Muito se falou sobre como a automação afetará a maneira como fazemos a arquitetura e qual será nosso papel quando as tecnologias alcançarem nossas próprias mesas de trabalho. Nos últimos anos, vimos como a robótica e a tecnologia avançada vem ganhando espaço nos processos de construção e fabricação. No entanto, novas ferramentas estão surgindo que prometem automatizar o próprio processo projetual. Isso poderia permitir configurar de forma rápida e fácil os espaços de convivência e suas dimensões nos estágios iniciais do projeto, usando simulações e inteligência artificial.
A automação está rapidamente se tornando uma parte do cotidiano e das carreiras de muitas pessoas, uma tendência que de maneira alguma escapou à indústria da construção. Embora essa tecnologia cada vez mais difundida seja considerada um sintoma do século XXI contemporâneo,a tecnologia de construção automatizada pode ter uma história que remonta à década de 1960. Essa tecnologia, o robô de alvenaria, transformou-se dramaticamente desde sua realização limitada há mais de 50 anos, fragmentando-se em variações mais novas e tecnologicamente avançadas atualmente.
https://www.archdaily.com.br/pt/928479/a-evolucao-dos-robos-de-alvenaria-mudando-as-regras-da-construcao-tradicionalLilly Cao
Geralmente utilizado em telhados e revestimentos industriais, o policarbonato é um material que, graças à sua resistência, leveza, fácil instalação e permeabilidade ilumínica, tem ampliado seu espectro de usos tanto na arquitetura residencial como educacional.
Estudantes na balaustrada do terraço da cantina, por volta de 1931 (fotógrafo desconhecido). Imagem Cortesia de Stiftung Bauhaus Dessau
As mulheres são membros imperativos da comunidade arquitetônica, criando trabalhos inovadores e inspiradores nas áreas de arquitetura, design e planejamento urbano. No entanto, mesmo com a ascensão do movimento de mulheres, suas contribuições ainda são questionadas ou comparadas.
Já sabemos que, a partir de suas diferentes possibilidades de projeto, uma rampa permite superar as barreiras físicas nas áreas urbanas e arquitetônicas.
Fachadas ventiladas ou de pele dupla. Nomes quase auto-explicativos para sistemas de fachadas compostas por duas peles, geralmente de vidro, em que o ar flui através da cavidade intermediária. Esse espaço - que pode variar entre 20 cm a alguns metros - atua como isolamento contra temperaturas extremas, ventos e som, melhorando a eficiência térmica da edificação, tanto para temperaturas altas como baixas. Talvez um dos exemplos mais famosos de fachadas ventiladas seja o edifício 30 St Mary Axe “The Gherkin”, de Foster + Partners. O fluxo de ar pela cavidade pode se dar naturalmente, ou ser impulsionado mecanicamente. Entre essas peles podem ser incluídos dispositivos de sombreamento solar.
Atualmente, a tecnologia dos vidro evoluiu para fornecer soluções específicas e eficazes para cada projeto arquitetônico. Há tantas opções disponíveis que é necessário estudar as propriedades dos diferentes produtos, bem como as condições particulares que influenciarão as janelas e portas envidraçadas que estamos projetando.
Quais variáveis devemos considerar e priorizar ao escolher os vidros de nossos projetos? Como equilibrar estética com funcionalidade e eficiência? Conversamos com os especialistas técnicos da Cristales Dialum para mergulhar no complexo mundo do vidro e, assim, entender melhor o caminho que devemos seguir para especificar corretamente e garantir a qualidade de vida das pessoas que habitarão nossos projetos.
Dentro da arquitetura, a água evoca sentimentos de calma e bem-estar. O elemento influenciou os projetos através de sua natureza dinâmica e fluida. Com os recentes avanços tecnológicos, os arquitetos criaram algumas das intersecções mais inesperadas e inovadoras entre os projetos e a água.
https://www.archdaily.com.br/pt/917251/piscinas-cobertas-trazendo-a-tranquilidade-da-agua-para-os-espacos-internosMartita Vial della Maggiora
Projeto com Rodapé e Guarnição 3454 Pátina Branca - Santa Luzia. Image Cortesia de Santa Luzia
Em pleno século XXI qualquer solução sustentável deve ser exaltada! Neste post serão abordadas soluções arquitetônicas que utilizam o isopor reciclado como matéria-prima de acabamentos decorativos (resistentes à água) e como preenchimento de paredes de EPS, com diversas vantagens que vão desde isolamento termoacústico até economia com os custos da obra.
Quando perguntaram a Tadao Ando, arquiteto japonês vencedor do Prêmio Pritzker de 1995, qual seria o elemento mais consistente em sua obra, ele respondeu sem pestanejar: a luz. Através de sua arquitetura, Tadao Ando se apropria da luz e da sombra de uma forma quase coreográfica. Em determinados momentos, a sombra projetada em uma parede de concreto mais parece uma impressionante obra de arte. Em outros projetos são os reflexos na superfície d'água que transformam por completo a nossa compreensão do espaço. Sua abordagem arquitetônica enraizada na tradicional arquitetura japonesa e potencializada por um vasto vocabulário arquitetônico moderno, provocou profundas transformações em nossa disciplina durante a segunda metade do século XX colocando-o como uma das mais importantes figuras do regionalismo crítico. Cada um de seus projetos apresenta soluções individuais e profundamente conectadas à seus contextos específicos - como a Igreja da Luz, a Casa Koshino ou o Templo da Água-, aproximando a arquitetura tradicional japonesa à universalidade da arquitetura moderna. Ele foi capaz de reproduzir a luz difusa do interior das casas japonesas, filtrada pelas paredes de papel, através do uso criativo dos materiais e da simples configuração dos espaços.
O Conselho de Edifícios Altos e Habitat Urbano (Council for Tall Buildings and Urban Habitat - CTBUH) anunciou que a torre Mjøstårnet da Noruega, com 85,4 metros, é oficialmente a mais alta construção de madeira do mundo. Além da distinção única, a torre é também a estrutura de uso misto mais alta da Noruega e o terceiro edifício mais alto.
https://www.archdaily.com.br/pt/913744/ctbuh-nomeia-o-mjostarnet-da-noruega-como-o-edificio-de-madeira-mais-alto-do-mundoKatherine Allen
Materiais, produtos e sistemas construtivos estão em constante evolução e seguem novas tecnologias, descobertas e tendências de mercado. A questão é: nós, como arquitetos, estamos evoluindo com eles? Lemos sobre robôs trabalhando em canteiros de obras, materiais responsivos e inteligentes e o contínuo aumento da impressão 3D, mas será que tudo isso se torna ruído branco quando se inicia um novo projeto? Mais importante ainda, esses novos sistemas poderiam continuar progredindo sem levar em conta a qualidade de vida das pessoas, com sensibilidade e eficácia?
A maioria dos materiais que usamos na construção de nossos projetos tem formas e dimensões que visam facilitar seu armazenamento, transporte e instalação, sendo constituídos, em sua maioria, por modulações ortogonais. Esses ângulos retos nem sempre se encaixam na irregularidade de nossos projetos, nem coincidem exatamente quando encontram materiais de formas orgânicas ou outros elementos específicos, como dutos, pilares ou móveis.
Tradicionalmente, as habitações chilenas têm na cozinha um espaço central. Sendo um ponto focal dentro de cada projeto, é importante aprofundar seu desenho e ocupar cada metro quadrado disponível em favor de seu uso efetivo. Revisamos 7 cozinhas projetadas especificamente em casas chilenas; cada um com detalhes , distribuições particulares e diferentes combinações de materiais, móveis e equipamentos.
https://www.archdaily.com.br/pt/910781/detalhes-de-cozinhas-de-casas-chilenasMartita Vial della Maggiora
Descrição enviada pela equipe de projeto. A casa, original dos anos 60, está localizada no bairro de Moema, São Paulo. A nova linguagem estabelecida pela reforma aparece inicialmente no muro externo. Elementos em concreto e metal preto modificaram completamente o aspecto da entrada. Na fachada frontal da casa foi usado o sistema de vidro U-glass que permite a entrada de luz, mas garante privacidade. Aberturas pontuais com caixilhos convencionais trazem o jardim para a parte interna da casa.