhando um papel fundamental na visualização dos interiores das casas do futuro, e juntamente com a exploração de materiais biofílicos, inteligentes e impressos em 3D, tem estimulado novas formas de abordar como vamos viver no interior no futuro.

Mexicano transforma algas invasoras em tijolos sustentáveis

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Praias paradisíacas podem se tornar um lugar ruim para turistas quando são invadidas por sargaço, algas castanhas do gênero Sargassum C. Agardh com distribuição tropical e subtropical em todos os oceanos. Na Riviera Maya, no México, elas eram consideradas um grave problema, mas Omar de Jesús Vazquez Sánchez viu nestas algas a matéria prima para construir casas – ele transformou o sargaço em tijolos sustentáveis.

Tire os calçados: 5 pisos para se andar descalço

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A pele absorve a matéria, o mundo é contemplado, tocado, ouvido e medido por meio da nossa existência corporal. Juhani Pallasmaa, arquiteto finlandês conhecido por propagar a ideia da arquitetura dos sentidos, além da frase acima defende que, ao contrário da visão, o toque é o sentido da proximidade tornando-se assim um eixo principal ao recobrir todo o corpo. É fato que, quando se fala em toque, a primeira imagem que vem à mente geralmente é o contato com as mãos, entretanto, existem outras maneiras de se sentir a arquitetura que podem ser pensadas e desenvolvidas nos projetos, como o toque dos pés descalços sobre uma determinada superfície.

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Construindo com resíduos: transformando solo escavado em arquitetura

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Atualmente, o entendimento da cultura de construção e a aplicação de métodos construtivos locais podem parecer um conceito distante e obsoleto, dado o papel da industrialização e da globalização na indústria. Podemos obter quase qualquer material de todo o mundo apenas pesquisando na Internet um distribuidor em nossa região. Mas essa prática tem implicações para a nossa sociedade, desde a perda de identidade arquitetônica até os custos ambientais relacionados a altas emissões de CO₂ associadas aos processos de extração, fabricação, transporte e descarte desses materiais.

A crescente necessidade global de reduzir nossas emissões de carbono e utilizar materiais de maneiras mais eficientes tem nos levado a pesquisar e aprender sobre a origem dos recursos de nossas regiões, levando ao melhor entendimento de suas aplicações dentro de uma abordagem de economia circular. Mas por que não olhar bem debaixo dos nossos pés? O solo é um dos materiais mais comuns do planeta e, quando é de origem local, não gera quantidades consideráveis de CO₂ incorporado. Parece que, após a industrialização, esquecemos que a construção com terra foi por muitos anos um método viável para nossos ancestrais em diferentes partes do mundo. Conversamos com Nicolas Coeckelberghs, um dos quatro fundadores da BC Materials, uma cooperativa com sede em Bruxelas que trabalha com terra, redescobrindo seu uso e compartilhando seu conhecimento em escala global através de uma consciência local.

Tons pastéis na arquitetura e seu apelo duradouro e calmante

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Com uma alta proporção de branco misturado a uma pequena quantidade de pigmentos coloridos, as cores pastéis fornecem uma variedade de tons pálidos e moderados. Relacionados a ambientes suaves e calmantes, essas cores têm uma qualidade atemporal e podem ser vistas em diferentes estilos arquitetônicos, como o Rococó, o Art Déco ou mid-century. Aplicado em exteriores, interiores ou ambos, os tons pastel fazem com que os cômodos pareçam mais leves, arejados e espaçosos.

Desde detalhes sutis até se destacar na estratégia geral de um projeto, tons pastéis são alternativas versáteis que podem ser usadas de várias maneiras. Seguindo as propostas de cores de Ricardo Bofill, interiores de Paulo Mendes da Rocha e os edifícios de Michael Graves, a arquitetura contemporânea brinca com cores suaves para fins estéticos e funcionais, além de proporcionar uma experiência sensorial. Analisando diferentes exemplos de sua aplicação em arquitetura e design, mostramos como quatro cores predominantes - verde-menta, rosa claro, amarelo limão e azul bebê - estão atualmente ganhando protagonismo.

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Concursos de projeto: uma ferramenta para moldar a casa contemporânea

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Viver em um mundo cercado pelo constante surgimento de novos desafios exige adaptabilidade, resiliência e aprendizado contínuo. Em resposta, os concursos de projeto encorajam arquitetos a pensarem fora da caixa para criar soluções inovadoras. Seja para projetos experimentais ou práticos, esses concursos oferecem uma plataforma colaborativa para promover inovação e criatividade na solução de desafios contemporâneos. Esse é o caso da Buildner, que desenvolve um espaço para concursos de arquitetura abertos para descobrir novas possibilidades arquitetônicas.

Os concursos de arquitetura da Buildner são uma ferramenta para impulsionar o progresso ao fomentar ideias revolucionárias que promovam a discussão de tópicos críticos como habitação acessível, sustentabilidade e arquitetura em pequena escala. São fundamentais para enfrentar desafios globais. Esses concursos visam inspirar a próxima geração de designers a desafiar o status quo.

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Jovens arquitetos inovam para melhorar o sono no espaço e (possivelmente) na Terra

Desde o icônico voo pioneiro de Yuri Gagarin em 1961, apenas 565 seres humanos tiveram o privilégio de viajar para o espaço. Essa atividade extrema exige um alto grau de devoção, um preparo físico e intelectual extraordinário, bem como enormes investimentos. A exploração do espaço tem o potencial de oferecer benefícios à humanidade, como o desenvolvimento de novas tecnologias e a geração de conhecimento científico. Muitas dessas tecnologias já estão disponíveis para o público, como GPS, filtros de água ou tecidos altamente resistentes. Mas apesar de frequentemente imaginarmos os astronautas flutuando no espaço e observando a Terra de um ponto de vista único, muitos deles enfrentam a dificuldade de dormir e descansar no espaço devido à falta de luz natural. Foi essa questão que motivou um grupo de jovens arquitetos dinamarqueses a desenvolverem uma solução para melhorar o cotidiano dos astronautas, mas também de muitas pessoas no Planeta Terra que sofrem com o mesmo problema.